Kakarotto consegue achar Suong, a esposa de Eichiteki e mãe de Kireiko . . . mas, ela odeia saiya-jins . . .
Cap. 9 - Reencontro após décadas.
Raditz encontrava-se naquele momento em uma cadeira, no bar, na segunda classe, bebendo Norokila. Pensava várias coisas, por exemplo, como seu otouto, considerado um terceira classe e do tipo mais baixo, teria aquele nivél de poder chegando ao ponto de derrotar uma elite? Aquilo soava como loucura, mas, era a mais pura verdade e ele testemunhara.
" Será que aquele bastardo tem algum poder natural?" , a pergunta martelava sua cabeça, enquanto entornava mais um caneco.
Em um canto, casais namoravam com suas caudas enroladas na do outro, conversando, outros começando a "esquentar " o clima, se retiravam. No outro lado, como típico, começou uma discussão calorosa que desenrolou para uma briga, pelo que percebera, outro macho deu em cima da fêmea de outro saiyajin e esses começaram a brigar, tendo que se retirarem para o Ginásio.
Ele olhava com inveja para os casais, mas, até agora não encontrara uma fêmea que chamasse a atenção dele para se unir e constituir uma família, já tinha escravas que usava para satisfaze-lo sexualmente, mas, em breve, sabia, chegaria o momento de procurar uma companheira.
Esperava que surgisse alguma ligação com uma fêmea e que fosse uma saiya-jin, temia senão fosse, mas nada podia-se fazer, a ligação era algo involuntário e que levava a formação de um vínculo, era algo misterioso e muito poderoso, ninguém tinha controle sobre isso e isto o apavorava, temia que fosse com uma escrava.
Estava na segunda classe e não percebera na terceira classe, um certo saiya-jin semelhante em fisionomia ao seu otouto que o observava atentamente e um tanto irritado, sua cauda chicoteando o ar em frustração.
De repente, burbúrios e explosões de palmas irrompem-se no bar. Raditz e Tarles viram-se ao mesmo tempo, em busca da origem do estardalhaç que os saiyajins de terceira classe se aglomeravam em volta de algo.
Ambos flutuam levemente e vem com desagrado Kakarotto sendo soterrado por mãos que queriam cumprimenta-lo e saiyajins que o puxavam, afinal, ele era a mais nova sensação de Bejiita e o fato de dar uma surra numa elite, o fizera mais famoso ainda.
Os irmãos deste baixam e recomeçam a tomar a bebida, ignorando a ânsia de todos para chegar perto do "idolo", como estavam começando a chama-lo. Todos elogiando a batalha ou comentando algumas cenas, muitos querendo saber que treinamento havia feito, os mais jovens, com 8 anos, querendo que ele fosse o professor deles.
Kakarotto fora praticamente obrigado a cumprimentar quantas mãos estivessem na sua frente, já havia perdido a conta, todos desejavam fala-lhe, as vozes estavam 'amontoadas', não conseguindo distingui-las.
Caminhando com dificuldade, abria passagem na multidão. Consegue chegar ao balcão do bar e fica de costas para este.
Vendo que muitos não conseguiam vê-lo, flutua levemente e levanta a mão, vendo, espantado que os sons cessam e todos escutam com atenção. Olha para os lados e vê os das demais classes em silêncio, embora alguns conversassem com o companheiro saiya-jin ao lado, muitos, olhando irritado para ele e sabia porque.
Percebe a espectativa dos saiya-jins da terceira classe pelo que ia falar.
- Agradeço os elogios, cumprimento a todos, muito obrigado, mas, tenho uma pergunta, ou melhor, estou procurando alguém, Alkake, irmão de Vagenk . . . ele mora na periferia, próximo do conjunto habitacional . . . no setor Norte, senão me engano.
Nota que os saiya-jins conversam uns com os outros, até que um avança, acenando com a mãozorra para o alto:
- Eu sou Alkake, moro no setor norte e tenho um irmão, Vagenk
Ele nota ser um saiyajin musculoso,com cicatrizes onde estava descoberta a pele, olhos negros pequenos que lembravam besouros e uma pequena barba curta em volta da boca. A face era maldosa e tinha a impressão de que tal como era por fora, era por dentro.
Kakarotto desce no chão e começa a se desculpar, mas , ele ergue a mãozorra e fala:
- Fez bem em humilha-lo! Adorei! - e sorri batendo nas costas do jovem, que pego de supresa, se curva para frente com as pancadas.
- Fico feliz que não ache ruim - acaricia as costas.
- O que Goku, o mais poderoso saiya-jin quer de mim? - sorri com orgulho, envolvendo o braço dele em seu ombro, se exibindo. Kakarotto fica sem graça com a atenção que causava em torno de si.
Nota que um grupo de fêmeas movimentavam as caudas em uma espécie de dança e percebe se tratar do ritual delas de acasalamento, mas não lhe chama a atenção.
- Escravo! - ele bate no balcão com força.
Um escravo que passava se sobressai com o pancada e olha para baixo, em seus olhos o mais puro terror.
- Forneça uma cabeca cheia de Norokila para o ídolo aqui! Rápido!
- Sim, senhor! - o pobre servo saí rapidamentre dali, apavorado.
O jovem nota o mesmo trazendo uma bebida de cor verde. Observa atentamente o copo e o mais velho fala:
- È Norokila, uma bebida alcoólica não muito forte, mas de sabor agradavél! Tome! È por minha conta! Afinal estou do lado daquele que detonou um elite ! - e gargalha gostosamente, os demais estreitando os olhos pelo fato de ter o jovem só para ele.
Empurra a caneca para Kakarotto. Nunca havia bebido e achava que não era uma boa ídeia começar naquele instante, mas, precisava fazer de tudo para agrada-lo. Toma um pequeno gole, notando que era forte, talvez por que ele nunca bebera bebida alcoólica, Liluni nunca dera, assim como nenhum dos seus amigos da mansão.
- Isso mesmo! É um adulto! - e bate entusiasmado nas costas dele que dessa vez havia se preparado.
Nota que secavam a boca com o antebraço e faz o mesmo, vendo que a ação agradara o saiyajin " òtimo".
- Sobre o que queria me falar?- confessava que estava curioso.
- È uma escrava pertencente a raça Shinyoujyutsu, gostaria de ter uma dessas, soube que tem uma.
- Hum . . . - fala pondo a mão no queixo e Kakaroto fica ansioso e depois com medo.
Pensava apavorado " E se ele a vendeu?".
- È uma raça exótica, por acaso, de fato, tenho uma . . . foi do meu irmão, ganhei de uma aposta que fiz com ele.
Isso encheu-o de alegria, era a que estava procurando.
- Sim, queria essa raça . . . quanto quer por ela?
Ele bebe uma caneca e fala, sorridente.
- Bem, você humilhou aquele desgraçado, algo que há anos sonhava fazer, desde que éramos filhotes . . . vendo-a por 150.000 zeya.
Kakarotto quase cai da cadeira, mas se recupera.
O prêmio que ganhou era de 700.000 zeya, ainda sobrava e respira aliviado. Mas, não imaginava que escravos eram tão caros, pois nunca comprou um. Decide não deixar passar que era um "alienado" em preços, além de que estava determinado a reunir a família de Eichiteki novamente e nada o faria desistir.
- Aceito.
- Ótimo!
- Gostaria de compra-la ainda hoje.
- Podemos ir lá agora! - seca a boca com seu antebraço e ergue-se.
Os demais saiya-jins ficam desanimados com a saída dele da Central.
- Quero levar um servo pessoal.
- Bem, vou esperar lá em casa. . . não mora no conjunto habitacional?- arqueia a sombrançelha.
- Não, meu pai é de classe alta.- fala humildemente.
- Entendo . . .. vou falar onde é.
Nisso ele explica seu endereço ao jovem, que anota, pegando um pedaço de papel dado por um escravo ordenado pelo saiya-jin imenso.
Sai correndo dali, alçando vôo. Alkake comenta a si mesmo:
- È muito afobado . . . - e sorri, saindo dali.
Rapidamente, Kakaroto cruza os céus e entra afoito na mansão. Mal todos foram dar os parabéns, ele puxou Eichiteki, gritando feliz :
- A achei! Venha!
E puxa-o para o vôo. Liluni balança a cabeça para os lados e pensa " Como sempre apressado . . . ".
- Achou-a mesmo?
- Sim!
Naquele momento sobrevoavam a Central se dirigindo a periferia.
- Suong? - fica surpreso - foi rápido. . .
- Bem, ele é irmão de Vagenk, mora aonde você me disse . . . e falei da raça dela, tudo leva a crer que seja, por isso, quero que veja.
- È verdade? - e fica emocionado - se for, Kireiko ficara feliz.
- Poderei juntar sua família novamente! - exclama feliz.
- Muito obrigado, meu filho - fala com lágrimas nos olhos, enfim, poderiam ficar juntos novamente como uma família.
Após duas horas, eles pousam em um conjunto habitacional, mais ou menos numa espécie de praça. Mais a frente, identificam o número da residência.
Apesar de parecer pequena, sabiam que todas tinham um subsolo, que aumenta consideravelmente o espaço total da moradia e que esse 'sotão', tinha a área de treino e celas de escravos. O jovem toca a campainha e Eichiteki fica um pouco mais atrás, afinal, era tido como escravo pessoal de Kakarotto.
Uma jovem serva atende com o olhar baixo e voz sem emoção:
- Residência de Alkake-sama, o que desejam?
O chikyuu-jin olha a serva que atendera e fica estático. Era sua esposa. Balbucia, fracamente:
- Suong . . .
A serva levanta o olhar e fica em uma perda de palavras " Há quanto tempo não vejo esse rosto?" :
- Eichiteki . . .
Ficam olhando um para o outro, perdidos no olhar, a vontade de se abraçarem muito grande. Percebendo que seu sensei acabaria esquecendo o plano, Kakarotto pigarreia, sentindo com o Ki que Kaulek já estava subindo do subsolo. Ao ouvir o pigarreio, o terráqueo se refaz.
- Jiichan, Alkake já está vindo. - fala preocupado.
- Sim, filho, obrigado por me lembrar.
" Jiichan? È vovôzinho em terráqueo, por que esse saiyajin se refere á ele assim? ", estranha, mas compreende que não devia demonstrar já conhecia seu esposo.
- Quem é escrava?- uma voz áspera e de mau humor surge de dentro.
Ela se encolhe e fala, servilmente.
- Um jovem saiyajin- sama e seu escravo . . . seu nome? - se volta sem olhar nos olhos dele.
- Kakarotto.
- Kakarottosama.
- Por que não disse logo! - ele a empurra violentamente e esta caí no chão.
Se refaz, ficando de pé. Eichiteki e Kakarotto, se contém de irem para cima dele e quebra-lo inteiro.
- Meu jovem, entre, por favor! - ele estende a mão para dentro, sorrindo.
Os dois adentram, Eichiteki mais atrás, por sorte tinha o olhar baixo, senão o saiya-jin veria o olhar de ira para com ele pelo que fez a sua esposa.
- Anda seu instrume! Sirva nossa visita! Pega a melhor bebida que tenho e dois copos!- dá um tapa nela, que saí da sala, encolhida e apressada, temendo outra punição.
Kakarotto precisou de todo seu auto-controle, Eichiteki se ocultou nas sombras para esconder sua ira, já que não conseguia disfarçar e pensa, olhando seu ex-discípulo " Será um teste para você filho, oro para que consiga passar, por favor Kami-sama, o ajude", ora em pensamento.
- Sinto, mas receio não poder ficar muito, meu pai está no espaço e daqui a pouco vou receber uma ligação dele - fala controlando sua ira e forçando seu rosto mais pesaroso.
- Que pena . . . - este fica chateado.
Como precisa deixa-lo de bom humor, fala em seguida:
- Mas tenho tempo para uma bebida . . .
- Isso é bom! - ele sorri.
Nisso a serva trazia uma bandeja com copos e põe na mesa, em seguida, traz uma garrafa grande contendo um liquído verde-musgo . Ela serve ambos os saiyajins e curvando-se se retira, ficando na parede próximo dali, caso seu dono quisesse mais alguma coisa.
- È ela, é da raça que procura, Shinyoujyutsu.
Kakarotto olha para ela com um sorriso no sentido de confortar, mas não obtém sucesso. Depois volta a olhar para o dono da casa, aliviado dele não ter visto o sorriso, pois se servira de mais um copo.
- È uma excelente escrava . . . obediente, não vai se arrepender, embora não esteja em plena juventude, mas essa raça demora para envelhecer . . . trouxe o dinheiro?
Kakarotto finge beber um pouco, o que faz o saiyajin contente e pega o dinheiro, pondo na mesa.
- Eis aqui os 150.000 zeya.
Alkake pega e conta. Após longos minutos verifica que a quantia era aquela mesma, então, chama a serva:
- Escrava!
Ela rapidamente se prosta e fica no lado deste:
- Eis seu novo dono! Não me pertence mais! O nome dele é Kakarotto.
- Serei sua escrava Kakarotto-sama, estou honrada com isso, espero ser sua melhor serva - fala em voz praticamente mecânica, sem emoção nenhuma.
Ele apenas concente com a cabeça.
- Beba mais um pouco! Vou pegar os papeís dela.
- Adorei, está excelente a bebida!- finge felicidade.
- Fico feliz que tenha gostado, para você, o melhor jovem! - e se retira.
Volta em alguns minutos e entrega um cartão á ele, onde tinha todos os dados dela, donos anteriores e registro e mais um papel da venda.
O jovem confere e nota estar tudo certo.
- Agora é só ir ao Cadastro na capital e mudar o nome do dono.
- Tenho que ir agora, gostaria de poder ficar mais tempo - finge tristeza.
- Uma pena, mas volte para me visitar.- fala esperançoso.
- Claro! Obrigado pela hospitalidade, foi excelente fazer negócio com o senhor.
Kakarotto agradece aos céus por já poder sair dali, não aguentava mais aquele saiya-jin ordinário.
Na porta, Eichiteki pega Suong e Kakarotto flutua no ar e se despede, vibrando por dentro de poder retornar para a mansão, onde uma festa o aguardava. Voam dali, com o sensei mais atrás.
Após alguns minutos, já tendo saído da periferia, no alto, Kakarotto comemora:
- Conseguimos jiichan!O que achou do meu teatro? Embora tenha tido vontade de quebra-lo várias vezes - nisso, o sorriso mucha.
- Sinto, meu filho . . . mas não tinha escolha . . . mas muito obrigado por nos reunir - fala feliz com os olhos lacrimosos.
- Fico feliz de reuni-los - sorri - seu nome é Suong-san ? Prazer
Estende a mão à ela que de estática, fica irritada e se encolhe no colo de seu marido. Kakarotto fica com a mão estendida e agora seu sorriso estava hesitante. Vendo, suspira e fala:
- Pode apertar a mão, ele é um saiya-jin bom, muito bondoso, gentil, amavél, nos trata como iguais, não o julgue como os outros, por favor.
Ouvindo seu marido, hesitante, estende a mão e ele cumprimenta com estusiasmo, seu sorriso caracteristíco no rosto. Mas, esta retira a mão rapidamente.
- E Kireiko? Onde está meu bebê? - ela agarra a blusa de Eichiteki desesperada com lágrimas nos olhos.
- Acalme-se - põe a mão dele na dela - está comigo, formos comprados por Bardock, Kakarotto conseguiu que seu pai nos desse á ele para podermos ficar juntos e prometeu que se ganhasse a Arena, com o dinheiro a buscaria para compra-la e juntar todos nós.
- Verdade, fico feliz de conseguir junta-los novamente, jiichan.
Ela olha desconfiada para ele, não confiava ainda em saiya-jins. Ele percebe e pergunta:
- Está tudo bem?- está preocupado.
- Odeio saiya-jins! Vocês destroem nossos planetas, vidas, nos espancam, estupram . . . - fala gritando irada, pouco interessada se ia apanhar.
- O que quer dizer estupro?- ele está confuso.
Suong sacode a cabeça para os lados, mastigando mais ofensas que queria despejar em cima do jovem. Não sabia se aquilo era mesmo idiotice ou burrice. Eichiteki geme pela raiva de sua esposa para com o jovem e o fato dele não saber o que era.
- È forçar alguém a se deitar contra sua vontade.
- Por que?
Olha atentamente a face confusa dele, parecendo uma criança. Inspira profundamente, decidindo como explicar à ele. Suong está incrédula e pensa " È um idiota?", e nisto mostra uma carranca.
- Você gosta de ser obrigado á algo?
- Claro que não!- nega com a cabeça.
- È a mesma coisa . . . e isso se chama estupro, entendeu?
- Agora sim, obrigado jiichan. . . .
Após alguns minutos, pergunta:
- Estupro não é deitar na cama né? Então, o que Kireiko e eu fazemos, assim como as outras . . .
- Claro, você não as obriga.
Nisso, ambos notam o olhar de ódio dirigido para o jovem saiya-jin, que se encolhe, visivelmente confuso, não entendendo o que fez para ela ter tanta raiva dele, raiva não, ódio.
- Soung? - olha preocupado para ela.
-È um pervertido! Safado! Monstro! Como ousa usar meu anjo para satisfazer suas necessidades! Desgraçado! Bastardo!
Kakarotto fica triste e cabisbaixo. " Então, o que faço é errado . . . é esse tal de estupro?", sente nojo de si mesmo e raiva.
- Suong! - ele se altera ao ver a depressão no ex-discípulo - como ousa falar assim com ele? Justamente de Kakarotto?!- fica indignado- ele não é como os outros!
- È um monstro! Se esqueceu do que fizeram comigo? Ainda por cima estupra nossa filha . . . nosso anjinho.- ela fica irada - é usada por ' essa coisa' - fala essa coisa com o máximo de repulsa que consegue.
Aquilo só deprimia o saiya-jin que passa a voar baixo, sem coragem de olhar para nenhum deles.
- Suong! Pare de falar isso! Não o conheçe! - nisso olha para o jovem - não a ouça, filho, você não é nada disso, não fez nada de errado.
Está preocupado, nunca o vira tão deprimido, estava mudo e nada mais falou, olhava um ponto qualquer para baixo, via os olhos lacrimosos. Por que justo de todos, ele tem que receber o ódio de sua esposa?
Tenta falar com Kakarotto, mas não obtém quaisquer respostas, estava ficando agoniado. Por outro lado, Suong estava feliz, conseguiu despejar um pouco de seu ódio em alguém e quem sabe, pouparia seu 'bebê' de ser usada por ele novamente, sorria em triunfo.
Quando pousam no chão, Kakarotto não desce e voa para sua janela.
- Filho . . . sua festa , todos o esperam . . . - fala desesperado.
- Desculpe jiichan . . . mas vou para meu quarto, amanhã vou vê-los.
Nisso entra pela janela e senta na cama, abaixando a cabeça na perna, chorando, sentindo-se um monstro e menos do que um verme. Entrega-se totalmente à tristeza. Sentia muita dor em seu coração, não sabia que aquilo era errado e machucava tanto as fêmeas. Elas nunca haviam falado isso á ele, então, pensou que estava tudo bem " Por que não me falaram que machucava?" , se encolhe, sua cauda pendurada na beirada da cama, lateralmente.
Mas essa Suong . . . coitado do Kakarotto, tadinho, recebendo o ódio dela. Como se a filha dela fosse um "bebê", hunf. No final sobrou para ele.
O que Kireiko acha disso? Do que a mãe disse ao saiya-jin?
Será que Suong verá a natureza amavél e gentil de Kakarotto?
E o encontro com a família?
No próximo capítulo.
Respostas:
Kika kinomoto-
Yo!
Fico feliz que esteja gostando da fanfic XDDDDDDD
Gosto de fazer fics relacionadas com outras. ^ ^
Embora seja um pouquinho mais trabalhoso XDDDDDDD não pode haver discrepâncias entre as fics.
Eis mais um capítulo.
Obrigada pelo review
Bjos
