Bardock começa a ser acossado por sentimentos desconhecidos á ele, ao ver Liluni e Lian... como será que ele vai lidar com isso?
Chega a noite do anúncio de Kakarotto como novo princípe de Bejiita.
Será que Vegeta, vai se "comportar" ? Afinal, está uma "pilha de nervos", digamos assim, pela nomeação, segundo ele, de " uma Terceira Classe bastarda", como seu novo irmão...
O irmão de Kakarotto, Tarles, pervertido de carteirinha, que não pode ver uma fêmea, vai se controlar, em uma ocasião tão importante assim, para a família? Ou, vai "fugir", da cerimônia?
Cap. 12 - Cerimônia e Anúncio Real
No final da tarde, Kakarotto já estava vestido a caratér, com os trajes nobres e armadura imponente, ao mesmo tempo, encontrava-se aborrecido, o que era evidente pela carranca em seu rosto bonito.
- Não gosta, né? - soava mais como uma afirmação do que uma interrogação.
Ele vira seu rosto e vê Kireiko, com um sorriso divertido no rosto. Sorri rapidamente e depois, olhando novamente no espelho, fica amuado, por ser obrigado em decorrência do Anúncio e atual título da realeza, a usar aquelas roupas que pinicavam e eram desconfortavéis ao extremo.
- Odeio isso... além disso, me preocuparei ainda mais com Lian.
- Entendo- ela fica preocupada - será difícil no Castelo ocult...
Para no meio da palavra e olha para os lados, depois para o jovem saiya-jin que balança a cabeça negativamente. Agora com Bardock lá, teriam que tomar o máximo de cuidado, um descuido e seria a sentença de morte para o bebê.
- Mas, fazer o quê, né? - nisso dá de ombros , desanimado.
Nota a jovem indo até ele, com movimentos sensuais e um sorriso maroto no rosto, encostando seu tórax nas costas dele, por cima da capa e manhosamente, acaricia o braço deste, com moviemtnos circulares, falando com uma voz sexy:
- Que acha de nos "divertimos", depois dessa festa horrenda ? - nisso apoia a cabeça nas costas.
Ele sorri e acaricia com os seus dedos os braços delicados, antes de virar de frente para a meia chikyuu-jin, porém, sente um Ki conhecido e Kireiko também e ambos se separam rapidamente.
Em seguida, o jovem, põe-se em frente à jovem, como um escudo.
Pela porta surge o pai, que olha para as vestes do filho com um sorriso de satisfação, afinal, nunca imaginaria nenhum de seus filhos, como princípe de Bejiita, ainda mais um tido, como o mais fraco de todos e cuja fonte de poder, ainda era um mistério para ele.
- Confesso que fui um pai ausente e irresponsavél... mas, vou corrigir isso, nem que seja um pouco - fala seriamente.
- E posso saber como? - pergunta descrente, arqueando uma sombrançelha.
- Providenciando uma fêmea para ensina-lhe sobre.... - mas é cortado pela cria, que compreende de imediato.
- Não precisa. - fala secamente.
- Como?! M-M-Mas....- está atônito com a recusa do caçula.
- Já não sou mais virgem, se quer saber.
- Não?! Que bom! Com uma fêmea né?
- O que importa... mas, para sua informação, já que faz tanta questão, foi com uma fêmea.
O genitor olha para a cria e escrava, escudada atrás deste e sorri, falando:
- Pelo visto, creio que foi esse animal que te ensinou e espero que tenha sido bem submissa, afinal, fiz questão de ensina-la. - e olha para a jovem com olhos famintos.
Apavorada, se esconde ainda mais, atrás de seu amigo.
Este rosna audivelmente e chicoteia a cauda no ar, em irritação, mostrando seu desagrado pela atitude do genitor.
- Saiba que acho um absurdo trata-los com respeito, são animais, nossos objetos para usarmos como convir.- suspira pesadamente, enquanto, Kakarotto tremia de raiva.
Odiava esses discursos menosprezando pessoas como Kireiko, por saiya-jins , seres da sua espécie que destruíam os lares das raças e pegava remanescentes, para escravos, tratando-os cruelmente, sentia nojo de pertencer a tal raça.
- Você errou pai.
Kakarotto olha para a porta e vê seu aniue surgir, com uma face pesarosa e indo para ao lado do pai.
- Eu sei, Raditz.
- Ô Irmãozinho... deixa de ser egoísta e compartilhe-a com a gente - Tarles surge de trás de Raditz, ambos com vestes boas e armaduras melhores que as habituais.
Essa foi a gota d´água para o jovem saiya-jin, que eleva seu ki.
Os scouters detectam o nivél de poder e passam a temer por suas vidas. Bardock sai e Raditz tem que arrastar Tarles pela ombreira, antes que o otouto deles, decidisse avançar para cima deles, pois, já haviam chegado no limite de sua paciência.
No corredor, o saiya-jin não sabe por que sente-se triste pelo ato do filho mais novo e para complicar ainda mais, sentimentos estranhos surgiram nele com a vinda de Liluni e Lian, nos braços dela, pelo corredor.
Ao verem-na, Raditz e Tarles, sorrindo malignamente, se aproximam da myouchin, que se sobressaí, quase pulando de onde encontrava-se e começando a se encolher contra a parede fria, aproximando sua filha do peito ao máximo e abraçando-a fortemente. A pequena começa a se agitar ao sentir o cheiro de medo da mãe, graças ao seu sangue saiya-jin.
- Veja... que belo espécime.... - Tarles leva seu dedo ao rosto de Liluni.
Porém, para ao ouvir um rosnado audivél, em um tom de ameaça velada, esta, oriunda de seu pai, que os fita com ira. Podiam ver uma coloração rubra por trás dos orbes negros como a noite e a cauda deste chicoteando o ar em irritação e ondulando de forma ameaçadora.
- Ela é minha!- ele praticamente ruge.
Nisto, rapidamente, confusos e com medo, ambos saem dali, em disparada, pela escada, sem compreender absolutamente nada.
Aliaís, nem ele mesmo compreendera seu comportamento, ao analisa-lo em seguida.
Enquanto se acalma, os pêlos de sua cauda eriçados pela adrenalina, abaixavam gradativamente. Ao olhar para elas, novamente, sente algo muito diferente e que já fazia anos que não sentia, isso, se já sentira antes, o sentimento inquietante em seu peito e ao mesmo tempo, deconhecido.
Impulsionado pelo sentimento misterioso e tomado por este, momentaneamente, se aproxima de Liluni e involuntariamente, acaricia a face dela, não agressivamente, mas, de uma maneira muito gentil e doce.
Porém, com suas experiências anteriores com saiya-jins, inclusive com seu dono atual, logo sente um pavor incontralavél. Seus olhos ficam úmidos, e se encolhe contra a parede. O forte cheiro de medo exala dela e a pequena em seus braços, ameaça um pequeno choro.
Esse odor, o desperta da espécie de transe em que se encontrava e olha confuso para a alien, depois para o bebê, em seguida, se afasta, ainda tendo sua mente um tanto entorpecida.
Aproveitando o ensejo, a myouchin praticamente foge para a cozinha, com Lian no colo, apavorada, deixando um saiya-jin confuso pelo seu ato de momentos antes.
Já na cozinha, Liluni praparava a comida para sua filha, que balbuciava para a mãe, mexendo as mãozinhas. A alien sorria tristemente, pois mais um filho seria tirado dela, não só um , mas dois, uma vez que criara Kakarotto como um filho também. Por isso, aproveitaria o máximo de tempo com ela, pois, com Kakarotto, seria impossivél, com Bardock ali, devido a possesividade para com ela.
Seu único consolo, é que sua cria iria ser tirada dela, mas, para ser protegida, afinal, o irmão desta, garantiria sua proteção, com seus poderes, ali com ela, seu destino era certo, encontrar a morte nas mãos do genitor, pois com certeza, Bardock faria questão de extipar a filha bastarda do planeta e sem deixar, se puder, quaisquer rastros de existênica da mesma.
A myouchin não se importava de morrer, para os escravos, a morte era a libertação, o fim de todo o sofrimento. Mas, por mais que fosse assim que visse, não conseguia visualizar isso para a filha e se amaldiçoava por isso.
Sente as trevas ameaçarem toma-la, mas, Lian, sua luz, as dissipa, porém, quando esta partir, com certeza, a tristeza irá toma-la, pois seu coração não aguentará, com certeza, o golpe duplo, Lian e Kakarotto, ambos, longe dela.
Põe a pequena em uma cadeira e senta em outra, secando as lágrimas com o dorso e forçando um sorriso a pequena, começando em seguida a alimenta-la, que sorria inocentemente, sem saber de que em breve, seria separada da sua mãe e só teria Kakarotto no mundo, para lhe proteger. Mas, mesmo este, não...
Na sala de estar, Raditz e Tarles estava sentados, tomando korokila, a bebida típica saiya-jin e comendo alguns petiscos, enquanto olhavam as horas na parede, sentindo-se um tanto desconfortaveís com aquelas vestimentas "pomposas".
Raditz comenta:
- Como nosso pai consegue usa-las diariamente? - fala mostrando seu desconforto.
- Vai saber....
Fala distraidamente, pescando mais um petisco, e fala, após um tempo, olhando agora para o irmão mais velho, enquanto inclina-se melhor no sofá.
- Por falar nisso, não estranho a reação de Kakarotto, mas de nosso pai...
- É verdade - o ani-ue dele, entorna o copo de bebida e depois, fica girando o conteúdo dentro deste, na mão, parecendo interessando nisso.
Tarles continua falando, após engolir o petisco:
- Tudo bem, temos nossas preferidas, mas, mesmo assim, não é típico essa possesividade toda...- pega seu copo, preparando-se para beber.
O mais velho vira o resto da bebida e seca a boca com o braço, inclinando a mesa, para enche-lo novamente e fala, após pegar um petisco, olhando dessa vez para o irmão:
- Melhor não tentarmos entender... -e completa, sombriamente - nem mesmo nosso pai compreende... pelo menos, é o que acho.
Fala, mas fica pensativo, logo em seguida, Tarles percebe, mas, descobriu que seu irmão nunca falava o que pensava, até ter certeza do mesmo, e de fato, Raditz tinha leves suspeitas, mas, por enquanto, preferia guardar para si mesmo.
Chega a noite.
Em um gigantesco salão, vários casais saiya-jins e solteiros, andavam ou comiam alguns petiscos, acompanhados de diversas bebidas, outros, conversavam animadamente.
Vários escravos e escravas corriam frenéticamente, procurando servir a todos, algumas outras escravas, eram requisitadas para darem um tratamento "mais intímo" á algum alien ou saiya-jin solitário. Todos estes estavam apavorados de serem punidos, se tivesse alguém descontente com o serviço.
Músicas de tom forte ecoavam no local, oriundas de uma orquestra de escravos e seu dono e regente, um alien, munido de chicote na cintura. Eles estavam acorrentados a uma espécie de pedra, em frente ao mestre.
No palco imponente de frente ao salão, ornamentato estes com as cores da família real e bandeiras, com o brasão da mesma, que tremulavam ao sabor da leve brisa, que soprara naquele instante, encontravam-se sentados nos tronos luxosos. O rei e rainha, nos principais e nos outros três tronos menores, no lado direito destes, os princípes.
Primeiro Vegeta, emburrado, o assento do lado dele vazio e em seguida, vinha o de Tarble, este, olhando a festa com interesse, uma vez que evitava sair de seus aposentos, por causa dos olhares que davam á ele e inclusive ausência destes em alguns casos. Atrás destes, respectivamente, seus Kauleks, sorrindo orgulhosos por seus status, menos um, o de Tarble, que estava de mau humor e não parava de lançar olhares malignos para o pequeno saiya-jin á sua frente e outros, de inveja para os demais Kauleks ao seu lado, principalmente à Nappa, pois Vegeta era tido como o mais poderoso saiya-jin.
Vegeta olhava para o trono entre ele e seu otouto(irmão mais novo) e rosnava, sua cauda se contorcendo de irritação na cintura e uma carranca em seu rosto. Ele não parava de murmurar " Velho desgraçado..." e ao mesmo tempo, rosnando de insatisfação, enquanto lançava olhares malignos para os genitores.
Com sua audição apurada, os reis ouvem e se controlam para não se encolherem, pois, estavam em público, os Kauleks também temem, o único que não demonstrava medo era Tarble, pois, tinha plena confiança em seu irmão e adoração do mesmo.
Conforme a família de Bardok chegara, dois guardas próximos dali, já se aproximavam e após cumprimentarem untosamente Kakarotto, o acompanham até o palco, junto do pai e irmãos. Tarles o segue emburrado, porém, ao olhar uma saiya-jin fêmea dando atenção à ele, ondulado sua cauda, seu mau humor passa e mal vê a hora se desvencilhar deles, o que não tarda a aconteçer.
O outro guarda, corre até o rei, para avisa-lo da chegada do jovem saiya-jin e família. O imperador observa e vê este um tanto nervoso, olhando para os lados, com todos os convidados, olhando-o, em decorrência da vistosa armadura, vestes lustrosas e capa esvoaçante, este também tendo em seu pescoço, o colar com o emblema da família real.
Kakarotto notara muitos saiya-jins em conversas truncadas com o companheiro do lado e murmúrios que aumentavam. Com seus sentidos apurados, conseguira distingüir muitos destes e isto, só o deixava mais nervoso, se era possivél. Dentre eses murmúrios, vira que muitos acertavam, pois fora espalhado o boato de que teria um anúncio real na festa e ao verem o jovem trajado como um princípe, muitos já tiravam suas próprias conclusões.
Vegeta nem olhou para ele e murmura, irritado " terceira classe bastarda". Mal sabe, o quanto o destino é caprichoso e que este, seria junto de Tarble, o seu melhor amigo em toda Bejiita e o de maior confiança, um dos mais leais. Além de ser o primeiro a alcançar o nivél supersaiya-jin.
O rei ergue-se majestosamente, seguido pela rainha, Vegeta os observava, como uma criança emburrada. Já, o otouto deste, olhava sorridente para o saiya-jin, que ao avista-lo, retribuí, depois voltando a ficar nervoso com toda a atenção que estava recebendo.
Nisso, o maestro cessa a musica e olha para o palco, junto a todos os presentes, menos um casal em especial. Tarles e uma fêmea saiya-jin, ambos acariciando a cauda um do outro e converando animadamente em sussurros, conforme bebiam. Depois, Tarles inclina-se e fala algo ao pé do ouvido dela e esta ri , então, "fogem" dali em seguida.
Um gemido quase imperceptivél é ouvido de Bardock, que está irritado pelo comportamento do filho, suspira em seguida e apoia a mão na têmpora, já Raditz revira os olhos e depois sorri de divertimento. Já, o mais novo, tão nervoso, nem percebera a "fuga" do irmão com uma fêmea.
Aliaís, com a presença dele e provavél anúncio real, ninguém percebeu os dois saiya-jins fujões, pois sua atenção ia dos reis no palco luxuoso, ao jovem em frente ao mesmo.
Quando o Imperador ergue a mão, todos se silenciam e se curvam. Kakarotto ia fazer o mesmo, mas seu pai segura seu braço, o detendo e balançando cabeça negativamente.
O Rei pigarreia e fala:
- Estamos aqui hoje reunidos, não somente pela Comemoração da Conquista de um planeta que ficou tantos anos resistindo a nós, bravamente, mas, também pelo anúncio de que terão mais um princípe! Meu filho adotivo, Kakarotto, filho de Bardock e Rakunia! - nisso, aponta para o jovem, que se encolhe ainda mais, sentindo o olhar de todos.
- Ele é o segundo em sucessão do trono, primeiro Vegeta e por último, Tarble - fala esse último nome com desagrado e o pequeno saiya-jin se encolhe.
Nisto, um grande número de esferas de ki voam pelo ar e são explodidas por outras, formando clarões, que povoavam os céus. Frente a este espetáculo, os pobres escravos se encolhem de pavor, pois junto com estas, ergue-se o som dos gritos dos saiya-jins e explosões de ki para o alto dos convidados.
Conduzido por um guarda, Kakarotto é levado para o palco, para assumir seu lugar no trono.
O pai sentia-se triste e não sabia por que, devia estar feliz de ter um filho, princípe do planeta, mas, não compreendia o por que de não sentia felicidade e justamente, o contrário.
Quando chega no palco é cumprimentado pelo Rei e depois, abraçado pela Rainha. Vegeta o olha com frieza, desafiando-o a vim cumprimenta-lo, o que, sabidamente, este se ausenta de fazer e Tarble se levanta, cumprimentando entusiasmente o novo irmão, que sorri á ele, que fica feliz, quando senta no trono ao seu lado. O ani-ue desse, treme de raiva e frustração, lançando um olhar mortal aos genitores.
Ele se recuperam, pois estavam na frente de todos e o rei faz um gesto para que reinicie a festa.
Os escravos-músicos estão tão apavorados, que não percebem o comando do dono para recomeçarem a música e o som do chicote corta o ar, batendo no chão, chamando a atenção deles, que rapidamente, ignorando seu medo, retornam a tocar, temendo uma possivél punição de seu mestre.
Com a música em ritmo forte, a comemoração recomeça e segue por horas, só terminando a altas horas da madrugada. Pela manhã, Kakarotto mudaria com suas coisas, para o Castelo Real.
De volta à Mansão do pai, Kakarotto se dirige para seu quarto, retirando a indumentária saiya-jin da realeza e pondo uma samba-canção, e depois, caindo, literalmente na cama, com dores na nuca, pelo nervoso e em seguida, preocupação, ao pensar em sua imouto.
Ouve alguém bater na porta e identifica dois cheiros, como de Kireiko e Nyei, nisso, ambas entram. A jovem alien, um tanto nervosa e a meia-chikyuu-jin, calmamente. Kakarotto levanta a cabeça levemente e sorri , caindo depois, com a face na cama, exausto, sua cauda esticada, pendurada nos lençóis, mas, abanando levemente com a vinda das duas.
Kireiko se aproxima e senta no lado dele, apoiando as mãos nas costas dele, a outra, senta na beirada da cama, sentindo-se ainda nervosa.
Sentindo o toque, sorri, sentando na cama e coçando os olhos, indicando a sonolência. Apesar disso, o gesto um pouco abrupto, fez Nyei se apavorar e começar a tremer levemente, o cheiro de medo exalava dela e o olfato apurado saiya-jin captara isso.
Ele se vira para ela, preocupado e pergunta:
- Por que está com medo?
- É-É-É que foi... um tanto rápido e me assustei. - fala, começando a se acalmar.
- Desculpe, eu sinto muito - ele fala sentido.
- Sim
Fala fracamente, quase em um sussurro, envergonhada. Sentia-se nervosa perto do saiya-jin, mas, não de medo, o contrário, afinal, era muito amavél, gentil e tinha um bom coração, tratava escravos como semelhantes e com respeito, algo que nunca esperava ver em um daquela raça barbára, destruidores de vida.
Kireiko revira os olhos e depois, pergunta, visivelmente curiosa:
- Como foi?
Kakarotto coça a cabeça e fala, cansado:
- Irritante, cansativo, estressante... ou seja, horrivél, estou com o corpo dolorido principalmente os músculos e a nuca... fiquei muito tenso...- ele de repente repara em algo e pergunta - está tudo bem? Por que estão aqui? Não que esteja reclamando...
Kireiko e Nyei ficam triste e a jovem meia chikyuu-jin(terráquea) fala, pesarosa:
- Medo... eles requisitaram escravas...
Kakaroto olha para a frente e cerra os punhos, em sua face irritação, ambas, ficam felizes em ver a consideração dele, por eles.
- E minha mãe?- ele pergunta, preocupado.
- Bardock-sama requisitou uma outra escrava e não Liluni, ela está no quarto coletivo com Lian.
- E...?
- Kaa-san(maneira menos formal de se referir à mãe) e tou-san(maneira menos formal de se referir ao pai) estão juntos... e nós, estamos aqui com você.
- Obrigado pela compania, mas, sinto por elas - ele olha pesaroso para o céu sem lua.
- Eu sei...
- Podemos ficar com você? - Nyei pergunta, preocupada.
- Claro -e sorri - vocês duas dormirão na cama e eu sento no chão.
- Você no chão?! - Nyei fica espantada.
- Claro, como posso deixar fêmeas dormirem no chão? Além de que, você precisa da cama para você, no máximo com Kireiko, já que teme machos, além de que, não me importo de dormir no chão.
- Obrigada - fala timidamente.
Resiste a vontade de circundar sua cauda na cintura da jovem.
- Bem, como pagamento, farei uma massagem em você - Kirieko fala.
- Vai? - fica animado e abana a cauda levemente de felicidade.
- Claro, meu pai me ensinou os nosso pontos de energia, e se pressionados corretamente, tem o poder de relaxar. - ela sorri.
- Obrigado.
- Agora, deite de barriga para baixo.
Ele concente com a cabeça e faz o que ela pede.
Ela, ousada, fica em cima dele, mais precisamente nas pernas dele e começa a massagear, passando as mãos ageís, sentindo a musculatura deste e se deliciando com isso.
Inicialmente, sente resistência, mas, depois, ambas escutam um ronronado de satisfação e sorriem. Kireiko adorava quando fazia isso e Nyei se espantou que um saiya-jin fosse capaz de algo assim.
Depois da massagem, já relaxado, ele senta no chão, sorrindo, pois as dores passaram e dorme, encostado na parede. Nyei e Kireiko estão na cama, dormindo e sentindo-se seguras, já que ele com certeza as protegeria.
Yo! (Oi)
Minnasan! (todos)
Ohayou gozaimassu! ( bom dia)
Antes, muito obrigada pelos reviews XDDDDDD
Sei que talvez, muitos queiram me matar pelo atraso, ok , de fato, atrasei e muito, confesso.
Mas, agora a faculdade voltou, 3º semestre é puxado, trabalho também e tem semanas, que estou aborrecida e não sai fanfic que preste, acreditem.
Aborrecimentos daqui e dali, e para a fanfic, preciso estar bem para escrever, para sair algo decente. Ou melhor, emocionalmente bem, não nervosa, tensa, estressada, com coisas da faculdade e trabalho.
Também, recomeçei o nihongo( língua japonesa), no Kumon. XDDDDDDD . Estou tão feliz.
Mas, mesmo assim, peço minhas sinceras desculpas, trabalhei duas semanas nesse capítulo, para ver se estava bom e agora, fiquei satisfeita.
E também, cada capítulo deste, rende 8 à 10 páginas no word, ou seja, são fanfics capítulos grandes e faço assim, para não virarem muitos capítulos.
Já aviso, que atrasaram as fanfics, mas, sempre procurarei passar. Luz da Lua, está metade passada para o PC, falta passar a outra metade, aí reviso, em duas semanas atualizo, bem, tenho esperança que consiga isso.
Também, em breve, lançarei uma série, que contém várias fics, em formato one-shots ou short-fics, ou sejam, fanfictions de único capítulo, ou no máximo 3 capítulos, pequenas, uma vez que nunca fiz fanfics tão curtas assim.
O anime? Blue Dragon XDDDDDDD
Essa série, pois são várias fanfics, cada uma abordando personagens diferentes do universo desse anime, não atrasará as que já tenho, uma vez, que como são lentas a publicação das mesmas.
Pretendo atualizar em breve, Orgulho Vs Amor e Coração Domado, mas, confesso, que não escrevi capítulos para elas ainda. ^ ^
Bem, espero que tenham gostado do capítulo.
Escrevi esse comentário, para explicar do atraso ^ ^
Sei o que sentem, pois , eu também sinto isso, fics que acompanho e que o ficwriter atrasa postagem, claro, eu também tenho conhecimento, que eles tem sua vida e tem motivos para atrasar, mas, que mesmo assim, fico ansiosa, eu fico ahauhauahauahaua
Gomennasai ( desculpe-me)
Sayounara, minnasan! ( Todos, até logo)
Notas:
Tou-san e kaa-san - são maneiras, menos informais, de se dirigir aos pais, a forma formal, seria otousan, okaasan. Suprime-se o "o", para diminuir a formalidade, a forma totalmente informal, seria tou-chan e kaa-chan. Mas, como no Japão, os pais são vistos como superiores, pouco usam essa forma, com -chan , no máximo, suprimem o "o".
o mais comun, é otou-san, okaa-san, onee-san, ani-san.
Ani-ue - forma formal de chamar o irmão mais velho, até mais que formal, afinal, o sufixo -ue significa, algo assim, "acima", "superior", ou seja, muito usado no Japão Antigo e caído em desuso, nos dias de hoje. Atualmente, é só reservado á nobreza, o tratamento entre si. Numa tradução literal: Irmão mais velho que está acima de mim ou Irmão mais velho superior à mim.
O mesmo vale, para ane-ue, chichi-ue, haha-ue. Já outouto( irmão mais novo), não tem isso, afinal, ele é o mais novo.
Quanto ao -kun e o -chan . Ambos, são usados de maneira informal, o -chan, de maneira carinhosa. Só são usados, para amigos próximos de si, o -chan, pode ser de forma carinhosa, amavél, como para irmãos mais novos, ou amigas muito intímas, pode ser usados para crianças, de maneira geral ou pessoas, desde que sejam mais novas do que você.
O -chan, pode ser usado, tanto para do sexo masculino ( crianças pequenas), como para do sexo feminino. Quando o menino cresce, usa-se o -kun. Não se usa -chan em meninos, que já saíram da infância. usa-se o nome da pessoa, mais, esse sufixo.
Quando a pessoa, não é próxima de você e se vêm na rua, usa-se - san e junto com o sobrenome e não nome. Ex : Hajimemashite, Yamakawa-san ! ( Prazer em conhece-lo, senhor Yamakawa). Yamakawa, nesse caso, uso como sobrenome, aliaís, um dos sobrenomes mais comuns do Japão, que possuí, poucos sobrenomes nativos.
Isso porque até a Era Meiji, antes da Restauração, só os nobres podiam ter sobrenome, o povo, não podia ter um. Com a nova era, o povo, pegou sobrenomes que tinham e estes, eram escassos. Por isso.
Resposta:
Sammya: E vão ter uma grande surpresa mesmo, embora, já adianto, que para Bardock engolir o orgulho e aceitar Lian, não será fácil e a pequena irá sofrer.
Muito obrigada pelo review.
Bjos
