Enfim, Freeza começa o ataque a Bejiita, decidindo se divertir enquanto matava facilmente os saiya-jins em seu caminho...
Vegeta se vê obrigado a assumir as suas obrigações, desde que fora preparado desde pequeno, decidindo...
Nisso, ele descobre sobre o ki, ao ficar atento frente aos comentários de Kakarotto quando o encontra se dirigindo até onde estava Freeza.
Yo!
Algumas curiosidades sobre os termos da fanfiction, que utilizo em todas as minhas fanfictions de Dragon Ball.
No tocante bebida dos saiya-jins, existem duas. Norokila ( o equivalente a cerveja, para nós) e a Siev (a mais requintada, sendo equivalente a um vinho refinadíssimo ou a champanhe para nós).
O nome Norokila veio de clorofila e a Siev, de seiva.
A Norokila é muito consumida pelos de terceira classe e pela maioria dos de segunda classe.
Já a Siev, é consumida pelos demais da segunda classe, pelos de primeira e elite, já que era uma bebida mais refinada.
Há também o Kaulek, que seria o acompanhante dos saiya-jins de elite, tal como é o Nappa para Vegeta, sendo que também, além de acompanhantes, tal como seriam os mordomos pessoais, também eram considerados instrutores.
Afinal, eram designados desde que os de Elite eram crianças e começavam a vida de lutas e treinos, sendo responsáveis por auxilia-los nos diversos treinos e ensinamentos.
Normalmente, eram os de primeira classe que ocupam tais cargos. No caso da realeza, eram os de Elite. Por isso, que Nappa, apesar de ser da Elite, era e é ainda, Kaulek de Vegeta.
O nome kaulek vem de caule.
Há também o Kaisk. Ele é destinado, por um certo tempo, aos saiya-jins que são enviados quando bebês a um planeta e depois, precisam ser ensinados a viverem dentre os de sua raça. Para isso, o kaisk, fornecia tais orientações e ensinamentos básicos, complementando os ensinamentos das naves, ao menos por um tempo determinado, para depois deixarem o saiya-jin sozinho, após conhecer ao menos o básico.
Caso fosse necessário algum ensinamento a mais, seria ensinado pelos saiya-jins mais velhos.
O termo Kaisk vem de raiz. ^ ^
Afinal, os nomes dos saiya-jins vêm de vegetais.
Por isso, "batizei" as bebidas, assim como designações deles e algumas profissões, com nomes oriundos de componentes das plantas.
Agora, sem mais delongas, boa leitura XDDDDD
Capítulo 41 - O início da diversão de Freeza
Então, toda a comissão de recepção do Imperador de Bejiita estava enfileirada, ladeando, lateralmente, o casal de monarcas, extremamente orgulhosos que olhavam com certo desdém e ar de superioridade, achando que eram muito mais poderosos, enquanto observavam a imensa nave de Freeza que acabara de pousar, ocupando uma parte considerável do Hangar Principal do planeta.
Estavam se sentindo tão poderosos, que o rei juntara alguns de seus melhores homens para que Freeza percebesse pelo scouter o nível de poder deles, desejando intimida-lo ainda mais e mostrar a superioridade deles em relação a ele.
Nisso, o arcosiano sai ladeado por Dodoria e Zarbon, assim como seguido pela comitiva dele que era composta pelos guerreiros mais poderosos do seu exército sem ser do seu esquadrão especial, a Ginyu Tokusentai, que inclusive chegaria a Bejiita dali a trinta minutos.
Então, se aproxima, decidindo manter, ainda, o "teatro", em que simulava ter um falso medo dos saiya-jins para enaltecer o orgulho deles e prepotência, pois adoraria ver a face deles ao perceberem que não passavam de meros vermes para serem pisoteados por ele.
Confessava que adorava "brincar" com as suas vítimas, tal como manipula-las antes do golpe final, decidindo rever a sua raiva inicial pela aposta que fez com Cooler, pois, considerava que uma diversão era sempre bem vinda de vez em quando, além de que, alterar um pouco o seu esquema de erradicação de uma raça, não seria algo tão ruim assim.
Enquanto isso, vários soldados dele saíam de algumas naves menores que entraram na atmosfera trajando equipamentos próprios para depois pousarem no planeta, espalhando-se, dirigindo-se inicialmente para as periferias e começando o ataque aos saiya-jins de terceira classe, que são pego de surpresa, demorando e muito para reagirem, acabando por haver várias baixas até que enfim reagem, passada a surpresa inicial e nisso, as informações sobre o ataque surpresa chega até os ouvidos do rei, enquanto Freeza percebe que o seu plano seguia como planejado e nisso, em um piscar de olhos, muitos saiya-jins da comitiva são assassinados por ele, enquanto que os soldados deste se concentravam nos saiya-jins mais fracos.
O rei reage, assim como a rainha, concentrando seus ataques, assim como os da Elite que estavam ali, juntando o poder em um único golpe, enquanto o monarca gritava irado:
- Freeza, desgraçado!
E pacientemente, o arcosiano esperava que lançassem os ataques combinados, enquanto bocejava, como se fosse algo entediante, deixando o rei ainda mais irado pela petulância dele.
Nisso, após seu rosnando de ira, ele lidera um ataque massivo contra o agressor, enquanto que Dodoria e Zarbon riam deles por não saberem o quanto Freeza era poderoso.
Então, após a nuvem baixar com o monarca achando que o outro fora derrotado, este surge dentre a fumaça sem nenhum ferimento, ainda em sua cadeira, enquanto parecia espanar com a mão o pó em cima da sua armadura, enquanto os reis e os de Elite olhavam estupefatos ao ver que o ataque poderoso deles em conjunto não havia feito nada.
Nisso, o arcosiano se levanta e balança levemente a sua cauda para depois batê-la contra o chão, abrindo uma pequena fissura no chão, falando, em meio a um imenso sorriso em sua face:
- Agora que sabem que não passam de vermes para o grande Freeza-sama, está na hora de ensina-lhes que somente pode haver uma raça mercadora nesse universo.
Nisso, todos avançam, inclusive os reis por estarem ultrajados e nisso, Freeza lança um pequeno feixe no rei e da rainha, sendo que os soldados saiya-jins vêem estupefatos estes flutuando no ar, debatendo-se e depois, o arcosiano cerrando os punhos, fazendo ambos explodirem em uma nuvem vermelha de sangue com alguns pequenos pedaços despencando do alto, enquanto ria, se divertindo, acompanhado dos risos de Zarbon e Dodoria, que começavam a atacar os de Elite, que irados pelo assassinato do imperador e frente ao fato de rirem deles, inflamando o seu orgulho, começam a ataca-los, novamente.
Então, exibindo um sorriso maligno, o arcosiano pergunta, para si mesmo, em um tom animado:
- Quanto tempo será que faz que não me divirto tanto assim?
E nisso, enquanto ria, matava os saiya-jins de formas diferentes, divertindo-se, tal como uma criança em um parque de diversões, só que com um sorriso maligno na face.
Longe dali, Vegeta estava no Domo Real de treinamento com Nappa, quando eles recebem a notícia pelo scouter de que os reis foram assassinados por Freeza e que ele estava se dirigindo ao castelo, enquanto assassinava todos em seu caminho com visível facilidade, assim como do ataque surpreso aos demais saiya-jins por todo o planeta.
Frente à morte dos pais, Vegeta não sente nada, a não ser raiva pelo fato de que, soubera a maneira como foram mortos, tal como vermes, adicionando o fato, agravante a este, que foram eles que haviam deixado Bejiita exposta a um ataque surpresa, ao não se precaverem, sendo tudo por prepotência destes e igual descaso, na opinião dele, em decorrência também do fato dele ter crescido, desde bebê, longe dos pais, acabando por não criar nenhum vínculo com estes.
Portanto, para ele, ambos tiveram o fim merecido. Completamente, pisoteados.
Também sentia sua raiva se intensificando, ao saber que Freeza estava rindo dos saiya-jins assim como os subordinados deste, enquanto faziam questão de humilhar os saiya-jins o máximo possível antes de mata-los, fazendo o seu sangue ferver de raiva e indignação, assim como o de Nappa.
Então, acalmando-se, fazendo com que a sua cauda que se contorcia de raiva na cintura, se acalmasse, Vegeta começa a ordenar pelo seu scouter os esforços, assim como as tropas, se comunicando com todos os soldados, enquanto se dirigia ao Computador Central de Bejiita, enviando um sinal de aviso a todos os scouters, narrando o que acontecera, brevemente e sobe os ataques.
Afinal, havia recebido diversos treinamentos enquanto crescia, inclusive de liderança, planejamento e organização sobre ataques simulados e, portanto, já convocara o seu general, que inicialmente se dirigia a área de ataque principal para impedir o avanço de Freeza para o castelo, para depois este desviar-se do caminho pra ir até onde estava o príncipe para coordenarem juntos um plano de contra-ataque.
Após quase meia hora, conseguem traçar um plano e decidem organizar as tropas, ordenando que alguns saiya-jins de elite se dirigissem até as periferias para organizarem os ataques das demais classes, enquanto que a maioria se concentraria em Freeza.
Então, deixando nas mãos de seu general e para horror deste, parte dali, pois não queria ficar confinado num sala e no caminho que tomara, voando para onde estava Freeza, aproveita para derrubar, facilmente, vários soldados deste que tentaram impedir a sua passagem.
Nisso, após algum tempo, conseguiu contato com Kakarotto, vendo pelo scouter que ele estava próximo de Freeza e parte para tentar encontra-lo no ar.
Distante dali, enquanto voava, Kakarotto derrota vários soldados, enquanto via vários saiya-jins caindo mortos frente aos ataques, assim como muitos erguendo-se seriamente feridos para lutarem até a morte, enquanto que os mais fracos mostravam a face de horror, com o jovem percebendo que eles estavam vivenciando o que os outros povos que eles destruíam, sofriam, aterrorizados, enquanto eram atacados impiedosamente.
Não que desejasse isso, pois não era vingativo.
E não lutava, ainda, pois precisava economizar as suas forças, não sendo sábio desperdiça-la com os soldados, sendo que precisava focar seu poder em destruir Freeza, antes que este resolvesse destruir o planeta.
Afinal, possuía poder suficiente para isso, experiência, além de que, a sua raça podia sobreviver no espaço.
Nisso, via, aliviado, que um saiya-jin de Elite vinha coordenar o ataque naquela área, pois, estes recebiam treinamento severo e refinado para batalhar, além de acumularem o cargo de comandante, fazendo com que os saiya-jins das classes inferiores os obedecessem, forçadamente, pois também eram mais poderosos do que eles.
Acreditava que frente a isso, os saiya-jins das demais classes teriam mais chances de vencer. E senão vencessem, poderiam fornecer, ao menos, uma resistência muito maior.
De quem ele sentia pena eram dos escravos, perdidos em meio a batalhas ferozes, sendo que procuravam, desesperadamente, fugir para "locais de proteção", que nada mais eram do que espécies de tuneis usados, comumente, somente na situação em que aparecia a lua cheia em Bejiita, pois, alguns saiya-jins sem controle da transformação, acabavam se metamorfoseando e destruindo tudo, até que fossem contidos.
Daí, para não haver tanta perda de escravos, estes eram treinados para fugirem para essas construções, espalhadas por todas as cidades e periferias, sendo que agora estavam sendo usadas para fugir dos combates ferozes e igualmente brutais.
Então, para no ar ao perceber a aproximação de cinco fontes de poder, identificando como sendo, provavelmente, da tal Ginyuu Tokusentai, ficando igualmente alarmado que eles estavam descendo na região onde Tarble e os outros se encontravam e apenas por alguns segundos, decidira voltar.
Nisso, ao sentir que o ki de Freeza se expandia ainda mais, se recorda de que não podia perder tempo, pois, o arcosiano detinha poder suficiente para explodir Bejiita, se assim quisesse, agravando a situação frente ao fato deste sobreviver no vácuo, além de ser cruel. Portanto, não se importaria de matar os seus soldados juntamente com a destruição do planeta.
Ao analisar melhor os níveis de ki, percebera que Tarble podia lidar com eles, ficando aliviado também ao se recordar do fato de que sabiam das habilidades deles e que este também teria Eichteki para orienta-lo, já que como ele era muito jovem e ainda não detinha muita experiência de luta, ele teria o chikyuu-jin que possuía visível sabedoria para ajuda-lo nesse momento.
Estava tão estressado e igualmente preocupado pelo ki de Freeza, que aumentava ainda mais e com a situação de Tarble, mesmo tendo conseguido se acalmar após alguns minutos, que ainda não percebera que o ki de seu genitor estava próximo deles, até porque não era hostil e sim, o contrário.
Portanto, desconhecia o fato de que Tarble não estaria sozinho na batalha e que seu pai, que possuía muita experiência em combate, poderia ajudar o jovem saiya-jin.
Nisso, torna a voar em direção a Freeza, acabando por encontrar Vegeta no caminho, vendo que este orientava Nappa, que era da Elite, a auxiliar um quadrante de Bejiita, sendo que este parte dali para cumprir as ordens, enquanto avisava ao general que já tinha um saiya-jin de Elite se dirigindo para aquela área específica.
Pelo ki, sentira que os reis haviam sido assassinados e nisso, decide dar palavras de consolo a Vegeta, que fala asperamente, quando percebe o que Kakarotto ia fazer, como se adivinhasse o gesto deste:
- Pouco estou me lixando que tenham sido assassinados. Eram fracos e tolos. A arrogância deles trouxe perigo para Bejiita. Saiya-jins tão fracos, não são dignos de assumirem o trono.
Nisso, ele fica pensativo, enquanto olhava para as suas mãos, pensativamente, até que uma explosão sacode o planeta e Vegeta nota uma imensa fumaça de entulho emergir para os céus, sendo que se espalhava para todas as direções, assim como gerara uma pressão de deslocamento de ar violenta com Kakarotto cerrando os dentes, pois sentira o fim de dezenas de ki de uma só vez.
Nisso, novamente, o planeta inteiro treme, como se fosse tomado por vários terremotos consecutivos e nisso, Kakarotto olha para o outro lado e Vegeta o observava.
- Aquele desgraçado... Acabou de varrer uma região do planeta bem populosa. Senti vários ki´s sumirem. Além de ter aumentado o seu ki de forma absurda, novamente - e nisso, cerra os punhos. – Provavelmente, devem ser as tais transformações que ele possui. Parece que alguns arcosianos são capazes de fazer isso, pelo que pesquisei.
- Ki´s? - Vegeta olha estupefato da nuvem para Kakarotto, que não usava scouter, mas, pareceria saber exatamente o que se passava, mesmo que não visse nenhuma explosão naquela região onde ele olhara.
Então, percebe que novamente, ocorrem abalos que se propagam por todo o planeta, mais duas vezes consecutivas com Kakarotto ficando atônito do aumento exponencial do ki de Freeza, que cada vez mais ficava poderoso, alarmando-o.
Todas às vezes, frente ao comentário de Kakarotto, ele percebe que eram verdadeiras as afirmações dele de que houvera ataques massivos consecutivos e aumento de poder através de seu scouter, ao ponto deste explodir, após tentar contatar através do mesmo, algum saiya-jin de Elite daquela região, ou outros saiya-jins, sendo tais atos infrutíferos.
Nisso, Kakarotto voa rapidamente até lá, surpreendo Vegeta pela ação brusca, enquanto cerra os dentes e o segue se recordando de suas palavras de outrora, repetindo-as mentalmente.
"Saiya-jins tão fracos, não são dignos de assumirem o trono."
Nisso, olha para as suas mãos novamente e depois para Kakarotto a sua frente, assim como depois, para as suas mãos, novamente, murmurando irritado, conformando-se após alguns minutos, da dura verdade:
- De fato... - nisso, olha para Kakarotto e fala para si mesmo, ainda mais raivoso, terminando em pensamento o que murmurara "Maldita terceira classe bastarda!".
Então, se recorda do ki que Kakarotto tanto falava, percebendo que ele parecia saber a localização, assim como poder dos inimigos sem usar o scouter, enquanto que decidia recordar-se das situações que o vira usando tal habilidade, conseguindo formar alguma conclusão sobre isso, até que é obrigado a desviar de uma rajada, parando no ar frente a isso, sendo que Kakarotto para também, estando mais a frente e nisso, ambos olham para o chão, vendo um alienígena rosa com o corpo coberto de espinhos, para depois o outro saiya-jin ver o príncipe regente, que como primeiro da linha de sucessão do trono, com a morte do rei, havia se tornado o novo rei de Bejiita, automaticamente, ainda olhando para o invasor.
- Vegeta! - exclama preocupado.
Nisso, ambos vêem mais explosões logo à frente, e o monarca abaixa os olhos para o chão, novamente, já que estava ainda no ar, não deixando de olhar atentamente para o tal alienígena rosado com espinhos, gritando, ao levantar os olhos rapidamente para Kakarotto:
- Vá, terceira classe bastarda! Você precisa ajudar a nossa raça! Depois o alcanço, pois quero vê-lo lutando dando tudo de si!
Nisso, olhando uma última vez de Vegeta para o inimigo com espinhos no corpo, parte dali para enfrentar o arcosiano.
Nisso, Vegeta desce, pondo-se de frente para Dodoria que exibe um sorriso irônico na face e nisso, este vê vários saiya-jins mortos ao redor deste.
- Sou Dodoria. Braço esquerdo de Freeza-sama e ele foi muito gentil em deixar que nos divertíssemos matando vocês. Vocês deviam ficar orgulhosos de serem mortos, pessoalmente, por Freeza-sama.
- Vou tirar esse seu sorriso da sua face, maldito. – ele fala dentre os dentes, cerrando os punhos e aumentando o seu nível de poder.
Nisso, ele concentra seus poderes, enquanto que alguns saiya-jins sobreviventes que saíam dentre pilhas de escombros, sendo que alguns estavam, consideravelmente, com ferimentos severos, passavam a observarem o príncipe lutando contra o invasor, enquanto se sentiam aliviados, que não era só mais um de elite que estava lá, e sim, um saiya-jin real e inclusive, não sendo um dos príncipes e sim, o próprio rei, sendo que Vegeta era tido como o mais forte do planeta para o povo de Bejiita.
