Enfim, Freeza se aproxima da órbita do planeta Bejiita e começa a revisar os seus planos, enquanto se arrepende da aposta feita com seu irmão mais velho, Cooler...

Enquanto isso, Kakarotto e os demais, percebem o nível de poder deles, principalmente do arcosiano e começam a fazer planos para poder proteger Eichiteki e os demais.

Enquanto isso, Nyei se surpreende ao saber que havia mais cinco fontes de ki chegando ao planeta e suspeita que sejam a...

Então, fica amargurada ao descobrir que...

Capítulo 39 - Freeza chega em Bejiita

- Freeza-sama, acabamos de chegar à órbita do planeta Bejiita - um soldado anuncia após se curvar.

O arcosiano se encontrava olhando para o monitor central, que ocupava quase toda a altura da parede da nave, observando o planeta, atentamente, de forma pensativa, começando a se arrepender da aposta feita no "calor" do momento.

Afinal, um planeta tão grande e denso pelos dados que colheu da investigação acerca deste, daria uma excelente chuva de fogos de artifício que tanto apreciava desde que era um filhote, sempre ficando fascinado com tal espetáculo.

Planetas que possuíam tais características forneciam sempre um espetáculo de luzes magnifico.

Sua cauda bate da parede da espécie de cadeira que sempre utilizava para simular uma falsa fraqueza, enganando muitas raças alienígenas, eficientemente, até que fosse tarde demais para perceberem o seu engano, pagando amargamente por tal erro.

Todos sentiam a frustração deste irradiando pelos poros de sua pele, fazendo-os se afastarem de imediato por não serem loucos de ficarem próximos dele e serem erradicados por uma rajada de energia.

Afinal, possuíam amor por sua vida e manter-se afastado de Freeza nesses momentos era a decisão mais sábia e correta.

- Dodoria-san?

- Sim, Freeza-sama. - um alienígena rosa coberto de espinhos pelo corpo se posiciona ao lado deste, curvando-se, sendo o braço esquerdo do arcosiano, um dos dois que sempre estava ao lado dele.

- Todos os saiya-jins se encontram em Bejiita?

- Não todos. Algumas equipes não retornaram de suas invasões, por não a terem terminado.

- São muitos?

- Não. Contabilizamos apenas vinte e quatro indivíduos, ao todo, conforme conseguimos invadir o banco de dados de Bejiita.

- Ótimo. Meus homens podem caça-los depois. Primeiro, cuidaremos dos que estão nesse planeta.

- Como o senhor desejar, Freeza-sama- fala em tom humilde, curvando-se.

- Zarbon-san?

- Sim, Freeza-sama. - um alienígena verde com o rosto delicado, embora possuísse um corpo musculoso, se posiciona ao lado deste, ajeitando com um movimento sutil da cabeça seus cabelos loiros, presos em uma trança, jogando-os para cima de seus ombros e também um dos dois que sempre ficavam ao lado de Freeza, além de ser o braço direito deste, adicionando o fato que era extremamente vaidoso.

- Você já juntou os nossos homens mais poderosos?

- Sim. Estão apenas esperando as ordens do senhor, honorável Freeza-sama. - fala untuosamente, vendo um sorriso de satisfação brotar da face do arcosiano.

- Ótimo. Eles sabem que deverão fingir ser parte da delegação destinada a me acompanhar? E a outra parte destes, somente deverá agir perante uma ordem minha, mas, já se encontrando em suas posições?

- Este Zarbon e Dodoria-san já distribuímos a localização deles no planeta. Por sorte, ele é consideravelmente grande e os saiya-jins não são em grande número, logo, há muitas áreas inabitadas, segundo os nossos scanners.

- E a Ginyuu Tokusentai?

- Irão chegar em um hora, segundo a previsão deles. Partiram há alguns dias atrás do planeta Freeza nº 60.

- Vou mostrar a aquele bastardo do Cooler que o grande Freeza-sama pode muito bem organizar invasões e exterminar individualmente todos os insetos em seu caminho, embora a meu ver, seja algo chato e maçante de se fazer... Mal vejo a hora de adquirir alguns planetas dele e esfregar o fracasso redundante dele para o nosso papa – fala, saboreando a visão fugaz de seu irmão mais velho caído do chão, envergonhado e os elogios que ele, Freeza, ouvia do papa deles, ao lado do mesmo, com um sorriso triunfante, enquanto exibia um sorriso de orgulho em sua face.

- Será como um "passeio" ao senhor, grandioso Freeza-sama. Afinal é o ser mais poderoso do universo inteiro... Pelo menos, acredito que poderá se divertir enquanto esmaga esses vermes... Este Zarbon e Dodoria-san, agradecemos por permitir que nós esmaguemos alguns deles. - fala untuosamente, se curvando.

- Muito obrigado, honorável Freeza-sama. Não tenho palavras para expressar a minha gratidão. - Dodoria fala, compartilhando o mesmo sorriso maligno de Zarbon e que logo era compartilhado pelo arcosiano.

- Você são os meus fieis servos... Negar-lhes um pouco de diversão não seria justo. - nisso, os três gargalham malignamente frente ao extermínio dos saiya-jins.

Já no planeta Bejiita, Kakarotto e os demais sentem o imenso poder do ser que pairava na atmosfera do planeta com sua imensa nave, fazendo os pêlos das caudas dos dois saiya-jins ficarem eriçadas.

Afinal, possuía um nível de poder que considerava não existir em todo o universo, sendo tal pensamento compartilhado por todos, além de poderem sentir claramente a intenção hostil desses, que não procuravam nem sequer reprimir, estando de tal modo escancarado, que mesmo aquele que ainda não dominasse a técnica de sentir emoções pelo ki por completo, poderia sentir claramente e com toda a intensidade deste, de tão "palpável" que se encontrava, além do sentimento de diversão, frente à provável carnificina que conseguirá provocar.

Afinal, mesmo que por ventura não tivesse este ser e os outros de poderes consideráveis, a grande massa de saiya-jins, ou seja, o povo, sendo estes apenas terceira classe, não conseguiriam oferecer quaisquer resistências e os saiya-jins de segunda classe, primeira classe e elite, mesmo juntas, não formavam um número consideravelmente expressivo, embora possuíssem poder para fazer frente a muitos dos soldados do arcosiano.

Era algo aterrador, sentir tais sentimentos e o poder imenso, de apenas um único ser, embora Kakarotto sentisse que conseguiria lidar com esse ser poderoso, graças a sua transformação, embora ainda não a dominasse por completo. Mas, acreditava ter uma margem considerável de diferença.

Porém, aprendera a nunca menosprezar o oponente e a tomar cuidado com o excesso de autoconfiança, adicionando o fato que o mesmo tinha o poder de destruir um planeta, se quisesse. Portanto, todo o cuidado era pouco, pois ao contrário dele, que pode sobreviver no vácuo do espaço, eles não conseguiam tal feito.

Além disso, tudo o que era excessivo, não era nada bom e confiança demasiada era o caminho da derrota. Nunca se esquecera das palavras de seu sensei.

Mesmo assim, não era idiota e sabia que frente à invasão, o primeiro lugar que seria alvo de ataque seria o castelo, o que era lógico, além das capitais mais movimentadas, provocando o caos e a confusão por haver muitos seres e nem todos saiya-jins, sendo a sua maioria, principalmente nos centros comerciais, nada menos que alienígenas que ficariam apavorados, além de escravos, provocando considerável tumulto e confusão exacerbada.

Havia visto a movimentação de soldados, mas, era mais para recepção, provavelmente porque o imperador ainda acreditava na superioridade indescritível dos saiya-jins, segundo a sua visão e julgamento, errôneo, que o arcosiano era fraco e considerava, frente a isso, que o seu imperador não passava de um monarca tolo e imbecil, além de cego pelo orgulho desenfreado, assim como surdo frente aos boatos sobre aquela raça oriunda de várias partes do universo, através de viajantes intergalácticos ou até alguns alienígenas comerciantes.

Mas, isso não importava mais. A prioridade era manter todos a salvo e com alguém para protegê-los. O castelo não era um lugar seguro por ser o primeiro alvo deste e logicamente, a porção central do planeta.

Como se lesse os pensamentos de Kakarotto, Tarble é o primeiro a pronunciar-se:

- Vou leva-los a um lugar seguro e protegê-los.

- Isso mesmo, Tarble. A prioridade é mantê-los em segurança, pois, sinto que outras fontes poderosas de ki se aproximam desse planeta e são igualmente hostis, assim como malignas. Mas, demoraram, creio que uma hora para chegar á Bejiita. - ele fala olhando o céu da varando do seu quarto espaçoso e requintado.

- Você conseguiu sentir outros? - Eichiteki fica surpreso e igualmente orgulhoso de seu discípulo, que apenas consente com a cabeça sem deixar de olhar para o céu avermelhado.

- Agora que você disse nii-san... Também estou sentindo a aproximação desses outros ki´s malignos... São quatro... Não, cinco. Embora haja discrepâncias no nível de ki deles.

- Mas, lembre-se Tarble, que há muitas raças no universo e muitas tem habilidades estranhas... – Kakarotto fala ao jovem saiya-jin, que consente com a cabeça.

- Lembrarei nii-san.

- Você disse cinco? – Suong pergunta, consternada.

- Sim. - ele a olha com visível confusão em seu semblante.

- Meu planeta foi invadido por cinco homens de Freeza. Eles usavam um símbolo estranho na armadura e eram diferentes de tudo que já vi, além de fazer uma coreografia de pose ou algo assim, antes de começarem o ataque e antes de atacarem com as suas técnicas. Havia um que era verde e pequeno, mas, com habilidades mais psíquicas do que de poder em si, pois não o vi lutar, a não ser usar os seus poderes, assim como havia outro, grande e forte, com uma imensa força bruta, depois, outro maior que o verde, mas, menor que o de força bruta, de pele vermelha e cabelos brancos, um outro, mais alto que este, azul, de olhos vermelhos e pele lisa com algumas manchas e o líder deles, pelo que parecera, com a pele de cor roxa e um par de chifres saindo um de cada lado da cabeça e cujas veias da cabeça pareciam saltar sobre a pele, exibindo-as. Era alto... E tipo, falou ao meu pai, o general do meu planeta natal, pois estava próxima dali, que ele era forte, mas, não valia a pena usar a sua técnica... Eu me lembro como se fosse ontem - ela está com um olhar perdido e triste, pois tais lembranças eram dolorosas demais - Era chan alguma coisa ou algo assim.

- Change?

Nyei pergunta, arqueando o cenho, embora estivesse visivelmente surpresa e igualmente amargurada com a informação, desejando ardentemente que fosse um engano, que um ser como aquele não possuísse tal técnica.

- Isso! Era isso! Change!