Olá meninas!
Como estão nesse primeiro dia de inverno?
Bom, eu trouxe um capítulo para aquecer o coração de vocês. Espero que gostem.
Boa leitura!
Aquela sexta-feira passou rapidamente e Izayoi agradeceu aos deuses por isso. Estava ansiosa como uma garotinha para o encontro com Oyakata. Desde a viagem a Kyoto os dois não ficavam realmente a sós e a mulher desejava estar com ele novamente.
Assim que chegou em casa naquele final de tarde, Izayoi foi para o quarto e escolheu o que vestiria no jantar, depois foi ao banheiro, abriu as torneiras para encher a banheira com água morna e a temperou com seus sais e essências preferidas. Logo ela estava relaxada dentro da água e de olhos fechados pensava em seu amado enquanto um leve sorriso embelezava ainda mais sua face.
- Nossa! Estamos mesmo felizes hoje, não? – Os pensamentos da mulher foram interrompidos pela voz da irmã.
- Keiko, você não deveria entrar sem bater sabia?
- Eu bati, mas você estava tão distraída que parece não ter me ouvido. – A mais nova respondeu sorrindo marota.
- O que você quer? – Izayoi indagou calmamente enquanto esfregava o próprio corpo de maneira suave.
- Nada. Você vai sair hoje? Tem um grande encontro?
- Eu vou jantar com o Oyakata, senhorita curiosa.
- Hummm... Você está mesmo apaixonada, não é Iza?
- Estou. – A morena respondeu sorrindo. – Estou completamente apaixonada por ele.
- Fico me perguntando se um dia eu vou sentir algo assim...
- É claro que vai. Você vai encontrar um homem que tire o seu fôlego irmãzinha, pode esperar que vai.
Keiko sorriu com a declaração da irmã e as duas continuaram conversando enquanto Izayoi terminava de se banhar.
Minutos depois a mais velha saía da banheira, de frente para o grande espelho do banheiro e usando um secador, ela secava os longos cabelos, alinhando-os a seu gosto. Terminou por usar uma maquiagem leve e elegante comum a ela e finalizou com um batom cor da pele. Feito isso, Izayoi voltou ao quarto onde o vestido branco modelo tubinho bem ajustado ao corpo estava estendido sobre a cama pronto para ser vestido. Ela pegou um conjunto de lingerie preta com rendas no closet e o vestiu, logo depois foi a vez das meias finas deslizarem por suas pernas até a altura das coxas emoldurando as membros bem torneados. Por fim o vestido, Keiko a ajudou erguendo o fecho que ficava nas costas que iniciava na cintura e ia até em cima.
Izayoi voltou a se olhar no espelho conferindo a elegância de seu traje, voltou até a penteadeira onde os delicados brincos e o colar de ouro branco já estavam separados para serem usados e os colocou juntamente com o bracelete. Olhando-se mais uma vez no espelho, resolveu prender os cabelos em um elegante coque alto, que valorizaria seu rosto e colo e foi o que fez sorrindo depois satisfeita com o resultado. O toque final foram lindíssimos sapatos de verniz preto que combinavam com a bolsa de mão da mesma cor.
- E então? - A mulher indagou à irmã.
- Você está um arraso Iza.
- Ótimo! Era exatamente essa a intenção. - A mais velha respondeu sorrindo de forma significativa.
Minutos depois Izayoi descia a escada em companhia da irmã. Ao chegar ao térreo ela informou a governanta da casa que iria a um jantar e não teria hora para voltar, pediu que não se preocupassem. A mulher apenas concordou com um aceno da cabeça e voltou para a cozinha através do corredor. Um som de buzina foi ouvido e Keiko correu para a janela que ficava próxima à entrada da casa.
- É ele Iza.
- Eu sei. - Respondeu sorrindo. - Eu vou indo Keiko. Você vai ficar em casa hoje?
- Claro que não, mais tarde vou sair com meus amigos. O dia em que você me vir ficar em casa numa sexta-feira a noite, pode ter certeza de que estou doente. - Disse divertida.
- Está certo. Juízo, hein?
- Você também. - Falou trocando beijos com a irmã.
Izayoi saiu pela porta trajando um elegantíssimo casaco também branco sobre o vestido. Ela caminhou lentamente até o jaguar estacionado em frente a sua casa e sorriu ao ver o homem sair do veículo, como sempre fazia, para recebê-la.
Oyakata usava um terno de cor grafite, com uma camisa social cinza clara e gravata que misturava listras diagonais em tons de cinza e vinho. A elegância contumaz dele não surpreenderam Izayoi que já estava habituada ao estilo dele, mas nem por isso ela ficou menos maravilhada ao ver aquele homem alto, de belos e expressivos olhos dourados, rosto e corpo perfeitamente talhados que a aguardava com um sorriso mais do que perfeito na face.
- Olá! - Ela disse forçando a si mesma a parar com tais pensamentos.
- Olá Izayoi! - Respondeu com a voz grave e pausada a admirando sem a menor hesitação. - Você está lindíssima.
- Obrigada! Eu posso dizer o mesmo de você.
Oyakata desencostou do carro e conduziu Izayoi até o assento do passageiro e após vê-la se acomodar seguiu para o próprio assento.
O trajeto até o restaurante foi feito em pouco mais de trinta minutos por causa do transito intenso do centro de Tóquio. As ruas estavam cheias de pessoas buscando por diversão ou retornando para casa após o trabalho naquela sexta-feira de céu estrelado e temperatura agradável.
Chegaram ao restaurante escolhido por Izayoi, especializado na culinária francesa, na porta do luxuoso estabelecimento lia-se Chez Lui. Era um famoso restaurante frequentado apenas por ricos e famosos, as reservas eram disputadíssimas, mas não foi difícil à herdeira da Editora Hasimoto, com sua influência, conseguir uma bela mesa para dois.
Oyakata estacionou o carro na entrada do restaurante e logo um vallet veio abordá-lo para estacionar o veículo. Izayoi o aguardou ao sair do carro e aceitou o braço que era estendido de forma cavelheiresca por ele. Sorrindo a mulher caminhou em companhia dele até o interior do restaurante onde forneceu seu nome para que as reservas fosse identificadas e eles logo foram conduzidos à mesa e se acomodaram.
- E então, o que achou da minha escolha? - Ela indagou assim que o garçom se afastou deles dizendo que traria a carta de vinhos.
- Excelente. Eu já estive nas filiais de Nova Iorque e São Francisco em mais de uma ocasião.
- Humm... então você conhece o serviço?
- Sim, é ótimo.
- Negócios ou prazer? - A mulher indagou de forma tranqüila e viu o homem arquear as sobrancelhas.
- O quê?
- Suas visitas a esses restaurantes, foram a negócio ou entretenimento?
- Negócios geralmente.
Izayoi sorriu olhando fixamente para ele quando o garçom voltou estendendo a carta de vinho ao homem que antes mesmo de aceitá-la informou que queria champanhe. Após verificar por alguns instantes as opções Oyakata se decidiu por um dos mais requintados exemplares oferecidos, que logo foi servido aos dois.
O casal conversou por longos minutos desfrutando do champanhe servido antes de finalmente fazerem seus pedidos. Como esperado, os pratos estavam maravilhosos e foram impecavelmente servidos comprovando a ótima fama do local.
Terminado o jantar os dois deixaram o restaurante e Oyakata voltou a conduzir seu carro pelas ruas de Tóquio. Eram quase dez da noite e a agitação não havia dimiuído na capital japonesa muito pelo contrário.
- Para onde nós vamos agora sennhorita? - Oyakata indagou e viu a mulher ao seu lado sorrir.
- Você gostou do jantar?
- É claro. Um jantar como aquele com uma companhia como você é nada menos do que perfeito.
- Que bom!
- Você ainda não me respondeu Izayoi. Para onde nós vamos?
Izayoi deu a ele instruções de como prosseguir até o local que ela desejava ir ainda na área metropolitana. Minutos mais tarde ela indicou que Oyakata parasse em frente a um alto edifício no qual ele entrou através do portão da garagem por instrução dela.
Deixaram o carro e tomaram o elevador. Izayoi mantinha-se em silêncio aguçando a curiosidade do homem que a observava através das paredes espelhadas. Izayoi o olhou pelo reflexo e se virou para fitá-lo.
- O que foi? - Indagou se aproximando e tocando o rosto dele. - Não confia em mim?
- Confio. Por isso estou me deixando guiar por você esta noite. - Respondeu com a calma habitual e sentiu um beijo leve dela tocar seus lábios.
A porta do elevador se abriu revelando um corredor silencioso e bem decorado com várias portas enfileiradas. Izayoi tomou a mão dele com as suas e caminhou pelo corredor até alcançar uma das portas parando em frente a ela. A mulher retirou da bolsa um molho de chaves e usando uma delas abriu a porta entrando logo a seguir. Izayoi olhou para ele e o chamou.
- Entre.
Oyakata a seguiu até chegar a sala do aconchegante apartamento. Não era um imóvel grande para os padrões aos quais ambos estavam acostumados, mas era bonito e bem planejado, além de possuir uma decoração sóbria em tons claros contrastando com alguns detalhes de cores quentes.
- Que lugar é esse Izayoi? - Ele perguntou ao parar no meio da sala enquanto a via depositar a bolsa sobre um dos sofás.
- Esse é... o meu refúgio, podemos dizer. Eu comprei esse apartamento quando estava ainda na faculdade, queria um lugar só meu onde eu pudesse ficar sozinha para estudar ou reunir os amigos.
O homem continuou a fitando nos olhos por alguns instantes, depois voltou a analisar o ambiente, parecia-se mesmo com Izayoi elegantemente simples e atraente.
- Achei que precisávamos de um lugar para ficarmos a sós, um local neutro com privacidade e discrição. - A voz suave dela voltou a chamar sua atenção.
Oyakata se aproximou mais da mulher e estendeu os braços envolvendo-a. Izayoi se aninhou ao corpo dele sentindo o calor envolvê-la e a mão forte ergueu seu rosto de forma delicada fazendo-a encará-lo. Ele a beijou de forma minuciosa e apaixonada fazendo a mulher arfar e emitir gemidos baixos de puro prazer.
- Eu tenho vinho aqui, você quer? - Ela indagou quando o beijo foi finalizado.
- Quero.
Ela então seguiu por um corredor retornando logo depois como uma garrafa de vinho e duas taças. Oyakata abriu a garrafa e serviu aos dois que tomaram o líquido carmim enquanto trocavam carícias tão doces quando a bebida que deslizava suavemente por suas gargantas. O homem já não usava mais seu paletó, a gravata havia se perdido em algum canto da sala e os primeiros botões da camisa social estavam abertos. O vestido de Izayoi estava levemente erguido deixando a mostra suas coxas e as alças estavam caídas sobre seus ombros enquanto os lábios dele os enchiam de beijos.
- Vamos para o quarto querido... - Izayoi pediu com a voz sôfrega, já tomada pelo desejo incontrolável que sentia de ser possuída por aquele homem.
Já no quarto, Oyakata tratou de livrar Izayoi do vestido fazendo deslizar o fecho em suas costas até que o traje pudesse ser retirado do corpo feminino. Durante todo tempo ele manteve as carícias beijando a pele quente pela excitação na região do pescoço, enquanto as mãos deslizavam pelas costas indo até a barriga depois aos seios. Ele admirou por alguns instantes o belo corpo da mulher adornado pela sensual lingerie, sorriu maliciosamente e obteve o mesmo gesto em resposta.
Izayoi o fez se sentar na cama e colocando um dos pés sobre ela retirou lentamente a meia fina que usava. O homem não tirava os olhos dela. A outra meia foi retirada e a mulher se colocou sobre ele sentada em seu colo. Os braços fortes logos envolveram a silhueta feminina, sentindo a maciez da pele. As bocas se tocavam de forma faminta enquanto o calor emanado pelo corpo de ambos aumentava exponencialmente.
As mãos de Oyakata percorriam todo o corpo de Izayoi, mas sem despi-la totalmente ainda. Ele não tinha pressa, queria explorar ao máximo o contato com aquela pele aveludada e vê-la arfar de prazer.
Os lábios dele acariciavam a pele sensível na área do pescoço e percorreram o caminho até chegar aos seios médios e firmes ainda cobertos pelo sutiã que Oyakata tratou de remover de seu caminho. Os mamilos rígidos pela excitação ficaram expostos às suas carícias e ele os saboreou como a uma fruta madura, fazendo Izayoi gemer alto em resposta.
As mãos dela deslizavam pelos fios prateados enquanto ele sugava seus seios de forma ávida e mordiscava sua carne.
- Oyakata... – O nome era sussurrado enquanto a respiração estava alterada.
Oyakata inverteu as posições fazendo com que ela se deitasse na cama. Voltou a beijá-la nos lábios enquanto que com as mãos acariciava sua intimidade ainda fracamente protegida pela lingerie.
Os lábios dele logo deixaram os dela e os olhos dourados a fitaram com intensidade, admirando o belo corpo feminino que se mostrava mais do que pronto para recebê-lo mais uma vez. Oyakata voltou a aplicar beijos leves e gentis, agora na região da barriga descendo até alcançar o ventre. Izayoi arqueou o corpo ao sentir a proximidade com a parte sensível e pulsante entre suas pernas.
Ele removeu a calcinha lentamente fazendo-a deslizar pelas coxas até os calcanhares e Izayoi ergueu as pernas para permitir que ele a retirasse da forma mais provocante possível. Ela sorriu enquanto ele acariciava suas pernas, mas o sorriso deu lugar a um gemido rouco quando o sentiu tocar seu sexo com os lábios. Izayoi agarrou os lençóis da cama com força sentindo um calor avassalador tomar conta de seu corpo, aquela sensação era tão maravilhosa, senti-lo manipular sua intimidade daquele jeito era extasiante.
Um orgasmo a atingiu rapidamente fazendo-a contrair os músculos do corpo. Oyakata via com satisfação o tremor percorrer o corpo dela e provou do líquido que brotou daquela cavidade quente, saboreando a exótica essência nascida do prazer dela.
Izayoi gemia alto e intensamente e essas reações aumentaram quando se sentiu invadida por ele. O homem deslizou seu membro de forma sorrateira para seu interior e se colocou profundamente dentro dela antes de iniciar sua movimentação.
Foi a primeira vez naquela noite que Izayoi viu um gemido intenso deixar a garganta de Oyakata. Ele se abrigou nela indo o mais fundo que pôde e se deliciou com isso mantendo-se quieto por alguns segundos desfrutando da sensação de calor que o cercava. Ela sorriu tendo os lábios dele muito próximos do seu enquanto o acariciava nas costas.
O homem passou a se movimentar sobre ela erguendo-se sobre os braços musculosos e rígidos, arremetendo o quadril fino contra o corpo dela entrando e saindo do canal deliciosamente estreito para ele. O ritmo era aumentado aos poucos e se tornava mais e mais intenso fazendo os corpos de ambos sacudirem naquela movimentação.
- Ah querido! Isso é maravilhoso... – Izayoi disse com a voz rouca e trêmula.
- Sim... é maravilhoso minha Iza... – Ele falou ainda investindo contra ela. – Você é maravilhosa.
As investidas eram muito intensas agora, Oyakata estava atingindo seu clímax e logo se derramaria no interior da mulher. Ele cerrou os olhos apertando-os com força e um gemido alto deixou sua garganta deixando claro que ele alcançara o prazer máximo. Izayoi também o sentiu intensamente e de novo, suas unhas arranharam levemente as costas do homem deixando marcas que logo desapareceriam.
Oyakata descansou o corpo suado sobre o dela e a mulher o envolveu num abraço carinhoso. Ele a fitou depois de alguns segundos e a viu sorrir docemente.
- Eu te amo. – Ela disse e ele colou seus lábios aos dela em um beijo intenso que durou até que lhes faltasse ar.
Minutos depois Izayoi levantou-se da cama e caminhou até o banheiro. Ela abriu a torneira da banheira permitindo que a água quente a preenchesse. Enquanto observava o líquido cristalino escorrer pelo recipiente ela sorria como uma criança que ganhara o presente que sempre pedira.
Oyakata permaneceu na cama, os olhos estavam fechados e a respiração tranqüila, mas ele não dormia. Sentia-se pleno como a muito tempo não se sentia, Izayoi conseguia fazê-lo sentir-se completo.
Ainda no banheiro, Izayoi acendeu diversas velas aromáticas e as espalhou em volta da banheira. As velas tinham os mais variados tamnhos e formatos de flores. Ela estava vestida com um robe e após testar a temperatura da água com as mãos, chamou por ele.
- Oyakata? - A voz suave ecoou dentro do banheiro. - Venha até aqui. - Pediu insinuante. O homem sorriu ainda deitado na cama, mas logo se livrou do lençol que cobria parcialmente seu corpo e seguiu até lá.
Ao entrar ele vislumbrou a atmosfera criada pela mulher e sorriu vendo-a derramar o conteúdo de um pequeno frasco dentro da água e depois agitar a mão lá dentro provocando bolhas.
- O que foi? - Ele perguntou e ela se voltou para fitá-lo vendo-o completamente nu a sua frente.
- Você quer entrar aqui comigo? - O sorriso malicioso na face da mulher não deixava dúvidas sobre o que ela tencionava.
- Esse é um convite irrecusável Iza.
- Então venha. - Ela lhe estendeu o braço e o viu caminhar lentamente até ela. Eles se beijaram antes que Oyakata entrasse na banheira e deixasse seu corpo ser coberto pela água quente e espumante.
Izayoi foi até o interruptor e dimunuiu as luzes permitindo que as luzes das velas prevalecessem e tornassem aquela atmosfera absolutamente romântica e irresistível. Logo depois ela se juntou a ele sentando entre suas pernas e recostando o corpo no peito másculo. Oyakata logo a envolveu e beijou seu pescoço repetidas vezes fazendo-a fechar os olhos e apenas ficar quietinha aproveitando a sensação. Ele acariciava os braços dela e a barriga, os seios de forma delicada e extremamente carinhosa.
- Hummm... isso é tão bom... - Ela murmurou. Ele sorriu com os lábios colados ao ouvido dela e mordiscou a orelha levemente. - Ai amor não faz isso...
- Por que não? - Ele indagou num sussurro.
- Porque...hummm...
- Por que Iza? - Ele continuou com as carícias. - Isso faz você querer que eu a ame de novo?
- Uhum. - Ela confirmou ainda completamente envolvida por aquelas carícias.
Vê-la desse jeito fez a excitação voltar ao corpo de Oyakata, ele estava pronto para tê-la novamente então a tomou com a mesm paixão e volúpia de antes, sem deixar de ser amoroso e gentil.
A madrugada não tardou a chegar e o casal compartilhava a cama de casal do quarto de Izayoi assim como compartilhavam o calor de seus corpos estando abraçados enquanto dormiam.
Oi voltei!
O que achar? Deu para aquecer o coração? Deu, né? rsrsrs
Cada vez gosto mais desse casal principalmente da Izayoi. A cada capítulo admiro mais a força e a delicadeza dessa mulher.
No próximo capítulo acho que haverá o primeiro conflito envolvendo o relacionamento dos dois. Aguardem.
Beijos!
