Oi gente!

Bom dia da Independência para vocês! Feriado, todo mundo em casa descansando ou curtindo...

Bom, como eu ainda não consegui a minha, pelo menos não a financeira, estou de plantão novamente nesse domingo de sol.

Mas como tudo está tranqüilo e eu me recuso a ficar reclamando sem ter realmente do que. Estou trazendo mais um capítulo para vocês dessa estória FOFA. RSRS.

Espero que gostem. Boa leitura!


Oyakata estava sentado em seu lugar na maravilhosa mesa da sala de jantar onde o café da manhã estava servido. Os olhos dourados pareciam tranqüilos e percorriam as notícias do jornal do dia.

Minutos depois uma voz conhecida pôde ser ouvida no aposento, o que chamou a atenção do executivo.

- Bom dia! – Hashi cumprimentou ao ver o irmão.

- Bom dia! – O mais velho respondeu.

Oyakata não estranhou ver o irmão ali naquele horário, era quase uma rotina.

- Esse café está parecendo maravilhoso. Ainda bem que não comi nada em casa, não é Kaede? Assim posso desfrutar das suas delícias. – Falou fitando a governanta que chegava à sala trazendo um bule com líquido fumegante.

- Fique à vontade. – A mulher respondeu sorrindo.

O médico tomou seu lugar à mesa e passou a se servir das várias iguarias postas ali.

- Oyakata aqueles papéis que eu pedi para você olhar estão aqui ou na empresa?

- Estão na empresa. Por quê?

- Eu vou precisar de um deles para a área jurídica fazer uma verificação que eu pedi.

- Ainda não pude terminar de examiná-los. Está havendo algum problema no hospital? – O mais velho perguntou preocupado e deixou de lado o jornal para dar atenção ao mais novo.

- Não. Eu quero evitar um problema, por isso quero que o jurídico examine um dos contratos que deixei com você.

- Eu mando alguém levar para você mais tarde.

- Tudo bem. – Hakudoushi falou antes de sorver o líquido quente depositado anteriormente na xícara.

A conversa dos dois irmãos foi interrompida pela aparição de uma das empregadas da casa.

- Telefone para o senhor Taisho-sama. Disseram que é do escritório em Narita. – Ela disse.

- Eu vou atender no escritório. – Oyakata depositou o jornal sobre a mesa e logo depois se levantou. – Com licença. – Pediu educadamente antes de se retirar.

Kaede já havia voltado para a cozinha restando na sala de jantar apenas Hashi que desfrutava de seu café da manhã tranqüilamente quando ouviu passos vindos em sua direção. Achou que sua audição estivesse lhe pregando uma peça, mas quando viu a pessoa que surgiu na porta soube que não estava enganado.

- Bom dia! – Foi cumprimentado.

- Bom dia! – Respondeu olhando fixamente para a mulher.

Hashi pensou ter ouvido o som de saltos altos caminhando pelo assoalho, mas que mulher poderia estar na casa de seu irmão àquela hora da manhã?

Izayoi havia descido as escadas calmamente e entrava na sala de jantar com seu sorriso habitual estampado no rosto. Os cabelos estavam soltos e perfumados o que denotava que ela havia acabado de lavá-los. Ela ainda sorria quando puxou uma das cadeiras de frente para Hakudoushi e se sentou.

- Surpreso? – Perguntou o fitando.

- Muito. – Ele respondeu sorrindo. – Mas é uma surpresa boa.

- Que bom.

Oyakata continuava no escritório falando ao telefone conforme informado por Hakudoushi a Izayoi. Os dois ficaram conversando enquanto desfrutavam do café da manhã.

Kaede voltou à sala e não pareceu surpresa ao ver a Hasimoto ali, indagou se ela queria algo em especial para o café e recebeu um sorriso gentil de Izayoi que informou que tudo estava ótimo e não precisava de mais nada.

- Como vão as coisas no hospital?

- Bem. A mesma loucura e agitação de sempre. Daqui a pouco estou indo pra lá, passei aqui para ver o Sesshoumaru. Quando quero vê-lo, venho logo cedo pela manhã porque sei que ele está acordado. Depois que entro naquele hospital fica difícil prever quando sairei, então prefiro vir agora.

- Eu imagino...

Enquanto conversavam, Oyakata retornou à sala e após troca um olhar significativo com a mulher voltou a se sentar em seu lugar.

- Onde está meu sobrinho? – Ele dirigiu a pergunta ao irmão.

- No jardim com Megume. – O mais velho respondeu calmamente enquanto se servia de chá.

- Me dêem licença. Eu vou dar uma olhada nele e depois tenho que ir. Você me manda os papéis então?

- Se for urgente eu peço alguém para levar agora. Deve chegar antes de você.

- Na verdade eu precisarei deles à tarde, quando me reunirei com os advogados.

- Eles estarão lá antes disso, não se preocupe.

- Tudo bem. Bom dia para vocês. Foi um prazer revê-la Izayoi.

- Igualmente Hashi. – A mulher disse sorrindo.

Hakudoushi se retirou dali e foi ao jardim encontrar o sobrinho que estava com a babá aproveitando os raios solares.

- Ele perguntou alguma coisa? – Oyakata indagou à mulher momentos depois.

- Não. – Respondeu simplesmente levando a mão ao encontro da dele que estava estendida em sua direção.

Oyakata levou a mão delicada da mulher aos lábios e a beijou docemente.

- Imaginei que ele não diria nada. Hashi sempre foi muito discreto.

- Ele me disse que vem sempre aqui pela manhã para ver Sesshoumaru.

- É verdade. Sempre que possível ele aparece aqui para vê-lo. Os dois se adoram. – Oyakata concluiu sorrindo.

- Isso é ótimo, não é?

- É sim. Desde que nos mudamos para cá, meu irmão tem estado muito próximo de nós. Sempre presente, me apoiando em tudo, principalmente no quis respeito ao Sesshoumaru.

O casal voltou a sua refeição e vez ou outra trocava algumas palavras. Finalizado o café da manhã Izayoi anunciou que precisava ir embora. Tinha que trabalhar e para isso precisaria passar em casa para se trocar e pegar algumas coisas.

A mulher se despediu do amado e depois caminhou para fora da casa, onde encontrou Sesshoumaru passeando com Megume pelo jardim. Ela se despediu do menino com beijos e gracejos, depois pegou seu carro e seguiu para casa.

...

- Onde esteve?

Está foi a pergunta que Izayoi ouviu tão logo colocou os pés em casa. Sequer fechou a porta e se deparou com o pai pronto para lhe fazer um interrogatório.

- Bom dia para o senhor papai.

- Não use de cinismo comigo Iza. – Disse exasperado.

- Não estou sendo cínica, estou apenas o cumprimentando. Algo que o senhor deveria ter feito ao me encontrar. – Ela disse séria. Izayoi era um doce, mas tinha um gênio difícil que o pai conhecia muito bem.

- Eu perguntei onde esteve?

- Estive na casa de um amigo.

- Você estava com aquele homem. – O pai afirmou se referindo a Oyakata com certo desprezo.

- Sim, eu estava. Nós jantamos juntos e eu não vi o tempo passar. Já era tarde então decidi passar a noite lá.

- Não posso acreditar que esteja se prestando a isso minha filha.

- Me prestando a que?

- Ele está usando você, será que não enxerga isso?

- Me usando? Para quê? – Izayoi indagou irritada.

- Um homem divorciado e com um filho. Que futuro você acha que terá com ele? Que significado você acha que tem na vida dele?

- Isso não lhe diz respeito papai. Eu sou uma mulher adulta e não vou permitir que você interfira na minha vida.

- Eu sou seu pai e quero o melhor para você Izayoi.

- O melhor para mim é ser feliz e a minha felicidade está naquela casa com aquele homem e o filho dele. – Disse cheia de convicção.

- Você está cometendo um erro minha filha. – O homem disse utilizando um tom mais ameno dessa vez.

- Papai, eu não vou discutir com o senhor sobre isso agora. Eu preciso ir para o trabalho, tenho uma reunião importante.

Izayoi subiu os degraus da escada seguindo logo depois para seu quarto onde se prepararia para ir ao seu escritório. A irritação dela era evidente em sua bela face. Tomou um banho rápido e se trocou. Após aplicar a maquiagem e escovar os cabelos, voltou a deixar o quarto carregando sua bolsa e uma valise provavelmente contendo documentos. O traje social e normalmente usado por executivas não tiravam a graça da mulher ainda que seu semblante fosse rígido naquele momento.

Antes de alcançar a porta Izayoi foi abordada por uma voz conhecida.

- Iza? – A voz feminina chamou sua atenção e ela interrompeu seus passos.

- O que foi Miyako? – Indagou ao ver a governanta da casa.

- Querida não fique zangada com o seu pai. Ele só está preocupado. – A mulher que ajudara a criar Izayoi disse em um tom terno.

- Eu sei que ele está preocupado Miyako, mas isso não lhe dá o direito de interferir na minha vida e falar de Oyakata como se ele fosse um homem indigno. Ele sequer o conhece.

- Então talvez eles só precisem se conhecer para desfazer essa má impressão. – Izayoi pareceu pensar por um instante nas palavras da mulher, mas logo voltou a falar.

- Eu tenho medo do que pode acontecer se eles se encontrarem Miyako. Você conhece o meu pai, sabe que ele pode ser terrível quando quer.

- Sim. Eu entendo você. Mas por favor, tente conversar com ele e não briguem.

Izayoi sorriu levemente ao ver o olhar de Miyako. Ela era uma boa mulher e sempre esteve com a família, gostava demais das meninas e até mesmo do próprio patrão.

- Eu vou tentar se mais tolerante com ele Miyako, eu prometo. – A mais jovem disse e depois de depositar um beijo no rosto da governanta saiu pela porta.

- Ele não a merece Miyako. – A voz do dono da casa pôde ser ouvida.

- Algum dia o senhor achará algum homem que a mereça Hasimoto-sama? – Ela indagou em um tom apaziguador já sabendo que o homem não responderia.

...

Dias mais tarde Izayoi estava em um sofisticado restaurante do centro de Tóquio almoçando com sua melhor amiga Naomi. Fazia algum tempo que as duas não se encontravam e naquele dia decidiram encontrar um espaço em sua agenda para aquele almoço.

- Você acabou não indo à festa da sua prima Iza. Foi tão boa. – Naomi disse antes de levar a taça de vinho tinto à boca.

- É, Keiko me disse que foi muito divertida, mas eu já tinha outro compromisso.

- Muito melhor imagino...

- Ah sem dúvida! – A outra respondeu sorrindo.

- E como estão as coisas entre vocês?

- Está tudo correndo maravilhosamente bem. Eu sabia que estar com Oyakata seria ótimo, mas cada dia supera minhas expectativas. Eu o amo muito Naomi.

- Eu sei amiga. Isso está estampado no seu rosto, evidente no modo como você fala dele... – Izayoi sorriu ao ouvir a amiga. – Seu pai ainda está implicando?

- Sim. – Izayoi respondeu mudando sua expressão para uma desanimada e suspirou antes de concluir. - Mas eu decidi não dar importância a isso. Desde que não atrapalhe minha vida com Oyakata, meu pai pode pensar e dizer o que quiser.

- Mas é ruim ficar nesse clima com ele, não? Vocês sempre foram tão ligados.

- É ruim sim. Eu queria muito que meu pai repensasse essas idéias absurdas que ele tem em relação ao Oyakata. Os argumentos dele não fazem o menor sentido.

- Acho que Hasimoto-sama está com ciúmes porque percebeu que a filhinha foi fisgada de verdade. É óbvio que ele percebeu que esse relacionamento é sério e que você está realmente apaixonada. – Naomi disse divertida.

- Às vezes penso que é isso também. Que ele está com medo de me perder de alguma forma. – Izayoi disse pensativa. – Mas isso é loucura Naomi. Ele deveria ficar feliz por mim e também não é como se o Oyakata tivesse me pedido em casamento ou algo assim...

- Mas isso vai acontecer amiga... – A mulher de cabelos castanhos curtos afirmou fitando a outra. – O que? Você tem dúvidas quanto a isso? – Perguntou ao ver a expressão da amiga.

- Eu não sei se casamento está nos planos dele Naomi. Ele já foi casado e podemos dizer que não foi a melhor das experiências para ele...

- E daí? Nós também achávamos que ele não se envolveria com ninguém e olhar só como vocês estão, cada vez mais próximos um do outro.

- É verdade. – Izayoi concordou.

De fato Izayoi não cogitava a possibilidade de se casar com Oyakata. Ela sabia de todos os problemas e decepções que ele havia enfrentado e compreendia muito bem a falta de interesse dele em se casar novamente, embora eles nunca tenham conversado sobre o assunto. A mulher procurava não pensar em tais coisas, tudo o que queria era estar com ele, amá-lo e isso ela havia conseguido. O que viesse a partir daí seria conseqüência.

- Iza, eu honestamente acho que você e Oyakata se casarão antes de mim e do meu amado noivo. – Naomi se pronunciou novamente arrancando risos da amiga. – É verdade.

- Ah Naomi, você é inacreditável!

- Estou falando sério. Mas mudando um pouco de assunto. Eu estou organizando um novo evento. É um leilão e nós fomos informados de que todos os grandes nomes da cidade serão convidados, ou seja, você, seu pai e Oyakata certamente estão na lista.

- Quando vai ser esse evento?

- Daqui a uma semana. Os convites devem ser entregues entre hoje e amanhã por uma empresa contratada para esse fim e serão entregues em mãos.

- Parece então que o destino está conspirando para que meu pai e Oyakata se encontrem. Tenho certeza que nenhum dos dois recusará o convite.

- Pois é. Eu estou avisando para que você já começasse a se preparar psicologicamente...

- Oh obrigada por me animar Naomi!

- Estou brincando Iza. – A mulher disse rindo. - Os dois são homem civilizados e cavalheiros que com certeza saberão se comportar como tal.

Izayoi ficou pensativa depois de receber a informação. Pensava em como seria esse encontro que ela desejava evitar o máximo de tempo possível, mas que agora se mostrava inevitável. Teria que conversar com Oyakata e prepará-lo para qualquer coisa que pudesse vir de seu pai, apesar do executivo já ter ciência da implicância do velho Hasimoto em relação a ele e nunca ter demonstrado dar importância ao fato, muito pelo contrário, ele até fazia graça com a situação.

Ela também precisava preparar-se para o que poderia acontecer. Desejava intimamente que seu pai se comportasse como um cavalheiro como Naomi havia dito, mas até cavalheiros soltam suas farpas e mesmo que seja da forma aparentemente mais cortes são capazes de ofensas terríveis.

Izayoi não sabia qual seria sua reação caso seu pai ofendesse Oyakata de alguma forma e ela tinha até medo de pensar no assunto. Enfim, conversaria com seu sempre tão sensato e sóbrio amado sobre o assunto e a partir daí traçaria uma estratégia para lidar com a situação.

...

Era noite em Tóquio e Oyakata estava em seu quarto. Acabara de sair do banho e com uma toalha enxugava os fios prateados que recaiam sobre suas costas.

O som do telefone soou no ambiente e o homem seguiu até a pequena mesa colocada ao lado de uma poltrona para atender.

- Moshi, moshi?

- Oi querido, sou eu.

- Boa noite Iza! – O homem a cumprimentou sorrindo. – Como você está?

- Bem. – A resposta dela não o convenceu.

- Bem? Esse tom de voz não me pareceu nada bom. O que houve?

- Nada de mais meu amor. Eu liguei para perguntar algo. Você recebeu o convite para o leilão da Christie's que ocorrerá na semana que vem?

- Oh recebi sim! Parece que será um evento grandioso. Alguns amigos meus e executivos conhecidos também foram convidados. Por quê?

- E você vai?

- Vou. – Oyakata respondeu despreocupado e voltou a perguntar. – Por que está perguntando sobre isso Iza?

- Parece que você e o meu pai finalmente vão se conhecer. Minha família também recebeu um convite. – Ela falou sem muito ânimo.

- E isso preocupa você?

- Um pouco. Meu pai é um tanto imprevisível... – Oyakata sorriu ao ouvi-la e detectar a insegurança em sua voz.

- Não se preocupe querida, eu estou acostumado a lidar com pessoas difíceis e sou muito, muito paciente.

- O meu pai pode ser muito difícil. Eu sou filha dele e o amo, mas até mesmo eu, por vezes, perco a cabeça com ele.

- Não é como se nós fôssemos duelar ou algo assim. Vai ficar tudo bem. – Ele tentou acalmá-la.

- É. Talvez eu esteja mesmo exagerando, não é? – Ela pareceu restabelecer seu humor habitual.

- É. – Ele concordou.

- E como você está meu amor, eu não o vejo há dois dias?

- Eu estou bem. Trabalhando muito e você também eu imagino. Nossas agendas estão incompatíveis.

- É verdade. E o meu bebê como está? – Oyakata sorriu pelo tom de voz utilizado por Izayoi e pelo tratamento dado por ela ao seu filho.

- Ele está bem. Anda fazendo muita arte. Jogou um vaso antiqüíssimo que pertenceu a avó dele no chão e riu muito com o resultado.

- Oh meu Deus! – Izayoi ria do outro lado da linha.

- É. Ele riu ao ver os cacos no chão. Não sei o que ele achou divertido no fato. Não sei se foi o barulho ou simplesmente todos aqueles pequenos cacos de cerâmica espalhados no chão. Eu tentei brigar com ele, mas não consegui ao ver o quanto ele estava se divertindo.

- Brigar com ele?! Oyakata ele ainda nem completou dois anos de idade, não sabe o que está fazendo.

- Não? – O homem indagou enquanto se recostava aos travesseiros da cama. – Às vezes eu acho que ele sabe exatamente o que está fazendo. – Concluiu e arrancou risos de Izayoi.

- Querido, ele é muito novinho.

- Eu sei. Sei que ele não tem consciência do que faz e nem sabe ainda discernir o certo do errado, mas eu me preocupo com o fato de não conseguir repreendê-lo mesmo que de leve. Isso pode ser prejudicial no futuro.

- Você não conseguiu justamente porque sabe que ele não fez por mal. No futuro você saberá o que fazer quando for necessário. Eu sei disso.

- Eu espero que sim. – Oyakata ouviu Izayoi rir mais uma vez.

- Eu queria muito ter visto essa cena. – Ela disse divertida. – Era um vaso muito antigo?

- Sim. Acho que estava na família a gerações. – O homem também ria. – Eu ri também quando vi a festa que ele estava fazendo, mas imagine se ele pensar que isso é uma brincadeira?

- Aí você terá sérios problemas meu amor.

Os dois continuaram conversando por algum tempo e Izayoi acabou por se esquecer daquilo que a preocupava tanto. Ela adorava conversar com Oyakata sobre o desenvolvimento de Sesshoumaru e sobre a peraltice dele. O menino era extremamente ativo e ousado pelo que os dois adultos já podiam perceber e ambos se pegavam pensando como seria o futuro dele e esperavam que fosse brilhante.

Sem ter uma real consciência disso, Izayoi muitas vezes se comportava e sentia como mãe de Sesshoumaru. Ela o imaginava crescido, as coisas que poderia ensiná-lo e mostrar a ele. Sem perceber a mulher já assumia o papel que o futuro lhe reservaria e que a encheria de felicidade.


Gente, eu estou sem criatividade para fazer comentários, ou então estou com preguiça mesmo. Perdoem-me, mas vou deixar tudo por conta de vocês.

Quero apenas dizer que um grande encontro acontecerá em breve e este será muito tenso. Izayoi vai sofrer um pouquinho com isso, mas... acho que tudo deverá se resolver.

Aguardo seus reviews, hein?!

Beijos e até a próxima!