Tarble se sentia chateado pelo fato de Kakarotto não desejar analisar o ki de seu genitor...

Nisso, Nyei e Kakarotto descobrem que...

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Yo!

Eu reservo uma grande surpresa para o final dessa fanfiction XDDDDDD

O "Será?" no final desse capítulo, resume bem esta surpresa que tenho reservada.

Sem mais delongas, boa leitura XDDDDD

OooOooOooOooOooOooOooO

Capítulo 38 - Anúncio

Tarble se encontrava consideravelmente chateado com o fato de Kakarotto, que apesar de ter dominado a técnica de leitura de emoções e sentimentos pelo ki, de maneira mais refinada, não desejava usar no genitor para saber o estado psicológico e emocional deste e a simples menção do sensei, Eichiteki, dele fazer isso, mesmo em forma de teste, gerou uma recusa veemente por parte do saiya-jin.

Não compreendia o motivo de seu irmão e amigo estar teimando tanto em analisar Bardock, pois, se fizesse isso, veria que era um outro homem, de tão abalado e arrependido no fundo do seu ser que se encontrava e inclusive estava sofrendo e muito. Mas, não desejava analisa-lo, sendo que tais atos acarretariam consequências para Lian, pois ele não poderia impedir para sempre dela conhecer o genitor e se este continuasse no caminho que estava, corria o risco da mesma acabar não conhecendo-o.

Além disso, souberam naquela mesma manhã que ele fechou sua mansão, dispensou o responsável pelos escravos e libertou todos, passando a se mudar para o castelo, mais precisamente para um dos quartos, graças ao Imperador que aceitara a mudança deste, embora, consideravelmente abrupta.

Kakarotto deveria saber melhor do que ninguém, que não podia decidir para sempre por Lian, pois ela tinha o direito a querer conviver com o pai ou ao menos conhecê-lo, pois, não seria um bebê para sempre e o mesmo não era mais uma ameaça. E sim, o contrário. Adicionando-se o fato, de que Bardock também desejava conhecer a sua filha.

Se ainda fosse algo perigoso ou uma influência ruim, os atos do irmão desta seriam plenamente justificados. Mas, não era esse o caso, portanto, não havia justificativas válidas para os atos dele, agravando-se ainda mais pelo fato de que ele conhecia uma técnica a prova de mentiras e que revelava o âmago das pessoas.

Isso revelava o quanto estava se deixando levar pela perda de sua mãe e raiva, além de mágoa pelo genitor.

Naquele momento, Tarble desperta de seus pensamentos, após terminar o treino, de frente para Eichiteki, olhando para trás, para a porta imensa do quarto de Kakarotto, sabendo que tanto ele, quando a companheira deste, estavam terminando o treinamento da nova técnica do mesmo.

No quarto espaço e amplo, Kakarotto estava sentado em frente a Nyei, que concentrava seus poderes nele, por algum tempo, até que tocou a testa dele, emitindo uma pequenina esfera luminosa, sendo que o corpo do guerreiro estava envolvido por uma espécie de contorno azul, translúcido que o envolvera instantes antes, para depois dissipar-se ao toque na testa dele e para finalizar seu treino e passar a usar a técnica com exatidão, precisava da "benção" da mesma, uma vez que era uma das habilidades da raça dela.

Agora, poderia usar o Shunkan Idou sem precisar estar junto dela, usando-o livremente e mal via a hora de praticar.

Então, um pequeno clarão como um ato final envolve Kakarotto, percebendo que mal surgira e que dissipara, vendo a sua companheira abrir os olhos com um doce sorriso nos lábios.

- Pronto. Tem a benção do meu povo. Originalmente, essa técnica era dos yadorat-jins, mas, minha raça desenvolveu sua própria versão. Uma pena que não éramos fortes para usa-la em toda a sua plenitude. Mas, você será capaz de utilizar em um nível que nunca usamos por ser muito poderoso. Ou melhor, que a minha raça nunca utilizou, embora tenhamos desenvolvido tal adaptação da técnica, adaptando-a.

- Obrigado... - agradece roucamente e com um sorriso malicioso.

Nisso, ergue-se, facilmente e estende a mão, com esta aceitando, para em seguida, puxa-la para junto do seu tórax, encostando seu nariz na pele acetinada dela, aspirando o seu perfume e sorrindo, maliciosamente, com a respiração quente dele provocando cócegas nela, que já não temia a intimidade, inclusive, sentia um calor conhecido e agora, prazeroso, toma-la, sempre a fazendo agir sobre o toque experiente do saiya-jin, enquanto solta um gemido fraco de seus lábios, abraçando a nuca dele e pressionando o seu corpo pequeno e delicado no dele, para depois este afastar o rosto da curva do pescoço dela, passando o dorso das mãos numa carícia suave, fazendo-a cerrar os olhos e suspirar de contentamento.

Então, o vê olhar para ela, arqueando o cenho, como se estivesse intrigado com algo, sendo que não entende a mudança brusca de atitude dele, para depois vê-lo sorrir imensamente, contagiando-a intensamente, embora não soubesse o por quê, enquanto sentia que a pegava pela cintura e a erguia, rindo sem parar, enquanto tinha os olhos brilhantes, para depois fita-la com intenso carinho e amor:

- Você está grávida! Seremos pais!

- Verdade?

Nyei sorri e muito, com ambos tendo um brilho no olhar frente à perspectiva de uma cria de ambos, pois, da última vez que fizeram amor, ele avisara que aquela noite poderia ter consequências, pois estava fértil.

Nisso, eles se abraçam, fortemente, com esta chorando de felicidade, para depois o saiya-jin puxa-la pela mão, entusiasmado, sobre os intensos risos de felicidades de ambos.

Então, Kakarotto abre de supetão a porta que ia para a sala, não dosando a força utilizada, quase a soltando da espécie de dobradiça, deixando a mesma dependurada, para depois Nyei dar tapas nas costas dele, simulando uma falsa raiva por ele quase ter arrebentado a porta, tamanha a emoção.

Afinal, também estava igualmente emocionada, sendo que a diferença era qe não possuía a imensa força dele.

Todos ficam assustados com a entrada tempestiva e abrupta, assim como o som da porta quase cedendo a abertura violenta.

A cauda de Tarble fica esticada para o alto, ereta e com os pelos eriçados, quase "dobrando" de tamanho, perante o imenso susto que tomou, lembrando a cauda de um gato quando se assustava, ficando totalmente eriçado.

Além de ficar estático, assim como os outros em um silêncio absoluto que se instaura, enquanto que todos estavam olhando embasbacados para o casal, que está sem graça, para depois olharem a porta que enfim cede, caindo com estrépito no chão, cortando o silêncio, mas, não sem antes, chocar-se com uma escrivaninha próxima desta, fragmentando a perna desta que cede, acabando por destruir o móvel e consequentemente, derrubando alguns itens que se encontravam em cima deste e que não se quebraram, por sorte, pois caíram em cima do tapete grande e macio.

Então, ouve-se uma voz feminina, visivelmente consternada, quebrando o silêncio que imperara:

- Você honra o sangue saiya-jin nesse aspecto, Kakarotto. O da capacidade nata de destruição.

Kireiko fala, sendo a primeira a sair do estado de estupefação, olhando o nível de destruição que o jovem causara, sem querer, mas, dividida entre ficar brava e se divertir com a cena, ainda mais com esta acompanhada da face envergonhada do casal, além do semblante do saiya-jin que olhava o nível de destruição que causou, com consternação no olhar.

Então, Eichiteki pigarreia e pergunta, já tendo assimilado a pequena destruição:

- Qual o motivo da agitação, meu filho?

Como se despertasse, com Nyei ainda visivelmente envergonhada pela pequena destruição na sala, tamanho o entusiasmo de Kakarotto, este parece despertar e em um piscar de olhos, recupera a intensa felicidade de outrora, exclamando com um imenso sorriso, trazendo Nyei para a frente dele e anunciando, com um sorriso de ponta a ponta.

- Seremos pais!

Todos olham dele para a jovem, que consente e nisso, todos irrompem em felicidade, felicitando o casal e organizando uma festa, privada, para comemorar o evento.

Kakarotto estava imensamente feliz por ser pai, imaginando um filho ou filha em seus braços e alguém para brincar com Lian. Seu coração explodia tamanha a felicidade, tal como o de Nyei, sem o casal saber que a felicidade não duraria tanto assim.

Algo conspirava contra eles e este inimigo, não podia ser derrotado e que era o destino.

Será?