Em uma das massagens relaxantes que recebia de Nyei, após passar o dia inteiro com o humor assassino de Vegeta, ela o surpreende com...
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Após meses, Kakarotto estava no seu quarto, que mais parecia uma casa de tão grande, enquanto que suas costas eram massageadas por Nyei, que já perdera grande parte de seu medo e se deliciava ao acariciar os músculos definidos e proeminentes do saiya-jin, que apreciava a massagem vigorosa, sentindo seu stress se esvair.
Tivera que aguentar a raiva do príncipe por horas, pois ele esbravejava e estava irritado demais por não conseguir a transformação, ainda. Nappa quase morrera em um dos acessos de ira dele, assim como alguns outros soldados saiya-jins de terceira classe que morreram quase que instantaneamente.
Por causa disso, praticamente todos os soldados do palácio se apavoravam frente a Vegeta e acabavam tirando na sorte quem ia enfrentar o humor assassino deste.
E como sempre, quando estava de mal humorado, o xingava com os "apelidos" que dera a ele, como terceira classe bastarda e tantos outros, sendo que o primeiro apelido, era o que mais usava.
Era um alívio poder ir para o seu quarto, sabendo que uma massagem estaria a sua espera. Sentia-se irritado, pois, não conseguia dar muita atenção a sua imouto, que não aguentava ficar muito tempo acordada, além de não desejar nem ao seu pior inimigo encarar o humor do príncipe por horas.
Afinal, era desumano demais, podendo inclusive ser usado como tortura.
Ele explicara a Tarble sobre a transformação super saiya-jin, tudo o que compreendera, após analisar seus atos naquela noite, assim como dissera a Vegeta.
Orava para que este conseguisse logo a transformação para que pudesse voltar a sua vida de antes e não ter que aguentar mais o humor insuportável deste, encarando como uma punição bem merecida por ter perdido as estribeiras naquela noite fatídica, não deixando de se sentir triste, pois era uma recordação amarga demais para ele, que sempre ia visitar o túmulo de sua mãe.
Sempre levava Lian, assim como cuidando do túmulo, carinhosamente, para que ninguém o tocasse, enquanto sempre se preocupava de haver muitas flores o rodeando, sabendo que a sua mãe iria apreciar, além de sempre rezar, conforme o ensinou, juntando as palmas de sua mão e orando, enquanto se ajoelhava, mas, sem deixar de prestar atenção em sua imouto, pois todo o cuidado era pouco, já tendo a salvado várias vezes de um quase atentado contra a mesma, assim como Tarble, que ajudava a cuidar da pequena que estava se tornando levada e energética demais para a sua própria segurança.
Surpreendera-se ao descobrir que esses atentados não tinham como mandante o seu pai e sim, sendo apenas por muitos saiya-jins odiarem ter uma mestiça com um sangue imundo, contaminando o sangue poderoso de sua raça, segundo a ótica deles, enquanto que para outros, estes eram realizados por respeito e admiração por Bardock, desejando limpar a honra dele.
Agradecera mentalmente que seu pai não estivera envolvido após investigar, pois, com certeza, o faria pagar amargamente e enquanto pensava nele, após muitos meses, estranhara de não sentir o ki dele na mansão, sendo que era somente no palácio ou na Central de Elite, estando o seu ki sempre alterado, ainda mais intensamente que antes, sem conseguir identificar as causas, pois, parecera vê-lo com a mesma face que se lembrava desde criança, quando o via de longe e mesmo assim, raramente, pois queria evitar ficar na presença deste por ainda culpa-lo pela morte de sua mãe, assim como o desejo de matar sua querida imouto.
Nyei se encontrava pensativa, enquanto continuava massageando-o, ouvindo um ronronado deste e um suspiro de prazer, fazendo-a sorrir, enquanto que começava a ter pensamentos eróticos, sempre que o massageava e que ficavam cada vez mais intensos ao dormir e acordar suada, além de úmida entre as pernas, enquanto sonhava com Kakarotto, sem saber que este sentira o cheiro e o identificara quando acontecia isso, assim como quando ouvia os gemidos dela, obrigando-o a se trancar no banheiro e se masturbar para se aliviar ou entrar na banheira com água gelada para se acalmar.
O saiya-jin sentia o cheiro de desejo dela. O cheiro que o deixara excitadíssimo de tão doce que era, enquanto tinha que lutar contra a sua libido, não conseguindo reprimir um gemido frente a uma carícia mais vigorosa dela em seu ombro, sabendo que a ligação entre eles, piorava o seu estado excitado.
Ela percebe os movimentos lânguidos da cauda e o gemido de prazer dele, assim como leves rosnados, corando, mas, sorrindo. Queria senti- lo. O amava e queria demonstrar, fisicamente. Precisava superar completamente o seu pavor.
Desconfiava, que enquanto não experimentasse fazer amor, não conseguira deixar de sentir o pequeno medo que restava nela. Precisava aprender que não era dor e sim prazer, ainda mais feito com sentimentos, pois vira nos olhos dele, que de fato sentia algo por ela, além de que, Suong, a incentivava a libertar-se do seu medo e Kireiko, que evitara falar com ela por semanas, ao ouvir a conversa, a convenceu de que seria gentil. Além disso, disse que se tivesse relações com ele, com certeza ajudaria ainda mais ao perder o medo, isso, senão o perdesse por completo.
Orgulhava-se de já ser capaz de dormir perto dele sem temer, assim como nós últimos dias que pedira para ele abraça-la, sendo que tremeu inicialmente e após duas noites, conseguiu dormir profundamente em seus braços.
Ela decide tomar coragem e agradece mentalmente que os quartos eram a prova de acústica, tendo sido adotada essa medida por causa do rei, que quando fazia sexo com as escravas era audível demais e a companheira deste, revoltada com a libertinagem dele, o obrigou a colocar cobertura para acústica nos quartos, menos na ala de escravos e corredores, além de que, o som podia entrar, só não podia sair do ambiente.
Portanto, se fizesse sons no quarto de Kakarotto, ninguém mais ouviria e agradecia, pois morreria de vergonha se alguém a ouvisse tendo um momento de intimidade.
Decide se acalmar e inclina seu corpo sobre as costas talhadas de músculos, encostando seus seios, somente estando vestida com uma camisola comportada de cor azul, dada de presente pelo saiya-jin e que não revelava nada, cobrindo-a até o tornozelo.
Nisso, beija o ombro dele, timidamente, ouvindo-o gemer ao sentir os lábios macios sobre a sua pele e murmura, em um leve tom de súplica:
– Melhor parar, Nyei... Se continuar assim, este Kakarotto... - nisso, começa a se levantar, sentindo seu membro razoavelmente desperto, preparando-se para se afastar antes que perdesse o controle.
Então, se surpreende ao sentir a mão desta em seu ombro e ao se virar para a jovem, observa que estava completamente enrubescida, sentindo o cheiro dela de desejo, assim como um leve odor de medo, mesclado.
Senta na cama e acaricia com as costas da mão o rosto dela, delicadamente, falando, enquanto exibia o seu costumeiro sorriso gentil:
– Tudo bem. Não precisa fazer nada que não queira. Além disso, sei do seu passado e fiz aqueles que te machucaram pagarem caro por isso.
– Fez? Como? Quer dizer... - ela fica embasbacada.
– Quando fui a Central de Registro, consegui puxar as fichas dos seus donos anteriores e fui até a casa de um por um e quebrei os seus ossos. Estão vivos, mas, soube que ficaram na Medical Machine por quatro meses devido aos estragos que causei. Claro, que tive que encarar o rei e justifiquei que eles mexeram em minha propriedade. Senti-me muito mal ao me referir assim a você, sendo muito dolorido para este Kakarotto - nisso, o semblante dele fica triste, até que se surpreende, com esta afagando delicadamente o rosto dele, sorrindo bondosamente - Não tive escolha. Foi a única maneira do rei aceitar o que fiz, além de que, Vegeta estava do meu lado, concordando. Somando-se o fato de era a minha palavra contra a deles e por ser príncipe, a minha tinha muito mais peso, além do fato, de como sou poderoso, segundo a lei do mais forte e do mais fraco, eu tinha a razão.
– Eu entendo. Por favor, não se culpe e quero agradecer pelo que fez.
E nisso, continua acarinhando-o, vendo que ele pegava delicadamente suas mãos, aspirando seu perfume ao leva-las para suas narinas, que sentia o ar quente se chocando com a sua pele, enquanto sentia o nariz dele acarinhar sua palma, murmurando, docemente:
– Tão macia...
Ela então leva seus lábios até os dele e o beija, inicialmente timidamente, para depois pedir passagem, com este aceitando e se surpreendendo, enquanto se abraçavam para depois se separarem para tomar ar, com o saiya-jin falando, olhando atentamente nos orbes desta em busca de incerteza:
– Tem certeza que deseja fazer amor comigo? Disse que nunca a forçaria e de que não deveria fazer nada contra a sua vontade. Entendo e compreendo a sua dor. Mesmo que seja difícil para este Kakarotto não ter relações com você, não me incomodo, pois, não quero vê-la infeliz e com medo. Sentiria-me muito mal se isso acontecesse, sendo em decorrência dos meus atos. Então, não precisa fazer senão quiser. Caso deseje, preciso ver a certeza em seus olhos. Preciso sentir a sua convicção de que, de fato, deseja fazer amor comigo. Eu a amo e somente quero o seu bem.
Seu coração se aquece e sente que se apaixonou ainda mais por ele, se já era possível. Kakarotto era alguém que ela nunca imaginou que poderia existir, pois, mesmo sofrendo por não poder toca- la, sendo que percebera várias vezes a ereção dele, este nunca lhe tocou sexualmente, sempre mantendo distância, a respeitando e se afastando por algum tempo, caso fosse necessário.
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Yo!
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