Chega o momento das despedidas...
Kakarotto se preocupa de sua mãe, não conseguir suportar a separação dupla, ele e a sua meia imouto.
Cap 13 - Mudança
Amanhece em Bejiita-sei.
Todos os escravos já se encontravam despertos e trabalhando.
Kakarotto estava em seu quarto, arrumando a mala, pois, naquela manhã, se mudaria ao palácio, algo, que não lhe agradara nem por um minuto e tendo o título de princípe, só piorava.
Não ligava para títulos, somente lutar contra seres mais fortes do que ele.
O jovem saiya-jin, pensava em sua imouto e a dificuldade que seria, esconder que ela era meia saiya-jin.
Temia que alguém descobrisse e que não fosse capaz de protege-la. Mas, infelizmente, ordens são ordens e desgostoso, terminava de arrumar suas malas.
Os seus amigos que o acompanhariam, nem tinham feito uma, afinal, não possuíam praticamente nada.
Naquele momento, estava em frente ao espelho, ajeitando a hakama, quando vê sua mãe, Liluni, olhando tristemente para ele, que retribui o olhar. Sabia do passado dela e temia, que esta não conseguisse suportar a separação, pois, seria ele e sua imouto de uma só vez.
O que pensava, era o que fato, a myouchin sentia. O golpe era brutal, apesar desta pensar inicialmente, sobre o passado dela, de pocriadora e que, já tivesse se acostumado, suportaria mais fácil, mas não. Descobrira que na verdade, era um "buraco" em seu coração, que afundava cada vez mais e com a perda dos dois, acabara por ficar imenso.
A escrava entra no quarto, cabisbaixa e Kakarotto se aproxima, verificando pelo Ki, se alguém estava perto. Ao constar que não, fala, não a abraçando, pois seu pai sentiria o cheiro e vira o quanto era posessivo para com esta.
- Mãe... tudo bem?
Após uns minutos, vê lágrimas peroladas brotarem dos orbes verde-esmeralda. Com a voz fraca, fala:
- É que serão vocês dois... eu... eu... não sei...
- Kaa-chan, olhe para mim, por favor.- ele implora, triste.
Ela levanta o rosto e ele vê a face úmida. Suspirando tristemente, fala:
- Virei visita-la e trarei Lian... quero que seja forte... por nós dois.
A serva, olha por alguns intantes e depois, desvia o olhar, colocando a mão em seu coração. O que seu filho pedira, era praticamente impossivél. Sabia que seria uma batalha e que, difícilmente, saíria vitoriosa.
- Promete mãe? - pergunta preocupado.
- Vou tentar filho - e força um sorriso, embora, por dentro, seu coração estivesse sangrando compulsivamente.
Dizer adeus, para ela, era algo extremamente complicado, para o jovem, pois, sentira uma parte de seu coração, ser deixada para trás.
O saiya-jin, sabe que é o máximo que ela chegaria.
Temia, que não fosse capaz, de suportar a separação. Se seu genitor não fosse tão possesivo, a levaria também, para que pudessem ficar juntos, mas, teria que larga-la, com um monstro, que chamava de pai.
Ela saí dali, olhando para ele, uma última vez, antes de ir para seu quarto. Sabia que Liluni se despedira da filha, pois sentira o cheiro da mesma, nela.
Perto do almoço, já estava tudo pronto e todos se encontravam no portão.
Kakarotto, Eichiteki, Lian no colo de Kireiko, a mãe de Kireiko, Suong e Nyei, um tanto envergonhada por estar perto do saiya-jin. Suong via a cena e revira os olhos.
Bardock se aproxima do filho e fala:
- É um orgulho ver que se tornou um princípe! Muitos de nossa raça se matariam, para ocupar o lugar, que você passará a ocupar, filho!
- Eu sei pai. - fala um tanto infeliz.
- Não fica feliz, ô otouto? - Raditz pergunta, curioso.
- Não ligo para títulos, só para lutar contra seres mais fortes...
- Hahahahahaha, este é meu filho! - Bardock dá uns tapinhas nas costas dele.
- Não acredito... sortudo, quem dera que fosse eu em seu lugar. - Tarles fala, amargurado, com inveja da sorte do mais novo.
- Se pudesse, trocaria com você, acredite. - Kakarotto fala sinceramente.
Raditz sacode a cabeça e chicoteia a cauda no ar, não acreditando no que ele dissera e pensa " O que será que se passa na cabeça dele?"
- Lá no castelo, estarei na Sala Real, afinal, sou Conselheiro do Imperador.
- Vou passar longe dali, isso sim.
Os irmãos riem e falam:
- Era o esperado dele...
O pai deles, olha para Lian e o sentimento, estranho á ele, retorna, embora, que no fundo, soubesse qual era, ou suspeitava. Mas, preferia enganar a si mesmo e não pensar nisso, seria deprimente e horrível á ele, ter uma filha mestiça, bastarda. E se fosse, trataria de matar, para limpar o mundo de quaisquer sujeiras.
Percebendo o olhar do pai, para a pequena, e se lembrando do quão forte era os instintos deles, resolve partir logo dali.
- Já vou, devem estar me esperando.
- Claro que estão, idiota. - Tarles fala, ainda emburrado.
- Adeus. - e acena.
Bardock deperta da espécie de transe e se despede, acenando também. Nisso, todos partem vôo dali, em direção ao castelo, no horizonte longínquo.
Após uma hora, chegam ao destino.
Os guardas se curvam para Kakarotto, que é seguido, como manda a regra, pelos escravos, atrás dele, e nunca em sua frente, aquilo o irritava e muito.
Uma escrava foi requisitada para acompanho-lo, até o quarto real.
Ao passarem por vários corredores, com Kireiko observando tudo, espantada pelo luxo e imponência, chegam, as imensas portas metálicas, com relevos, mostrando, o emblema da família real.
Quando a serva abre, se curvando, sem olhar nos olhos deles, todos ficam abismados pelo tamanho. Aquilo não podia ser considerado quarto, e sim, tranquilamente, uma casa, de tão imensa e espaçosa. O jovem saiya-jin fica boquiaberto.
Ao adentrarem, notam, ser um quarto imenso, que podia tranquilamente, ser confundida com uma casa luxuosa.
Possuia uma cama, tamanho King, com lençois refinados, há armários, espécies de televisores, vários aparelhos de treino, em uma outra sala, espaçosa. Havia banheiros, dois, próximos dali e no fundo, um quarto pequeno, com beliches, simples e que fora projetado, para não ser visto facilmente. Nele, tinha um armário bem rústico.
Só isso, indicava ser o aposento, destinado aos escravos e como mandava a etiqueta, longe de quaisquer olhares.
A visão daquele quarto, fez a cauda do jovem, chicotear o ar, em irritação. Então, ouve a voz humilde da serva, que olhava somente para o chão:
- Meu dono, o princípe Vegeta-sama, deseja, vossa companhia, princípe Kakarotto-sama, á sala de treino, e mandou essa escrava, guia-lo.
Ele passa a mão na nuca, toda aquela submissão, o irritava e muito.
- Eu vou sim...
- Kakarotto-sama, vamos ficar aqui, se o senhor nos permitir.- Eichiteki fala, simulando um tom submisso.
Aquele tipo de comportamento, que tinham que representar, o irritava profundamente. Cerrando os punhos com força, ele se controla e fala:
- Claro, descansem.
- Vamos providenciar alimentação para seus escravos, princípe Kakarotto-sama - a escrava fala, submissivamente.
- Obrigado.
Ela fica um tanto estática, enquanto, processava o que havia escutado. Sacode a cabeça levemente, pensado ter ouvido, "obrigado", de um saiya-jin, mas, não acreditava, pois, isso, seria surreal demais.
- Poderia me mostrar, por favor?
Ela fica paralizada. Tinha certeza que não estava ouvindo coisas, mas, tinha medo de perguntar, uma escrava só devia falar, se fosse requisitado, senão, sofreria consequências, uma coisa que aprendera, desde que se lembrava.
- Por aqui, por favor, Princípe Kakarotto-sama.
Nisso, ele a segue, deixando os amigos para trás e sua imouto, preocupado de não conseguirem, manter o segredo em segurança.
Após meses, atualizei essa fanfic. Foi mal o atraso. A partir de agora, vou procurar atualizar mais vezes e só vou postar uma fanfic, quando terminar de digita-la.
Estou avisando que colocarei em aspas, Coração Domado, Flor celestial,
Eu duvido que alguém vai ler a fic, após passar meses parada...
Chega o momento das despedidas...
Kakarotto se preocupa de sua mãe, não conseguir suportar a separação dupla, ele e a sua meia imouto.
Cap 13 - Mudança
Amanhece em Bejiita-sei.
Todos os escravos já se encontravam despertos e trabalhando.
Kakarotto estava em seu quarto, arrumando a mala, pois, naquela manhã, se mudaria ao palácio, algo, que não lhe agradara nem por um minuto e tendo o título de princípe, só piorava.
Não ligava para títulos, somente lutar contra seres mais fortes do que ele.
O jovem saiya-jin, pensava em sua imouto e a dificuldade que seria, esconder que ela era meia saiya-jin.
Temia que alguém descobrisse e que não fosse capaz de protege-la. Mas, infelizmente, ordens são ordens e desgostoso, terminava de arrumar suas malas.
Os seus amigos que o acompanhariam, nem tinham feito uma, afinal, não possuíam praticamente nada.
Naquele momento, estava em frente ao espelho, ajeitando a hakama, quando vê sua mãe, Liluni, olhando tristemente para ele, que retribui o olhar. Sabia do passado dela e temia, que esta não conseguisse suportar a separação, pois, seria ele e sua imouto de uma só vez.
O que pensava, era o que fato, a myouchin sentia. O golpe era brutal, apesar desta pensar inicialmente, sobre o passado dela, de pocriadora e que, já tivesse se acostumado, suportaria mais fácil, mas não. Descobrira que na verdade, era um "buraco" em seu coração, que afundava cada vez mais e com a perda dos dois, acabara por ficar imenso.
A escrava entra no quarto, cabisbaixa e Kakarotto se aproxima, verificando pelo Ki, se alguém estava perto. Ao constar que não, fala, não a abraçando, pois seu pai sentiria o cheiro e vira o quanto era posessivo para com esta.
- Mãe... tudo bem?
Após uns minutos, vê lágrimas peroladas brotarem dos orbes verde-esmeralda. Com a voz fraca, fala:
- É que serão vocês dois... eu... eu... não sei...
- Kaa-chan, olhe para mim, por favor.- ele implora, triste.
Ela levanta o rosto e ele vê a face úmida. Suspirando tristemente, fala:
- Virei visita-la e trarei Lian... quero que seja forte... por nós dois.
A serva, olha por alguns intantes e depois, desvia o olhar, colocando a mão em seu coração. O que seu filho pedira, era praticamente impossivél. Sabia que seria uma batalha e que, difícilmente, saíria vitoriosa.
- Promete mãe? - pergunta preocupado.
- Vou tentar filho - e força um sorriso, embora, por dentro, seu coração estivesse sangrando compulsivamente.
Dizer adeus, para ela, era algo extremamente complicado, para o jovem, pois, sentira uma parte de seu coração, ser deixada para trás.
O saiya-jin, sabe que é o máximo que ela chegaria.
Temia, que não fosse capaz, de suportar a separação. Se seu genitor não fosse tão possesivo, a levaria também, para que pudessem ficar juntos, mas, teria que larga-la, com um monstro, que chamava de pai.
Ela saí dali, olhando para ele, uma última vez, antes de ir para seu quarto. Sabia que Liluni se despedira da filha, pois sentira o cheiro da mesma, nela.
Perto do almoço, já estava tudo pronto e todos se encontravam no portão.
Kakarotto, Eichiteki, Lian no colo de Kireiko, a mãe de Kireiko, Suong e Nyei, um tanto envergonhada por estar perto do saiya-jin. Suong via a cena e revira os olhos.
Bardock se aproxima do filho e fala:
- É um orgulho ver que se tornou um princípe! Muitos de nossa raça se matariam, para ocupar o lugar, que você passará a ocupar, filho!
- Eu sei pai. - fala um tanto infeliz.
- Não fica feliz, ô otouto? - Raditz pergunta, curioso.
- Não ligo para títulos, só para lutar contra seres mais fortes...
- Hahahahahaha, este é meu filho! - Bardock dá uns tapinhas nas costas dele.
- Não acredito... sortudo, quem dera que fosse eu em seu lugar. - Tarles fala, amargurado, com inveja da sorte do mais novo.
- Se pudesse, trocaria com você, acredite. - Kakarotto fala sinceramente.
Raditz sacode a cabeça e chicoteia a cauda no ar, não acreditando no que ele dissera e pensa " O que será que se passa na cabeça dele?"
- Lá no castelo, estarei na Sala Real, afinal, sou Conselheiro do Imperador.
- Vou passar longe dali, isso sim.
Os irmãos riem e falam:
- Era o esperado dele...
O pai deles, olha para Lian e o sentimento, estranho á ele, retorna, embora, que no fundo, soubesse qual era, ou suspeitava. Mas, preferia enganar a si mesmo e não pensar nisso, seria deprimente e horrível á ele, ter uma filha mestiça, bastarda. E se fosse, trataria de matar, para limpar o mundo de quaisquer sujeiras.
Percebendo o olhar do pai, para a pequena, e se lembrando do quão forte era os instintos deles, resolve partir logo dali.
- Já vou, devem estar me esperando.
- Claro que estão, idiota. - Tarles fala, ainda emburrado.
- Adeus. - e acena.
Bardock deperta da espécie de transe e se despede, acenando também. Nisso, todos partem vôo dali, em direção ao castelo, no horizonte longínquo.
Após uma hora, chegam ao destino.
Os guardas se curvam para Kakarotto, que é seguido, como manda a regra, pelos escravos, atrás dele, e nunca em sua frente, aquilo o irritava e muito.
Uma escrava foi requisitada para acompanho-lo, até o quarto real.
Ao passarem por vários corredores, com Kireiko observando tudo, espantada pelo luxo e imponência, chegam, as imensas portas metálicas, com relevos, mostrando, o emblema da família real.
Quando a serva abre, se curvando, sem olhar nos olhos deles, todos ficam abismados pelo tamanho. Aquilo não podia ser considerado quarto, e sim, tranquilamente, uma casa, de tão imensa e espaçosa. O jovem saiya-jin fica boquiaberto.
Ao adentrarem, notam, ser um quarto imenso, que podia tranquilamente, ser confundida com uma casa luxuosa.
Possuia uma cama, tamanho King, com lençois refinados, há armários, espécies de televisores, vários aparelhos de treino, em uma outra sala, espaçosa. Havia banheiros, dois, próximos dali e no fundo, um quarto pequeno, com beliches, simples e que fora projetado, para não ser visto facilmente. Nele, tinha um armário bem rústico.
Só isso, indicava ser o aposento, destinado aos escravos e como mandava a etiqueta, longe de quaisquer olhares.
A visão daquele quarto, fez a cauda do jovem, chicotear o ar, em irritação. Então, ouve a voz humilde da serva, que olhava somente para o chão:
- Meu dono, o princípe Vegeta-sama, deseja, vossa companhia, princípe Kakarotto-sama, á sala de treino, e mandou essa escrava, guia-lo.
Ele passa a mão na nuca, toda aquela submissão, o irritava e muito.
- Eu vou sim...
- Kakarotto-sama, vamos ficar aqui, se o senhor nos permitir.- Eichiteki fala, simulando um tom submisso.
Aquele tipo de comportamento, que tinham que representar, o irritava profundamente. Cerrando os punhos com força, ele se controla e fala:
- Claro, descansem.
- Vamos providenciar alimentação para seus escravos, princípe Kakarotto-sama - a escrava fala, submissivamente.
- Obrigado.
Ela fica um tanto estática, enquanto, processava o que havia escutado. Sacode a cabeça levemente, pensado ter ouvido, "obrigado", de um saiya-jin, mas, não acreditava, pois, isso, seria surreal demais.
- Poderia me mostrar, por favor?
Ela fica paralizada. Tinha certeza que não estava ouvindo coisas, mas, tinha medo de perguntar, uma escrava só devia falar, se fosse requisitado, senão, sofreria consequências, uma coisa que aprendera, desde que se lembrava.
- Por aqui, por favor, Princípe Kakarotto-sama.
Nisso, ele a segue, deixando os amigos para trás e sua imouto, preocupado de não conseguirem, manter o segredo em segurança.
Após meses, atualizei essa fanfic. Foi mal o atraso. A partir de agora, vou procurar atualizar mais vezes e só vou postar uma fanfic, quando terminar de digita-la.
Eu duvido que alguém vai ler a fic, após passar meses parada...
Muito obrigada pelos reviews. Vou ler o mais rápido possível e responder. É que estou estudando para concursos, estou desempregada, e a facu está bem puxada... aí, já viram, né?
Quando a minha vida normalizar, conseguirei atualizar mais rápido, enquanto isso, é de pouquinho em pouquinho.
Desculpem o atraso.
