Disclaimer: Naruto não me pertence, mas se pertencesse todos eles seriam vampiros.
Sinopse: Um amor proibido, duas raças distintas... Poderá existir amor entre os temíveis seres da noite e nós humanos?
Ps:
Pode haver insinuações de hentai,
se você não gosta de vampiros de meia volta!
Ps²:
Esse capítulo vai ter uma boa dose
de sangue e coisas vampirescas, se você não curte, realmente, você
não precisa ler até o final.
Ps³:
Ignorem quaisquer erro de português,
necessitando de uma beta integral urgente, alguém se candidata?
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Diário da Hinata
"Por que não importa aonde você vá, não importa para onde eu corra, meu destino é estar ao seu lado, mas não é ao seu lado que o final terminará feliz... Perdoe-me por te amar sem te fazer sofrer..."
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A garota de cabelos chocolate preso em dois coques e olhos castanhos estava sentada no sofá, com as costas encostadas no braço do sofá e com uma das pernas esticada e a outro dobrada. Os fones no ouvido e a cabeça mexendo delicadamente ao ritmo da música, enquanto desenhava em uma prancheta que estava apoiada em sua perna.
Ela retirou os fones de ouvido quando ouviu as batidas bruscas na porta, levantou-se rapidamente, colocou a prancheta juntamente com o lápis e a borracha em cima da mesinha de centro, alisou a blusa, ajeitou a calça jeans e abriu a porta.
- Oi.
- O que estava fazendo? Estou batendo na porta há um bom tempo. – perguntou o moreno encostado na porta. Ele estava com uma blusa preta, calça preta e tênis da mesma cor, com um sobretudo preto por cima aberto, a garota achou estranha a roupa já que estavam em um dia quente, mas nada disse, normalmente ele usava roupas escuras, e em sua opinião lhe caia muito bem, já que a cor escuro fazia um pelo contraste com a pele pálida e os olhos perolados do garoto.
- Estava distraída. – respondeu a garota beijando o moreno. – Entre.
- Hum... – murmurou entrando e fechando a porta. – Estava morrendo de saudades de você, não sabe como sua presença me faz falta.
- Por que não me ligou?
- Minha prima voltou para cá, não podia deixá-la sozinha.
- Entendo. – respondeu a garota sentando-se no sofá branco e sendo seguida pelo moreno. – Para aparecer aqui sem avisar deve ser algo importante, o que aconteceu Neji?
- Eu só queria te ver. – respondeu passando a costas da mão no rosto da garota. – Como está indo o trabalho?
- Eu fui despedida novamente, é tão frustrante isso.
- Posso imaginar.
- Neji seus olhos estão um pouco vermelhos, está dormindo bem?
- Devo estar um pouco cansado, nada que me impeça de passar um tempo com você.
A garota suspirou, toda vez que olhava para aquele par de olhos perolados se sentia presa, como se só existisse ele nada mais.
- Tenten – chamou o garoto fazendo à chinesa piscar e encarar novamente seus olhos – Você acredita em vampiros?
- Acredito.
O moreno começou a se aproximar e a beijar o lóbulo da orelha dela e sussurrou – O que você acha deles?
Ela mordeu lábio inferior – Acho que são criaturas noturnas, que sugam sangue de humanos ou animais para sobreviver, mas eles não existem mais.
- E se existissem? – perguntou Neji descendo até o pescoço da garota e desferindo beijos naquela região enquanto uma de suas mãos fazia um carinho sutil na nunca da garota.
- Eu gostaria de conhecer um.
- E se você descobrisse que sou um vampiro? – perguntou ele novamente descendo a mão da nuca pelas costas, depois passando a mão por dentro da blusa branca da garota e acariciando a barriga dela, Tenten sentiu um arrepio subir-lhe a espinha e borboletas flutuarem em sua barriga..
- Eu te amaria mais ainda. – respondeu a garota em um tom debochado e passando a mão no cabelo castanho dele, soltando o elástico que prendia frouxamente o cabelo de Neji.
- Fico imensamente feliz com isso, apesar de você não acreditar em mim – falou Neji encarando agora a garota, seus olhos brilhavam antes perolados agora sua íris se tornava escarlate, como sangue vivo, ele emanava um tipo de desejo, fome. Ele colocou as duas mãos no quadril da morena e começou a andar para frente fazendo a mesma recuar, até que ela encostou as costas na parede, Neji subiu as mãos até o rosto da Tenten e o segurou carinhosamente. – Seu sangue me deixa louco, seu estado me atiça, desculpa Tenten, mas me pegou em um mau dia. – seus olhos escarlates brilhavam mais intensos e seu tom saiu rouco e provocante.
- Neji o que...
Neji fez um sinal de silencio com a boca – Eu estou fazendo o que é preciso para me manter vivo.
Tenten não entendia o que ele estava falando, estava louco. Vampiros? Faz-me o favor, eles não existem, mas por mais que ela queria correr se desvencilhar daquela tentação, suas pernas não reagiam e seus sentidos se perdiam quando seus olhos chocolates encontraram-se com as duas pérolas banhadas em sangue. Queria fechar os olhos, mas não conseguia, ela só conseguia se concentrar no rosto pálido e excêntrico daquele homem.
Neji desceu lentamente sua cabeça e suas mãos escorregaram novamente passando pelo pescoço, ombros, braços, até a cintura da garota onde a segurou com firmeza. Passou delicadamente a língua aveludada pelo pescoço da garota. O cheiro. Era um cheiro tão doce, quente, ah! Sua fome estava imensa. Seus caninos instintivamente apareceram, ele começou a perfurar a pele até atingir a jugular interna¹ dela, o sangue era um pouco escuro, talvez um vinho, começou a escorrer pela blusa branca de Tenten e a manchar a pele alva de Neji.
Tenten estava estática, não sentia nada, era algo prazeroso, gostoso, suas pernas bambeavam, suas mãos tremiam, sua cabeça rodava e sua visão embaçava. Sentia-se cada vez mais fraca, abraçou Neji fortemente e agarrou o casaco dele, como se suas pernas pudessem falhar e ela vir a cair, ela só queria ter algo para segurar. Sua boca abriu-se, mas não conseguia dizer nada.
Doce. Aquele sangue doce. Delirante e gostoso. Sentia o sangue escorrer pela sua boca e descer pela sua garganta em uma sensação prazerosa. A mesma de quando você está com a garganta seca e muito tempo sem beber água, alguém te oferece algo para beber, você tem que beber até a última gota, afinal não sabe quando vai ter a chance de beber algo novamente. Para Neji era a mesma sensação quando bebia daquele sangue misturado com suas emoções e sentimentos preferidos. Estava no ponto e não pararia e deixaria ela sair viva, beberia até sentir que aquilo não prestaria mais.
Tenten já não sentia mais nada, seu corpo estava adormecido, seu rosto formigava, assim como o resto do seu corpo, suas mãos e braços não agüentavam mais a força que faziam para manter o abraço e se segurarem no casaco dele. Suas pernas fraquejaram e ela caiu no chão, suas costas escorregando na parede, seus braços caíram moles ao lado de seu corpo e então sentia que não tinha mais nada em seu corpo, seu coração já não tinha mais nada para bombear, antes o mesmo estava eufórico e batia forte, agora suas batidas mal podiam ser ouvidas, mas ela queria dizer algo, sim ela precisava dizer algo, abriu a boca e em um fio de voz conseguiu dizer:
- Neji... Eu te amo... - Então não tinha mais força, seus olhos fecharam e seu coração parou.
Neji estava meio atordoado com as palavras da garota, ele lentamente tirou os caninos sujos de sangue do pescoço da garota e então o corpo dela caiu no chão. Passou a manga do casaco na boca e um pouco no pescoço limpando o sangue que tinha escorrido.
Ele se agachou perto da garota e colocou a mão na cabeça da garota, os dedos se entrelaçaram com os fios chocolates bagunçando o cabelo da garota, Neji fechou os olhos e um brilho transparente brilhava intensamente em toda mão do moreno. As cicatrizes da mordida e todas as evidências de que um vampiro ou ele mesmo estivesse lá começaram a desaparecer. Após uns dez minutos ele tirou a mão da cabeça dela e o brilho desapareceu, ele encarou o rosto da garota, pálido, angelical, era como se ela estivesse dormindo, mas logo sua atenção foi desviada com as batidas na porta. Neji se levantou rapidamente e correu até a janela, abriu-a e se apoio nela pronto para pular, mas antes ele deu uma olhada em direção da garota e abaixou o olhar – Desculpe-me... Eu não sou um humano e não posso amar, desculpa te fazer sofrer e amar alguém que não possa te corresponder, eu sou um monstro e isso nunca irá mudar... – sussurrou o garoto pulando pela janela.
OOoOoOo
Gaara começou a diminuir a velocidade, Mizuaka não era um lugar em que forasteiros podiam andar livremente saltitando e jogando flores para os céus, lá como todos em um modo vulgar falavam "era barra pesada". Tinha que fazer cara feia, se alguém se aproximar o suficiente para encostar em você, era mais do que obrigatório mostrar os caninos, não encarar as pessoas, se por acaso encarar era para mandar seu olhar mais assassino que tivesse, e todos sabiam que a noite qualquer humano na rua era morto no meu instante. Lógico que de dia tinha alguns vampiros que também andavam entre os humanos, mas geralmente esse período era mais calmo.
O ruivo apesar de tudo não precisava de muito para ser assustador, sua fama por matar muitos famosos era conhecida, a agilidade e todos sabiam que com ele se você mexesse, o mesmo não precisaria pensar muito para te atacar.
O céu estava negro, sem estrelas, sem nuvens e a lua sem brilho. O vento estava forte, mas mesmo assim era fácil ver pessoas sem blusa ou de mangas curtas. Gaara colocou as mãos dentro do bolso da jaqueta e andava pela cidade na procura do tal bar, não precisava de muito para perceber que uma garota estava seguindo ele, na verdade ela começou a persegui-lo desde que ele começara a andar. O ruivo parou e perguntou em voz fria:
- O que você quer?
- Ora, ora, então você me percebeu. Parabéns – a garota disse sarcasticamente batendo levemente as mãos e se aproximando do ruivo – realmente você faz jus a sua fama.
Gaara fechou os olhos e deu um sorriso de lado – Você não entendeu não é? Ainda não respondeu a minha pergunta, o que você quer? – perguntou abrindo os olhos, dando um olhar gélido à garota e mostrando levemente os caninos.
- O que eu quero? Quero você. – respondeu a garota se colocando na frente de Gaara. A garota era loira e seu cabelo estava preso em um rabo de cavalo alto, seus olhos cor de mel estavam com um brilho vermelho, os lábios em forma de coração brilhavam, o vestido branco não chegava a arrastar no chão, eles apenas deixavam os pés descalços da garota de fora, os recortes do tecido de seda se balançavam de um lado para o outro com o vento, ora deixavam as pernas cor marfim da loira a amostra, ora cobriam totalmente, o leve decote dava um ar de inocência, as mangas compridas que terminavam muito depois das mãos delas em pontiagudo, logo depois do busto tinha uma leve fita prateada que era amarrada firmemente.
Gaara grunhiu e contornou a garota passando por ela e seguindo seu destino.
- Você não entendeu minha resposta. Eu quero seu sangue, mesmo que eu tenha que pegar a força, esse é o único jeito desse tormento terminar – sussurrou a menina abaixando um pouco a cabeça, Gaara parou e se virou encarando a garota.
- qual seu nome?
- Laila. – respondeu à loira levantando os olhos cor de mel um pouco mais animada.
- Desculpe, mas eu não posso te ajudar. – respondeu Gaara se virando e continuou andando.
- Você vai me ajudar! – gritou a garota mostrando os caninos totalmente e correndo até Gaara que se virou rapidamente e pegou-a pelo pescoço. Aquilo não era uma cena que chamava uma atenção, afinal era bem fácil você ver brigas em Mizuaka.
- Eu não vou te ajudar, será que não ouviu? Acho que eu fui muito claro! – falou rispidamente apertando mais o pescoço e levantando levemente Laila. Sua expressão não mudara, nem seu comportamento.
A menina começou parar de se debater e sua raiva diminuiu, as lágrimas cristalinas começaram a escorrer pelo rosto pálido e a molhar levemente a mão de Gaara. O ruivo a soltou, Laila caiu ajoelhada no chão, sujando o vestido branco, ela levou as duas mãos ao pescoço fazendo uma leve massagem, a região tinha ficado um pouco vermelha, ela sabia que não poderia morrer asfixiada, já que parara de respirar a muito tempo, aliais respirar quando vampiro era algo que só se conseguia com muita pratica, ou apenas o vampiro nascia com habilidades especiais. O problema era o modo de Gaara estava segurando o pescoço dela, estava parando o sangue que a fazia ficar em pé e isso provavelmente a faria morrer, ou pelo menos ficar sem se mexer por muito tempo. Gaara não só fazia jus a sua fama, como fazia questão de mostrar que mexer com ele era morte na certa.
- Eu apenas queria... – murmurou a garota apertando o pescoço soluçando – Eu só queria acabar com ele, eu não agüento mais ser atormentada com o seu sangue doce, eu amo ele, eu preciso do sangue dele, por mais que isso seja difícil para mim...
Gaara agachou perto da garota e perguntou:
- Por que precisa dele? Ele pode curar a sua doença?
A garota olhou assustada para Gaara, os olhos arregalados e as mãos tremulas denunciavam a verdade. – É... Apenas – Laila hesitou e virou o rosto cerrando os olhos e fazendo um leve bico – Não acho que isso seja da sua conta.
- É realmente, não é da minha conta, mas se quiser pensar que talvez seja um pouco da minha conta, meu celular – Gaara jogou um pedaço de papel, se levantou – Só uma coisa, sabe onde fica Kyou's Beer?
- Depois da loja de adagas – ela apontou para frente, ele assentiu e saiu andando, era só um pressentimento, mas ele estava pressentindo que talvez não fosse à última vez que visse a loira.
Gaara foi seguindo caminho, como era esperado ninguém o encarou ou fez qualquer coisa parecida, isto é, isso era normal para um vampiro em mizuaka, então o que aquela garota estava fazendo, ela poderia ser morta. Suspirou. É inútil pensar nessas coisas, com certeza ele tinha coisa mais importante para pensar e fazer.
Logo avistou uma grande loja escrito "Adagas" em prateado, logo do lado estava um pequeno bar, Gaara entrou e logo avistou Kankuro. O moreno quando viu o irmão se levantou e apontou para uma cadeira a sua frente. O ruivo foi até o irmão e o abraçou fortemente, está certo que Gaara não era dessas coisas, mas Kankuro foi uma das pessoas mais especiais na sua vida, foi ele que ensinou tudo, desde como ser um bom vampiro até as coisas banais como: gelos normalmente são gelados e compostos de água.
- Demorou tanto que pensei que tinha morrido no caminho. – brincou Kankuro se sentando.
- Como se isso fosse possível. – falou ironicamente imitando Kankuro e se sentando também. – Então por que me chamou aqui?
- Bem, eu estive desenvolvendo algumas pesquisas, e descobri algumas fórmulas que podem nos ajudar.
- Como assim? – perguntou o ruivo arqueando uma das sobrancelhas. – Desde quando usamos essas coisas?
- Desde agora. Só pensei que poderia nos ajudar um pouco, são apenas alguns estimulantes. – sussurrou Kankuro e inclinando seu corpo para frente.
- Hum... – murmurou – Entendo, mas antes de começar explicar os "estimulantes" me fala como conseguiu chegar tão rápido da casa do papai até aqui?
- Com um dos meus estimulantes – respondeu Kankuro orgulhoso – Na verdade irmãozinho, eu tive que vim para cá, eu percebi que estava sendo seguido, mas não fiz nada eu iria esperar eles me atacarem. Então resolvi vir para Mizuaka, até onde eu sei, se eles me atacarem aqui, não saem vivo. Não queria te colocar em risco. Achei aqui mais seguro.
- Eu? Em risco? Desde quando? Até onde eu sei, eu consigo me defender muito bem! – falou Gaara cruzando os braços.
- Só quis prevenir, afinal sou seu irmão mais velho e eu realmente não suportaria te perder.
- Tanto faz. – Gaara abaixou o olhar rapidamente, a verdade talvez fosse que ele também não suportaria perder o irmão, não saberia o que fazer e talvez se ficasse nervoso poderia acabar machucando alguém. Alguém importante para ele.
- Gaara. – chamou o irmão mais velho – Está vendo aquele homem e aquela mulher, não sei não, mas o cheiro deles não me agrada, vamos para a minha casa sem causar confusão. – alertou Kankuro entre sussurros, o ruivo deu uma olhada rápida para os dois sujeitos que o encaravam, pelas roupas fartas e o jeito, eles não eram vampiros. Gaara assentiu se levantou seguindo o irmão, provavelmente estes eram os homens que estavam seguindo-o.
- Hei vocês ai! – chamou o homem com desdém fazendo um sinal com a mão, Gaara olhou para eles e virou o rosto e continuou andando, no entanto Kankuro estava parado, seu peito imóvel mostrava que ele parara de respirar. O que não era normal, já que Kankuro vivia falando que adorava puxar o ar e depois solta-lo, e quando ele parava de respirar era porque algo estava errado, os seus olhos em uma coloração que Gaara nunca tinha visto antes em alguém: Dourado.
- Eles não são vampiros, são caçadores. – falou Kankuro entre os dentes – Vamos embora e não olhe para trás.
Gaara não ousou falar nada. Estava mais do que na cara que eram caçadores. Mas por que estavam chamando-os e por que os olhos de seu irmão atingiram aquela cor e aquelas reações estranhas? Deu de ombros. Algumas coisas não se devem discutir e nem perguntar...
- O que foi vampirinhos? Estão com medo de mim? – perguntou o homem em um tom debochado se levantando e indo até Kankuro e Gaara. Ele estava com um chapéu estilo de "caubói" é um casaco preto que cobria todo seu corpo – Eu não mordo ao contrario de vocês. – ironizou.
Kankuro não respondeu e se virou e continuou andando junto de Gaara para fora daquele bar.
- Eu não gosto que me dêem as costas enquanto falo. – falou o homem desfazendo o sorriso irônico dando lugar a uma expressão de raiva, a testa franzida e a boca em um contorno sério. Ele apontou uma arma para a cabeça de Kankuro o barulho fez o mesmo parar de andar. – Isso mesmo, de adeus aos seus dias de vampiro.
- Não se eu matar sua parceira primeiro. – comentou uma voz grave no fundo, o homem se virou e arregalou os olhos ao ver o ruivo com as unhas afiadas prontas para cortar o pescoço da caçadora. Ninguém ousou interferir na briga, todos olhavam como se fosse algo normal, ou simplesmente um show. Ninguém ligava.
- Tire suas mãos sujas dela! – grunhiu o homem com raiva – Se não eu atiro no seu coleguinha, e te digo essas balas são especiais, fazem o vampiro morrer na hora, do modo mais doloroso possível.
- Se matar ele, a cabeça da sua amiga será apenas um troféu e o sangue dela o jantar de muitos aqui. – falou com riscando um sorriso malicioso – Apesar de que seria um desperdício, tão linda – comentou Gaara passando a unha levemente no pescoço da garota, os olhos azuis estavam arregalados e ela mordia fortemente o lábio inferior.
- Acho que vocês deveriam ir embora... Ou você também corre perigo, "caubói".
- O quê? – o homem se virou...
OOoOoOo
- Hina eu vou naquela loja, está bem? É rapidinho.
- Está bem, eu te encontro lá, só me deixa terminar de pagar aqui. – falou a morena docemente enquanto a irmã corria até a loja de filhotes.
- Ora, não pensei em te encontrar aqui, Hinata não é mesmo? – perguntou uma voz rouca atrás de si.
- Sasuke...? – sussurrou a Hyuuga assustada se virando.
oOoOoOo
Nyo-mila: Yoo!! o/ Eu aqui, demorou, mas cheguei! Este capitulo foi especialmente estranho sabe, a falta de criatividade estava imensa! Mas bem está postado. Eu estou me sentindo mal sabe, acho que todos aqui imaginaram que essa fanfic seria estilo "twilight" onde eles se abraçavam, se beijavam e não existia nada que pudesse vencer o amor deles... Meu Deus quero pedir do fundo do meu coração que se alguém está pensando que a fanfic será do estilo bem meloso, por favor, pode parar de ler. Eu não lá muito fã de twilight, era legal quando não era modinha, depois que virou modinha... Sério ficou chato. Nada contra aquelas fanáticas por Twilight, só que eu não curto. E bem eu gosto deste estilo meio drama, sensual, entre outros. Este capitulo devo concordar que não foi o mais fofinho da fic, mas vai esclarecer muitass coisas.
Perguntinha: Alguém descobriu qual é a emoção que atrai o Neji?
Outra coisa, god eu sei que a minha fanfic não é uma maravilha, mas sérioo alguém poderia dar um help de por que eu num to recebendo mais reviews? ó.ò –triste-
¹: Jugular interna: Começa no forâme jugular a principal saída do sangue venoso do cérebro, traduzindo do que eu entendi, é uma veia muito importante para o cérebro, sem ela a pessoa morre... Por favor, aos estudiosos, help aqui, se estiver algo errado corrijam eu!
Enfim nyaa agradecimentos a:
Misha Yamata: Lembro sim amor, misha imoto –agarra- estava com saudades! Bem já um bom tempinho que nós não nos falamos, o que andou fazendo da vida?
Acha a fanfic ótima mesmo? –olhinhos brilhando- Só você acha minha querida, mas eu fico imensamente feliz por você estar acompanhando! Não gosta de hentai amor? Pode deixar que eu vou avisar quando tiver o/. Beijinhos amore, te love!
Beijinhos, beijinhos!
