Notas da Autora

Surgem vários grupos de saiyajins descontentes com a administração do novo imperador, Kakarotto...

Nisso, um desses grupos resolve agir e o seu alvo é...

Yo!

Antes de tudo, quero avisa-los que fiz capas novas! XDDDDDD

Além disso, também melhorei a sinopse de todas as fanfictions.

Tenham uma boa leitura ^ ^

Capítulo 48 - Atentado

No dia seguinte, Kakarotto estava mais ao norte do planeta, fiscalizando a construção de alguns Domos e de Centrais, assim como aquelas destinadas as medical machines, assim como instalação de muitas.

Afinal, elas eram umas das prioridades em decorrência do fato de ser um povo guerreiro, assim como os Domos e Centrais, visando deixar a população mais "relaxada", a sua maneira, assim como para terem um lugar propício para lutarem, diminuindo assim a tensão nos mesmos, tal como evitando a destruição de algum edifício ou que atingissem algum alienígena por acidente, caso lutassem em um local aberto.

Seu pai, Bardock, estava mais ao sul, fiscalizando os mesmos tipos de construção e em seguida, iria rever o processo de construção de muitas moradias, inicialmente simples, mesmo para os de Elite, apenas para terem um teto sobre a sua cabeça, até poderem reconstruir conforme desejavam, mais para frente, quando Bejiita voltasse a ser como era antes da invasão de Freeza.

Tal fiscalização será feita na parte sul do planeta por Kakarotto também, após o mesmo terminar a vistoria dos demais prédios e estabelecimentos definidos como prioridade.

Claro que viver em uma casa básica e simples, irritara profundamente os que eram de Elite e inclusive, os de Primeira classe que haviam sobrevivido, pois, era do mesmo tipo das moradas dos de Terceira classe.

- Kôkuo-sama.

Kakarotto estava vistoriando o local de instalação de alguns edicais machines, tendo ao seu lado um dos poucos escravos engenheiros que sobreviveram, enquanto que não ouvira que alguém o chamara, por estar absorto na explicação do engenheiro de como seriam erguidas as fundações e os canos de escoamento, assim como o de alimentação dos aparelhos, tal como o da fiação.

Então, um dos guardas se aproxima e fala:

- Meu imperador, um soldado de Elite deseja fala-lhe.

Ele meramente arqueia o cenho, enquanto processava a informação, pois estivera compenetrado nas plantas e na explicação, além do fato de não ter se acostumado a ser chamado de imperador.

Então, olha para trás e vê o soldado impaciente, assim como outros que o seguiam, mantendo-se um pouco afastado e suspira cansado, falando ao escravo que terminava de mostrar aonde seria a instalação dos tubos de escoamento e de alimentação das máquinas, assim como de recirculação dos mesmos, enquanto se preparava para falar sobre a fiação e seu posicionamento.

- Preciso ir ver o que os soldados querem. Depois eu volto para você me explicar novamente o sistema de recirculação, tudo bem?

Ele pergunta gentilmente, algo que não surpreendeu mais o escravo, pois, se acostumara com o saiyajin gentil e igualmente amável, assim como também imperador, que chegara naquela manhã para vistoria das construções e os projetos dos mesmos.

Apenas conversara algumas horas, mas, fora suficiente para ele simpatizar-se por Kakarotto, enquanto sentia-se feliz por ver um saiyajin trata-lo com consideração, mesmo que fosse o único, embora ouvira boatos de que o pai dele se tornara mais respeitoso com os escravos nos últimos tempos.

- Sim, meu senhor. – ele se curva levemente e nisso, Kakarotto apoia a mão no ombro dele e sorri, fazendo o escravo retribuir.

Os soldados reviravam os olhos ao verem um saiyajin gentil com os inferiores, mas, não falaram nada, pois, testemunharam o poder dele quando um guarda ousou olha-lo com asco e em decorrência disso, tiveram que inaugurar uma medical machine recém-instalada em um lugar próximo dali e por isso, não desejavam vê-lo irado, novamente.

Afinal, eles tinham amor à vida e não queriam passar meses em uma medical machine, como o colega deles passaria,

Kakarotto já se acostumara a trata-los brutalmente, no caso, os seus conterrâneos, pois notara que de fato, não compreendiam a gentileza, somente a força e igual medo. Portanto, procurava agir com eles, como os mesmos desejavam serem tratados, reservando-se a ser gentil somente com os escravos, sendo que somente estes viam o seu sorriso e olhar amável, assim como bondoso.

Aos demais saiyajins, sobrara à violência e o medo, pois, notara que só entendiam essa linguagem e nada mais, sendo confirmado por Kakarotto, conforme ele interagia com os seus conterrâneos.

- O que querem? – pergunta secamente, enquanto arqueava o cenho.

- Somos de Elite e as nossas casas são simples demais.

- Bejiita está com pouca mão de obra, tanto, que saiyajins estão tendo que construir juntamente com os poucos escravos remanescentes. Portanto, as construções estão sendo priorizadas, no sentido de garantir pelo menos uma morada aos saiyajins. Mas, como são muitos, se faz necessário erguê-las sem luxo ou privilégios. Quando Bejiita volta a ser o que era antes, vocês poderão erguê-las como desejarem.

- Mas, é vexatório... Para um saiyajin de terceira classe, tudo bem. Mas, somos...

Porém, antes que ousasse argumentar, Kakarotto os observara com um olhar estreitado, podendo-se ver a ira velada nos orbes ônix que pareciam tempestuosos, fazendo-os engolirem em seco.

Um saiyajin de terceira classe que ouvira isso ao passar pelo local, sorriu de ponta a ponta do rosto, pois adorou o fato do imperador ter apavorado os de Elite, assim como não se deixava influenciar pelas demandas dos mesmos.

- E se estão com tempo para reclamarem das suas moradas, vão para alguma construção e comecem a erguê-la! Não se esqueçam de que a ordem vigente nesse período é que todos os saiyajins, sem exceção – ele faz questão de frisar "sem exceção" – se dediquem a ajudar a reconstruir Bejiita, em vez de ficarem reclamando de tudo, até do tempo, se bobear! Nem parecem saiyajins!

Ele olha com um olhar de ódio uma última vez para eles, pois, ultimamente, dera de ser questionado por muitos saiyajins, principalmente os de Elite e de Primeira classe, que se encontravam descontentes com as suas ordens, sendo que não buscavam compreender o quanto o planeta estava fragilizado e consequentemente, exposto a uma nova invasão alienígena.

Em decorrência dessa incapacidade de compreensão ou cegueira autoprovocada por eles mesmos, estava se contendo e muito de não espanca-los quase até a morte, de preferência.

Só não cedia ao seu impulso, porque havia poucos saiyajins, considerando a população antes da invasão de Freeza e por isso, ele não podia surra-los como mereciam.

Então, vira de costas e caminha até o escravo, enquanto os soldados retornavam a sua posição inicial, escondendo o olhar de raiva e de igual asco que sentiam por ele, sendo que somente não o atacavam, pois, era poderoso e eles tinham amor a sua vida.

Então, Kakarotto torna a sorrir para o escravo que sorri também, enquanto torna a abrir as plantas em cima da espécie de mesa, explicando a instalação dos mecanismos.

- Eu disse que não adiantava falar com esse desgraçado. – um saiyajin mais ao longe fala, já tendo se afastado com o grupo.

- Ele só age assim, pois, sabe que não conseguiríamos derrota-lo, mesmo que nos uníssemos. Ele é poderoso demais e o olhar dele evidência o seu desejo de nos surrar.

- Que droga! A casa é humilde demais! Somos soldados de Elite! Nossas casas tem que ser as melhores do planeta, com exceção do palácio real! Que se danem as demais classes!

- Concordo com você... Tais moradas são humilhantes e prefiro mil vezes ficar ao relento a dormir naquela pocilga!

- Mas, o que podemos fazer?

- Eu tenho uma ideia... Não poderíamos atingi-lo diretamente, mas, aquele que está coordenando e que decidiu as prioridades.

- Não foi ele? – o outro arqueia o cenho.

- Não. Ele determinou as prioridades, mas, quem traçou o plano foi o otouto de Vegeta, Tarble. Ele apresentou a Kakarotto e Bardock. Ele, o imperador e o pai deste, aprovaram e determinaram o que seria executado primeiro e, além disso, é uma espécie de coordenador, além de fiscalizar os orçamentos, ficando a cargo dele a parte financeira pelo que soube.

- Bem... Ele será um alvo mais fácil. Afinal, não é um super saiyajin, além de ser um novato e não um veterano como Bardock.

- Além disso, está para se unir com uma escrava, segundo os boatos... Ele é como Kakarotto, um saiyajin patético e que trata os escravos com respeito.

- Então, vamos agir. Pois, ele envergonha a nossa raça – o outro falando sorrindo malignamente e todos os outros retribuem tal sorriso, enquanto o seguem.

Longe dali, na sala principal do castelo, usada comumentemente para reunião, Tarble estava fiscalizando os orçamentos, assim como as finanças, fazendo contas e definindo estratégias financeiras, enquanto estava completamente alheio aos planos que estavam sendo traçados contra ele por saiyajins de Elite descontentes com a administração atual do planeta.

Além de ter que ficar no castelo para observação e fiscalização das contas, assim como definir prioridades financeiras para os inúmeros projetos apresentados, precisava ficar alguém no castelo, a fim de defender Kireiko, Nyei e os demais, assim como Lian, pois, tanto ele, quanto Kakarotto e Bardock sabiam que havia saiyajins descontentes, sendo que muitos destes poderiam se tornar uma futura ameaça a eles e, portanto, todo o cuidado era pouco.

E como não havia como localiza-los, somente restava a eles ficarem em vigilância constante, pois os que estavam em maior perigo era Nyei e os outros e sem nenhum deles saber, Tarble era visado como fraco e se tornara também um alvo tal como os outros, com esses desconhecendo por completo o fato de que ele era poderoso e não fraco, como julgavam que era.

O jovem ergue a cabeça e a mexe para os lados, enquanto suspirava cansado, pois eram muitos números para fiscalizar. Não no sentido que não podia lidar com as papeladas e aspecto financeiro. Pura e simplesmente, era o fato de que estava na mesma posição há horas e sentia câimbras, decidindo passear um pouco pelo castelo para "esticar" os membros.

Nisso, ele saí da sala, sendo que havia guardas do lado de fora que se curvaram para o príncipe quando ele saiu, sendo que o mesmo se dirigia até o seu quarto, visando convidar Kireiko para passear com ele, a fim que pudesse espairecer um pouco e também aproveitar a companhia de sua amada.

- Ele já saiu. Provavelmente, irá até aquele animal inferior e em seguida, sairão para o jardim. – um dos soldados fala pelo scouter.

- Ótimo... E há soldados no jardim?

- O efetivo está baixo demais, pois muitos foram remanejados para auxiliarem na construção. – fala com visível desgosto.

- Excelente. Obrigado pela ajuda. – o saiyajin do outro lado do scouter agradece.

- Espero que consigam acabar com esse pequeno bastardo e igual vergonha de nossa raça.

- Iremos conseguir. Fique tranquilo.

Nisso, a ligação é encerrada e ambos os soldados se entreolhavam com sorrisos malignos, sem notar que um escravo ouvira a ligação e vira tais sorrisos.

Porém, ele fora incumbido a cumprir uma ordem e temia o castigo de não cumpri-lo por mais que desejasse avisar o gentil saiyajin que o tratava com respeito.

Por isso, decide pegar rapidamente o que fora ordenado, para ser liberado o quanto antes e assim tentar avisa-lo.

Após alguns minutos, pegou o que fora solicitado e entregou a quem o ordenou, para em seguida se encontrar livre de tal incumbência, correndo então até o quarto de Tarble em tempo recorde.

Porém, ao chegar, descobre que já era tarde demais.

- O quê? Estão tramando contra Tarble-sama? – Eichiteki fica assombrado.

- Sim.

Então, ele fala sobre os soldados, quem eram e o ancião terráqueo o tranquiliza, falando que eles tinham como avisar o príncipe e o mesmo gradece. Além disso, fala que avisaria Kakarotto assim que pudesse e o outro escravo acena, embora ainda estivesse preocupado com o jovem príncipe, pois ele tratava os escravos com respeito e gentileza, além de inibir muitos castigos sempre que podia.

No jardim, Tarble está com Kireiko e ambos não perceberam um grupo de saiyajins, escondidos em locais estratégicos, sendo que os mesmos lançam esferas de energia contra o casal.