Notas da Autora
Enfim, Tarble consegue se transformar em um super saiyajin.
Após esse atentado, Kakarotto, Bardock e Tarble decidem...
Yo!
Responderei amanhã os comentários ou até hoje, mais tarde, pois, agora estou ouvindo trovões e não quero arriscar ficar com o computador ligado por muito tempo.
Tenham uma boa leitura ^ ^
Capítulo 49 - Super saiyajin Tarble
Tarble havia acabado de ser avisado sobre os saiyajins e tenta salvar Kireiko ao perceber o ataque sorrateiro.
Porém, um dos ataques a acerta, não diretamente, mas o chão a frente dela e a lança no ar, fazendo a mesma se chocar contra uma árvore.
O jovem príncipe vê em câmera lenta e então é tomado por uma ira intensa e absurda em um nível que nunca sentira antes em sua vida.
Então, de repente, o céu fica escuro e relâmpagos caem em torno dele e os demais saiyajins ficam estarrecidos ao verem que ele se transformou em um super saiyajin, surpreendendo a todos ali presentes, que ficam estáticos frente a tal visão.
Ele ia ataca-los, quando se lembra do estado de Kireiko e corre até a mesma, enquanto pegava uma senzu de dentro de sua armadura, dando para ela, discretamente, ajudando-a a engolir, pois estava inconsciente e a beira da morte, sendo que os ossos do seu corpo estavam quebrados, tal como o seu pescoço, enquanto que Tarble agradecia dela ser uma guerreira também, com um corpo treinado, porque isso a impediu de morrer imediatamente frente à onda do impacto do golpe no chão a sua frente e ao posterior choque de seu corpo contra uma árvore.
Então, ao ver que ela conseguiu engolir a senzu, graças à ajuda dele e que a mesma se recuperava, ele deposita delicadamente a cabeça dela no chão, para depois se erguer, com os seus olhos verdes incandescentes, tomados de uma ira extrema, sendo que aqueles que os atacaram, ficaram apavorados, pois, era um olhar repleto de ódio e desejo de vingança.
Como se o sangue retornasse ao corpo deles, os mesmos se levantam para tentar fugir do local, apavorados demais com a transformação do príncipe.
Porém, não conseguem e são surrados violentamente por Tarble, que controlou seu poder ao máximo para não matá-los, pelo menos naquele momento, porque queria fazê-los sofrerem pela dor de sua amada e após todos estarem à beira da morte, tomado pela ira, se preparava para mata-los, quando Kireiko corre até ele, o abraçando e falando, desesperada, enquanto chorava:
- Por favor... Não se compare a eles. O Tarble que conheço não mataria um único ser vivo, ainda mais um que já está derrotado. Por favor, não chegue ao nível deles. Não ouse ser como eles. Você é bom e tem um coração gentil. Não é como esses monstros. Por favor... Não manche as suas mãos com o sangue imundo deles.
A voz dela parece despertá-lo de sua fúria e então, passa a olha-la, desfazendo a transformação e a abraçando, confortando-a, enquanto falava:
- Eu sinto muito... De fato, quando nos transformamos, principalmente a primeira vez, nossos instintos saiyajins tornam-se exacerbados... Eu não conseguia sentir outra coisa além do prazer de surra-los e um desejo intenso de mata-los. É algo desconcertante para se sentir, principalmente agora que desfiz a transformação.
- Eu fico feliz que você tenha voltado ao normal. – Kireiko fala em meio a lágrimas, enquanto sorria.
- Me desculpe por não tê-la protegido e por tê-la feito sofrer ao ver essa cena.
- Tudo bem... O que importa, é o que o meu Tarble voltou para mim. – ela fala com um imenso sorriso, ainda emocionada,
Nisso, eles aproximam o rosto e se beijam, docemente, para depois o aprofundarem com Tarble tomando a iniciativa, algo que a surpreendeu, enquanto a cauda dele enrolava em sua cintura e ele a abraçava em um misto de possessividade e igual temor, o mesmo temor que sentiu quando viu a vida dela se esvaindo de seu corpo, sentindo que naquele momento a estava perdendo para sempre, sendo que esperava nunca mais sentir tal sensação, pois fora desoladora demais.
Então, o gemido de dor fraco de um dos saiyajins faz o casal despertar e Kireiko fala ao examina-los.
- Eles precisam ser levados a Medical Machine ou irão morrer.
Nisso, após recolher os scouter deles para posterior análise, Tarble já acessara seu scouter e entrara em contato com alguns soldados do castelo, solicitando medical machines para os saiyajins que estavam caídos, sendo que deveriam recolhe-los.
- O que não seria uma grande perda, sinceramente falando. – Tarble fala friamente ao olha-los e apesar disso, não os mataria.
Afinal, não era um assassino como os demais saiyajins, mas, não quer dizer que sentia pena deles. Não tinha piedade nenhuma pelo estado dos mesmos.
- Concordo... Mas, não quero que seja um assassino.
Kireiko fala, levantando-se, enquanto sente que é abraçada pelo seu saiyajin que enrola, novamente, a sua cauda na cintura delicada, enquanto apoiava o seu queixo no ombro dela que treme levemente ao sentir a respiração quente dele se chocar contra a sua pele.
- Não serei... Você tem razão. Não quero ser como eles, pois, os repudio... Vamos entrar. Vou ficar o dia inteiro com você. Mas, antes, preciso cuidar dos demais traidores, pois sei quem são.
- Tarble... – ela fala, em um tom preocupado e nisso, se surpreende quando ele sorri para ela, confortando-a.
- Não se preocupe. Não sou um desgraçado assassino como eles. Mas, não quer dizer, que não mereçam levar uma boa surra e não se preocupe, temos medical machine o suficiente para eles. Inclusive, já vou reservar duas adicionais, além de pegar o scouter deles para descobrir o líder desta emboscada, pois, com certeza, o mesmo não está dentre eles. Pelo menos, eu acredito nisso.
- Espero que consiga descobrir.
- Vou escolta-la até o quarto de Kakarotto e quero que fique lá com os demais, pois, assim será fácil defendê-los.
- Verdade. – ela consente sorrindo e nisso, eles se afastam, com ele mantendo a cauda na cintura dela, enquanto davam as mãos.
Quando alguns servos e saiyajins chegaram ao local e viram os saiyajins que estavam à beira da morte, ficaram em choque e ao olharem para Tarble e Kireiko, os soldados se preparavam para olha-los com asco, quando o jovem príncipe fala em uma voz cortante e igualmente mortal, deixando-os estarrecidos, pois, a raiva dele ainda estava consideravelmente intensa.
- Recomendo que guardem para si as suas opiniões, a menos que queiram acabar como eles e ademais, estes lixos atentaram contra a minha vida e da minha futura companheira. Os coloque na Medical machine, que irei comunicar ao meu irmão, o imperador Kakarotto e irão se entender com ele por esse crime contra um príncipe.
Os saiyajins ainda estão estáticos e nisso, Tarble se afasta e quando estavam longe do local, a sós, Kireiko comenta surpresa:
- Não imaginava que conseguisse falar nesse tom.
- Digamos que o atentado contra nós e a sua quase morte ainda se encontram consideravelmente "frescos" em mim, digamos assim, além de que, tal ato me fez rever alguns conceitos e também, concordo com o meu irmão. Os meus conterrâneos não entendem outra linguagem a não ser a do medo e da violência. Portanto, decidi praticar tal atitude e irei continuar assim a partir de agora, pelo menos em relação a eles.
- Isso é verdade. Somente assim há respeito.
Então, ao deixa-la no quarto com ambos se despedindo com um beijo casto, uma vez que Lian estava olhando curiosamente para eles, deixando-os sem graça, Tarble sai dali, enquanto a sua cauda se contorcia de raiva na cintura, pois, ameaçar a sua futura companheira fora a gota d´água e se eles queriam um saiyajin possesso, eles conseguiram.
Os guardas que estavam ao lado da porta da sala que o príncipe usava para rever os documentos continuavam ali e ao vê-lo, não conseguiram disfarçar o olhar de surpresa ao verem ele vivo e bem, sendo que Tarble estava irado e quando se aproxima, fala:
- Descobri os culpados de um atentando contra a minha pessoa e a minha futura companheira. Preciso de ajuda para lidar com eles e como vocês sabem, o efetivo está baixo demais para mover outros soldados de suas funções.
- Sim, Tarble-sama. – um deles fala controlando a ira e asco na voz, quando ele se referiu a um ser inferior e patético como companheira.
- Ótimo. Sigam-me.
Nisso, leva ambos para uma sala discreta, pois, se os surrasse ali mesmo, poderia acabar envolvendo algum servo inocente que estivesse de passagem naquele local, além do fato de que, para onde iam, caso ele exagerasse, não havia perigo de provocar algum dano à estrutura do palácio, pois aquela ala ainda estava em reforma.
Então, quando entram, os soldados olham para os lados, identificando-a como uma sala imensa que estava ainda em reforma e em um piscar de olhos, Tarble retira o scouter deles e guarda dentro da armadura e antes que pudessem falar alguma coisa, este começa a surra-los, consecutivamente, com a face irada, enquanto gritava:
- Vocês quase mataram a minha companheira e como devem saber, mexer com a companheira de um saiyajin é a última coisa que alguém racional e consciente faria! Julgaram-me fracos?! Então, encarem o fraco! Seus bastardos miseráveis! Desgraçados malditos!
E a surra prossegue por mais meia hora com Tarble controlando ao máximo a sua força e poder, garantindo assim que quebrasse todos os ossos deles, menos o crânio, até que eles não se levantam mais, enquanto se encontravam vivos, mas, agonizantes pela dor intensa.
Então, ele sai da sala que estava encharcada com o sangue deles que esguichara, sendo que havia saiyajins do lado de fora que ficaram estáticos ao verem o olhar dele de ira, tal como de Kakarotto, fazendo o sangue deles gelarem, notando então o sangue na roupa deste, enquanto ouviam a voz repleta de asco e ira:
- Peguem esses vermes e os coloquem na medical machine o quanto antes.
- Sim, Tarble-sama! – eles falam em usino e correm para cumprir a ordem.
Então, ele vai ao seu quarto para tomar um banho e tirar o sangue deles, enquanto sentia ainda os pêlos de sua cauda eriçados, sendo que apesar de não ser um saiyajin violento, poderia se tornar um, se ousassem ferir a sua amada.
Afinal, era um saiyajin, apesar de tudo, sento diferente deles por ter um coração gentil e amável, algo que seus conterrâneos não possuíam, a não ser raras exceções como ele.
Quando anoitece, Kakarotto e Bardock chegam das vistorias e encontram um Tarble sério na entrada do castelo e então, se entreolham e o jovem fala:
- Preciso falar com vocês em particular.
Ao ver a reação deles, percebe que não sentiram a transformação dele, pois, foi muito rápida e que, provavelmente, naquele momento, deviam estar muito compenetrados em algo para terem percebido, o que não seria estranho.
- Claro. – Kakarotto concorda confuso e nisso, ambos o seguem até uma sala.
- O que aconteceu Tarble? – nisso, Bardock fica preocupado – Aconteceu algo com Lian ou Nyei? Ou com os outros?
- Não... Mas, hoje, sofri um atentado.
- O quê?! – Kakarotto fica estarrecido.
- Alguém se feriu?
- Kireiko. Ela quase morreu, mas, consegui salva-la com uma senzu. Por sorte, tinha algumas.
- Esses bastardos! – o imperador fala irado, enquanto cerrava os punhos.
- Desgraçados... Depois de tudo! – Bardock exclama igualmente irado.
- Eles estão vivos, mas, graças a Kireiko, pois na hora, estava tomado pelos instintos saiyajins e queria mata-los, pois já considero Kireiko como minha companheira.
- Perfeitamente normal essa reação... Mas, fico feliz que não tenha cumprido o intento, graças à interferência dela. – Bardock comenta seriamente.
Kakaroto e Tarble o olham, surpresos e este fala:
- Você não tem o passado coberto de sangue como este Bardock e os demais. Já assassinei e matei centenas... Não, milhares e milhares de vidas. Mas, vocês não. A mão de vocês não é manchada de sangue e oro para que nunca seja, pois possuem o seu passado sem quaisquer máculas. Chega a ser um conforto para esse Bardock, se for comparar comigo – ele fala controlando o intenso pesar que sentia pelos milhares de assassinatos que cometeu ao longo de sua vida.
- Não se sinta assim... Você se arrependeu e está procurando se redimir otou-san.
- Eu sei Kakarotto. Mas, mesmo que dedique a minha vida inteira a isso, não conseguirei remover essa mácula.
Os outros dois se entreolham, enquanto que sabiam melhor do que ninguém que o que ele falara era verdade. Bardock matou milhares e milhares de seres, além de torturar e praticar inúmeros e diversificados atos violentos. Era algo que não mudaria, mesmo que se passassem décadas e não havia como voltar atrás.
- O que importa, já que não podemos mudar o passado, é mudar o futuro e fazer de tudo para salvar outros povos e quem sabe, não consiga enfim a sua redenção? Ou ao menos, diminuir o peso de sua culpa?
- Verdade.
- Quanto ao atentado, tiveram a ajuda de dois guardas, sendo aqueles que estavam ao lado da minha porta, que vocês viram mais cedo.
- Desgraçados... – Kakarotto fala, irado.
- Peguei os scouters de ambos, assim como os que nos atacaram e estou pesquisando para descobrir quem foi o mandante. Afinal, mesmo os de Elite não têm muito interesse em aprender sobre tecnologia e não sabem que há meios eficientes de rastrear e de descobrir quem são.
- Isso é ótimo, Tarble-sama. – Bardock comenta – O quanto antes identificamos eles, melhor, embora sabemos que há outros.
- Verdade... Pelo menos, conseguimos de um e isso já é um começo. – Kakarotto comenta pensativo.
- E quando acha-los, pegaremos o scouter deles, assim como os computadores das naves e quanto ao interrogatório, os entregue para mim, que conseguirei descobrir tudo. – o saiyajin mais velho fala.
- Não precisamos de tortura, nós sabemos... – Kakarotto ia comentar, quando é cortado pelo genitor.
- Eichiteki me ensinou. Se apoiar a mão na cabeça deles, descobrirei o que preciso saber. O problema, é que terão que ser assassinados em seguida, para que tal habilidade fique só entre nós.
Tarble e Kakarotto se entreolham e de fato, ninguém mais deveria saber de tal técnica.
- Tenho outra coisa para contar a vocês. Algo que não podia falar pelo scouter. – ele quebra o silêncio incômodo que imperou por alguns minutos.
- O quê? – Kakarotto pergunta arqueando o cenho, sendo tal gesto seguido pelo pai deste.
- Me transformei em super saiyajin quando eles atacaram Kireiko.
- Meus parabéns, Tarble! – o imperador sorri, enquanto o parabenizava.
- Obrigada, nii-san. – ele fala sem graça.
- Mas, por que será que não sentimos isso? – Kakarotto pergunta, arqueando o cenho.
- Talvez, nesse momento, estivéssemos compenetrados em algo e por isso, acabamos por não sentir, além do fato, que não era hostil. Pelo menos, é o que acredito. – Bardock fala.
- Provavelmente foi isso. – Tarble comenta.
- Esses que te atacaram viram a sua transformação, né? – Bardock estava feliz por ele ter se transformado, mas, ficara preocupado.
- Eles viram, Tarble? – Kakarotto pergunta agora preocupado.
- Sim. Eles viram a minha transformação e estou com receio que o meu nii-san Vegeta descubra.
- Não será nada bom se ele descobrir, ainda mais que é orgulhoso demais. Por isso, decidimos esconder a transformações do meu tou-san.
- O que foi fácil, já que as únicas testemunhas eram você e os outros. – Bardock sentencia.
- Eles não vão ficar calados e os outros podem ficar sabendo e será questão de tempo para que isso chegue aos ouvidos dos demais e depois para o do meu irmão, quando ele voltar. – o jovem comenta preocupado, pois, sabia que seu irmão tinha um orgulho imenso e que este já fora ferido com a transformação de Kakarotto.
