» Disclaimer: Twilight não me pertence, mas o Edward é meu e sem discussão UHASUHSUHASUSHAUH. Nenhuma marca citada no fic também me pertencem, por isso não adianta me pedir presentes. Sou mais pobre do que aparento ser. LOL.
Avisos e agradecimentos especiais no final, mas devo acrescentar que essa atualização deveria ter sido muito mais rápida. Sinto muito. Mas acreditem, tive um surto com a quantidade de reviews, amei!
Muito Obrigada a todas! Obrigada mesmo...
"You are fine, you are sweet
But I'm still a bit naive with my heart
When you're close I don't breathe
I can't find the words to speak
I feel sparks
But I don't wanna be into you
If you're not looking for true love
No, I don't wanna start seeing you
If I can't be your only one
So tell me"
Say Ok – Vanessa Hudgens.
P.S.: Vocês não têm idéia de como é difícil acha uma música que encaixe com o capítulo. XD
2. Azarada à vista.
Falei que eu era estúpida. Falei que eu era ridícula.
Era um completo e total absurdo, eu quero dizer, o fato de eu olhar às vezes – tudo bem, nem tão 'às vezes' assim - pelas frestas da cortina, na esperança – vã, pelo jeito – de encontrar um certo ruivo de olhos verdes lá do outro lado.
Eu me sentia mais boba do que deveria, sabe, mas era engraçado o jeito que eu estava conseguindo me controlar quanto a isso. Aquela tarde, o que Alice havia me dito já estava quase completamente esquecido.
Quase.
Pelo menos, eu nem dei tanta importância. Eu tinha levado completamente em consideração que aquele havia sido mais um dos diversos surtos que às vezes ela tinha.
Eu só continuei sendo como eu normalmente era. Ou pelo menos, aparentando ser. Porque eu estava evitando ao máximo qualquer lugar em que eu estivesse a menos de cinco metros de Edward Cullen. Eu realmente detestava qualquer tipo de sentimento que eu pudesse ter em relação aquele garoto. O que era totalmente infundado, se eu parasse para pensar, ele não me fez absolutamente nada.
Pensando bem, fez sim.
Eu não vou mentir, eu detestava o jeito com que ele fazia eu me sentir: uma menininha apaixonada.
Não que eu esteja, claro. Apaixonada, eu quero dizer.
Só não me pergunte o que eu fazia olhando o tempo todo pela minha cortina de seda rosa e branca. Porque eu sinceramente não sei. E nem quero saber, se me perguntarem.
E eu não me considero uma vizinha pervertida por fazer isso. Bom, talvez só um pouquinho.
Eu havia acordado anormalmente cedo, até mesmo para uma sexta-feira. Os primeiros raios de sol adentravam pelas partes translúcidas da cortina, deixando pequenos feixes de luz no piso. Levantei-me sabendo que não voltaria a dormir nem mais um minuto. Decidi gastar meu horário extra em um longo banho e uma boa arrumada no cabelo.
Após o que me pareceu um longo tempo, já completamente vestida com o uniforme do colégio - apesar de ser uniforme, o nosso não era de todo ruim; resumia-se, basicamente, a uma saia pregueada preta, uma camisa social branca e uma gravata rubra -, eu desci para tomar café.
Vou dizer que quando eu acordo cedo demais, eu acordo com certo mau-humor, mas após ver os deliciosos waffles com cauda de morango que Mary – a cozinheira da família – havia feito, meu humor melhorou. E muito.
Meu dia escolar foi extremamente comum, como sempre, eu evitando qualquer cômodo em que o Cullen estivesse, com exceção do refeitório, porque Ninna e Alice não me deixavam almoçar nos jardins. O que era extremamente injusto, eu contestava, nos jardins, o ar era muito mais puro e tranqüilo, ótimo para um almoço.
Tudo bem, isso era mentira. Era só mais uma desculpa pra sair de lá.
O negócio é que minha sorte sempre foi detestável. É tecnicamente impossível passar um dia inteiro sem que eu destrua algo – ou alguém -, machuque a mim mesma ou passe por uma situação constrangedora, humilhando a mim mesma.
Naquele dia eu estava mais feliz que o comum, por não ter acontecido nada que pudesse confirmar minha terrível sorte. Pelo menos não até a hora do almoço.
Mas – para a minha total infelicidade - o acontecimento vergonhoso do dia foi mais tarde, durante a troca de turmas, enquanto eu ia para o meu sexto período. Emmet Reynolds estava passando justo no mesmo corredor que eu, – não que isso fosse anormal, tendo em vista que ele é um dos meus melhores amigos -, para a minha total sorte – ou como eu sempre digo, falta dela.
(N/A: Não me lembro se no livro citou o sobrenome do Emmet, então, resolvi criar).
- Hey, Bella! – ele gritou ao longe. Eu podia ver pela minha visão periférica todos os rostos ali parando e virando para ver com quem ele havia falado.
Ótimo, Emmet. Obrigada, você sabe como eu amo chamar atenção.
Porque, bom, Emmet é parte do grupo dos populares; porque ele, com aquele corpo todo atlético, é um dos componentes do time de futebol do colégio. O mesmo time que foi para o campeonato estadual no ano passado; e que também tem muita chance de ir nesse ano.
Só que Emmet nunca ligou muito para isso. Eu o conheço desde que éramos crianças, ele é como um irmão mais velho para mim, e ele nunca me ignorou pelo fato dele ter sido considerado popular e eu não.
Não que eu quisesse ser popular.
Ele estava agora em minha frente. E eu ainda podia sentir todos os rostos virados na nossa direção. Podia sentir, principalmente, que meu rosto já estava mais quente que o normal.
- Festa lá em casa hoje, nada muito grande, como sempre. – ele falou sorrindo abertamente. – Vê se aparece por lá!
- Hum, pode contar comigo. – falei sorrindo de volta. Era impossível ver Emmet sorrindo e não se sentir contagiada pela alegria dele.
Quase todo final de semana ele dava alguma festa. Mas não era aquele tipo de festa de encher a casa; eram festas mais para amigos, mais reservadas. O que era bem legal, às vezes.
Ele saiu ainda sorrindo em direção a sua próxima aula. E todos no corredor ainda me olhavam, abobalhados, pensando como uma zé-ninguém tinha sido convidada para uma das festas particulares de Emmet Reynolds. Continuei meu caminho normalmente, como se nada demais tivesse acontecido.
Eu tentava disfarçar a vergonha que sentia com toda aquela gente me olhando. Eu odiava atenção em excesso, porque quase sempre, nessas horas, minha má sorte se mostrava mais fiel.
O sexto e o sétimo períodos passaram-se mais rápidos do que eu gostaria. Alice e eu combinamos que iríamos as duas com o meu carro – Ninna não podia ir, tinha outro compromisso -, então, eu passaria as sete para buscá-la para que fossemos a festa de Emmet.
Eu me arrumei simples, como de costume aquela noite. Mesmo sabendo que lá vão haver vários populares deslumbrantes, eu não almejava ficar bonita para tentar competir com algum deles. Como se eu pudesse...
Vesti então uma calça jeans escura e justa, Calvin Klein, com uma bata rosa claro, tomara que caia, e tênis branco com detalhes em rosa, da Ekco Red. O cabelo eu resolvi deixar solto, com apenas uma tiara transparente sobre eles.
Peguei as chaves do meu carro e desci as escadas saltitando. Não que eu estivesse feliz para sair saltitando, era mais por força do hábito mesmo.
- Aonde você vai, mocinha? – perguntou minha mãe no inicio da escadaria. Seu tom era curioso e reprovador.
- Festa do Emmet! – falei casualmente. Como se fosse algo normal de se fazer às sextas-feiras. – Não voltarei tarde. Eu prometo.
Se bem que, de certa forma era normal sim.
Minha mãe assentiu – um pouco desconfiada - me dando um beijo na bochecha. Ela era superprotetora e não gostava de quando eu ia a essas festas, mas ela conhecia Emmet – amigos desde criança, lembra? - e confiava em mim. Ainda bem.
Entrei no meu carro sentindo o leve cheiro de carro novo que ele ainda possuía, misturado com o forte perfume Dolce & Gabbana da Alice – só era possível sentir porque ela derramou meio frasco dele, enquanto íamos para o colégio porque eu dei uma freada proposital.
Meu carro – nem de longe – se comparava a um Aston Martin, mas ainda assim eu o adorava. Presente, de 16 anos, que eu ganhara dos meus pais: um Audi TT roadster, prata.
Tudo bem, ele não era nada mal. Mas eu ainda preferia o Aston Martin.
Ta legal, Bella, chega de pensar em Aston Martins, ou pior, em seus donos. Eu já estava ficando meio demente por causa disso. E muito frustrada.
Não que eu já não fosse meio demente antes, mas isso não vem ao caso. Eu ainda estava muito frustrada.
Coloquei a chave na ignição e girei, dando a partida.
Quando parei em frente a casa de Alice, ela estava à minha espera, o rosto mostrava uma careta de impaciência. Assim que encostei o carro próximo à entrada de sua casa, ela girou os olhos e me olhou como quem dizia "Até que enfim. Foi fabricar o quê?"
Ingrata! Além de eu buscar, ela reclama?
Ela vestia uma saia Armani, preta risca-de-giz um pouco aberta na lateral. A pele alva dos braços estava totalmente exposta e o decote V da blusa de seda preta era tão baixo que quase era possível ver a renda do sutiã Roberto Cavalli. O piso de cimento guinchava sob suas botas Jimmy Choo pretas, salto sete centímetros.
Ela estava magnífica, como sempre. O que fazia eu me questionar: Porque diabos ela andava comigo?
Me senti extremamente simples, um trapo, como sempre.
É, certas coisas não mudavam.
Ela entrou no carro sorridente, esquecendo completamente o meu atraso – eu não me atrasei, ela que se adiantou, mas tudo bem. Por isso, quando eu falava para não levar muito em consideração os absurdos que ela fala, vocês deveriam ter acredito. Ela tem algum distúrbio de personalidade múltipla, só pode!
O câmbio automático fez seu trabalho, e eu acelerei novamente.
Festa na casa do Emmet... Aí vamos nós. E que, por favor, Deus me ajude e minha má sorte não faça nada que me humilhe. Ok, eu estava pedindo demais.
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A casa estava coberta pela batida da música eletrônica, acompanhada pelas conversas e risadas dos convidados. Eu estava certa: havia muitos populares deslumbrantes, e nenhuma chance de que eu ficasse bonita como eles.
Ficamos um bom tempo zanzando pelos corredores, cumprimentando uma e outra pessoa volta e meia.
Depois de alguns drinks – não alcoólicos, claro– e umas voltas pela casa, foi que eu senti que meu pedido interno no carro iria começar a falhar.
- Ah, eu estava procurando por vocês! – exclamou uma voz extremamente conhecida atrás de mim.
- Oi, Emmet! – respondeu Alice sorridente.
Virei o rosto para encontrar a bela e brincalhona face de meu melhor amigo.
Emmet estava elegante também. Seu jeans Levi's escuro e sua camisa social preta contribuíam para um visual sério, mas o que quebrava totalmente esse visual, deixando-o mais fofo, era o boné New York com a aba virada para a esquerda.
O que explicava muita coisa. Como, por exemplo, o fato de várias garotas estarem olhando feio pra gente.
Ou talvez não explicasse.
- Procurando a gente? – perguntei curiosa e ao mesmo tempo temerosa. Quando Emmet procura por alguém em especial... coisa boa é que não é.
Cogitei seriamente em fugir... essa sim era uma idéia inteligente.
- Ta todo mundo esperando vocês, lá na cabana. – ele respondeu, um sorriso malicioso estava estampado em seu rosto.
Fiquei desconfiada com o jeito que ele disse "todo mundo". Todo mundo quem? O que isso queria dizer, exatamente?
Comprimi os lábios para esconder um questionamento. Sabia que ele estava armando alguma coisa. Só não bem exatamente o que...
- Tudo bem. – respondi casualmente, me esforçando para esconder a desconfiança. Seja o que for que ele estivesse tramando, não iria funcionar.
Ou eu espero que não. Por favor, que não funcione.
Eu e Alice caminhamos lado a lado, enquanto Emmet nos guiava pela casa em direção ao jardim dos fundos – conversando sobre assuntos totalmente banais -, até o local onde ficava uma cabana que nós usávamos como esconderijo quando éramos crianças.
Nos fundos da mansão, o som da música era apenas um chiado cômodo. Aqui, o som dominante era o da água que caia e borbulhava em uma fonte exatamente no centro do gramado aveludado. Era possível sentir o pesado e doce cheiro das rosas - é muito estranho estar em Londres, e, mesmo assim, sentir um cheiro tão forte de rosas.
Conforme nos aproximávamos da cabana, eu podia sentir outro odor misturando-se ao das rosas: o de tabaco queimado.
Emmet empurrou a pesada porta de carvalho esculpido à mão - que, apesar dos anos, estava conservada -, que abriu com um pequeno rosnado.
Imediatamente, como se tivesse se tele transportado – o que é fisicamente impossível, claro! – Rosalie – a namorada linda do Emmet, que faz com que eu me sinta o Smeagol de O Senhor dos anéis, quando está por perto – apareceu na nossa frente.
- Hey, Bella... Alice. – cumprimentou-nos cordialmente.
Se antes eu achava que alguém estava deslumbrante na festa, essa pessoa não chegava nem próxima a Rosalie. Era um completo insulto a sua beleza dizer que ela estava meramente linda.
Ela usava um vestido vermelho – que, apesar de ser VERMELHO, não a deixava nem um pouco vulgar –, Prada, estilo tomara-que-caia acompanhado por sandálias de tiras largas dourada.
Era totalmente deprimente estar em um mesmo ambiente em que ela. Não sei se por pena, ou por educação, mas Rose sempre tratou a mim e a Alice especialmente bem. Eram muito agradáveis as festas na casa de Emmet, quando ela conseguia fugir de Lauren e nós três ficávamos a noite inteira conversando sobre todos os tipos de assunto imaginais – e até alguns inimagináveis, que eu prefiro não comentar.
- Ah, Bella, seu cabelo é tão lindo. – ela falou admirada. – Eu conheço garotas que pagariam centenas para ter um cabelo assim. Olhe os cachos!
Senti-me estranhamente lisonjeada. Rosalie, a garota modelo, conhecida em praticamente toda Londres – se não na Inglaterra, ou mais – disse que meu cabelo era lindo?
Tudo bem, cadê as câmeras? Juro que se o Ashton Kutcher aparecer também, não vou ficar chateada. Nem um pouco.
- Ei! – exclamou uma voz masculina de dentro da cabana. – As meninas vão ficar gritando ai fora, ou vão entrar de vez?
Alice girou os olhos enquanto sorria. Lancei-lhe um olhar de escárnio, sorrindo para ela de forma debochada.
- O que? – perguntou na defensiva.
Ah, Alice, você ainda que se cuide... Como se eu já não soubesse. Mas como eu era uma superamiga – cof, cof – resolvi ficar quieta.
- Deus, Jasper! – ralhou Rosalie. Amor de irmãos, eu acho.
Não sei, eu não tenho um irmão.
- Vocês querem uma cerveja? – ofereceu ela, enquanto entravamos na cabana.
Reprimi uma careta de desgosto. Não que eu não beba, eu só não gosto de cerveja – e também evito bebida alcoólica, principalmente quando eu sou quem está dirigindo.
- Não, obrigada. – falei. Alice concordou comigo, ela também não gosta de cerveja.
- Nós temos chá Long Island gelado, também. – sua voz era amigável, como sempre. Garota modelo, hello?
Ele nos tratava como se fossemos amigas intimas, e nós conhecêssemos há séculos.
O que soa um tanto louco, em minha opinião. Mas eu havia esquecido de um único detalhe, claro...: Emmet.
Mas ainda não justifica. Ele é só meu melhor amigo.
Tudo bem, releve a idiotisse. Ela queria ser gentil, provavelmente a pedido dele.
- Certo. – falei um pouco mais aliviada. Eles tinham chá. – Eu aceito isso.
- Ah, eu adoro chá Long Island. – Alice disse animada. Eu não me lembro de ter tomado esse tipo de chá antes, mas bem... É chá.
- Bom, não sei se vocês conhecem a todos – ela fez uma pausa, como se pensasse no que diria. – mas acho melhor apresentar, ainda assim...
Ela andou em passos curtos pela cabana, que aprecia muito maior agora – quase do tamanho de um salão de festas.
Acho que teríamos de parar de chamar isso de cabana.
A parede interna estava pintada de branco, o piso – antes de madeira – era reluzente e laminado claro. Nós estávamos no meio de uma sala de estar – estrategicamente feita para receber os amigos de Emmet.
As poltronas de couro manteiga estavam distribuídas em volta de um grande e fofo tapete oriental. O ambiente aconchegante era bem iluminado, com um gigantesco candelabro de cristal pendia no teto.
Ali, o cheiro de tabaco era muito mais forte, misturado ao de tinta e – ainda assim – madeira.
- Esses são Mike e sua namorada Jéssica. – ela apontou para o casal que estava mais próximo de nós, que dividiam uma das poltronas.
Mike, um rapaz de cabelos loiros penteados para trás, trajava uma calça jeans, acompanhado por uma camiseta azul celeste. Ele estava sentado no braço da poltrona, enquanto sua namorada, Jéssica, usando uma saia pregueada preta e uma blusa Dsquared – que eu tenho certeza, absoluta, que eu havia visto essa mesma blusa na promoção, semana passada na Bloo Minguals – ocupava o acento.
Ambos apenas reconheceram a nossa existência. Eles olhavam mais interessados um no outro do que em nós.
- Esta é Lauren. – ela apontou para a poltrona logo ao lado de Mike; sua voz era ressentida.
Lauren estava extremamente bonita também, mas de um modo mais vulgar, o que combinava perfeitamente com ela. Aquela... Calma, Bella! Se controle!
Lembre-se de coisas fofas e bonitinhas. Uh, já chega.
- Esse é meu irmão, Jasper... – ela apontou para o belo loiro sentado em cima de uma das mesas de vidro no canto da sala.
Ele estava usando uma camisa social branca Christian Dior, e uma calça social cinza – que o deixavam sério e extremamente fofo, já que os cabelos estavam bagunçados. Ele segurava uma garrafa de cerveja em uma das mãos.
É, Alice tinha bom gosto pra homens também. Não que ela saiba que eu sei disso.
- Aqueles são James e Victoria. – ela apontou no outro extremo da sala, o casal sentado ao chão.
James, um rapaz de cabelos loiros compridos, amarrados em um rabo de cavalo baixo, segurava um laptop em seu colo, fitando-o sem real interesse. Victoria, logo ao seu lado, parecia interessada no que antes o namorado fazia.
- E... hum... – ela passou os olhos pela sala, como se procurasse mais alguém. – Cadê o Emmet e o...
- Estão na cozinha. – Jasper a interrompeu como se não quisesse que ela terminasse o que pretendia falar. – Emmet foi buscar as bebidas das moças. – parecia que ele havia feito uma piada interna quando disse "moças".
Suspeito. Estou começando a acha tudo suspeito demais.
Será que eu não deveria ir embora. É, acho que eu vou embora mesmo. Ou eu só estou ficando paranóica.
Os únicos que parecem tranqüilos e se empolgaram na conversa, são Mike, Jéssica e Lauren, que discutiam algo sobre onde passariam as férias de verão – num chalé sete (?) estrelas na Espanha, ou num cruzeiro pela costa do Caribe.
Idiotas.
- Bom, então... Sentem-se. – Rosalie apontou para duas poltronas vazias, que se resumiam a: uma de um único e lugar e uma de dois lugares.
Alice – claro – sentou-se na de um único lugar que era à esquerda e eu – de modo que pudesse ficar quase ao seu lado – sentei no lado direito da de dois lugares.
- Muito bem, dois chás Long Island chegando. – falou Emmet entrando na sala, o sorriso brincalhão no rosto e o olhar malicioso.
- Você não aprontou nada com esse chá, aprontou? – perguntei insegura. Era bem a cara dele fazer isso.
Será que eu me arriscava?
Ele entregou outra taça de cristal com o líquido castanho claro para Alice, que bebeu sem desconfiança alguma.
- Não, eu não preciso por nada na sua bebida. – disse significativamente. Do que diabos ele está falando?
Acho bom ele não estar aprontando nada ou então ele vai me pagar.
Ele colocou a jarra com o chá na mesinha de centro, caso alguém quisesse repetir a dose.
- Cara, aquele frigobar provavelmente está com problemas. – falou uma voz musical, atrás de Emmet, vinda da cozinha.
Ah, não, não, NÃO!
Paranóica uma OVA!
Maldito Emmet! Não pode ser verdade! Qual é, não podia estar assim tão na cara, podia? Ninguém sabe, absolutamente não.
- Ah, Edward! – falou Emmet casual. – Estas são Bella e Alice.
Ele apontou para cada uma de nós, seu rosto transfigurado em uma careta, agüentando firmemente uma gargalhada. Ah, eu ia matar alguém.
Estúpida, estúpida. Por evitar ao máximo o Cullen durante toda a semana, não notei que ele e Emmet ficaram tão... amigos. Ah, se eu soubesse que ele estava aqui...
Emmet, você está ferrado, meu caro. Ah, se está.
Eu preciso sair daqui AGORA! Não, não é exatamente saudável – pra mim – ficar no mesmo cômodo que ele, sabe...
Eu já podia sentir minhas mãos transpirarem junto a taça – detalhe que ela estava gelada; podia sentir a festa de borboletas se formando em meu estômago, meu rosto esquentando.
Respirei fundo, e calmamente o mais disfarçadamente que consegui. Ninguém percebeu. Eu seria indiferente, se alguém ali achava que eu seria como as outras meninas que se jogam em cima dele, estão redondamente enganados. Ou eu não me chamo Isabella Swan.
- Hey. – cumprimentou agradavelmente. – Acho que já a conheço. – ele olhou fixamente para mim, meu rosto começou a esquentar. – Somos vizinhos.
Lauren engasgou com o gole de cerveja que acabara de tomar. Vi os rostos dos outros presentes virarem em minha direção. Que legal, isso facilitou tanto a minha vida.
- É, acho que somos. – concordei com insegurança. Preferi não fita-lo de volta, com medo de piorar minha situação, então, fiquei apenas olhando minha taça com o chá intocado.
Edward Cullen era – com certeza – o menino mais lindo que eu já vira em toda a minha vida. Seu jeans escuro era um pouco largo, sua camisa azul-marinho estava com os primeiros botões abertos. Os olhos incrivelmente verdes brilhavam de interesse e curiosidade; sua pele alva parecia incrivelmente macia; os cabelos acobreados pareciam não ter visto um pente naquele dia.
Ele era tão inumanamente lindo, que parecia ter saído de um filme.
- Edward, você não ia embora? – Jasper questionou, seu tom era escarnecido. Ah, homens.
- Eu ia. – respondeu Edward, enquanto sentava-se no único lugar vago: o acento ao meu lado. – Mas decidi ficar um pouco.
Me encolhi um pouco, evitando qualquer tipo de contato corporal. Não podia vir nada muito bom disso. Seu olhar continuava em mim.
Eu quero dizer, tem alguém lá em cima que – seriamente – me odeia. Isso, claramente, parecia algo que acontecia comigo.
Eu tenho uma sorte horrível, lembra?
Não que seja horrível sentar ao lado de Edward Cullen. De jeito nenhum. É só que é muito menos humilhante, manter distancia.
Algo tipo, uns cinco metros, talvez.
E só porque eu rezava por distância, Deus foi me dar o único lugar vazio, ao lado dele. Isso é tão... benevolente da parte dele.
Mas o que eu mais odiava naquele momento, era que, na verdade, eu queria mesmo era conversar com ele, queria que ele me notasse, queria que eu não fosse mais uma fã ridícula de seu fã clube - sim, ele já tinha um fã clube.
Não que eu seja – claro que não!
Ótimo, Isabella Swan. Assim você vai longe, sua trouxa.
- À vontade. – Emmet se manifestou, satisfeito.
Eles estavam íntimos demais, ou era só impressão?
Eu estava demasiada consciente de Edward ao meu lado. Estava nervosa, envergonhada demais pra falar qualquer coisa.
Resolvi tentar me acalmar, tomando um pouco de chá. O que melhor para acalmar do que isso?
Era o que eu pensava, e então, tomei um gole do chá gelado...
... e cuspi tudo de volta imediatamente.
- Opa! – falou Alice, advertida. – Ta tudo bem ai, Bella?
- Ah, meu Deus! – exclamei, sem conseguir esconder uma careta agora. – Isso tem...
- Álcool? – Jéssica se manifestou debochada. – Por que você acha que se chama chá Long Island?
Emmet que ria disfarçadamente – como sempre -, tentando não piorar meu constrangimento, jogou uma toalha de rosto para Edward.
- Isso é horrível. – falei sem ligar para o tom de ultraje com que ela falara. Como se eu fosse uma idiota.
E, tudo bem, eu tinha feito uma coisa bem idiota naquela hora. E Edward Cullen estava sujo de chá por isso. Que vergonha, meu Deus.
- Eu nunca tinha tomado. – continuei, meu rosto pegando fogo com a humilhação - Nem nunca estive em Long Island. Ah, por favor, Edward, me desculpe.
Mas ele não parecia nem um pouco irritado. Parecia divertido, com um sorriso debochado no rosto.
- Nem nunca esteve em Long Island. – ecoou ele, como se quisesse decorar.
- Desculpa mesmo. – repeti quase em tom desesperado.
E, bom, eu estava. Quer dizer, não dava pra acreditar.
Tudo bem, dava sim. Isso era totalmente a minha cara. Eu não estava brincando quando tinha dito que minha sorte era péssima, e que eu sou um desastre ambulante.
Qual é, eu ACABEI de cuspir chá Long Island no garoto mais lindo que eu já vi em toda a minha vida.
Talvez fosse por isso que quase todos naquela sala me achassem uma idiota. Com exceção apenas dos meus amigos – ou até ele me achassem uma completa retardada agora.
Mas aquele chá era horrível. Onde já se viu, misturar álcool? Urgh!
Em Long Island, pelo jeito.
Edward riu, aquele mesmo riso descontraído, daquela noite em que o vi pela primeira vez em seu quarto. Senti meus batimentos cardíacos acelerarem.
Calma, Bella!
- Sem problemas. – respondeu ele, o sorriso ficando maior. – Quer uma Coca, ou coisa assim? Do tipo comum.
- Hum, claro. – respondi ainda envergonhada e completamente atordoada por seu sorriso. – Seria legal.
Edward se levantou, glorioso como sempre, pronto pra ir em direção a cozinha, quando a voz irritada de Lauren o impediu.
- Eu pego a Coca pra ela. – respondeu, enquanto se levantava. Edward tornou a se sentar e eu me encolhi um pouco.
Já causei estragos demais.
- Qual é o problema dela? – questionou Jessica intrigada.
- Adivinha. – falou Jasper, enquanto olhava sugestivamente na direção de Edward.
- O quê? – perguntou Rosalie, visivelmente curiosa agora.
- Vocês estão tão cegos assim? – perguntou Jasper, retoricamente. – A Lauren ta tomando conta do Cullen.
Edward se empertigou no sofá, franzindo a testa.
- Que negócio é esse? – indagou Edward tentando fazer com que a raiva que seus olhos demonstravam não transparecesse em sua voz.
- A Tânia. – ele respondeu, como quem dá de ombros. – A Lauren sabe que você ta afim dela.
Jasper sorriu com escárnio, cúmplice para Emmet e depois para Edward. Olhei-os mais intrigada do que aparentava. Ao invés de negar, Edward simplesmente deu de ombros, pensativo.
É, então ele devia mesmo gostar dessa Tânia.
Espera um minuto! Tânia? Quantas Tânia eu conhecia?
Eu senti meu estômago afundar desconfortavelmente.
Tânia Denali; veterana; estudante do 3º ano; membro do comitê estudantil; presidente da turma; outra aluna modelo; melhor amiga de Rosalie Hale; uma das populares mais gentis que já conheci e, assim como Rosalie, dona de uma beleza estonteante.
Meu estômago deu um nó, e eu senti uma terrível vertigem me inundando. Tentei respirar calma e controladamente, sem demonstrar um mínimo de surpresa. Eu estava um pouco mais feliz que ao menos não era de Lauren que ele estava gostando.
Mas o nó em meu estômago não se aliviou com a constatação desse fato.
Foi nesse momento que Lauren voltou com um refrigerante. Uma lata vermelha, reluzente, de Coca na mão. Ela me entregou de má vontade, e eu agradeci com um pequeno murmúrio, enquanto ela retornava ao seu lugar.
O clima ainda estava um pouco pesado, e um silencio incomodo, com alguns burburinhos se fazia presente.
- Então, pessoal, onde paramos? – perguntou James para todos, tentando amenizar a situação.
- Ah, é. – Lauren se manifestou. Sua voz aguda era incrivelmente chata – ou talvez fosse só a repugnância que eu sentia por ela. – Eu preciso de pelo menos o suficiente para chegar até as provas finais. E você, Rosalie?
- Pra mim não, obrigada.
Sobre o que elas estavam falando?
Uma estranha idéia do que eles poderiam estar fazendo veio até mim. Eles estavam comprando drogas?
Lauren acendeu seu próprio cigarro, elaboradamente me ignorando, mesmo que eu a estivesse olhando fixo. Não dava para acreditar no que eu estava vendo.
Não que eu me importasse, mas Lauren – mesmo que me custasse admitir – era linda – não como Tânia ou Rosalie, mas ainda assim -, tinha uma vida praticamente perfeita. Eu jamais a imaginei comprando drogas.
Emmet, Jasper e Edward recusaram veemente comprar qualquer coisa, quando os ofereceram, o que me deixou um tanto – involuntariamente – mais tranqüila.
- E vocês? – James virou-se, perguntando a mim e a Alice.
Escondi uma careta de surpresa e insatisfação.
James também – definitivamente – não se parecia com um dos traficantes que eu comumente via em Cold Case, LawandOrder ou CSI.
- Nada pra mim, obrigada. – respondi um pouco mais rude de que gostaria.
- É claro que não. – revidou Lauren, enquanto girava os olhos. Sua voz irritante mais aguda e desdenhosa do que o normal.
Naquela hora senti o sangue ferver. Já há muito tempo em que sonho pode bater naquele rostinho perfeito coberto de maquiagem, mas eu sempre dizia internamente que não valia à pena gastar tanto esforço pessoal.
Mas absolutamente nada, naquele momento, me impedia de dizer umas boas verdades pra ela.
Pelo menos não, até que alguém interromper, antes que eu cometesse alguma besteira, tipo jogar a Coca inteirinha naquela esmilingüida.
E agora, eu sabia porque. Ela era esmilingüida, eu quero dizer.
- Por que o desdém? – perguntou a voz musical ao meu lado, um tanto sombrio. - Só porque algumas pessoas são capazes de passar de ano sem o uso de produtos sintéticos entorpecentes que podem de torná-la um pouco menos desprovida de conhecimento do que você normalmente é? Não creio que seja algo com a qual você deva se gabar, Lauren.
Ai. Por essa, nem eu esperava.
Eu podia sentir um clima pesado se formando novamente. Podia ver que alguns estavam trancando a respiração, esperando ver o que se seguiria. Podia, principalmente, ouvir o chiado baixo de Emmet, se agüentando mais do que qualquer outro naquela sala, para não cair na gargalhada.
A cara de Lauren era a pior. Edward tinha praticamente a chamado de burra por tabela. E ninguém contestara, pior, pareciam concordar em silencio, reprimindo o riso.
Ela o olhava pasmada, completamente sem reação. A face – antes bonita – transfigurada numa careta de humilhação, indignação e raiva.
Eu estava segurando o riso, para não tornar a situação pior. Eu sabia, quão ruim era ser humilhada. Mas eu já havia sido humilhada demais por ela, pra sentir pena.
E sem dizer mais nada, ainda fervendo de raiva, ela se levantou de supetão, e saiu batendo a porta da cabana com força, desaparecendo dentro da casa.
Acho que Lauren pensava que era melhor ficar quieta e continuar a ser popular, do que falar uma besteira e deixar de ser.
Percebi que essa era a deixa pela qual eu esperava.
- Hum, eu acho que ta na hora de eu ir. – levantei, pondo a latinha quase cheia em cima da mesinha de centro. – Tenho algumas coisas pra fazer amanhã cedo então...
- Ah, vou com você. – Alice me surpreendeu, levantando-se também.
Não que eu não esperasse que ela voltasse comigo, afinal eu a trouxe, mas achei que talvez ela fosse pegar carona com outra pessoa.
- E eu... – Edward se levantou ao meu lado também. – também vou embora. Lá em casa ainda está tudo uma bagunça, por causa da mudança. Tem muita coisa pra arrumar ainda.
Edward seguiu para a porta e eu e Alice fomos logo atrás.
Ficamos em silencio enquanto andávamos pelas pessoas ainda dentro da casa. Se aquilo era uma festa reservada, para amigos, não queria nem ver as festas de verdade.
Agora eu só queria ir pra casa, pro meu quarto grande, quente e confortável, e entender o que havia acontecido hoje – para não dizer o que eu iria fazer.
Seguimos pela porta da frente, em direção a onde eu havia estacionado, quando a voz melodiosa novamente chamou minha atenção.
- Foi legal conhecer vocês. – Edward falou, pra mim e para Alice, enquanto se preparava pra atravessar a rua, olhando para os lados. – A gente se vê, Bella.
E ele piscou pra mim. PISCOU. Eu fiquei ali, como uma idiota, olhando aquele sorriso torto lindo dele, estarrecida, com meu coração batendo freneticamente.
- Tchau. – falei simplesmente, me recompondo.
Então, ele se virou, atravessando a rua, em direção ao seu Aston Martin prata, que estava do outro lado.
- Se você disser uma única coisa sobre isso. – ameacei Alice, que me fitava maliciosa. – Eu te bato.
Alice riu divertida, e começou a andar em direção ao meu Audi. Mas não eu, não Isabella Swan. Não, eu tinha que ficar parada ali, como a evidente estúpida que eu era, olhando Edward Cullen atravessar a rua, distraído, segurando a chave de seu carro com a mão direita, bem no centro da larga rua...
... no momento em que um carro desgovernado – obviamente dirigido por um bêbado – vinha a toda velocidade pela rua.
Foi então que duas coisas pareceram acontecer, respectivamente.
A primeira, foi que o motorista, finalmente, viu Edward no meio da rua, e tentou frear. Mas era muito tarde, iria bater nele com muita força ainda.
A segunda, foi que eu corri o mais rápido que consegui e me joguei em cima de Edward, que só então havia notado o carro descontrolado em sua direção, e nós dois rolamos pela estrada, saindo da direção do carro.
Senti meus braços arranhados pelas pedrinhas que haviam na estrada; pude sentir as dores alucinantes por todo meu corpo; pude sentir o calor do corpo forte e musculoso perto do meu.
Tudo parecia distante, os gritos de Alice, o desespero do adolescente bêbado que provocara o acidente, e uma pequena multidão de curiosos estava começando a se aglomerar por ali.
Mas a ultima coisa da qual me lembro, era uma dor terrível e estonteante em minha cabeça, avisando que a batida no asfalto fora muito pior do que eu esperava.
O que, pensando bem, eu tinha certeza que era tudo culpa da minha total falta de sorte.
Eu senti a dor e a escuridão me tomarem por completo, e eu já não podia ouvir, sentir ou ver mais nada.
Eu estava entorpecida pelo estado de inconsciência.
Continua...
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"Você é legal
Você é doce
Mas eu ainda sou um pouco ingênua com meu coração
Quando você está perto eu não respiro
Eu não consigo encontrar as palavras pra falar
Eu sinto faíscas
Mas não quero ficar a fim de você
Se você não procurar por um amor verdadeiro
Não, eu não quero começar a ver você
se eu não posso ser somente sua
Então me diga"
Tradução – Say Ok – Vanessa Hudgens.
Olá, meus amores! Como vão vocês?
Bom, agora se preparem, por aqui vai as minhas desculpas e explicações esfarrapadas, mas sinceras. XD
Primeiro, quero me desculpar pela demasiada demora do capítulo, eu sei que eu deveria ter postado muito antes, vocês mereciam que eu atualizasse muito antes, mas houve diversos problemas que me impediram de fazer isso.
Como o fato de que eu sou residente em Blumenau, Santa Catarina, a segunda cidade mais afetada pelas chuvas em todo o estado, e a cidade com o maior numero de mortos registrados. Graças a Deus, não aconteceu nada comigo, nem com minha família, nem com minha casa, mas isso não quer dizer que a situação aqui ta boa, né. Durante todo o período de dezembro – com férias só para o Natal e Ano Novo – eu tive que acordar mais ou menos às 5 da manhã, para ir aos abrigos junto com minha mãe, e ajudar por lá. Brincar com as crianças, limpar e principalmente: cozinhar. Nunca cortei tanta cebola ou descasquei tanta batata antes na minha vida. Foi extremamente cansativo e desgastante.
Segunda, foi que quando eu tive tempo pra escrever, meus pais inventaram de viajar em família pra passar o Natal e Ano Novo na praia. Então eu acabei não tendo tempo, novamente, pra escrever.
Terceiro, foi que minha criatividade é escassa e primitiva, então já dificulta mais ainda o desenvolvimento. E, bom, meu irmão não me ajuda, então, graças à ele – tudo bem, em partes foi minha culpa também – eu fiquei de castigo, por 2 dias sem o computador, só voltei hoje e espremi tudo que eu pude da minha imaginação, mas já aviso:
Eu NÃO gostei tanto assim desse capítulo. Ficou horrível!
Então, desculpem-me, POR FAVOR.
Eu prometo que eu não vou mais demorar tanto assim pra escrever. AH, esse finalzinho do capítulo eu me inspirei em um livro que li recentemente, e adorei. Alguém sabe? XD
Agora que eu já me expliquei e me desculpei, vou agradcer devidamente a todas e a cada review LINDA que eu recebi.
Eu amei todas. Surtei até com a quantidade.
Muito OBRIGADA.
Eu continuo por vocês!
Penelope Cullen: Ah, fico feliz que tenha gostado! Eu também gosto bastante de quando eles são humanos, me deixa um pouco mais feliz ver eles mais perto da nossa realidade. Ushaushuahs Obrigada pela review. Foi a primeira *-* AMEI! :*
Cat e Dan: Oiii! Ah, que bom que gostou. E pode contar comigo, vou sim dar uma olhada nas fan fic's de vocês. Agora ganhei um tempinho extra, vou tirar ele pra ler. Obrigada por comentar, é muito importante pra mim. Bem, tenho certeza de que você me entende. xD Obrigada de novo. :*
Talizinha: AAH, obrigada! É tão bom receber elogios na fic. Fico toda boba, sério. Uashaushuahsa. Ta aqui a continuação. Desculpe pela demora, vou tentar não repetir. XD Beijos.
Hithi: Fico feliz em saber que está gostando! Espero não decepcionar muito com esse capítulo. XD Apesar da demora, ta aqui a continuação. Tomara que agrade um pouquinho. Uashauhsuah Beijo :*
ana kawall: uhsuahushausha. É muito bom ouvir isso. XD Eu gosto do Edward humano – tudo bem, como vampiro ele é perfeito demais – ele fica um pouco mais real. Me deixa depressiva toda vez que eu penso que um desses não existe. Uashaushuahsa. É, a princípio são só cinco capítulos mesmo, talvez aumente um ou no máximo dois, mas não é uma estória que eu planejo tornar muito longa. E sim, os capítulos são todos ENORMES. Esse aqui deu 16 páginas de word, e os outros também são mais ou menos isso. Espero que não se torne cansativo. XD Obrigada pelo comentário, fiquei muito feliz. Beijo :*
Chantal Cullen: Aii, muito obrigada!! Eu não acreditei quando li sua review. Eu amo a sua estória também: New Life. Eu acompanhava, mas com o caos que se tornou minha vida ficou difícil, mas eu vou voltar a acompanhar agora que consegui um tempinho. *-* oaishaiohsaio A Bella ficou mesmo pervertida. Haha. Nesse aqui, nem tanto, mas vai haver uns que... humm... UASHUAHSUASHUAH Obrigada MESMO por comentar. :*
marinapz4: Que bom que amou! UHASUHAUSH. Obrigada pela review. Significa muito. Beijinhos :*
Luisa Evans Cullen: Oii! Nossa, que coincidência. UASHUAHSU. Só que eu criei a personagem Ninna só porque minha amiga-pé-no-saco ficava falando que eu não me importava com ela. UAHSUAHSUAH. Ai o apelido dela é Ninna, e eu resolvi por. XD AH, eu também amo os livros da Meg Cabot, são todos ÓTIMOS. Eu adoro a série garoto, e também a série A mediadora. Meus preferidos. O título foi inspirado mesmo em um dos livros dela, porque, de certa forma, tem mesmo alguma coisa haver. Esse final eu também me inspirei num livro dela. XD siahsoiahsioahs Não sei se você adivinha... :x OBRIGADAA por comentar!! AMEI a review. xoxo :*
Raquel B.: Aiin, muuito obrigada. Me deixa feliz ver que os outros estão gostando, realmente. É bom ver um trabalho valorizado. IOASHOISHAIO. Esse capítulo eu demorei, eu confesso XD, mas o próximo eu prometo fazer o mais rápido que eu puder. :D OBRIGADA pela review! :**
Helena Camila: Oin, MUITO obrigada, viu! 8D Espero que goste desse capítulo também. Ficou grande e meio tosco, mas eu tentei, acredite. XD Obrigada por comentar. Beijos :*
Kagome Juju Assis: AH, OBRIGADA! UAHSUAHSUA, nem sei como alguém como eu teve uma idéia dessas. Iashaioshaihs Milagres acontecem né... XD Obrigada pela review! É muito importante pra mim 8D Esse capítulo eu sei que eu demorei, mas eu prometo não demorar tanto no próximo. Ou tentar _. Obrigada de novo *-*. Beeijos. :**
haaannah: Oiin, OBRIGADA! *-* É tão legal receber elogios... UASHUAHAU Assim eu até fico mal acostumada! 8D É, eu achei que tinha feito a Bella um pouco demente. UASHUAS Mas todo mundo tem seu lado meio demente né (?) XD. É, no começo eu fiz o capítulo inteirinho em HP, como a Lily e o James como casal, só que mudei pra Bella e Edward no fim. XD MUITO OBRIGADA, meeesmo! Amei a review! Espero que goste do capítulo – apesar de não ter ficado o que eu queria. Beeijos. :**
Bruna cm Yamashina: AAH, eles finalmente conversaram, mas não ficou bem o que eu queria. Mas ACREDITE, agora que eles se conheceram e estudam NO MESMO colégio, vai ficar muito melhor. UASHUASHUAH. Eu fiquei meio decepcionada com o capítulo, mas não queria demorar mais. Espero que não decepcione tanto. Beeijo :*
Viic Blackout: Nossa, Obrigada! UAHSUAH Vou ficar mal acostumada com os elogios. Sioahsoihasioa Fico feliz que tenha gostado. Desculpa a demora pela continuação. Tomara que não decepcione tanto. OBRIGADA pela review. AMEI. Beijo :**
Oscar de Fanfics Twilight: AAH, OBRIGADA! É bom saber que agradou. Opa, pode deixar, vou mandar sim! *-* É só ver no site como se manda? Ta explicadinho lá, né? Eu sou meia pata com esses negócios, mas vou mandar sim. UAHSUHSUAH. Obrigada por comentar. :**
NatBell: Oii! Que bom que adorou! É tão bom ouvir – quer dizer, ver XD – isso. IASHIOSHAIO. OBRIGADA mesmo, por comentar. Fico feliz que esteja gostando. Beeijo :*
Márcia B. S.: AAAH, obrigada! *.* oaishaioshoiahsioah Só a Bella pra ser tão bocó assim né... ASHAIOHSAIOHS. Que bom que gostou. É muito bom meesmo. Saoihaioshaiohs OBRIGADA pela review. AMEI! :**
.Dakotta.: AAAAAAAH! Outra ídolo minha! *----* Quando vi que você tinha lido minha estória me empolguei. Eu AMO suas fan fic's. São todas perfeitas. Eu adoro Fascination, é tãão... foda *-* UAHSUHSUAHSUA. Adoro o seu Edward, AAH. Calma, Brenda, respira. Enfim... IAOSHOAISHIA Que bom que gostou. Fiquei MUUITO feliz. Obrigada por comentar, obrigada mesmo *-* Esse segundo capítulo eu não gostei e não vou negar que ficou horrível. AH, e pode falar na cara dura que ficou horrível mesmo ta... UAHSUAHSUA Não fico chateada. Obrigada de novo, é muita emoção pra mim (?) XDD. E eu demorei mesmo né, mais de um mês. .__. Mas eu atualizei! o/ E pretendo não demorar tanto de novo. XD Beeijos :*
piii: Oiiii! Que bom que gostoou! Espero que goste do segundo também! Se bem que não ficou lá uma maravilha, mas enfim D: Comente até que ficou ruim, mas comente, a opinião dos outros é muito importante. XD asasioashaio OBRIGADA! Beiiijos :*
rah- mazurek: POSTEI!! Uashuhsuahsuahusa Que bom que achou MARA! *.* Fico feliiz! Se bem que eu não gostei desse capítulo /prontofalei. Mas comente mesmo se ficou ruim, tá? XD OBRIGADA pela review! Beeijinhos :*
danda jabur: Tudo bem, pode brigar! UASHUAHSU Um mês sem atualizar, é mesmo muito tempo. SUHAUSHUAH Eu sou má? O.O Eu dei a ela a pessoa mais linda desse mundoo... asiohasiohaiosah Se ela não quiser, eu aceito sem problemas. HAHA. Quem dera eu tivesse a sorte que ela tem. E ela ainda se diz azarada. Desastre ambulante tudo bem, mas azar? UASHUASHUAHS
Quem não ficaria perva com um vizinho desse? Bom, eu não ficaria. /taparei.
Eu POSTEI! Ta eu demorei, sou culpada, confesso, mas não vou mais demorar tanto assim. E foooi a primeira conversa, se é que podemos chamar isso de conversa. E sabe que você me deu uma ótima idéia! Vou matar a Bella atropelada! UASHUAHSUA Brincadeira, calma! :x AH, o primeiro beijo eu ainda nem sei direito onde nem como vai ser. Quer dizer, eu tenho uma noçãozinha. IASHIOAHSAI
OBRIGAAAAADAAAA pela review GIGANTE! Eu AMEEEII demaiiis! Mesmo, mesmo! UASHUAHU *------*. Espero que esse cap. Não tenha ficado tãão ruim assim. XD
Desculpe se decepcionei com a primeira conversa :T Mas enfim. OBRIGADA, boa festas (completamente atrasado) pra ti também. XDD mas ainda dá pra dizer: FELIZ ANO NOVO! Beeijos! :*
Fata Morgan: Oooi! AAH, obrigaada! Que bom que gostou!! Fico realmente feliz! Eu também amo James e Lily, são um casal bem fofo, mas eu não fiz essa estória na versão deles. A princípio era pra ser, mas eu mudei. Mas fiquei incentivada pela idéia, e eu acho que seria legal passar essa estória pra versão deles. Ficaria divertido também. XD Eu acho... '-' OBRIGADA mesmo por comentar! ADOREI! Beeeijos! :**
HalfBloodHannah: POOSTEI! Iashioshaisha. Coomparado ao dia em que eu psotei o capítulo, eu demorei bastante, mas se for ver pelo dia que você comentou, não foi tanto, foi? XD UAHSUAHSUAH Espero que goste desse capítulo, apesar de que eu não gostei, mas enfim... XD OBRIGADA pela review!! Beeeeijo :**
My Odd World': AAIIN, Que booom! *---* Eu fico toda boba quando vejo que as pessoas gostaram. Eu vou ficar mal acostumada. XD UAHSUAHSUAH. Espero que esse capítulo não esteja tão ruim quanto eu acho. :x aioshaiohsaiohsa, mas enfim, ta ai! OBRIGADÍSSIMO pela review! Eu AMEEEEI! Beeeijos. :**
Helena D. Cullen: UAHSUHSUAHSUHAUS. Então, ta aqui um capítulo novo! Isohaioshaisha Espero que goste. Que bom que você amou. Fico boba quando alguém diz isso. IASHAIOHIAH. Eu amo receber reviews. (quem não gosta?), mas enfim, MUITO OBRIGADA, mesmo! 8D Putz, eu queria um vizinho assim, pra que eu pudesse espiá-lo só de calça jeans também. IAHOSIOHSAI /morri. :P Beeeeijos, e obrigada de novo! :*
Enfim, OBRIGADA de novo a cada uma e a todas. Eu não demoro com o próximo capítulo. Prometo.
Ah, e antes que eu me esqueça... FELIZ ANO NOVO AMADAS!
E, POR FAVOR, comentem! Mesmo que não esteja muito bom, critique, eu levo tudo como uma critica construtiva, algo com que eu possa melhorar. Só opinem, digam se gostam ou não, isso é muito importante para mim.
xoxo :*
