Longe dali, um arcosiano contempla o seu próprio plano de extermínio dos saiya-jins...
Nisso, seu irmão mais velho, resolve "conversar" com seu irmão caçula...
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*Yo!
Tentei fazer um pouco de comédia.
Claro, que sou melhor em drama do que em comédia.
Pelo menos me diverti escrevendo a cena, mostrando o "amor" dos irmãos, um para o outro.
Espero que tenha ficado ao menos, divertido.
Agora, boa leitura XDDDD
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Longe dali, em uma nave circular e achatada, enorme, mesclada de branco com detalhes roxos, estes parecendo estar saltados para o espaço em forma de concha, na sala principal, sentado em uma espécie de cadeira flutuante só que quase totalmente fechada e oval, encontrava-se um arcosiano com a sua costumeira pele alva e um par de chifres na cabeça, com um scouter do lado direito, bebericando em uma taça requintada um líquido rubro.
Nisso, uma espécie de soldado entra e se prostra, anunciando humildemente:
- Freeza- sama. Chegaremos em Bejiita daqui a quatro dias, conforme o planejado.
- Os saiya-jins que estavam ausentes, foram convocados?
- Sim, senhor.
- Ótimo.
- Com sua licença, Freeza- sama.
Nisso, Freeza faz um aceno e o soldado se retira, apressadamente.
Ele decidira exterminar a raça que era a sua rival no negócio de venda de planetas.
Afinal, além desse fator, havia o fato de que essa raça não possuía limite de poder, ao contrário da maioria esmagadora das raças intergalácticas, além do fato de ficarem cada vez mais fortes após se recuperarem de ferimentos mortais, algo preocupante, por mais que ele soubesse que a sua raça, arcosiana, principalmente ele, o imprestável e irritante irmão mais velho e seu amado genitor, estavam dentre os mais poderosos de sua raça.
Permitir que os saiya-jins se desenvolvessem, era arriscado, somando- se ao fato da lenda do super saiya-jin, que era igualmente preocupante, por mais que soasse como ridícula.
Afinal, somente acreditava que eles eram capazes de se transformar em Oozarus, nada menos do que imensas feras, semelhantes a um animal, como via a metamorfose deles.
Porém, Freeza era conhecido por ser cauteloso, ao contrário de seu irmão mais velho e, portanto, preferia erradicar futuros problemas, enquanto estes ainda não representavam ameaça e os saiya-jins eram uma das raças que entravam nessa categoria.
Por isso, simulou a aliança e inclusive, sorriu a sua ideia de parecer fraco aos olhos do rei patético e facilmente manipulável, pois fora enganado facilmente pela falsa simulação de fraqueza dele, acabando por fazê-lo se sentir poderoso e imponente em relação a ele, Freeza, usando e abusando do orgulho desmedido da raça dele.
Sorria ao se recordar do quando fora fácil. Orgulhava-se de ser um manipulador nato, desde que era uma criança, ao conseguir a melhor fração do universo para ele, enquanto que seu irmão ficara com o resto, após obter êxito em seu plano.
Porém, confessara, que não fora nenhum esforço ou desafio enganar toda a delegação saiya-jin, tendo sido fácil demais, não precisando se esforçar, deixando que o orgulho deles se voltasse contra eles, o que em breve aconteceria.
Frente a isso, murmura para si mesmo, sorrindo, frente à visão dos saiya-jins que possuía:
- Bando de macacos superdesenvolvidos, só, que igualmente burros, além de serem fardados a perecer por causa de seu orgulho desmedido. Não passam de meros animais, além de somente se focarem na força e nada mais, não desenvolvendo seu cérebro de primatas. Sempre os considerei nesse aspecto, muito primitivos, como meros animais com forma humana.
- Ora, irmãozinho... Vejo que pretende erradicar novamente uma raça juntamente com o planeta, como sempre. Não se cansa desse método?
Uma voz irônica irrompe de uma espécie de holograma bem definido e surpreendentemente detalhista, identificando- se como um outro arcasiano.
Nisso, Freeza rosna, ficando emburrado, tal como uma criança, perguntando em tom de aborrecimento e leve irritação:
- Cooler... O que quer comigo? Papa não disse que esse setor era meu? O que faço nele ou não, não lhe diz respeito. O que quer traste? - pergunta irritado, para depois arquear o cenho- E como conseguiu me contatar?
- Um responsável pela comunicação permitiu. - fala em um meio riso - e já prevejo a morte dele.
- Isso é óbvio. Ainda não respondeu a minha pergunta, desgraçado.
- Tsc... isso é jeito de tratar seu irmão mais velho? O que papa irá falar disso? - pergunta arqueando o cenho. - Você sabe que papa não gosta que briguemos entre nós, afinal, na última vez, destruímos um dos principais planetas dele e ficamos de castigo por meses. Mas, graças a sua capacidade de manipulação e por ser o caçula, conseguiu que ele diminuísse o seu castigo e eu tive que ficar trancado naquele quarto por meses! - exclama irritado, bufando e estreitando os olhos frente ao risinho sarcástico de seu irmão caçula.
- Azar o seu! Eu sempre fui o favorito do papa. E sou o mais obediente. Você que vivia o desobedecendo, como daquela vez que, amargurado, por eu ter ganhado de você naquele jogo, decidiu lutar comigo e seu ataque destruiu a capa que o papa mais adorava. Lembra-se? Confesso que me diverti e muito vendo a surra que levou e o castigo que tomou por isso.
- Você me provocou! E eu fui um idiota de cair em sua provocação! - fala amargurado, bufando, ao afundar em sua cadeira, cruzando os braços em frente ao tórax.
- Devia se controlar mais, irmão. Você tem um problema de temperamento...
- Cale-se! "Coisinha branca mais fofinha do papa". - e nisso, sorri torto ao ver Freeza praticamente bufar de onde estava quase pulando de raiva da estranha cadeira que ele sempre sentava.
- Como ousa! É um apelido do nosso papa para mim! Além disso, agora lidero um comércio, como ousa divulgar a forma carinhosa que o papa me chama?! Seu imbecil!
- Bem feito. Você que começou com as remanências...
- Voltando ao assunto de antes. Lembra-se o que papa disse? Que deveria cuidar de seus negócios e não se intrometer nos meus? Assim como não interfiro nos seus, "globinho branco fofinho do papa", afinal, você adorava segurar desde bebê um globo pequenino que resplandecia com uma representação do universo - responde sarcasticamente, ao recorda-lo do apelido que o genitor dava para ele quando era criança.
- Como você sabe disso? - Cooler fica estático, para depois começar a esbravejar, xingando-o de todos os xingamentos que a raça de ambos possuía.
- Cooler! - nisso, a face dele fica branca e ele geme - O que o seu papa disse sobre palavrões? Quer que eu lave novamente a sua boca?! Comporte- se como o seu irmão mais novo. Você é o mais velho, deve dar o exemplo!
- Papa... Estava com saudade. - nisso, fuzila o irmão mais novo com o olhar, pois este contatara o pai deles bem no momento em que havia surtado.
Rosnava ao ver o irmão mais novo rodando na cadeira dele, feliz e sorrindo ainda mais, enquanto abria a boca sem som, mas, conseguindo entender o que falava:
- Bem feito. - e mostrou a língua roxa, fazendo Cooler bufar.
Nisso, este ouve um longo sermão do pai deles sobre ser um irmão mais velho, as responsabilidades, o exemplo e tantas outras coisas que ele já sabia de cor e salteado.
"Freeza desgraçado... de novo, bancou a vítima para nosso papa... manipulador desgraçado." - murmura raivoso, mentalmente.
- Bem, agora, o papa quer que vocês se deem bem. São meus amados filhos e, portanto, precisam aprender a lidar com as suas diferenças. Eu queria ter dado a luz a vocês com muitas décadas de diferença, mas, não consegui. Acabei tendo Freeza muito cedo e por isso, não possuem muita diferença de idade. Escute o papa, Cooler, você é o mais velho e deve dar o exemplo. Bem, tenho que ir meus filhotes, preciso discutir alguns assuntos inerentes ao nosso clã. Se respeitem e se amem como bons irmãos e cada um cuida do seu setor. Vocês prometem para o papa?
- Sim, papa. - falam em usino.
- Meus filhotes, orgulho do papa. Não se esqueçam do compromisso com o avô de vocês.
- Não esqueceremos, papa.
- Ótimo. Tenho que ir, afagos aos dois. - fala paternalmente em um tom carinhoso, antes de desconectar-se da conversa, pois, havia somente usado o áudio, sem o holograma.
Após alguns minutos de silêncio mortal, com um fuzilando o outro, mortalmente, Cooler quebra o silêncio, sem deixar de olhar com raiva para Freeza, sabendo que somente podia culpar ele mesmo por cair na provocação do mais novo, como sempre:
- Bem, "irmãozinho", voltando ao assunto de antes, como sempre é um preguiçoso.
Freeza rosna frente ao tratamento irmãozinho, pois, usara no pejorativo e se irritava. Era assim desde que era um bebê. Tinha momentos que odiava seu irmão e o pai deles precisava apaziguar os ânimos.
- Preguiçoso? - nisso, gargalha, bebericando mais um pouco do copo - Fala aquele que sempre detestou treinar com nosso papa... Só o considero irmão, pois nascemos do nosso papa. Quem dera que não fôssemos!
Nisso bufa, irritado, praguejando maldições mentalmente para o desgraçado que permitira que Cooler entrasse em contato com ele. A morte seria pouco para o infeliz.
- Idem... Quanto a covarde, falo que você sempre faz isso. Junta todos e explode o planeta. Apesar deste Cooler ser preguiçoso nos treinos, eu prefiro fazer o serviço com as minhas próprias mãos. Erradico um por um. Sabe, é divertido "brincar" com os corpos deles antes de dar o golpe final, assim como ver a face de terror destes. Devia experimentar algum dia.
- Não sou covarde! Apenas sou extremamente ocupado, ao contrário de você e seu setor, que é menor que o meu, desde que destruiu a capa favorita do papa. - e nisso gargalha ao ver a face extremamente irritada deste, ao grifar o "menor", pois seu irmão detestava ser lembrado disso.
- Isso é problema meu... Além do mais, não muda o fato que é um folgado, além de covarde, claro. - nisso, sorri ao ver que o irmão atirava o copo de vidro com violência na parede, perdendo de vez as estribeiras, desejando poder contatar o papa para surpreende-lo, mas, sabendo que o mesmo ficaria irritado de ser interrompido em uma reunião com o avô deles.
- Não sou covarde e folgado! Mostrarei a você. Em vez de matar de uma vez, irei estraçalha-los! Pessoalmente!
- Hum... Que acha de apostarmos? - Cooler pergunta, sorrindo.
- Apostarmos? - Freeza arqueia o cenho.
- Qual a população de saiya-jins e a previsão para aquele planeta?
Nisso, Freeza fala o número, mais ou menos e nisso, ele o desafia a extermina-los, pessoalmente, um por um em um determinado prazo e se passasse, ele teria que dar alguns planetas para ele, assim como ele daria alguns dele, caso conseguisse, sendo de ambos os lados, planetas proporcionais e relativos ao do outro e Freeza aceita.
- Você não está acostumado, irmãozinho. Afinal, sempre os erradicou de uma só vez, com direito a fogos de artifício. Não que seja algo que também não me agrade. Acho o espetáculo maravilhoso, mas, prefiro esperar para o final. Após matar todos os seres, gosto de comemorar com fogos de artifício naturais.
- Este Freeza irá mostrar a você... E pode ir preparando seus planetas - fala triunfantemente.
- Digo o mesmo para você, irmãozinho. - nisso, se despede, vendo seu irmão mais novo com uma carranca no rosto.
Nisso, quando desliga a projeção, ele chama um dos soldados que prontamente se curva e ordena que todos os responsáveis das comunicações intergalácticas sejam levados para a câmara de tortura, sendo que ele mesmo aplicaria a devida punição, antes de presenteá-los com a morte e que depois, deveria chamar os substitutos para aqueles que forem retirados.
Apavorado, o soldado se retira para cumprir as ordens.
Torturaria todos, pois não sabia quem fora e, portanto, se punir todos, punirá, consequentemente, o responsável por tal erro. Podia mata-los à vontade, pois, servos, era algo abundante.
Sorrindo malignamente, se retira, pois, pelo menos encontraria algum motivo para relaxar, sendo que a tortura era um ótimo meio para se divertir depois da conversa desagradável com o seu irmão mais velho, que insistia em intrometer-se na sua vida, apesar das ordens do papa deles.
