Depois de saciados, Snape e Hermione acabaram adormecendo novamente. Estavam tão acomodados que ficaram na mesma posição por muito tempo.
Três horas depois, a garota abriu os olhos. Olhou para o rosto do professor e beijou seus lábios, despertando-o do sono.
-Eu realmente preciso voltar para o meu dormitório.
-Por que não passa o domingo aqui?
-Porque preciso de banho e roupas limpas!
-Posso providenciar isso. – Ele sugeriu – O banheiro é naquela porta à esquerda.
Hermione pareceu considerar por um minuto, então, levantou e correu para o cômodo indicado por Snape.
Ela entrou no banheiro, fechou a porta e, com um aceno da varinha, encheu a banheira com água quente.
Como não tinha nada para despir, entrou logo no banho e deitou a cabeça para trás, para relaxar.
Enquanto se levava, percebeu uma substancia diferente que escorria pelos seus dedos.
Levantou a mão na altura dos olhos e fitou-a: Sangue.
Não se assustou, sabia que a primeira vez seria assim.
Ela ouviu a porta abrindo e se deparou com Snape, olhando-a assustado, carregando uma toalha no braço.
-Eu machuquei você? – Disse, se aproximando e sentado ao lado da banheira.
-Não, isso é normal! – Ela falou sorrindo. Snape estava preocupado com ela? Só podia ser um milagre! - Por que não se junta a mim?
Ele sorriu maliciosamente e, logo em seguida, despiu a cueca que Hermione acreditava que ele tinha colocado há poucos minutos.
Snape entrou na banheira, e acomodou a garota em seu colo.
Ela relaxou deitando a cabeça para trás, apoiando-a no pescoço de Severo.
-Às vezes fico pensando – Ele começou.
-No que? – Ela disse sussurrando.
-Em qual será a reação de todos quando souberem sobre nós.
-Eu não me preocupo com os outros, só com você.
Severo deu um beijo na cabeça dela.
-Desde quando? – Ele perguntou.
Ela pensou antes de responder.
-Não sei te dizer desde quando... mas só para te dar uma ideia... quando você supostamente matou Dumbledore, eu quase fiquei doente de decepção.
-Eu acho que sempre admirei você, desde o seu primeiro ano.
-Eu sabia! – Ela disse. – Não era possível tantos acertos em uma aula, e nenhum elogio do professor.
Severo riu.
-Sabe-Tudo-Insuportável!
-Eu te amo!
-A declaração inesperada o fez ficar paralisado de choque, fazendo-a se arrepender por ter demonstrado tal sentimento.
-Esqueça – Ela disse.
-Não! Desculpe o meu silêncio, é que nunca pensei que você corresponderia aos meus sentimentos.
Uma lágrima escorreu pelo rosto de Hermione, ela não poderia estar mais feliz.
(...)
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