Gente eu nem vou pedir desculpas, porque chega a ser cara de pau minha, mas vou explicar o que houve. Bom, estou bastante atrasada, mas por motivos familiares infelizmente, depois disso entrei em prova, e só agora tive um descanso, thank's God! Então curtam, porque esta bem CALIENTE.
ps: misturando português, inglês e espanhol... to bem não hahahahaha bjsssssss :)
A tarde havia sido extremamente agradável. Ginny era tão divertida e fofa, que parecia uma boneca. Acabei comprando algumas coisas pra mim também, mas nada que batesse a quantidade de sacolas que Ginny tinha.
Chegamos a minha casa por volta das 20h00min e Josh estava lá para buscar Ginny.
- Nossa amor! Você comprou o que? – ele disse arregalando os olhos ao ver a quantidade de sacolas que tinha no porta mala.
- Coisas pro apartamento, e algumas roupas. – ela disse beijando ele.
- Jesus... – ele riu.
Eu lancei um olhar meio que desesperado para Josh que dizia: preciso falar com você agora!
- Jen lembra daquele jogo de xadrez que você ia me emprestar?
- Ah claro, vem, eu vou pegar pra você. - e subimos as escadas quase correndo.
Quando entraram na casa, Jennifer nem esperou Josh dizer alguma coisa, foi logo despejando tudo nele que ficou surpreso.
- Ela fez isso? Cara... Eu nem sei o que falar. – ele disse passando as mãos no cabelo.
- E agora? Eu vou ou não amanha?
- Você sabe que ela nunca vai largar o Fred não sabe? Se você quer isso pra você Jen, ser a "outra" vai, mas uma vez lá! Não tem mais volta.
Jennifer não queria ser a outra. Nunca teve vocação para tal ato, e não era de dividir nada com ninguém. Ainda mais um "amor"? Ela sabia o que faria, e não voltaria atrás.
- Tem razão! Eu já sei o que farei. - ela sorriu confiante.
Josh acariciou o rosto dela e disse:
- Só não se machuca Jen! Vá até onde acha que possa aguentar... Se não, não faça algo que sabe que vai te machucar depois. – e deixou a loira ali, na entrada da sala com pensamentos a mil.
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22h40min – jantar
Matt foi o único dos meninos que veio. O que não era uma novidade, pois era sempre ele, e só ele que vinha.
- mama? - ele entrou no meu quarto.
- Sim querido? – disse olhando pra ele.
- Vai sair?
- Não, uma amiga vem jantar aqui em casa, o que ainda faz acordado anjinho?
- Ia pedir pra dormir aqui... – ele disse sentando na minha cama.
- Bom, você pode ficar aqui. Quando ela for embora eu me deito com você. - disse sorrindo.
- Papai não vem?
- Não, ele foi viajar... – disse um pouco feliz.
- De novo? Mas ele disse... – seu olhar era triste.
- Matt, sabe como seu pai é! – disse me sentando ao lado dele e fazendo carinho nos seus cachos.
- Às vezes acho que ele não liga pra mim.
- Mas eu ligo! E vou ligar pra sempre! – o tomei nos braços e acaricie seu rosto.
Matt era o filho mais carinhoso de Fred, mas também, o mais carente de atenção. Pat e Jack eram mais "frios" digamos assim. A mãe deles não dava muito atenção, mas não podia dizer que não era uma boa mãe. O único problema que tive foi quando Matt resolveu me chamar de mama, ela quase me comeu viva, mas o que poderia fazer? Não posso simplesmente dizer pra ele: Não me chame assim que sua mãe vai querer me matar.
Fred era um pai "amoroso" na maior parte do tempo, mas não dava credito aos meninos. Principalmente á Jack, o que fazia dele um pouco rebelde, mas no fundo daria a vida por cada um deles.
Quando notei Matt dormiu no meu colo. Ajeitei-o na cama e sai do quarto apagando a luz. Jen devia estar pra chegar.
Ontem quando fui a casa dela, não tive a intenção de beijá-la ou algo assim. Eu queria dar um fim nessa historia, mas era só olhar pra ela, lembrar do seu toque que eu ficava louca. Jennifer Morrison tirava minha sanidade, e ela se foi completamente quando a campainha tocou.
Que Deus me ajude!
# #
A loira estava linda: cabelos presos num rabo-de-cavalo suave, bem diferente do modelo apertado que usava quando era Emma, uma calça jeans azul escuro, uma bota preta de cano longo, uma blusa com mangas compridas branca e um belo decote em "V" e uma jaqueta de couro preta descasada em seu ante braço direito. Os joelhos de Lana fraquejaram, mas não mais do que Jen que salivou ao levantar os olhos e ver o vestido curto azul que a morena usava.
Ela não conseguiu prestar atenção aos detalhes do modelo, pois era impossível raciocinar depois de ver as pernas de Lana expostas daquela forma. Enfim, a morena sentiu-se satisfeita e viu que valeu a pena estressar-se tanto com a escolha do vestido.
- Você veio. Entre! – Lana disse dando espaço a Jen que sorriu e adentrou a casa.
- Esta sozinha? – a loira perguntou mesmo jurando minutos atrás que não faria.
- Não. Matt esta no meu quarto, mas dormindo.
- Fred? – Jennifer perguntou olhando para as botas.
- Viajando, mas não vamos nos preocupar com isso. – peguei na mão dela e levei ate o sofá. – Quer beber algo? Vinho? Água?
- Lana, eu quero saber o porquê disso tudo? Porque depois de tanto tempo? – Jennifer disse olhando ela nos olhos.
- Podíamos jantar antes?
- Corre o risco de eu perder o apetite? – a loira brincou.
- Talvez. – Lana se levantou.
Durante o jantar, a conversa fluiu normalmente. O que era incrível para as duas. Conversaram sobre tudo, menos sobre "elas". Lana por acaso comentou sobre Matt, e o quanto amava o menino, Jennifer nunca a viu falar assim de ninguém, e se apaixonou ainda mais vendo aquela mulher completamente rendida aos encantos de um menininho.
- Eu tenho um quarto de desenhos, às vezes nós pintamos lá, fica uma verdadeira bagunça. – ela riu.
- Posso ver? - perguntou rapidamente, sem se permiti pensar.
- Por que não. – a morena sorriu nervosa.
Elas sabiam que não deveriam fazer aquilo. Sabiam que não era seguro ficarem num lugar com apenas quatro pares, mas as pernas de Lana não deixaram Jennifer pensar nisso. Caminharam pelo corredor branco, passaram por quatro ou cinco portas até chegar a ultima do corredor.
As mãos de Lana estavam levemente trêmulas ao abrir a porta. O interior de Jennifer estava em chamas. Ambas sabiam que estavam ignorando toda a sanidade do mundo, que estavam se atrevendo a ignorar as regras de conduta e as decisões corretas. Estavam ignorando os gritos de seus corações.
Já dentro do quarto, Jennifer olhou ao redor e viu tudo arrumado metodicamente. Haviam tintas num canto do quarto, de todas as cores, copos com pinceis, quadros cobertos, descobertos, uns prontos outros pela metade, mas tudo muito bem organizado. Só não entendeu porque havia uma cama de solteiro no mesmo, seria de um dos meninos? Já que estava com travesseiro e lençol.
- Aqui tem uma bela vista. – a loira disse nervosa ao se aproximar da janela que ficava de frente para um jardim.
- Você não viu nada, esta tudo escuro! – ela riu.
- Mas eu sei... Eu... - atrapalhava-se - Eu não quero conversar...
- Nem eu...
Dois longos passos e Jennifer a imprensava na parede. Seus lábios se encontravam mais uma vez. Suas línguas se misturavam. Novamente os dedos de Lana se prendiam aos cabelos dourados, soltando-os, enquanto sentia seu vestido ser levantado pelas ávidas mãos quentes da loira. Lana gemeu dentro da boca de Jennifer ao sentir os dedos da loira puxar sua calcinha para o lado e lhe invadirem mais uma vez. Era delicioso sentir o movimento preciso que ela aplicava em sua intimidade. A morena estava tão molhada que a lubrificação facilitava as investidas famintas de Jennifer:
- Abre um pouco mais as pernas! - sussurrou em seu ouvido.
É claro que Lana obedeceu imediatamente. A morena gemia sem parar e isso estava deixando Jennifer descontrolada. A loira a puxou e a colocou na cama que há minutos atrás não pareceu ser útil. Ouviu o protesto caprichoso de Lana ao sentir os dedos de Jennifer lhe abandonando momentaneamente. Foi impossível a loira não sorrir. Arrancou-lhe a calcinha, salivando ao deslizá-la pelas pernas perfeitas da morena... Tirou rapidamente a própria roupa e ficou completamente nua diante do olhar libidinoso de Lana.
Não sentiu qualquer constrangimento.
Deitou sobre ela levantando o vestido para retirá-lo completamente. Mais uma vez, desfez-se de seu sutiã de forma habilidosa. Enquanto apertava o seio direito macio de Lana com a mão esquerda, deslizou a direita até sua intimidade, esfregando vagarosamente o feixe de nervos da morena, que revirou os olhos de prazer. Levou os lábios até seu ouvido:
- Estamos brincando com fogo de novo...
- Uhum...
- Você escolheu esse vestido de propósito, não foi? – mordeu o pescoço de Lana.
- Uhum...
- Você não queria isso? – esfregou novamente o feixe de nervos da morena.
- Uhum... – Lana choramingou.
- Você sabe que é gostosa, não sabe?!
- Me. Diga o quão... –provocou.
Ela pôde sentir os lábios de Jennifer formando um sorriso na cartilagem de sua orelha, diante de sua jogada esperta em forçá-la a dizer:
- Você é completamente gostosa! Seus seios, sua pele, sua boca... Eu quero enfiar minha língua em você e sentir seu gosto de novo... Você vai gozar pra mim, gozar gostoso só pra mim! Como ele nunca será capaz de fazer você gozar... De fazer você se sentir assim.
Sim, Jennifer Literalmente possuída pelo desejo. Se ela tivesse dito mais duas palavrinhas, Lana teria atingido o orgasmo naquele segundo. A morena sentiu a língua da loira deslizar por seu corpo, descendo apressada. Chegou às pernas perfeitas, e estopim de 90% de sua excitação naquela noite, e distribuiu beijos e chupões na parte interna da coxa. Iria ficar marcado.
Ela se deliciava com a pele cheirosa e saborosa de Lana, estimulando-se ainda mais ao ouvir os gemidos da morena, mas como Jennifer está tão tranquila? Bom... Tranqüilidade é algo que não existe entre elas. Apesar de tudo, ainda sentem um medo voraz do que sentem, mas, desde o momento em que se provaram pela primeira vez, tornou-se fisicamente impossível resistirem às suas presenças.
Jennifer sabia que ao voltarem para o trabalho nada seria o mesmo. Lana iria fingir que nada aconteceu e seguiria sua vidinha perfeita ao lado de Fred e os meninos. E ela, bom, ela ficaria como sempre ficou.
Sozinha!
Não conseguiria dormir direito como aconteceu depois daquela noite, odiaria a sim mesma por ter sido fraca e estúpida novamente ao se deitar com Lana, e Josh iria jogar em sua cara que ela procurou isso! Mas o que podia fazer se pensar na morena era algo inevitável, escolheu ter mais um momento de entrega para lembrar. Se terá que sofrer as conseqüências de sua decisão, que leve consigo o prazer que ela lhe trouxe também.
Jennifer olhou para cima e a imagem de Lana se contorcendo, agarrada ao travesseiro era algo lindo para ela. Lambeu toda a extensão da intimidade da morena de uma vez. Oh droga! Ela estava mesmo perdida... Lana pedia por mais e ela obedecia. Mais do que lamber, passou a chupar cada pedacinho, prendendo o feixe de nervos entre os dentes, sugando-o de forma voraz. Usou seus dedos para ajudá-la a circular o clitóris de Lana com a ponta da língua.
A morena gritou.
O desespero veio quando sentiu a língua de Jennifer penetrar-lhe. Aquilo foi S.E.N.S.A.C.I.O.N.A.L. Lana ficou sem ar. Seus pulmões esforçavam-se loucamente para disponibilizarem o oxigênio necessário para aguentar aquele prazer.
Oh minha nossa Senhora!
Jennifer Morrison era sensacional na cama! Lana já sabia disso, mas era sempre bom continuar provando, não é mesmo? A loira movia a língua dentro da morena, que sentia o músculo deslizar por suas paredes. Se Lana morresse naquele momento, morreria feliz. Jennifer sentiu as contrações da morena, as paredes se fechando e retirou a língua para sugar, novamente o feixe de nervos, estimulando seu clitóris com a ponta da língua. Não demorou e Lana atingiu o orgasmo de forma avassaladora.
Seus gemidos foram intensos e altos, mas abafados pelo lençol. Jennifer fez questão de sugar o líquido que ela liberava. Aquele foi o momento único em sua vida. Jennifer Morrison estava se alimentando do prazer dela. Mais uma vez...
Lana tremia dos pés à cabeça e sentiu que poderia ter outro orgasmo ao ter de volta o calor do corpo de Jennifer sobre o dela.
- Abre os olhos! – a loira ordenou
Lana abriu com dificuldade... Os olhos de Jennifer brilhavam como nunca.
- Eu quero mais de você... Você acha que aguenta? - perguntou sem conseguir esconder sua preocupação com a respiração precária de Lana.
- Sim... - sugou o ar. - Eu aguento!
Jennifer resolveu ser mais paciente. Beijou-lhe levemente os lábios, depois deslizou o nariz pela mandíbula da morena, uma e outra vez, de forma extremamente carinhosa. Lana sentiu uma chupada prazerosamente vagarosa em seu pescoço. Soube na hora que ficaria a marca. "Dane-se", foi o que pensou. Jennifer poderia marcar seu corpo todo. Ela tinha esse direito e deveria exercê-lo. A calma com que a loira a degustava, fez com que sua respiração se estabilizasse. Quer dizer, quase... Sentiu o lóbulo de sua orelha ser sugado e a voz mais sexy do mundo falar com ela novamente:
- Eu vou entrar em você de novo...
O aviso foi apenas uma formalidade, pois ela não esperou autorização. Enfiou dois dedos em Lana, fazendo a morena arquear as costas de prazer. Jennifer a penetrava intensamente, deixando-a completamente desnorteada. Por mais que Lana quisesse retribuir aquele prazer. Por mais que quisesse penetrá-la também, ela já não tinha mais controle sobre seu corpo. Não tinha noção de como mover suas mãos se não fosse apenas para segurar com força os cabelos da loira.
- Você me enlouquece, Lana... - sussurrou em seu ouvido. -Você me deixa completamente louca...
Lana gemia, perdida no mar de prazer em que Jennifer a afogava.
- Goza pra mim... Goze por mim... - sussurrou sensualmente em seu ouvido
A morena agarrou-se ainda mais forte nela, enquanto sentia os dedos de Jennifer penetrando-lhe. Foi impossível se segurar. Outro orgasmo lhe atacou, enquanto cravava seus dentes no ombro da loira...
Tudo o que se ouvia no quarto eram suas respirações completamente ofegantes. Lana tinha ficado tão entorpecida pelo prazer que Jennifer lhe proporcionou que não tinha percebido que a loira tinha lhe acompanhado em cada orgasmo.
Jennifer se transformou. Beijou Lana com ternura, de uma forma completamente romântica, derrubando suas defesas. Deixando para trás a silenciosa e implícita regra principal de não haver romance. Sua língua deslizava delicadamente sobre a língua da morena, enquanto suas mãos deslizavam carinhosamente pela lateral do corpo suado de Lana. Jennifer as girou na pequena cama, ainda mantendo o beijo, sentindo que Lana a puxava para mais perto, como se fosse possível uma maior proximidade. Não era possível. Fundiriam seus corpos caso se aproximassem mais. Seus seios se tocando causavam um arrepio forte na espinha da loira... Entrelaçou suas pernas, sentindo em sua coxa que a intimidade de Lana continuava molhada. As mãos de Jennifer passaram a acariciar as costas da morena, e seus lábios acariciavam o pescoço.
- Eu quero você aqui... – disse Lana pegando Jennifer totalmente desprevenida.
Estavam quebrando todas as regras que nunca impuseram. Ultrapassando os limites que nunca conheceram, mas precisavam disso.
# # #
Jennifer se repreendia mentalmente por ter cedido, mais uma vez, ao desejo por Lana. Sabia que estava se metendo numa grande confusão e não sabia como sair dessa sem causar estragos.
Por mais que soubesse que sentia mais do que desejo, não sabia se deveria falar sobre sentimentos com a morena. A realidade era bem mais complicada do que parecia. Lana tem um namorado que por mais imbecil que seja, por mais que a faça sofrer, é ele que ela ama.
Ela não poderia sequer começar a conversar sobre o que sentiam, pois as consequências disso não pareciam ser boas. Isso já aconteceu uma vez e Lana disse com todas as letras que amava Fred, ela não queria ouvir isso uma segunda vez.
Olhava para o teto e tinha Lana deitada em seu ombro. Estavam em silêncio, nenhuma das duas sabia se deveria falar algo ou permanecer assim. Sabiam que não poderiam permanecer em silêncio por muito tempo.
- Você está com fome? – Lana perguntou com a voz um pouco baixa.
- Um pouco. – sorriu levemente.
- Vou à cozinha pegar torta de limão. - levantou-se para se vestir.
Jennifer a observou vestir a calcinha, situa e um hobby branco. Da onde aquilo tinha surgido? Lana saiu do quarto e Jennifer respirou fundo. Elas deveriam ter conversado, onde ela estava com a cabeça quando disse que não queria conversar? Quando a beijou? Merda Jennifer!
Alguns minutos se passaram e a loira estranhou um pouco a demora da morena. Vestiu a pequena calcinha branca, o sutiã e sua blusa. Abriu a porta do quarto e se arrependeu amargamente no instante que o fez.
Fred! Mas ela tinha dito que ele... Filha da puta!
ps: até o próximo cap... Que será engraçado, tenso, e talvez doloroso... Bjsssssss :)
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