Olá!
Tenho uma palavra para definir esse capítulo FOFO ao extremo. Espero que gostem.
Boa leitura!
Duas semanas se passaram e em um final de tarde comum na cidade de Tóquio, duas jovens caminhavam pelos corredores de um shopping center observando as vitrines.
- Olha esse vestido que lindo aneesan! – A mais nova disse empolgada puxando a outra pela mão.
Ao seguir a irmã, Izayoi esbarrou em alguém o que a fez perder o equilíbrio.
- Oh, me desculpe. – ela falou e quando ergueu os olhos para verificar em quem havia esbarrado encontrou um rosto familiar.
- Olá Izayoi! – A voz masculina e tranqüila a cumprimentou.
- Olá Hashi! Que coincidência.
- Pois é.
- Não imaginei que pudesse encontrá-lo em um shopping num dia como esse.
- É verdade. Eu não deveria estar aqui, mas vim procurar um presente.
- Oh sim.
- Amanhã é aniversário de Sesshoumaru. Ele completa um ano.
- É mesmo? - ela perguntou sorrindo surpresa.
- É. Eu vim comprar um presente para ele. – O médico disse indicando o pacote embrulhado em um lindo papel de presente com motivos infantis.
- Então o Sesshy já vai fazer um aninho, ele realmente está crescendo rápido.
- É verdade. Bom, eu tenho que ir agora. Foi um prazer revê-la Izayoi.
- Igualmente Hashi. Dê um beijo nele por mim? – Ela pediu se referindo a Sesshoumaru.
- Pode deixar. Ja ne.
- Ja ne. – Izayoi disse e viu o homem se afastar a passos apressados. Provavelmente tinha que voltar ao trabalho no hospital.
Izayoi sorriu docemente ao pensar no pequeno Sesshoumaru. Então ele faria um aninho amanhã. Será que haveria algum tipo de comemoração? Ela achava que não. Não conseguia imaginar Oyakata organizando uma festa para comemorar o aniversário do filho por mais que o amasse, ele simplesmente não tinha espírito para isso. A mulher ficou pensativa por um instante até que ouviu a voz da irmã a chamando.
- Iza? Venha ver o vestido. O que está fazendo ai fora?
- Eu encontrei um amigo e estava conversando com ele. Quer se acalmar menina?! – Ela falou caminhando até o interior da loja onde a irmã já havia feito a vendedora trazer dezenas de vestidos para ela experimentar.
As duas permaneceram naquela loja por um longo tempo e enquanto a mais nova experimentava os mais variados modelos, Izayoi continuava pensativa.
Ao saírem da loja Izayoi conduziu a irmã pelos corredores do shopping procurando por algo específico e sorriu ao encontrar.
- Onde estamos indo Izayoi? – Keiko perguntou.
- Ali. – A mais velha indicou uma loja de brinquedos.
- O que você quer numa loja de brinquedos?
- Comprar um presente para uma pessoa que é muito especial para mim. – Ela respondeu e caminhou decidida até a loja sendo seguida pela irmã que não ficara satisfeita com a resposta.
Logo que alcançou a irmã já dentro da loja olhando as diversas prateleiras e mostruários, Keiko perguntou:
- Eu posso saber quem é essa pessoa?
- Lembra-se do menininho no parque? – Izayoi indagou sem tirar os olhos dos vários brinquedos expostos ali.
- Sim. O filho do senhor Taisho, não é?
- Exato. Amanhã é aniversário dele e eu quero encontrar um presente perfeito para ele.
- Aaah! Entendi. E no que você está pensando?
- Eu não sei exatamente. Ele vai completar um ano, então tem que ser algo adequado à idade dele.
As irmãs caminharam pela loja por algum tempo e finalmente Izayoi encontrou algo que considerou adequado. Um dos funcionários da loja pegou a caixa contendo o brinquedo e levou para que fosse embalado para presente enquanto Izayoi foi até o caixa para efetuar o pagamento.
- Pronto, agora podemos ir embora. – Izayoi disse.
Um rapaz trazia em um carrinho as compras de Keiko e a caixa com o presente de Sesshoumaru. Ele as seguiu até o estacionamento onde o carro de Izayoi estava e após ela ter aberto o porta-malas, colocou todas as compras lá.
Não demorou para que as irmãs Hasimoto chegassem em casa. Izayoi foi logo para seu quarto tomar um banho. Quando saiu, ela vestiu sua camisola e se deitou na cama pegando um livro para ler, seus olhos observaram a caixa com o presente colocada em cima da poltrona e ela sorriu, aguardaria ansiosa pelo dia seguinte.
...
Izayoi acordou cedo na manhã seguinte. Ela desceu de seu quarto após se arrumar carregando a grande caixa embrulhada em papel colorido. Quando chegou ao andar de baixo depositou o pacote sobre o sofá junto com sua bolsa e caminhou até a sala de jantar onde o pai e a irmã já estavam sentados tomando o café da manhã.
- Ohayou! – ela os cumprimentou sorridente.
- Ohayou! – responderam os dois.
- Está de bom humor hoje minha filha. – O senhor Hasimoto disse vendo a bela face de sua filha com o sorriso que ele já não via há algum tempo.
- Estou sim papai. Acho que hoje será um ótimo dia.
- Há algum motivo especial para isso?
- Eu vou visitar uma pessoa especial para mim, é aniversário dela.
- E eu conheço essa pessoa? – indagou despreocupadamente tomando seu chá.
- Não. É um amigo recente, mas espero que um dia possa conhecê-lo. – Falou enquanto se servia.
Logo que terminou de tomar o café da manhã, Izayoi retornou ao quarto rapidamente para escovar os dentes e sair. Ela pegou as chaves do carro e após colocar o pacote no banco de trás sentou-se ao volante e dirigiu até o trabalho.
No período da manhã Izayoi resolveu tudo o que tinha pendente na editora, conversou com fornecedores e depois teve uma reunião com alguns editores. Por volta das 12h00 ela estava em sua sala terminando de assinar alguns papéis e tão logo terminou chamou por sua secretária para pegá-los.
Quando a secretária saiu Izayou pegou o telefone em sua mesa e discou um número aguardando ansiosamente que a chamada fosse atendida.
- Residência dos Taisho. – Uma voz familiar atendeu.
- Konnichiwa! Kaede sou eu Izayoi.
- Ah! Senhorita Hasimoto, como está?
- Muito bem Kaede e você?
- Eu estou bem senhorita. – A governanta disse simpática.
- Kaede, eu soube que um certo garotinho está fazendo aniversário hoje...
- Ah é verdade! Hoje o Sesshoumaru faz um aninho.
- Pois é. Hakudoushi me falou sobre o aniversário dele quando nos encontramos ontem no shopping e eu estive pensando... Oyakata está em casa?
- Não senhorita, ele está no escritório.
- Eu gostaria muito de ver o Sesshoumaru.
- Venha visitá-lo senhorita, tenho certeza de que ele vai adorar. – Kaede a incentivou.
- Que bom, eu quero entregar um presente que comprei para ele. Acha que há algum inconveniente?
- De jeito nenhum. – Kaede disse sorrindo – não há o menor problema, eu tenho certeza que ele ficará feliz em revê-la. Se a senhorita está preocupada com a presença de Taisho-sama, não fique ele só deverá retornar à noite.
Um sorriso surgiu na face de Izayoi enquanto falava ao telefone.
- Então quando você acha mais conveniente que eu vá? A que horas?
- Quando a senhorita achar melhor.
- Certo, eu estarei aí dentro de duas horas então. Eu vou almoçar com uma amiga e depois sigo para aí.
- Nós vamos aguardá-la.
Izayoi despediu-se da senhora e ligou para a secretária.
- Nayako, eu vou sair para almoçar com Naomi e não voltarei para o escritório depois.
- Sim senhorita.
Cerca de meia hora depois a bela mulher saiu do escritório para ir ao encontro da amiga. Elas haviam combinado que Izayoi iria até o escritório de Naomi para buscá-la e elas almoçariam juntas.
As amigas foram a um aconchegante restaurante e Naomi quis saber a quem se destinava o presente que ela vira no carro da amiga.
- É para o filho de Oyakata, hoje ele completa um ano.
- Mas você não me disse que ele se afastou de você? – Naomi perguntou.
- Sim. – Izayoi falou num tom levemente triste. – mas eu me afeiçoei tanto àquele menino, eu vou até lá para vê-lo aproveitando que Oyakata não está. Eu posso não ter qualquer relação com ele, mas ainda quero ver o Sesshoumaru.
- Ah Izayoi! Eu não quero que você se magoe amiga. Oyakata é um bom homem, mas ele está na defensiva e não vai aceitar sua aproximação, se envolver tanto com o filho dele talvez não seja uma boa idéia.
- Talvez não, mas eu irei assim mesmo. – ela respondeu convicta.
As amigas terminaram o almoço falando sobre assuntos diversos e logo depois Izayoi levou Naomi de volta ao seu trabalho. Tão logo deixou a amiga, a mulher dirigiu até o bairro nobre onde ficava a residência Taisho.
A porta de entrada da casa foi aberta e Izayoi foi recebida pela sorridente Kaede que a cumprimentou.
- Konnichiwa senhorita Hasitomo!
- Konnichiwa Kaede!
- Por favor, entre. – a governanta a convidou.
Izayoi entrou na casa e viu que continuava da mesma forma, muito bem decorada, mas extremamente impessoal na opinião dela. Quando chegou à sala, ela logo avistou Sesshoumaru que brincava sentado sobre um tapete.
- Oi coisa linda! – ela disse sorrindo e após colocar sua bolsa e o pacote que trazia sobre o sofá sentou-se ao lado do menino no chão e o abraçou carinhosamente.
Sesshoumaru sorriu lindamente para ela enquanto segurava uma espécie de mordedor próprio para bebês. Ele vestia uma jardineira de calças cumpridas azul marinho e uma camisa branca e nos pés trazia um tênis também branco.
- Você está tão bonito bebê. Você vai passear? – Ela falava com ele utilizando o tom mais agudo comum ao se dirigir a bebês.
Sesshoumaru emitiu ruídos correspondendo aos estímulos que a conversa de Izayoi davam a ele.
- Olha o que eu trouxe para você. – Ela falou virando-se na direção do sofá pegando o pacote que trouxera. A mulher o colocou diante do menino e o viu colocar as mãozinhas sobre a caixa e bater nela levemente. – Vamos abrir?
Kaede permanecia de pé ao lado do sofá admirando a cena. Ela via a cumplicidade daquela mulher com o menino, uma ligação e um carinho difícil de explicar.
Izayoi desembrulhou o presente e depois abriu a caixa revelando a surpresa que tinha para o menino. Era um lindo carrossel formado por vários tipos de animais, ele tinha cerca de trinta centímetro de altura e com o mover de um botão se iluminava e a melodia doce soava enquanto os animais ganhavam movimento. Sesshoumaru abriu um lindo sorriso enquanto observava todas aquelas luzes e o passeio dos animais coloridos. Ele apontava com o pequeno dedo para o brinquedo ao mesmo tempo em que olhava para Izayoi e para Kaede que agora havia se sentado no sofá próxima a eles.
- Que lindo presente, Senhorita! – Kaede falou sorrindo.
- É. – a mulher disse sorrindo. – Eu achei que ele fosse gostar e pelo visto acertei. – Izayoi observava satisfeita a felicidade do menino cujos olhos brilhavam de excitação e refletiam as luzes brilhantes do brinquedo.
O carrossel girava fazendo com que o urso, a girafa, a zebra e os outros animais que o compunham se movimentassem no ritmo da música que soava melodicamente e cuja velocidade poderia se alterada.
- Você gostou mesmo, não foi? – A mulher indagou enquanto acariciava os macios cabelos dele. Izayoi passou um longo tempo ali, sentada no chão brincando com Sesshoumaru.
Mais tarde, por volta das 15h00 Kaede veio à sala em companhia de Megumi e trazia um bolo confeitado e decorado com pequenas velas coloridas. A governanta colocou o bolo sobre a mesa e Izayoi levantou-se pegando o pequeno aniversariante no colo e caminhou até lá.
- Olha só, nós temos um bolo de aniversário bebê! - Ela disse e Sesshoumaru respondeu à fala da mulher com seus balbucios característicos.
Kaede acendeu as velinhas e as mulheres fizeram uma oração tradicional pedindo saúde e grande felicidade para o pequenino, e tão logo terminaram, o bolo de chocolate foi cortado e servido. Os poucos, mas calorosos convidados daquela singela comemoração desfrutaram do delicioso bolo. Sesshoumaru ainda estava no colo de Izayoi e ela dava pequenas porções de bolo a ele que saboreava sem qualquer hesitação.
- Está gostoso? – Ela perguntou a ele.
Durante mais algum tempo após o bolo Sesshoumaru brincou com seu presente, mas logo ele começou a dar sinais de sono e foi acolhido no colo por Izayoi, ele logo adormeceu sendo acariciado por ela.
Kaede indicou que deveriam levá-lo para o quarto e isto foi feito. As duas mulheres subiram as escadas e logo chegaram ao quarto do menino. Izayoi o colocou no berço após retirar o tênis e a roupinha dele, Sesshoumaru moveu-se um pouco, mas não chegou a despertar. Ela ficou admirando o sono tranqüilo dele por um instante, a respiração compassada, o rosto angelical...
- Como ela pôde Kaede? – Perguntou num tom de voz baixo sem deixar de fitar o bebê. – Como ela pôde deixar para trás uma criaturinha dessas? Ele é tão perfeito, é uma criança linda, amorosa...
- Algumas mulheres não têm o dom da maternidade, senhorita... – Ela disse fitando a jovem. – por outro lado há outras que são mães dedicadas e amorosas.
Alguns minutos depois Izayoi descia as escadas da mansão em companhia de Kaede. Ela foi até a sala e logo depois de pegar sua bolsa, despediu-se.
- Até mais Kaede, Megumi.
- Até mais senhorita e muito obrigada por ter vindo e pelo agrado que fez ao Sesshoumaru.
- Não precisa agradecer Kaede, foi prazer revê-lo e àquele sorriso lindo dele, mas agora eu já vou indo.
Izayoi entrou em seu carro e saiu dirigindo através do portão de entrada da mansão. A tarde já estava dando lugar à noite enquanto ela dirigia até sua casa, feliz por ter reencontrado o menininho que conquistara seu coração.
...
Horas mais tarde o senhor Taisho chegava a sua casa. Logo depois de entregar sua pasta a uma das empregadas para que fosse guardada, ele subiu as escadas com a intenção de encontrar o filho. Abriu a porta do quarto e viu que Sesshoumaru estava brincando no chão, cercado por brinquedos.
- Boa noite senhor Taisho. – Megumi o cumprimentou.
- Boa noite Megumi. Como está meu garoto? – Indagou se aproximando do filho que logo percebeu sua presença e estendeu os bracinhos pedindo colo.
- Ele está ótimo, está se divertindo com os presentes que ganhou.
- É estou vendo.
Apenas nesse momento o executivo prestou atenção ao brinquedo que prendia a atenção de Sesshoumaru quando ele chegou ao quarto.
- Quem te deu esse presente rapaz, foi seu tio?
- Não. – Kaede que chegava naquele momento ao quarto respondeu chamando a atenção de Oyakata para si.
- Quem então? – Indagou intrigado.
- A senhorita Hasimoto. – Os olhos de Oyakata demonstraram a surpresa que o atingiu.
- Izayoi esteve aqui?
Kaede lançou um olhar significativo para Megumi indicando que ela deveria se retirar e logo foi compreendida. Após pedir licença a jovem se colocou de pé e saiu do quarto levando algumas roupas de Sesshoumaru que precisavam ser lavadas.
- Sim ela esteve aqui hoje à tarde. – a governanta finalmente respondeu. Oyakata permaneceu quieto olhando para o filho que voltara a brincar com o carrossel.
- Como ela soube que hoje era aniversário dele?
- Segundo ela me disse encontrou com Hakudoushi no shopping enquanto ele comprava um presente para o Sesshoumaru e então ele contou. – Oykata fez um gesto positivo com a cabeça demonstrando entendimento, Kaede continuou. – ela ligou para cá e perguntou se havia algum problema em vir visitar o Sesshoumaru e trazer um presente para ele, eu disse que não havia nenhum problema.
Oyakata ouvia as palavras da governanta enquanto observava o filho que estava fascinado pelo movimento do carrossel. A música emitida pelo brinquedo soava ao ouvido do executivo e ele pensava em Izayoi.
- Eu fiz mal em convidá-la a vir?
- Não, claro que não. Ela gosta do Sesshoumaru e é recíproco, não há nenhum problema em que ela venha visitá-lo.
De fato Oyakata não se importava que Izayoi fosse ver seu filho, ao contrário gostava de vê-los juntos, do carinho que eles tinham um com o outro e do modo como ela o tratava. Naquele momento o que o incomodava era o fato da mulher ter escolhido fazer isso em um momento em que ele não estava. Sentiu que ela queria evitá-lo e isso lhe causou certa dor que ele não esperava sentir. Compreendeu como foi para ela quando ele agiu dessa forma e sentiu-se mal por isso.
O executivo passou alguns momentos com o filho e após o jantar deitou-se com ele na própria cama. Sesshoumaru estava agitado e parecia que não dormiria tão cedo, o pai disse a Kaede que ele ficaria ali aquela noite.
O menino engatinhava pela cama desarrumando os lençóis sobre ela e o pai observava a peraltice dele sorrindo. A telefone do quarto cuja linha era particular de Oyakata tocou, ele atendeu à chamada já imaginando de quem se tratava.
- Moshi, moshi?
- Konbanwa oniisan!
- Konbanwa Hashi! O que você quer? – O mais velho utilizou um tom curioso.
- O que é, não posso mais ligar para saber como você está?
- Não quando você já falou comigo duas vezes hoje. – Hashi riu do outro lado da linha. - Aí não filho, você vai cair. – ele chamou a atenção do menino que estava indo perigosamente para a beirada da cama. – Vem aqui, vem?
Sesshoumaru foi em direção ao pai que estendia o braço o chamando para perto de sim e logo que o alcançou, Oyakata o colocou no colo.
- Vocês receberam algum tipo de visita inesperada hoje? – Hashi perguntou inocente e não pôde ver o irmão arquear as sobrancelhas.
- O que você tem a ver com isso Hakudoushi?
- Nada.
- E como você sabe que uma visita foi feita hoje?
- Eu deduzi. Encontrei Izayoi ontem no shopping e contei a ela sobre o aniversário do Sesshoumaru.
- Você a incentivou a vir aqui.
- Não, essa idéia nem me passou pela cabeça, mas conhecendo Izayoi mesmo sendo pouco imaginei que ela não resistiria ao apelo de ver o Sesshoumaru, ela gosta muito dele.
- Eu sei. Ela veio aqui à tarde e trouxe um presente lindo, ele está encantado com o brinquedo.
- Que bom. O que você vai fazer agora?
- Eu não sei. Eu preciso agradecê-la de alguma forma.
- Precisa sim. Está tudo bem então?
- Está. Ele está aqui comigo agitado demais e não vai dormir tão cedo.
- Hoje é o dia dele então pode fazer o que quiser... – Hashi falou sorrindo. – Eu tenho que desligar, preciso fazer a ronda.
- Você ainda está no hospital?
- Estou.
- Está ficando pior do que eu em relação a trabalho Hashi.
- É verdade, qualquer dia eu vou acabar por me mudar de uma vez para cá. Você tem outras coisas importantes na sua vida, tem um filho a quem se dedicar eu não.
- Está certo, mas não exagere.
- Nos falamos depois, amanhã eu passo aí.
- Tudo bem.
Os irmãos despediram-se e Oyakata voltou a observar o filho que agora estava deitado ao seu lado na cama brincando com uma espécie de chocalho luminoso. Ele se perdeu fitando o rosto do menino pensando no quanto o amava e no quanto estava satisfeito por vê-lo completar um ano de vida forte, saudável e feliz como ele sempre pretendeu que fosse.
Até a próxima pessoal, que não deve demorar muito eu acho.
Aguardo reviews.
Beijos!
