Snape seguiu para as masmorras, consciente que sua aluna o seguia. Sentia o suor molhar suas costas e sua nuca. Respirou fundo, buscando controle.
Por Merlin! Onde fui me meter? – Pensou.
Hermione viu o professor desaparecer na decida da escada, e sua coragem grifinória se apoderou dela. Sabia o que estava prestes a acontecer.
Assim que ele abriu a porta de seus aposentos, Hermione conseguiu alcança-lo. Ele segurou a porta para ela entrar.
A porta fechou com um baque na mesma hora que a garota pisou nos aposentos do professor, trabalho da varinha dele.
Snape encarou Hermione. Ela estava ofegante e ruborizada.
-Alguém viu você saindo? – Ele perguntou.
-Tomei cuidado, professor. – Ela disse sorrindo – As pessoas estavam muito ocupadas dançando e se embebedando.
O professor ficou mudo durante um longo tempo. Media o corpo dela, onde o vestido estava colado por causa do suor.
Sem dizer mais nenhuma palavra, ele caminhou até ela, segurou seus dois braços e prensou-a na parede; parou um instante para olhar nos olhos da garota, e aproximou o rosto dela.
Ele beijou os lábios de Hermione, pedindo passagem com a língua; ela não demorou muito para permitir, mordeu os lábios dele com uma certa força em resposta, sentindo gosto de sangue em sua língua.
Snape soltou os braços dela e começou a beija-la faminto.
Ela enlaçou os dedos nos cabelos dele, enquanto a outra mão corria para o membro do professor, que, aparentemente, ficava maior a cada segundo.
Hermione o apertou com força, fazendo-o soltar um gemido entre os beijos.
-A senhorita não sabe com quem está brincando! – dizendo isso, levantou a garota do chão, fazendo-a enlaçar as pernas em sua cintura, prensando-a cada vez mais contra a parede, fazendo questão de esfregar o membro intumescido no sexo dela.
A garota sentia a calcinha encharcada quando o professor a levou para a cama.
Com um aceno da varinha, Hermione fez as velas do quarto se apagarem, com exceção de algumas que estavam em volta da cama.
Ele arrancou o vestido dela, deixando-o arruinado. Capturou os lábios da menina num beijo feroz e colocou os dedos dentro da calcinha dela.
-Hum, Srta. Granger, parece que seu controle está escorrendo por suas pernas.
-Cale já a boca e termine isso logo! – Ela disse com dificuldade, por causa do ar que lhe faltava.
Snape arrancou a calcinha dela, fazendo o mesmo estrago que fez com o vestido. Com um aceno da varinha, tirou as próprias roupas e se posicionou na entrada dela.
-Você já...?
-Não! – Ela agradeceu pelo fato do quarto estar mal iluminado, porque seu rosto não podia estar mais vermelho.
-Não se preocupe, - ele disse num tom carinhoso – não vou machucá-la.
Ele a penetrou devagar, se colocando inteiro dentro dela.
Hermione soltou um gemido de dor. Acabara de sentir algo se romper dentro dela.
Snape ficou parado em cima da garota, se controlando com todas as suas forças, esperando um sinal de que Hermione se acostumara com a dor. Ela começou a jogar o quadril em direção a ele, que começou a se mover vagarosamente, dando estocadas mais fortes, cada vez mais rápido.
Hermione sentiu os pés e as mãos formigarem e uma explosão de estrelas aparecerem diante de seus olhos. Chegou ao seu primeiro orgasmo, gritando o nome dele.
Snape sentiu o membro ser apertado, e chegou ao seu ápice logo em seguida, gemendo em seu ouvido.
Ele rolou para o lado, puxando-a para si. Depois de algum tempo que as respirações se acalmaram, ela adormeceu no peito dele.
(...)
