Snape e Hermione passaram um dia particularmente agradável, tentando disfarçar cada vez que viam um aluno de Hogwarts para evitar perguntas.

Quanta faltava uma hora para a garota voltar ao castelo, Snape achou que era hora de se separarem, para lhe preparar uma surpresa.

-Hmm, srta. Granger, o que acha de ir comprar seu vestido enquanto vou a uma loja?

-Ahh... eu posso ir com você! Depois eu compro o vestido...

-Hm, eu prefiro continuar sozinho agora.

-Ahh – ela suspirou parecendo decepcionada – ahh, tudo bem. Nos encontramos depois?

-Claro... até mais!

-Os dois seguiram caminhos opostos, sentindo, imediatamente, a falta um do outro.

Hermione entrou na loja de vestes e escolheu o vestido mais bonito e mais caro da loja; era verde musgo, não possuía alças e ficava pouco acima do joelho. Não pode deixar de sorrir quando pensou na cara que o professor faria quando a visse vestir as cores da Sonserina.

Satisfeita, saiu da loja, e seguiu em direção ao castelo, quando...

-Srta. Granger! - Snape vinha andando rápido para alcançá-la. – Eu queria te dar algo.

Ele retirou de dentro das vestes um embrulho e entregou-o a ela.

-Professor! Não precisava! – Ela disse, emocionada.

-Só... abra, por favor. – Hermione percebeu que ele estava levemente nervoso.

Ela levou as mãos tremulas à caixa e abriu-a. Soltou uma exclamação ao ver o que lhe aguardava: dentro da caixa negra de veludo, estava uma corrente prata, contendo um pingente em forma de coração com uma pedrinha delicada na cor verde.

-Hum, é ouro branco. Se quiser trocar...

-É perfeito! – ela disse, passando a mão no objeto.

Snape deu um de seus sorrisos discretos e retirou a caixa das mãos dela.

-Deixe que eu coloque em você.

Ela levantou os cabelos e ficou de costas para ele; Snape passou os braços pelo pescoço dela e ajeitou a corrente, demorando uma fração de segundo para fechá-la.

Hermione se virou e ficou próxima dele. Levantou o rosto e aproximou seus lábios dos dele.

-Obrigada. – Sussurrou.

-Não precisa agradec... – Mas antes que ele terminasse a frase, Hermione tomou seus lábios num beijo apaixonado, o qual ele respondeu extasiado.

Beijar os lábios dela era como uma droga pra ele, viciante. Ele só queria ficar ali por muito tempo, apreciando o momento, como se não existisse nada ao redor deles.

O beijo terminou, mas eles não ousaram se mover. Ficaram encostados, abraçados, testa com testa, buscando fôlego, quando ouviram vozes se aproximando.

-Acho que a Mione vai gostar do meu presente; o que você acha, Gina?

-Eu acho que ela vai amar, Harry.

Os dois se desesperaram, e Snape, sem pensar, pegou o braço da garota e puxou-a para um beco escuro. Se fossem vistos abraçados, Merlin! Era o fim de seu emprego.

Os dois esperaram ansiosos as vozes se distanciarem, mas tudo ficou muito quieto, e Hermione desconfiou que Harry e Gina certamente estariam dando uns amassos.

-Acho que não vamos sair daqui tão cedo - ela disse.

-Nesse caso, - ele abriu um sorrisinho malicioso - devemos aproveitar - E, dizendo isso, Snape prendeu Hermione na parede com os braços e começou a beijá-la sofregamente, fazendo-a soltar a sacola que segurava.
Prendeu as mãos da aluna acima da cabeça dela com uma mão, e escondeu a outra dentro da blusa de Hermione. Começou a acariciá-la no pescoço com os lábios, dando leves mordidas, que, na pele clara, certamente, deixaria marcas. A cada dentada, Hermione sentia ondas de calor subindo por seu corpo.
A mão de Snape não conseguia ficar parada; escorregava por seu corpo, parando apenas para apreciar as partes tocadas.
Hermione começou a se manifestar, e tentar soltar suas mãos, falhando na tentativa. Acabou por decidir deixar-se levar, e Snape aproveitou o momento para aprofundar as carícias, desabotoando a própria calça e soltando apenas uma das mãos dela.
Hermione entendeu imediatamente aonde ele queria chegar: ela dirigiu sua mão que estava livre para a intimidade dele, ainda escondida pelo tecido da cueca, e deu um aperto forte, sentindo-o ficar instumecido na mesma hora.
Ele gemeu na boca dela.
-Acho que devemos parar por aqui - disse Snape, interrompendo o beijo e apoiando sua cabeça no ombro dela, enquanto a garota o apertava cada vez mais. - Granger - ele engoliu seco - Hermione, não vou aguentar.
-Shh... quieto! - Ela disse, colocando a mão dentro da cueca dele - Solte minha outra mão.
Ele obedeceu na mesma hora, agora era a vez dele de deixar-se levar.
Ela colocou a outra mão em contato com o membro dele, e começou a masturbá-lo.
Ele começou a impulsionar o quadril contra as mãos dela, perdendo o controle.
Snape chegou ao seu ápice e gemeu o nome dela em seu ouvido.
-Acho que a barra está limpa agora, Severo - Hermione disse - Vamos!
Snape colocou o membro para dentro da calça, deu um beijo casto nos lábios dela, e seguiram para fora do beco em direção à Hogwarts.

(...)