Notas da Autora

A Ginyuu Tokusentai enfim pousa no planeta Bejiita, justamente em frente a casa que servia de esconderijo aos amigos e companheira de Kakarotto, tal como irmã deste.

Então, quando tudo parecia perdido...

Capítulo 43 - Ginyuu Tokusentai contra Tarble e Bardock.

Nisso, saindo das crateras, eles flutuam até a superfície e nisso, começam a sua apresentação, deixando Tarble atordoado conforme assistia a coreografia, tal como Bardock:

- Rikuumu!

- Baata!

- Jiisu!

- Gurudo!

- Todos presentes... Ginyuu Tokusentai!

Após as apresentação com poses ridículas, demora alguns segundos para Tarble e Bardock se recuperarem, enquanto ele e todos os demais na casa acharam tal apresentação ridícula de tão vexatória, que chegaram ao ponto de ficarem estagnados, demorando para se recuperarem.

Enquanto isso, os cinco olhavam para o lado e para cima, assim como usavam seu scouter, tendo diversas leituras de poder e Rikuumu comenta surpreso.

- Vi um com 28.000 unidades de poder.

- Sério? Mas, mesmo assim é lixo. - Baata comenta, casualmente - Veja, tem outro de míseros 6.000 unidades... Pior ainda.

Nisso, Jiisu gargalha e então, eles se voltam para Tarble, com todos compartilhando idênticos sorrisos de escárnio.

- Pelo que vejo há um lixo... - nisso, Ginyuu usa seu scouter e fala com um desgostoso intenso - Míseros 5.000. Pessoal! Reunião!

Nisso, ele bate palmas e todos se reúnem, enquanto Tarble rosna ao ver que o tratavam como um mísero inseto, mas, sabia que precisava manter seu verdadeiro poder oculto, pois a surpresa era o melhor ataque.

Então, eles se reúnem em uma roda e começam a discutir quem vai primeiro, quem fica e outros assuntos, como se tudo não passasse de um piquenique.

- Tá! Eu vou! Mas, quero a minha parte em doce! - Gurudo concordava amargurado, enquanto olhava aborrecido para seus colegas.

- Tudo bem! Cada um de nós dará uma parte dos nossos doces! - Baata fala.

- Infelizmente, tenho que ficar com um lixo como você... - o alienígena verde e gordo fala mal humorado, enquanto gesticulava - Ao menos ganharei alguns doces por isso.

Porém, antes que começasse a se concentrar, Bardock surge e o acerta com uma rajada, lançando Gurudo longe, graças à energia do golpe e nisso, Ginyuu avança sobre ele e ambos começam a trocar golpes, porém, a diferença era enorme e o saiya-jin mais velho não conseguia acompanhar o ritmo de ataque do alienígena.

Nisso, Tarble começa a lutar contra Jiisu, Baata e Rikuumu, que ficam irritados ao verem que seu amigo foi morto.

Segue-se uma batalha feroz para Tarble, mas, graças ao seu treinamento, ele consegue lidar com os três ao mesmo tempo, sendo que estes ficam irados, pois, apesar de tudo, seu poder não passava de 5.000, segundo o scouter.

Nisso, um soco certeiro de Ginyuu na face de Bardock, lança este para o solo, fazendo surgir uma cratera considerável.

- Bardock! - o jovem grita e usando seu ki, gera uma onda, que arremessa todos para longe e em um piscar de olhos, acerta um soco potente no rosto do alienígena arroxeado e com um par de chifres, para depois golpear fortemente com o joelho o abdômen deste e depois, com as mãos juntas, o golpeia na coluna, enviando-o para o chão com visível violência.

Ficara tão surpreso pela força e velocidade deste, que não se defendeu dos golpes e acabou sendo atingido.

- Capitão! - Rikuumu exclama e nisso, irado, tal como os outros dois, tornam a atacar Tarble.

Então, o jovem recebe o golpe dos três ao mesmo tempo, enquanto tentava assimilar o que aconteceu, enquanto caí com intrépido no chão, sentindo que seu corpo estava paralisado.

Nisso, Ginyuu ergue-se, surpreso por estar com um pouco de dificuldade para se erguer, tal como os outros que foram golpeados pelo jovem saiya-jin.

Ao olharem para o lado, o esquadrão fica feliz ao ver Gurudo vivo, embora, estivesse extremamente ferido, mas, recusando a ajuda deles, quando os seus quatro olhos quase saltavam das órbitas tamanha a fúria que o tomava, principalmente sobre Bardock que estava muito ferido e era erguido facilmente pelo poder tele cinético do alienígena pequeno e gordo.

O saiya-jin pergunta, irado e ofegante, lutando para se manter consciente:

- Como está vivo, desgraçado?

- Quando cheguei aqui, envolvi meu corpo em uma fina barreira. Claro que não me especializei nisso. Minha raça costuma se especializar ou para defesa ou para ataque. Foquei-me em desenvolver o ataque, mas, consegui adquirir um pouco de defesa, fazendo meu corpo ser envolto em uma espécie de campo invisível, digamos assim. Esse campo somente fica oscilante e inclusive falha, quando uso meus poderes. Você me atacou antes de usar meus poderes e, portanto, não estava enfraquecido... E como ele é mental e não de poder, é muito poderoso. É preciso um poder acima de 100.000 para me fazer algum dano. - ele conta orgulhosamente, enquanto que os companheiros reviravam os olhos por saberem o quanto ele era orgulhoso frente aos seus poderes telecinéticos.

Nisso, o scouter deles apita e eles destroem a casa atrás deles para horror dos guerreiros que não conseguem falar, pois agora estarem completamente imobilizados, mas, em seus olhos há o pavor intenso, algo que não passou despercebido pelo esquadrão.

- Ora... Vejo que a lixos escondidos.

Eles vêm o grupo que teve que sair da casa antes que esta desabasse em cima deles e os cinco membros da Ginyuu Tokusentai observam que há uma jovem alienígena com um bebê nos braços.

Gurudo notou que Bardock se focara no bebê, enquanto lutava para se libertar, embora fosse infrutífero, percebendo que o saiya-jin se desesperava em relação a jovem e ao bebê de colo.

- Então... Você tem um apreço por aqueles dois, né? - o alienígena verde fala com um sorriso maligno nos lábios - E como você me humilhou, acredito que tenha o direito de "brincar" com eles, não concorda?

- Seu... Bastardo! - ele exclama com dificuldade, enquanto se desesperava.

- Ei, Gurudo! Queremos um pouco de diversão também! - Rikuumu exclama, aborrecido - Não pode tomar tudo para si!

- Isso mesmo, somos uma equipe! - Baata exclama, indignado.

- Eu vou dar um doce para cada de um vocês, sendo o equivalente aos que matarei aqui. Está bom? - ele pergunta mal humorado, sem deixar de olhar para as suas novas vítimas, que também estavam paralisadas graças aos seus poderes, enquanto olhavam com pavor para eles.

- Sério? - Ginyuu pergunta surpreso, pois nunca fizeram um pagamento desses para cada um, percebendo então o quanto Gurudo estava de fato irado com o grupo a frente deles.

Bem, depois do que fizeram, não era para menos e acreditava que deixaria os dois saiya-jins para o final, após estes testemunharem a morte do grupo que defendiam.

- Me deixa ver...

O grandalhão idiota começa a contar com os dedos, quando, Baata, suspirando, apoia a mão no ombro dele e fala:

- São seis pedaços para cada um.

- Espera! A conta está errada!

Ginyuu fala, gemendo frente aos erros deles, enquanto massageava as têmporas, ao verem errar uma conta tão simples, resolvendo que todos precisariam voltar a ter aulas de cálculo. Novamente.

- Isso mesmo! São sete Bataa! - Jiisu fala, aborrecido, pois era uma conta simples.

- São seis! - Rikuumu insiste - Temos que ser justos! Foi essa a promessa.

- São sete! - Jiisu exclama em um tom quase frustrado.

- Já sei, são oito! - Baata exclama feliz.

- São sete, já disse!

- Seis! - Rikuumu ficara feliz com o aumento, mas, queria ser justo com o colega.

- Não era oito? - Baata questiona, fazendo as contas com os dedos.

- São sete! - Jiisu grita, alterado e igualmente frustrado ao ver os seus companheiros errando na conta.

- São seis! Para de aumentar! - Rikuumu grita – Mas, espera aí, quanto mais, melhor!

- São sete, porra!

- São oito! Ficamos com oito para cada um e fim de papo! - Baata exclama, cansado pela discussão.

- Seis!

- Sete!

- É oito!

- É sete, caralho!

- É seis!

- Oito!

- Já disse que é sete, imbecis!

- Seis!

- Sete!

- Sete! - Baata exclama,

- Mas, Baata, você disse que era oito. - Rikuumu olha confuso.

- É mesmo! Oito! Vocês me deixam confusos!

- É sete!

- Seis!

- Oito!

- Seis!

- Sete!

- É oito!

E nisso, a discussão se chegue, até que após alguns minutos, Baata tem uma ideia.

- Vamos resolver na sorte! Quem ganhar está certo!

- Isso mesmo! - os outros dois concordam e começam a se reunir para tirarem a sorte.

- Calem-se! - Ginyuu exclama, irado, com uma intensa dor de cabeça frente à discussão no mínimo infantil a seu ver, fazendo todos se calarem com a explosão de seu capitão.

- São sete para cada um e fim de papo! Quem manda nesse esquadrão sou eu! E se falo que é sete, é sete! Entenderam? - pergunta arqueando o cenho e em um tom ameaçador. – Além disso, quando voltamos ao planeta Freeza nº 65, vocês irão voltar a ter aula de cálculo! Novamente!

- Sim! - os três faram em usino.

- Já pararam?! - Gurudo pergunta aborrecido, pois se cansara da discussão e quase que usara seus poderes neles.

- Foi mal... - Jiisu fala sem graça - Nós empolgamos... Sabe como é, quando o assunto é doce...

- Bem, onde estávamos? - ele volta a olhar para as suas presas e ao olhar o bebê de novo, olhando-o sem medo, ele fica com ira, pois queria ver o olhar de terror em suas vítimas - Já sei! Adoro empalar bebês... Tipo é incrível ver o corpo pequeno deles transpassado por um tronco.

Bardock fica horrorizado ao imaginar sua filha empalada, enquanto Nyei chora apavorada, tentando abraçar fortemente o bebê que começa a ficar incomodado com o fato de não poder se mexer, ameaçando formar um choro.

Com ambos os saiya-jins horrorizados, Gurudo arranca uma árvore e afina a ponta desta, criando uma lança e jogando-a em cima da jovem e do bebê, que chora ao ver algo enorme indo na sua direção.

- Aposto que não consegue empala-las em 90º! - Rikuumu grita para Gurudo.

- Eu irei empala-las em 90º e você perderá seus doces! - o alienígena verde fala com um sorriso maligno no rosto.

- Droga... - Rikuumu fica cabisbaixo, raspando a ponta de um pé no chão e chutando a pedra para longe, ao pensar que perderá os doces, caso Gurudo acerte.

Então, o alienígena altera o ângulo do tronco, deixando-o mais acentuado, no último instante. Enquanto isso, Tarble murmura "droga", chorando de raiva, enquanto cerra os punhos, sentindo-se um inútil.

Já, Bardock, parecia que via tudo em câmera lenta, pois seu cérebro estava congelado, enquanto olhava para a sua filha, vendo os olhinhos lacrimosos dela e esta chorando copiosamente, até que ela o vê. O olhar da sua filha lembrava o de Liluni, percebendo agora o quanto era parecida com a mãe.

Lembra de sua amada desfalecida nos braços do filho, que chorava desesperadamente, abraçando-a, mesmo com o corpo sem vida, enquanto ele a protegia, pegando-a no colo e a levando para enterra-la em um lugar seguro, tal como se recordava das palavras de dor e ódio de seu filho, e depois do inferno que vivenciou, pois tivera a raríssima ligação verdadeira com ela, assumindo isso, sendo que a mesma ligação irradiou para a filha de ambos e que o impulsiona a protegê-la e cuidar dela, além de que, a amava. A morte de Liluni o libertou da escravidão, sendo a vida dela o preço da sua liberdade e as lembranças das humilhações e sofrimentos que impôs a ela, eram nada menos que os juros e multa que pagava por seu orgulho cego e desmedido.

No final, somente lhe restara um coração sofrido e despedaçado, por seus próprios atos, sendo que o que impediu das trevas o envolverem foi a existência de Lian. Um pedacinho de sua amada Liluni e dele.

Nisso, ao olhar para a sua filha, se recorda do cheiro dela, desta pedindo colo com um olhar inocente, como todo o bebê tem e igualmente brilhante, além do enorme sorriso na face, alheia ao mundo e ao sofrimento.

A visão dela morta, que surgiu junto com Liluni e a solidão enorme que o envolvia era estarrecedora, sendo engolfado pela mesma, enquanto via o sangue em suas mãos, reconhecendo como de Liluni e da filha, pois, seus atos provocaram a morte de sua amada e se a sua filha fosse assassinada pelo erro dele, seria a mesma coisa que mata-la e, portanto, não haveria nenhum motivo para ele viver.

As recordações de Liluni, do cheiro e da voz dela, tal como da filha surgem com ímpeto e Bardock ruge de ódio e dor, sentindo que a sua ira ascendia tempestivamente aos céus, deixando todos boquiabertos, enquanto o céu escurecia de repente e trovões, tal como relâmpagos revibravam em torno de Bardock e no céu tempestuoso que se fechara, como se estivesse em sintonia com o ímpeto de seus sentimentos que tomavam o coração do saiya-jin naquele instante.

Então, um segundo antes do tronco alcançar Lian, este é destruído e Gurudo tem a sua cabeça decepada, enquanto todos ficam estarrecidos.

- Lixo desgraça...

O alienígena verde murmura com ódio, sendo que a sua cabeça decepada rolara para os pés de Bardock, com este fazendo questão de posicionar o seu pé em cima, esmagando-a lentamente, com este gritando em agonia até morrer, pois sua raça vivia por um bom tempo só com a cabeça, para depois os vestígios do mesmo, desaparecem frente a uma pequena rajada de ki de Bardock.

- Lixo é você, verme. - fala cada palavra com ódio.

Este ergue o rosto, irado, sendo que a Ginyuu Tokusentai se apavora, enquanto que estavam perplexos ao ver a face irada deste e nisso, o scouter deles explode do rosto.

Enquanto isso, Tarble consegue se mexer, assim como os outros, sendo que este murmura maravilhado:

- Bardock-san?

Este apenas vira para o jovem príncipe e consente com a cabeça, enquanto permitia-se sorrir vitorioso, vendo o jovem príncipe sinceramente feliz pela transformação deste, pelo que ele percebera.

- O que é isso? - Rikuumu pergunta, apavorado. - Pensei que os saiya-jins só se transformassem em Oozarus!

- Guerreiro de cabelo e cauda dourada... - Ginyuu se refaz, enquanto um sorriso surgia lentamente em seu rosto - É o super saiya-jin da lenda?

- O quê? - Rikuumu olha estarrecido para o capitão e depois para Bardock - Não é uma das várias lendas que os saiya-jins possuem?

- Mas, é uma lenda e, portanto, não deveria existir... E tipo, os saiya-jins puros só tem cabelos e olhos de cor negra ou castanho escuro. Castanho claro é raríssimo. Logo, dourado é impossível. - Jiisu fala estupefato.

- Sim. Sou um super saiya-jin e meu filho também se transforma em um. Mas, ele foi o primeiro a consegui-la - Bardock fala com um sorriso maligno no rosto, enquanto torcia os punhos e virava o pescoço para os lados.

- O quê?!

Todos exclamam em usino, menos o capitão que se afastara e já se preparava para usa a sua técnica, pois adoraria ter um corpo destes e não se incomodaria de sacrificar os seus homens, se isso o ajudasse a ficar mais poderoso.

- "Bem, onde estávamos?" - ele repete malignamente a pergunta que Gurudo fizera antes para horror deles, enquanto torcia o seu punho um no outro com um sorriso maligno no rosto - É mesmo! Eliminar vermes!