Oi!
Para quem desejava mais momentos fofos para o casal, esse capítulo será um prato cheio.
Boa leitura!
A manhã de sábado surgiu com céu claro e sol, ainda era cedo e na suíte do hotel Hyatt, Izayoi despertava sentindo os braços de seu amante a envolverem. Ela o acariciou levemente e sorriu ao pensar na situação extremamente agradável em que se encontrava. Ficou ali por mais alguns minutos quieta sentindo apenas o calor do corpo dele e depois se levantou com cuidado para não acordá-lo.
Oyakata se moveu mudando de posição enquanto era observado pela mulher, mas não despertou. Ela sorriu ao fitá-lo, o rosto belo e de expressão forte enquanto adormecido o fazia parecer quase indefeso e ainda mais bonito aos olhos dela.
Izayoi deixou a área do quarto após vestir-se com um roupão e foi para a sala de estar, olhou no relógio sobre um móvel e viu que ainda eram oito e trinta da manhã. Ela se sentou em uma das poltronas e passou a fitar o céu lá fora através das grandes portas corrediças que levavam à varanda.
Algumas horas mais tarde após falar ao telefone, Izayoi retornou ao quarto encontrando o homem movendo-se preguiçosamente na cama. Ele abriu os olhos dourados ainda sonolento e a mulher se aproximou sorrindo sentando-se ao lado dele na cama e acariciando o abdômen.
- Bom dia! – ela disse com a voz suave.
- Bom dia. – respondeu pegando a mão dela e levando até os lábios. – Por que não me acordou?
- Não tinha por que. Você estava tão tranqüilo, eu é que perdi o sono e por isso levantei cedo. Eu vou pedir nosso café da manhã.
Izayoi o beijou levemente antes de se levantar e caminhar em direção à sala onde faria a chamada para o serviço de quarto.
Oyakata também se levantou e seguiu para o banheiro saindo de lá momentos depois de banho tomado e vestiu suas roupas. Ele foi ao encontro de Izayoi na sala e a mulher falava ao telefone mais uma vez.
- Eu devo estar em casa no domingo à noite Keiko, avise ao papai, por favor. Ja ne.
O café da manhã já estava sobre a mesa posta e logo os dois sentaram-se para desfrutá-lo.
- E então já decidiu sobre o que faremos hoje? – Oyakata perguntou.
- Vou deixar isso em suas mãos, já que você será meu cicerone.
- Certo. Eu vou ao meu quarto para me trocar e volto para buscá-la.
- Tudo bem.
Oyakata fitou o relógio em seu pulso e viu que eram quase onze da manhã. Não costumava acordar tão tarde, mas aquele era realmente um dia atípico. Passara uma noite maravilhosa em companhia da mulher que estava agora a sua frente vestindo apenas um roupão que emoldurava o belo corpo. Dera vazão naquela noite ao desejo intenso que sentia pela mulher, mas que reprimia por medo de envolver.
- No que está pensando? – ela o tirou de seus pensamentos com a pergunta.
- No que aconteceu entre nós, no tempo perdido até chegarmos aqui.
- Isso não importa mais. – ela falou com a voz doce e Oyakata tocou seu rosto com delicadeza. – Agora tudo o que temos a fazer é viver esse relacionamento todos os dias intensamente.
O homem se inclinou para o lado para beijá-la e eles ficaram nessa carícia por alguns segundos, depois voltaram a tomar o café da manhã tranqüilamente.
- Tenho que ligar para casa e saber como está o Sesshoumaru.
- Já está com saudades, não é? – ela falou divertida. – Oh! É a primeira vez que você se fasta dele... – disse atentando para esse detalhe que até então passara despercebido.
- É.
- Nós podemos mudar os planos e voltar para casa se você quiser.
- Não, está tudo bem. Ele está em casa e seguro, não há motivo para que eu me preocupe.
- Tem certeza? – Ela perguntou enquanto ele a trazia para seu colo.
- Tenho. – respondeu voltando a beijá-la.
Oyakata voltou ao seu quarto, após o café da manhã, para se trocar e logo depois ligou para casa para saber do filho. Kaede garantiu que o menino estava bem assim como tudo na casa. Hashi conforme solicitado pelo irmão havia passado lá para vê-los e disse que voltaria à noite.
...
Izayoi estava em seu quarto, sozinha agora. Ela tomava um banho quente antes de se preparar para sair com Oyakata. O sorriso fácil estampado no rosto dela demonstrava o quanto estava se sentindo feliz naquele momento.
Ao terminar o banho Izayoi saiu do magnífico banheiro do hotel e seguiu para o quarto onde de dentro do closet retirou um conjunto de calça e casaco amarrado a cintura na cor marfim, sapatos de salto alto e meias finas da mesma cor completavam o traje. Ela escolheu pequenos brincos de ouro para usar juntamente com um anel e relógio channel.
Cerca de vinte minutos depois a mulher estava vestida e penteava os longos cabelos ajeitando a longa franja para a lateral do rosto. Maquiou-se de forma discreta e aplicou batom nos lábios rosados, depois um pouco do perfume preferido e característico dela e estava pronta se olhando no espelho quando ouviu batidas na porta do quarto.
Izayoi foi até a porta e a abriu com um sorriso, já sabendo quem era. Ela observou o homem a sua frente não se surpreendendo com a elegância dele. Oyakata era um homem extremamente elegante e de gostos refinados, estava sempre bem vestido e o perfume masculino, suave, mas marcante exalado do corpo dele era absolutamente apaixonante.
- Está pronta? – Ele perguntou sorrindo.
- Sim, só preciso pegar minha bolsa.
Eles saíram do hotel logo depois e Oyakata dirigia pela cidade o carro que alugara. Eles conversavam durante o trajeto até o museu, onde Izayoi mencionara que queria ir.
- Ligou para casa? – ela perguntou.
- Liguei. O Sesshoumaru está ótimo, nem está sentindo minha falta. – ele disse num tom divertido fingindo certa mágoa.
- Duvido muito disso, ele é super apegado a você.
- Eu sei.
- Pode não ser tão evidente porque afinal, ele ainda não fala e não pode perguntar onde está o pai ou coisas assim.
- Eu sinto muita falta dele também.
Oyakata dirigiu por cerca de vinte minutos até alcançarem o belíssimo quarteirão onde ficava o museu. Ele estacionou em um local indicado pelo vallet e ao saírem do carro os dois entraram no edifício histórico.
Naquele momento havia exposições residentes de arte e cultura nipônica e também a exposição do tesouro imperial que incluía as jóias, peças de decoração e objetos de uso pessoal dos monarcas que eram produzidos em pedras e metais preciosos.
Oyakata ciceroneou a bela mulher em sua companhia, indicando-lhe as peças e contando a ela o que sabia sobre cada uma delas. Izayoi tinha consciência do quão culto o homem era, mas ainda assim era fascinante ver esse lado dele, além do fato dele estar absolutamente descontraído naquele momento.
Durante todo o tempo em que passaram no museu percorrendo aqueles corredores, ora muito bem iluminados, ora com parca luz dependendo do que havia exposto ali, Izayoi foi surpreendida diversas vezes por pequenos gestos de carinho dele. Oyakata segurava suas mãos de forma firme, mas ainda assim delicada fazendo-a sentir-se dele. Ele acariciou o rosto fascinado dela ao observar uma peça em vários momentos e mostrou-se atento a tudo o que ela dizia por mais banal que fosse a frase ou comentário.
Algumas horas depois, já tendo conferido todas as exposições que queriam, o casal deixou o museu e Oyakata disse que levaria a mulher a um lugar especial. Não foi preciso dirigir mais do que cinco minutos para alcançar o objetivo. O reconhecido Jardim do Imperador que ficava naquela cidade, reconhecido pela beleza planejada com seus canteiros de belas flores, lagos com pontes que remontavam a época do império.
Ao chegarem, Izayoi ficou encantada com a beleza do local que fora construindo por ordem do Imperador. Ela sorriu docemente enquanto Oyakata a guiava pela trilha de pedras trabalhadas que demarcavam o caminho a ser seguido.
Aquele era um ponto turístico conhecido e naquele dia de sol havia um número considerável de pessoas ali, mas não estava cheio demais. Eles passearam de mãos dadas pela trilha enquanto o sol aquecia levemente sua pele.
- Esse lugar é realmente maravilhoso! – Izayoi disse encantada.
Oyakata sorriu ao ver o semblante dela que demonstrava toda sua satisfação por estar ali. Ela parou para observar uma escultura colocada no meio do jardim e o homem se aproximou lentamente a envolvendo pela cintura e a beijando carinhosamente no rosto. Izayoi virou-se para fitá-lo e após observar atentamente aqueles orbes dourados que reluziam sob a luz do sol, selou os lábios dele com os seus em um beijo delicado e saboreado pelos dois.
Após mais algum tempo caminhando e conhecendo o local, era hora do almoço e Oyakata sugeriu que eles fossem a um restaurante próximo dali.
- É um lugar bastante aconchegante. – ele disse.
- Então vamos.
Chegaram ao restaurante que possuía imensas janelas de vidro para aproveitar ao máximo a paisagem daquele magnífico jardim. A construção era panorâmica para valorizar a vista e Oyakata escolheu uma mesa bem próxima à janela.
- Fazia tempo que não desfrutávamos de momentos assim na companhia um do outro. – A mulher disse o fitando.
- É. Por culpa minha certamente.
- Eu prefiro não apontar culpados nessa história. Você tinha seus motivos e embora eu tenha sentido e muito a sua falta, eu entendia porque você estava fazendo aquilo.
- Você é boa demais Izayoi... – ele disse pegando a mão dela que estava sobre a mesa e a levando aos lábios de forma carinhosa.
- Sou?
- É e eu estou feliz por você ter surgido na minha vida dessa forma tão inesperada e intensa contrariando todas as probabilidades. Uma mulher como você normalmente não se interessaria por um homem com um passado amoroso turbulento e um filho para se preocupar.
- Talvez você tenha razão, mas você não é um homem comum Oyakata e a verdade é que eu me apaixonei pelo seu filho antes de você.
- É mesmo? – ele perguntou sorrindo.
- É. Aquele garotinho me conquistou desde o primeiro momento em que o vi. Eu simplesmente o adoro.
O sorriso de Oyakata se alargou ao ouvir a mulher falar sobre o filho. Era bom saber que ela o amava assim como ele, isso era um ponto muito positivo em favor do relacionamento dos dois.
- Vamos terminar o almoço, ainda há muito para vermos nessa cidade. – ele disse.
- Aonde você vai me levar depois?
- Ao castelo de Nijo.
- Humm... um castelo. Parece interessante.
- É um lugar muito bonito, você vai gostar.
Horas depois eles chegaram à região onde ficava o famoso castelo. A construção imponente impressionava a todos que a viam.
O castelo fora construído pelo Xogum Tokugawa Ieyasu e possuía o piso conhecido como rouxinol, projetado de forma que os pregos propositalmente rocem na madeira produzindo o som do rouxinol quando pisado por alguém. A estratégia era utilizada para alertar sobre a presença de intrusos no local.
Oyakata explicava a Izayoi tudo que sabia sobre o local e a mulher o ouvia fascinada.
...
O sol já começava a se pôr no horizonte e este espetáculo era observado por Izayoi e Oyakata que a abraçava por trás naquele momento.
- Gostou do passeio? – ele indagou logo após beijá-la levemente no pescoço.
- Adorei. Espero que possamos ter outros dias como esse.
- Nós teremos com certeza.
A segurança com que ele disse a última frase fez Izayoi sentir-se extremamente feliz e um de seus mais belos sorrisos apareceu.
- Vamos voltar, antes que escureça. – ele falou e ela logo pegou em sua mão depois que ele desfez o abraço e passaram a caminhar de volta ao local onde o carro estava estacionado.
...
Cerca de duas horas mais tarde chegaram ao hotel e antes que pudessem tomar o elevador Izayoi indagou:
- Em que quarto você está hospedado Oyakata?
- Por que, você quer me fazer uma visita? – perguntou com um sorriso malicioso.
- Quero. – ela respondeu simples e diretamente.
Oyakata sorriu com a objetividade da mulher, ela certamente sabia o que queria.
- 305H. – ele respondeu finalmente enquanto entravam no elevador e indicavam os andares que queriam.
- Obrigada. – ela disse sorrindo.
O andar indicado por Oyakata chegou e ele a beijou no rosto antes de deixar o elevador.
- Nos vemos depois. – ela disse.
- Eu vou esperar.
Cada um foi para seu quarto em busca de descanso e onde tomariam banho e se trocariam. Izayoi logo providenciou para si um banho e enquanto aguardava a banheira encher retirava as roupas com a qual passara o dia inteiro passeando com Oyakata e cantarolava uma música. Ela sorriu levemente ao constatar que podia sentir o perfume dele em sua blusa.
No andar de baixo, a primeira coisa que Oyakata fez ao entrar em seu quarto foi pegar o telefone e ligar para casa. Sentia uma saudade quase insuportável do filho.
- Moshi, moshi? – Uma voz masculina atendeu.
- Hashi, sou eu.
- Konnichiwa irmão.
- Konnichiwa. Como estão as coisas aí?
- Está tudo bem. O Sesshoumaru está ótimo.
- É, eu soube que ele nem está sentindo minha falta.
- No lugar dele também não sentiria. Cercado de mulheres...
- Como assim cercado de mulheres?
- Aparentemente as mulheres dessa casa não quiseram tirar folga essa semana, ficaram todas aqui para cuidar dele na sua ausência. – Hashi disse divertido e o irmão também sorriu do outro lado da linha.
- Nenhuma delas foi para casa?
- Pelo que Kaede me disse, não. Megumi eu já sabia que estaria aqui porque você me disse, mas a cozinheira, a faxineira... Esse garoto deve ter nascido com algum encanto que pulou a nossa geração, é a única explicação que eu encontro.
- Está certo. – Oyakata respondeu rindo com a brincadeira do irmão. - E você como está?
- Trabalhando demais como de costume, mas hoje à noite eu tenho um encontro. Vou ficar aqui um pouco com o Sesshoumaru e depois vou sair.
- Humm...
- Você está aonde Oyakata?
- Em Kyoto.
- Kyoto? Você tem negócios aí?
- Agora tenho. – respondeu enigmático.
- E quando você volta?
- No máximo amanhã à noite estarei em casa. – O mais velho disse enquanto desabotoava a camisa que usava.
- Tudo bem então, nos vemos quando você voltar.
- Certo. Dê um beijo no meu garoto por mim.
- Pode deixar. Ja ne.
- Ja ne.
Ao terminar a chamada o belo homem despiu-se e seguiu para a suíte do quarto onde se colocou debaixo da ducha quente. Ao sair utilizou a macia toalha cinza que havia ali para secar os cabelos e o corpo deslizando-a pelos músculos bem definidos enquanto procurava no closet por uma roupa para vestir.
Meia hora depois ele estava vestindo uma calça social cinza e uma camisa de botões e mangas cumpridas na mesma cor estampada com finas listras verticais com tons de vinho e branco. A mangas da camisa foram dobradas dando um ar mais informal ao traje e os sapatos pretos completavam o visual.
Oyakata serviu-se de uma bebida e se sentou em uma das poltronas da sala de estar para assistir tv enquanto aguardava a visita de Izayoi. Ele percorreu os canais até parar em um noticiário que dava informações sobre a economia e as bolsas de valores.
Não demorou muito para que Izayoi se aprontasse e deixasse seu quarto em direção ao de Oyakata. Ela vestia um macacão bem ajustado ao corpo, de calças cumpridas pantalonas na cor branca, com decote frente única e um cinto grosso atado à cintura preto como os sapatos finos que usava. Os cabelos que estavam soltos e bem escovados balançavam levemente em suas costas nuas enquanto ela caminhava.
Izayoi tocou a campainha do quarto e logo viu a porta ser aberta e através dela surgir o lindo homem que ela aprendera a amar. Ele sorriu para ela e lhe estendeu a mão a convidando para entrar.
- Nem nos dias de folga você abandona a cotação das bolsas... – ela comentou ao ver o que passava no televisor ainda ligado.
- É um vício eu acho. – ele respondeu calmamente caminhando até ela e Izayoi colocou os braços em volta do pescoço dele beijando-o. – Quer beber alguma coisa?
- Um Martini seria bom.
- Então um Martini será. – ele respondeu aplicando mais um beijo nos lábios dela antes de seguir para o bar e preparar a bebida.
Naquela noite o casal compartilhou de mais momentos de intimidade jantaram juntos ali mesmo na suíte enquanto conversavam sobre assuntos diversos e uma coisa levou a outra. Foi inevitável que terminassem fazendo amor novamente de forma apaixonada, dessa vez no quarto dele. Oyakata a cobriu de carinhos e gentilezas todo o tempo, deixando a mulher extasiada e cada vez mais encantada por ele. Era um amante cuidadoso e gentil, embora não deixasse de ser passional e intenso.
Horas mais tarde eles estavam na cama abraçados envolvidos pelos macios lençóis e pelo calor de seus corpos.
Oyakata tinha o corpo recostado à cabeceira da cama e Izayoi estava deitada entre suas pernas com a cabeça apoiada em seu peito onde podia ouvir sua respiração e seus batimentos. Ele acariciava a pele dela de forma inconsciente e ritmada quando sentiu Izayoi mover-se e beijar seu abdômen.
- É uma pena que tudo isso tenha que acabar amanhã. – ela falou.
- Não vai acabar... – a frase dele a fez se erguer para fitá-lo. – a menos que você queira.
- É claro que eu não quero. – ela disse docemente.
- Amanhã nós voltaremos para casa, mas ainda estaremos juntos. Teremos outros momentos como esse Iza. Eu quero ter outros momentos como esse com você.
Izayoi o abraçou fortemente no que foi correspondida e logo eles adormeceram.
Parece que finalmente esse romance engrena. Ehhh! Fico muito feliz pelos dois. Por um tempo ainda haverão momentos fofos para os dois, mas alguns conflitos surgirão no caminho deles.
Darei apenas uma dica: - O pai da Iza é super protetor. Daí vocês podem usar sua imaginação para saber o que pode vir por aí.
Obrigada pelos comentários meninas! Adorei todos eles.
Arice-chan - Menina gulosa querendo todos os Taisho para si. Vc só esqueceu de mencionar o Hashi, mas originalmente ele não é um Taisho, não é? Eu gosto muito desse personagem, se vocês notarem bem, o Inuyasha parece mais com ele do que com o pai. O comportamento e o jeito é o mesmo com exceção do senso de responsabilidade que o Inuyasha desconhece por completo e o Hashi é bastante responsável.
Vice-chan - De fato Izayoi é uma mulher de atitude e eu a admiro ainda mais por ser capaz de fazer isso transbordando charme e elegância. Ela comanda esses três homens com maestria.
Hinata-chan - Vc tem razão esse casal nasceu para dar certo, estavam predestinados um ao outro e por tudo o que passarão juntos o amor deles irá se fortalecer ainda mais.
Nath-p - Vc achou estranho ler um hentai dos pais do Sesshy? Eu corrigi alguns erros no cap anterior e cortei uma parte, mas esta foi repostada depois.
Yukiko - É outra gulosa querendo todos esses homens para você. Pára com isso. Eles são meus. kkkkk
Beijos!
