Notas da Autora
Enfim, a Ginyuu Tokusentai é exterminada...
Então, Bardock se surpreende ao saber do pedido de seu filho...
Yo, minna!
Sempre que puder, atualizarei as fanfictions a cada dez dias.
Porém, a partir do próximo mês, a atualização poderá demorar até vinte dias. Eu tentarei sempre que possível manter os dez dias entre cada atualização de capítulo, mas, será difícil manter esse prazo a partir de agosto.
Só queria avisar, pois, mesmo que demorei mais de dez dias, irei atualizar assim que puder ^ ^
Agora, tenham uma boa leitura XDDDDD
Capítulo 44 - Super Saiya-jin Bardock
Então, em um piscar de olhos, encontra-se na frente dos três que estavam juntos e o capitão atrás, algo que não passou despercebido para Bardock que sorri de canto, pois esperaria este lançar a técnica, sendo que como super saiya-jin, conseguiria esquivar-se a tempo.
Ele libera uma rajada concentrada no rosto de Rikuumu e a cabeça deste é desintegrada, enquanto que do pescoço esguichava sangue em jatos com o corpo caindo rumo ao chão e antes que tocasse o solo, Baata é acertado no abdômen, com este sendo perfurado até que o saiya-jin retira o punho, usando em seguida uma rajada de ki para o alienígena azulado, vaporizando-o e antes que Jiisu pudesse fugir, este o segura pelos cabelos e o puxa, enquanto uma rajada concentrada é lançada contra o tórax deste pelas costas, para depois arremessar o corpo dele para o alto e desintegra-lo, enquanto que o corpo Rikuumu enfim toca o solo, caindo com um baque.
Fizera tudo isso, sempre olhando pelo canto dos olhos para Ginyuu, sendo que vira a aura dourada e rapidamente retira algo de dentro da armadura.
Nisso, o capitão com os orbes quase saltando das órbitas frente a visão de adquirir o corpo de um super saiya-jin, já tinha esticado as mãos, sorrindo vitorioso, gritando:
- Change!
Porém, um segundo antes do feixe dourado atingir Bardock, para criar a conecção para a troca de corpos, vê horrorizado que este sumira e uma espécie de sapo fora largado no ar, onde o saiya-jin estivera momentos antes, sendo que o animal caía, porém, se encontrando ainda na área de alcance da técnica quando esta é lançada.
Então, ele e o sapo trocam de corpo e nisso, o anfíbio ocupa o corpo de Ginyuu e o sapo, que é o capitão, tenta fugir, saltando, porém, é pego pelo pé de Bardock e antes que Tarble possa pedir para poupa-lo, já que não era mais uma ameaça, isso após se recuperar das mortes violentas que presenciou, Ginyuu é esmagado lentamente, propositalmente pelo saiya-jin, que queria fazê-lo sofrer até o último suspiro, sendo o que de fato acontece.
O jovem príncipe se recupera da visão das mortes violentas, mas, depois, balança a cabeça para os lados, enquanto suspirava cansado, pois devia esperar isso de Bardock.
Afinal, ao contrário dele e de Kakarotto, ele foi criado em meio a cultura agressiva e cruel de da raça deles, sendo que momentaneamente esquecera disso, já que pai e filho se pareciam e muito, ao menos em fisionomia, com a diferença do mais velho ter uma cicatriz na face, além de uma bandana vermelha.
Então, para a surpresa de todos, ele desintegra o sapo que estava no corpo de Ginyuu com uma rajada e quando Tarble ia falar algo, indignado com tal ato, ele olha para o jovem príncipe e percebe o quanto o olhar de Tarble e de Kakarotto eram iguais, de uma forma profunda, como se a alma de ambos fosse idêntica, por mais estranho que tal pensamento fosse, embora que confirmava o fato de que Tarble fora criado, em parte, tal como Kakarotto, ou seja, ambos foram criados longe da cultura e costumes da raça deles.
Antigamente, acharia algo ruim, mas, atualmente, ao fazer uma retrospectiva e ver o quanto fora infeliz, deixando a felicidade e o amor escaparem de suas mãos, não achara ruim. Inclusive achara muito bom, pois eles eram saiya-jins ímpares e não tinham um passado de sangue, tal como ele tinha, sendo um passado que não se orgulhava nem um pouco, atualmente e inclusive, repugnava-se, frente às centenas de milhares de vidas inocentes que ceifou ao longo de sua vida.
Então, se pronuncia:
- Se alguém o visse, poderia haver muitas perguntas e não acho algo bom alguém saber, além de nós, que a técnica Change existe. Não que acredito que outra raça não a possua, mas, quanto menos pessoas souberem, melhor.
- Verdade... É que nunca presenciei mortes tão horríveis. Afinal, vivi trancafiado no palácio, já que era uma vergonha para os meus pais.
"Tal como considerava e tratava Kakarotto" ele pensa amargamente, ao se recordar do pouco que vira o filho, perdendo a primeira palavra dele, os primeiros passos e tantas outras coisas que seriam consideradas ridicularmente emocionais e igualmente vexatórias para a sua raça, mas, que agora, ele sentia falta e muito, pois não fora uma figura presente em muitos momentos do filho e se arrependia amargamente disso, enquanto que sabia que o passado não voltava e que somente restava lidar com o presente e as recordações amargas.
- Eu entendo Tarble... Mas, saiba que há milhares de coisas que não me orgulho e tanto você, quanto o meu filho Kakarotto, tem o passado limpo, sem nenhuma mácula e sem sangue de inocentes nas mãos, como eu tenho e todos os demais saiya-jins - falava enquanto afagava a cabeça de Tarble, que fica inicialmente surpreso, para depois ficar feliz.
- Sinto muito.
Ele fala sinceramente pesaroso e nisso, Bardock fica estupefato, pois, parecera ter visto seu filho Kakarotto quando mais jovem, na figura de Tarble e depois, fica boquiaberto, ao ver a sinceridade nos olhos deste.
- Obrigado... Infelizmente, não há retorno o que fiz e só me resta tentar "reparar" meus atos, sendo que mesmo que dedique a minha vida inteira, não conseguirei reparar nem 1% de todo o mal e dor que causei. A morte da minha amada Liluni, pode ser considerado um castigo bem merecido para este Bardock, pois representa tanto o orgulho imensurável com que vivia, tal como a libertação de tais grilhões opressores, ao mesmo tempo. Agradeço todos os dias que Kakarotto nunca foi um "escravo" desse orgulho e agora, envolve você, Tarble. Você e Kakarotto cresceram livres, ao contrário de todos os demais que ainda são escravos destinados a sofrerem nas mãos de um senhor tão cruel e implacável, assim como os meus outros filhos.
Ele falava tristemente e o príncipe notava o olhar deste imerso em dor e angústia, sendo que o vê desfazer a transformação, enquanto que lágrimas peroladas rolavam por sua face, pois as lembranças de Liluni e a morte desta, eram um fardo demasiadamente pesado que carregava em seus ombros.
Então, o jovem vai até Niyei e pega Lian, que fazia festa no colo de Tarble, enquanto este caminha até Bardock, sendo que todos os outros se aproximavam.
- Este é o mesmo Bardock que os outros falaram? - Suong pergunta estarrecida.
- Esse mesmo, meu amor... Ele não é mais um escravo. É um saiya-jin livre do seu orgulho. Pena que teve que pagar um preço amargo por tal liberdade, assim como teve que encarar tudo o que fez, sobre outra ótica e perspectiva, sabendo que não pode culpar ninguém, além dele mesmo. Devemos ter pena dele e não raiva. O Bardock do passado e o atual estão separados por um abismo. Ele é um novo saiya-jin. Ele renasceu. - Eichiteki fala com um sorriso, enquanto percebia pelo ki dele, o quanto a morte de Liluni o abalara.
Nyei também concordara com Eichiteki, sendo que promete a si mesmo, que procuraria manter uma relação cordial com seu sogro, já que seu amado Kakarotto a marcara.
Nisso, Bardock ergue o rosto, quando Tarble se aproxima com Lian no colo, fazendo o pai desta ficar em uma perda de palavras, totalmente emocionado ao sentir o cheiro de sua filha e ver os grandes e brilhantes olhos inocentes, tal como um sorriso sincero em sua pequenina boca, sendo que ergue os braços e para as mãos no ar, incerto de pega-la, pois, não julgava-se digno de pegar um ser inocente, tendo as mãos manchadas com o sangue de tantos inocentes, inclusive da mãe dela, sua amada Liluni, pois, embora não a tenha matado, deixou eles a matarem, além de tê-la feito sofrer por anos.
- Coio! Coio! – a pequena pedia entusiasmada, frente a novidade, sendo que esta lembrava e muito o seu irmão.
Ela fazia festa, enquanto os olhos brilhantes pediam em súplica por um abraço do homem a sua frente, que pensara no quanto ela era feliz e confiante, lembrando e muito Kakarotto, fazendo seu coração se emocionar e ele falar, com a voz tremendo:
- Não sei se sou digno de pega-la...
- Como não é? - Tarble pergunta, sorrindo, estendendo Lian para Bardock - É o pai dela. Até agora, ela só teve o irmão mais velho e os "tios", amigos de seu irmão, além de "tias". Com certeza, irá querer o pai, já que é órfã de mãe. Pense que cuidar dela e protegê-la é uma forma de honrar a memória de Liluni e uma parte de sua redenção para com ela.
Bardock fica emocionado com as palavras sinceras pronunciadas pelo jovem que sorria para ele e nisso, vê Eichiteki mais atrás, sorrindo e acenando com a cabeça, encorajando-o.
Então, pega a filha pela primeira vez no colo e chora de emoção ao vê-la apalpar seu rosto, explorando, curiosamente aquele que a segurara, enquanto sorria, para depois fazer festa, principalmente, quando puxa uma das mexas do cabelo dele que desafiavam a gravidade, rindo e se divertindo, com o pai, comentando feliz, recuperando a voz:
- Vejo que é forte. Com certeza será muito poderosa quando crescer. Embora que para mim, o que importa é que ela seja feliz e saudável.
Nisso, a pequena olha para o pai, curiosamente e atentamente, com este falando, sem deixar de olha-la uma única vez com a voz embargada:
- Sou seu pai, Lian. Prazer em conhecê-la, minha filha... - nisso, chora ainda mais, ao se recordar do tempo que tentou mata-la, sendo que Kakarotto o impedira - Desculpe e sinto pela sua mãe.
Ele fala emocionado, enquanto a pequena nota que ele estava triste, então, abraça o rosto dele, que olha para ela, que murmura:
- Moso tiste...
Nisso, a abraça, sentindo que a mesma lhe dava forças, de uma forma mais intensa, enquanto murmurava, jurando a si mesmo:
- Papai sempre estará com você. Papai irá lhe proteger.
- Papa? - Lian pergunta, olhando para ele com os olhinhos confusos.
- Isso. Papa.
- Papa... Papa...
Então, após balbuciar novamente, o abraça, se divertindo com a nova palavra aprendida, enquanto ele escutava o riso alegre dela que revibrava em seu ouvido, sendo uma doce música para o mesmo. Uma doce música que ansiara e muito para tornar a ouvir, enquanto maravilhava-se pelo peso morno dela em seus braços.
Todos ficam emocionados com a cena e ao o verem cair de joelhos no chão, chorando de felicidade, enquanto abraçava a filha para depois, erguer-se, encontrando forças para se levantar, começando a brincar com ela, erguendo-a no alto, enquanto esta ria e fazia festa com a brincadeira, balançando os bracinhos e perninhas, enquanto ele sorria imensamente.
Então, após dez minutos, Bardock sente vários Ki´s desaparecendo, inclusive de Vegeta, que estava fraco, enquanto que sabia melhor do que ninguém, que seu filho odiaria ser rei e que Tarble não desejava tal cargo.
Além disso, os saiya-jins precisavam de um monarca, ainda mais depois de todo esse caos e confusão. Se fosse mudado, do nada, tal regime que imperava, geraria ainda mais tumulto, pois com certeza, a moral de sua raça encontra-se severamente abalada após essa invasão.
Claro, que se ele analisasse o modo como a sua raça lidava com os mais fracos, o melhor seria permitir seu extermínio, deixando apenas alguns sobreviventes. Mas, não conseguia virar as costas para o seu povo, por mais que estes não merecessem a salvação, até porque amava o seu planeta natal, o céu avermelhado, tão distinto dos demais planetas daquele sistema solar.
Por isso, até alguns minutos atrás, estava dividido entre salva-los ou não, até que toma uma decisão, ao olhar para Lian e recordar dos tormentos que Liluni sofreu, enquanto cerrava os punhos.
- Bardock-san?
Tarble pergunta, enquanto arqueava o cenho ao vê-lo olhar seriamente para trás, para um ponto qualquer, interrompendo momentaneamente a brincadeira com a filha, enquanto que Lian estava alheia ao que acontecia e se divertia, puxando a bandana dele, tal como os cabelos.
- Não vou salvar a minha raça. Se eles não querem ser exterminados, que lutem por suas vidas. Inicialmente, pensei em salva-los, mas, deixarei que o destino decida, se os saiya-jins viverão ou morrerão. Mas, mesmo assim, caso o destino decida que os demais de nossa raça devem viver, eles terão seu rei para ajuda-los e por isso, me limitarei a salvar apenas o imperador Vegeta. Prepare a Medical Machine. Ela deve ter sobrevivido à destruição, já que foi colocada no porão, próximo de uma cobertura de rocha bruta, propositalmente, conseguindo assim aguentar o desabamento da casa, sendo que percebi isso ao observar atentamente o local em que estava instalada.
- Mas, temos as senzus.
Tarble não entende porque usar a máquina, enquanto que ficara feliz que Bardock iria salvar o seu irmão, pois, com a transformação, voará mais rápido do que ele, e quanto aos outros de sua raça, não conseguia ter pena, não depois das atrocidades que fizeram.
Porém, sabia que Bardock também amava seu planeta natal, tal como ele e, portanto, nunca permitira que esse fosse destruído, apesar de tudo.
- Entendo o que Bardock está pensando... Se Vegeta se recuperar com as Senzus, irá questionar como se recuperou rápido e é muito inteligente, além de perspicaz, logo, não aceitará qualquer desculpa. Já basta que ele aprendeu de alguma forma, indireta, sobre o ki, pois notei que começou a manipular seu nível de energia, não como você, Kakarotto e Bardock fazem, pois ele ainda precisa refinar. Logo, o mais sensato é coloca-lo numa Medical Machine.
- Entendo...
Ele sempre ficou chateado de esconder tantas coisas de seu irmão, afinal, ainda o idolatrava e nada mudaria isso, mas, conquistou muitos amigos e alguém muito importante para ele, e por isso, não podia arrisca-los, por mais que se sentisse mal ao esconder tanta coisa de seu querido irmão mais velho e que sempre o protegeu dos pais deles desde que nasceu.
Kireiko abraça Tarble, desejando conforta-lo, pois sabia o que se passava com o seu amado, sendo que este retribui enquanto sorria e nisso, Bardock estende Lian para Nyei que sorri e segura a pequena nos braços que fica triste de se separar do pai, sendo que ao ver quem a pegara, ela se acalma, mas, mesmo assim, olhava com os orbes lacrimosos para o genitor que segurava a pequena mãozinha da filha em sua mão grande, enquanto fala, sorrindo:
- Irei voltar em breve... O seu papai tem que salvar alguém. - nisso, percebe que ela o olha concentrada, como se procurasse assimilar o que ele falava, sendo que sorri ainda mais, notando que além de feliz, era também esperta e inteligente - Até.
Nisso, voa para o céu, enquanto que Lian acenava com as mãozinhas e murmurava:
- Xau, xau, papa.
Então, rapidamente, após alguns minutos de voo, ele chega ao local e vê centenas de corpos com alguns saiya-jins no meio, enquanto procurava o seu rei, o encontrando no centro dos corpos, puxando-o, para ancora-lo em um braço, vendo que este ainda estava vivo, embora estivesse entre a vida e a morte.
Nisso, voa rapidamente e ao perceber que este está inconsciente, se transforma em super saiya-jin, conseguindo chegar rapidamente na casa do avô de Tarble, desfazendo a transformação, enquanto que o irmão mais novo de Vegeta o segurava, ficando desesperado ao ver o ki deste tão baixo e o corpo dele tão ferido.
Rapidamente, Bardock limpa as pilhas e destroços em volta da máquina, terminando o trabalho que o jovem príncipe começara, com todos vendo a medical machine, intacta em um canto, pois, toda a sua área fora construída embaixo de uma rocha sólida, ao contrário do resto da casa.
Logo, o saiya-jin mais velho percebe que a bateria dela estava completamente cheia e nisso, prepara a máquina, enquanto Tarble voa com o seu irmão desacordado em seus braços, sangrando e muito, deixando uma trilha no chão, até o porão, sendo que o mais velho já abrira a porta da Medical Machine.
Nisso, o príncipe coloca Vegeta com cuidado dentro da espécie de câmara, assim como colocando a máscara de respiração e os fios no corpo deste.
Então, a porta abaixa e a câmara se enche com o líquido curativo, para depois aparecer no visor o andamento da cura e o tempo que demoraria.
- Tsc... É antiga mesma. É mais antiga do que pensava. Vai demorar quase quatro meses.
- Quatro meses?! - Tarble fica desanimado, olhando para o seu irmão.
- Sim. Os ferimentos foram severos demais – nisso, ele fala apertando alguns botões que mostravam diversos gráficos e números, assim como a simetria de um corpo, falando após analisar atentamente as informações - e acredito que mesmo a máquina mais moderna, não conseguiria cura-lo antes de um mês. Quanto Freeza for derrotado, o levamos para uma máquina mais moderna. - Bardock fala.
Enquanto isso, o tempo inteiro, Eichiteki estivera em uma intensa conversa mental com Kakarotto, pois este sentira Bardock lutando junto deles e o ki deste se elevando, ao mesmo nível do super saiya-jin, enquanto que o sensei deste contara sobre o ocorrido, a morte dos membros da Ginyuu Tokusentai, os atos dele de salvar a sua filha e a nora e o fato de Vegeta ter sido encontrado a beira da morte por Bardock e que agora, estava sendo tratado.
Quando Kakarotto o contatou mentalmente, estava apavorado frente ao nível de poder de seu genitor, para depois ficar surpreso e em seguida, estarrecido, sendo que no final do relato ficara chocado ao saber que seu pai salvara a filha que chamava de bastarda e odiava há alguns meses atrás e nisso, Eichiteki se pronuncia:
"Ele mudou. O Bardock do passado e do presente encontram-se separados por um abismo. Eu contei para você o sofrimento e desespero dele pela perda de sua amada e o quanto ele ama a filha mestiça, Kakarotto. Seu pai mudou e muito, sendo que devia ver isso, essa mudança e consequentemente, o presente, não se prendendo ao passado. Ele é um outro homem, profundamente arrependido e no caminho da redenção por seus atos. Inclusive, sofre pela vida dos inocentes que ceifou conforme conquistava planetas."
"Mas..." - Kakarotto tenta argumentar, hesitantemente.
"Mas nada, filho. Ninguém pode mudar o seu passado e ele está tentando viver com este, enquanto procura vivenciar o presente, lidando com tudo o que fez. O que ele busca é a paz de espirito e a chance de consertar, pelo menos o ínfimo de dor e sofrimento que causou, começando com a sua filha. Além disso, ela é só o começo. Acredito que ele nunca mais vai matar inocentes."
"Será?"
"Acredito nisso, pois se arrependeu do sangue que repousa em suas mãos, frente a todas as atrocidades que cometeu na vida... Contei tudo o que aconteceu, as reações dele e falas. Tudo, para que perceba o quanto mudou e se duvida do que falo leia o coração dele que entenderá. Ele precisa de seu perdão e de seu apoio. Lian é apenas o começo da cura dele, além de que, sabe que só posso contar com vocês dois. Pois, Raditz e Turles, não serviriam para isso, já que ainda são escravos do orgulho."
"Estou me aproximando de Freeza e queria pedir, se pudesse, para meu pai ficar por perto. Afinal, esse desgraçado não se importa de destruir um planeta e pode sobreviver no espaço. Adoraria poder lutar de um para um contra ele, sozinho, mas, não posso arriscar as pessoas que amo. Jurei a mim mesmo que aproveitaria a terceira chance que me foi dada e não vou desperdiça-la. Assim, se ele tentar algo, terá que se entender com o meu pai."
"Entendo... Irei falar isso com Bardock. Sobre você e o seu pai, deixe para depois, quando nos livrarmos da ameaça deste arcosiano. O importante é derrotar Freeza, pois, de fato, além de ter o poder para explodir um planeta, pode sobreviver no vácuo do espaço."
Nisso, saí da conversa mental e se aproxima de Bardock, que tornara a brincar com a filha para a alegria desta, enquanto Eichiteki falava do pedido de Kakarotto, fazendo este se surpreender, pois julgou que seu filho adoraria lutar um contra um com Freeza, sendo que Eichiteki explicara o motivo, assim como para que ele ficasse de "prontidão", contando também das duas situações que o filho dele ganhou uma "segunda chance" e que não desejava mais arriscar o destino daqueles que amava, sendo que fora uma promessa que fez a si mesmo.
Além disso, o chikyuu-jin fala que será muito difícil para Kakarotto matar o arcosiano, por mais cruel que este seja e que essa função caberia a ele, provavelmente.
Bardock compreende então o motivo, sabendo que seu filho chegou ao ponto de recusar seguir o seu sangue saiya-jin, renegando-o, sendo algo dificílimo, já que era um saiya-jin puro, apenas para evitar que todos que ele amava morressem, caso o arcosiano fizesse algum movimento extremo.
Ademais, se orgulhava de seu filho não ser um assassino e, portanto, não permitiria que ele se tornasse um, pois já bastava ele ter as mãos sujas de sangue.
- Meu filho não tem nenhum sangue em suas mãos, inocente ou não. Portanto, não deixarei elas serem machadas. Se alguém vai matar esse bastardo do Freeza, será esse Bardock. Não desejo que ele tenha qualquer mácula quanto a isso.
E nisso, ele voa em direção a Freeza, sabendo que Tarble podia lidar tranquilamente com os soldados.
Enquanto isso, Kakarotto enfim se aproxima do local em que o arcosiano se encontra matando saiya-jins, sendo que tinha uma senzu nas mãos para comer antes de chegar na frente de seu inimigo, pois gastara algum poder, enfrentando vários soldados que apareceram na sua frente e perante Freeza, queria estar totalmente recuperado e no ápice de seu poder.
