Doce Crepúsculo
"Crepúsculo: A decadência; o declínio de qualquer um. Então... por que será que é tão doce?"
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Capítulo 3
- E ai pequena? – novamente, aquele cara. Ele estava no quarto de novo. Aquela roupa escura, os olhos azuis e o sorriso travesso.
Kagome olhava para ele desconfiada. Só o tinha visto uma vez realmente e ele parecia muito estranho. A energia que ele emanava não era muito boa. Ela não poderia confiar nele, isso sua intuição dizia.
- Quem é você? Por que não me diz? – perguntou de uma maneira séria. Queria esclarecimento de fatos. E, pelo jeito, só ele poderia lhe dar.
- Não posso dizer isso agora... – ele franziu o cenho, devia estar pensando em algo. – Mas digamos que eu seja... Uhm... seu... colega de trabalho. – Kagome chegou mais para o lado quando o homem sentou na cama ao seu lado.
- Colega de trabalho? – murmurou as palavras lentamente. – Como assim? Eu nem tenho emprego! – ficou ainda mais confusa.
- Uhm... Droga, não consegui recuperar essa parte... Olha, existem regras ok? Você não pode desrespeitá-las, em hipótese nenhuma!
- Como eu vou desrespeitar as regras se eu nem sei quais são elas? – ergueu seus olhos para a figura do homem ao seu lado.
- O tempo acabou... Aqui dentro, o tempo passa muito rápido. – ele começou a desaparecer aos poucos. – Dentro do bolso da sua calça, a do acidente, tem um cordão tent... – pronto. Desapareceu...
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Acordou mais uma vez ofegante. Outro sonho como aquele. Era assustador, mas ao mesmo tempo ela ia descobrindo mais coisas sobre seu passado. Se bem que aquele homem a confundia ainda mais. Sentiu o colchão bater na lateral do seu corpo. Como havia parado ali de novo?
Olhou o pequeno feixe de luz que passava pela cortina. Já devia estar tarde. Agora entendia uma das coisas que ele dissera. O tempo nos sonhos passa rápido. Mas esse não era o ponto da sua curiosidade e sim o 'alguma coisa' guardado no bolso da calça.
Onde estaria essa calça? Era bem provável que tivessem jogado fora no hospital. Deveria torcer para que isso não tenha acontecido. Se não, ela tinha perdido um chance, pequena mas ainda sim uma chance, de descobrir mais sobre ela.
Levantou da cama num salto. Um flash passou pela sua cabeça. Era um cordão, não lembrava do pingente, mas tinha certeza que era um cordão. Desceu da cama de pijama mesmo com a urgência de falar com Izayoi. Como sempre, na cozinha, cantarolando algo enquanto lavava a louça. Kagome perdeu o café.
Entrou devagar para não interromper a Dona da casa.
- Bom dia Izayoi. – sorriu, tentando passar confiança e tranqüilidade para ela mesma.
- Bom dia.
- Bem... – se sentou em um banco próximo a bancada onde logo a frente estava Izayoi. – Eu queria muito fazer uma pergunta.
- Sim..? - enxugou as mãos no avental e virou para a menina de pijama e descabelada. Que não fosse um favor difícil.
- No dia em que ocorreu o meu acidente eu estava com uma roupa. E... eu acho que nela poderia estar algumas coisas... talvez essas coisas poderia me ajudar a me lembrar. Será que a senhora não saberia se o Senhor Inu no Taisho as guardou?
- Está em uma gaveta. - passou a mão na testa. – Venha... - com certeza, ela não iria achar. Subiu as escadas em seguida por Kagome e abriu a gaveta. As coisas dela estavam lá. A metade da identidade, a blusa rasgada e suja e a calça rasgada e suja. - São as coisas que estavam com você...
- Ahh... – nem acreditava em tamanha sorte . – Muita obrigada senhora Izayoi! Eu agradeço muito. Aqui pode estar a chave para eu recuperar a memória. – com certeza era o que a mulher a sua frente mais queria para ela se livrar de Kagome.
- De nada... – pelo menos ela tem educação pensou a morena. - Se precisar de algo, pode me falar. Ah sim! Daqui a pouco, eu sirvo o almoço já que não tomou o café.
- Tudo bem... Muito Obrigada! – a mulher se retirou, pela primeira vez dando um sorriso simples para a moça.
Virou-se para a calça e a pegou. Estava completamente maltratada e parecia ter sido uma calça tão bonita. Vasculhou um dos bolsos sem encontrar o cordão. Agora que parou para pensar, e se ele caiu? Afinal, ela tinha batido! Ele podia ter caído, ficado no carro... Balançou a cabeça e procurou no outro bolso. Nada. Ele caiu... Só restavam dois bolsos, e por sorte, estava no terceiro.
Pegou delicadamente o colar. Na verdade, não era um colar muito comum. Era uma fita negra. Daquelas que ficam bem grudadas ao pescoço. Mas, não foi bem isso que chamou sua atenção. Existia um pingente se mexendo entre seus dedos. Era um K. Não um K comum. O traço de cima era meio torto. Exatamente virado para baixo.
Ficou olhando aquilo... Era estranho... Parecia que ia lembrar de algo, algo que não chegou. Se esforçou para lembrar, mas não veio nada. Naquele instante, só pensava em dormir de novo e encontrar o homem que não lhe explicava nada. Talvez ele soubesse que droga era aquela.
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- Finalmente, sexta feira! – Inuyasha exclamou quando chegou em casa.
- Hanyou idiota... – Kagome olhou Seshoumaru sentado ao seu lado vendo TV. Achava engraçado esse apelido que ele dera em Inuyasha.
- Será que algum de você pode colocar isto em mim? – ela ergueu a mão mostrando a fita. Ainda não tinha colocado, esperando a boa vontade de alguém.
Para infelicidade de Inuyasha, Seshoumaru que colocou. Ele fora mais rápido, obviamente, porque estava mais perto. Emburrado, sentou ao lado dela com os braços cruzados.
- Que isso?
- Um cordão seu estúpido.
- Não falei com você, Sesshy...
- Bem... – Kagome ignorou os olhares raivosos troados pelos dois e começou a falar. – Eu achei no bolso da calça que eu estava usando no acidente. Deve significar alguma coisa. – pegou o pingente e virou para cima para poder vê-lo. – Ele é muito diferente para ser só um colar ou uma fita.
- É um K esquisito.. - franziu o cenho. Sesshoumaru parou de prestar atenção neles e voltou a ver TV.
- Eu sei... – murmurou. Ergueu os olhos para ambos, apesar de Sesshoumaru não estar olhando. – Acho que ele vai me ajudar muito para recuperar a memória. Eu sinto isso. – apertou contra o peito o pingente. Sentia que havia alguma coisa a ver com o que aquele homem tinha dito. Emprego.
"- Acha que consegue?
EU é que devia estar assim e não eles! E eu estou normal!"
Seus olhos saltaram do rosto enquanto se lembrou daquela voz. O coração passava longe de apenas algumas batidas por minuto. Aquela voz era dela. Lembrou de um pensamento dela? Mas quando? Eles quem? Seus pais? E normal com o que? Devia ser alguma coisa desse trabalho... Engraçado era que a memória, ou melhor, o fragmento tinha vindo sem esforço. Ele simplesmente... veio.
- Que foi? - encarou Inuyasha.
- Eu me lembrei de um pequeno fragmento... alguma resposta minha a alguma pergunta que me fizeram. Pode ter sido meu pai. Era uma voz masculina. – recaiu o olhar sobre seu colo. Rapidamente se levantou. – Eu acho que vou dar uma volta no jardim. Estou precisando respirar.
- Quer que eu vá com você? - seria ótimo, mas talvez fosse melhor não. Alguma coisa lhe dizia que era melhor não falar sobre o homem de seus sonhos para Inuyasha. Pelo menos, não ainda.
- Não precisa Inuyasha... Muito obrigada. – sorriu de forma agradecida, apesar dela perceber que o hanyou não ficou contente. Andou passando em sua frente. Se agachou colocando as mãos nos joelhos. – Eu preciso ficar um tempo sozinha, tudo bem?
- Tanto faz..! – sorriu percebendo que não era isso que os olhos dourados diziam. Seshoumaru relampejou o olhar em sua direção. Não sabia descrever o que se passava em sua cabeça. Ignorou. Passou pela cozinha para ir ao pequeno jardim da casa. A comida que Izayoi fazia para a janta já estava começando a cheirar.
Andou com pés descalços sentindo a grama recém molhada pelo sereno. O vento não era forte, porém suficiente para balançar as mechas de cabelo no rosto de Kagome. Fitou a paisagem ao longe, mesmo sem prestar atenção. Estava tentando juntar as peças. Se aquele homem dos sonhos tinha razão, ela teria um emprego antes do acidente. E, esse emprego era, pelo menos, um pouco perigoso. Se não, por que aquela voz masculina lhe passava tanta insegurança e urgência?
Estava começando a não fazer questão de lembrar de coisas fúteis como cozinhar. Para falar a verdade, o que mais queria era lembrar daquele emprego. Tinha que ser algo importante, aquele homem apareceu pela segunda vez seguida em seus sonhos. Ou pesadelos?
Balançou a cabeça afastando tais pensamentos. Não eram pesadelos. Eram ajudas. Andou mais um pouco e percebeu que atrás de uma árvore bem próxima alguém a vigiava. Só podia ser, porque esse alguém estava muito quieto e escondido. O que uma pessoa quieta e escondida fica fazendo olhando para você?
Tudo bem... As pistas estavam ali, era só questão de juntá-las. Por exemplo, ela podia tentar lembrar de quando ganhara o cordão. Ele falou sobre o cordão, então havia a probabilidade dele estar ligado ao emprego. Bufou. Seria mais fácil se ele parasse de reclamar de como o tempo no mundo dos sonhos passava rápi... tinha alguém ali. Agora era ouviu o barulho do mato.
- Quem está aí? – murmurou, mas apesar da voz baixa, ela ficava alta graças ao silêncio que a paisagem dava ao local.
- Não funcionaria se eu falasse ninguém...
Sorriu, aliviada. Ele era mesmo um teimoso.
- O que você não entendeu do meu tempo sozinha? – apesar de parecer uma advertência, a voz da menina soava calma e divertida.
- Eu te dei um tempo sozinha! - defendeu-se.
- Tudo bem... você está certo. – resolveu se sentar. – Então detetive Inuyasha, alguma informação boa?
- Você só murmurou coisas que não entendi. - preferiu ficar de pé. Sua mãe ia chamar para jantar não ia demorar muito. Estavam só esperando seu pai chegar.
- Já suspeitava... – ergueu os olhos para ver os dourados. – Trabalhou muito hoje?
- Uhm.. Nada de mais... É chato fofocar sobre a vida dos outros...
- Eu achava que você era jornalista de crimes... não sei bem como se diz. Esses que notícias interessantes... não fofocas. – ela riu um pouco observando a sobrancelha do hanyou se levantar.
- Eu sou! Mas a garota desistiu e me botaram no lugar dela! Eu tenho cara de fofoqueiro? – Kagome quase soltou um sim na hora. Não tinha sido ele que a seguiu mesmo quando ela disse SOZINHA?
- Talvez... – ela balançou as pernas, que agora abraçava. – Estou brincando bobo. – piscou um pouco.
- Feh!
- Me ajuda a levantar? – ela estendeu a mão para ele poder levantá-la. Fez um bico como se valesse uma chantagem.
- Preguiçosa. – curvou um cantinho da boca. Quando encostou a mão na dela para puxá-la, lembrou. Às vezes tinha vontade de dizer isso a ela, mas não parecia um comentário bom a se fazer. Nunca parecia. O cheiro fraquinho e aquela sensação de que ela era... Não sabia nem explicar... meio... Transparente? Quando voltou a prestar atenção, ele já havia a puxado.
- Muito Obrigada. – ela estava muito próxima. Próxima demais dele. Era perigoso. Mas o hálito quente e o tom de voz da menina não faziam Inuyasha se afastar.
-... - balançou a cabeça em sinal de que a escutou. Estava incrivelmente difícil falar com ela onde estava. Principalmente depois de daquele dia.
- Posso fazer uma coisa? – ela perguntou suave.
- De... novo?
- De novo? – ela piscou um pouco. – Por quê? Você não quer que eu faça? – era bom deixá-lo desse jeito. Ela gostava.
- O que...?
- Isso... – as mãos dela se encaminharam para o topo da cabeça do meio-youkai e chegaram bem próximas das orelhinhas dele. Quando ela fez isso, percebeu que ele estremeceu. Então, ela fez outra coisa. Só encostou seus lábios nos dele. E suas mãos criaram vida e rumaram para as orelhinhas delicadamente.
Mas aí estava uma reação que ela definitivamente não esperava: que ele a empurrasse. De leve, mas foi um empurro.
- Você... Me bota em situações... Delicadas demais...
- Desculpe... – murmurou abaixando a cabeça. – Eu tive intenção nenhuma de te deixar bravo. Desculpe mesmo. Eu sabia que não deveria fazer essas coisas... – e foi dizendo isso andando vagarosamente para trás.
Acabou levantando a cabeça quando ouviu o estalo da mão dele na própria testa.
- Não se desculpe, isso me faz sentir pior..! – tentou parecer normal.
- Mas... eu que fiz aquilo. – ela se aproximou mais uma vez dele. – Você quer que eu prometa nunca mais fazer nada? – olhou bem no fundo do mar dourado.
- Não! – franziu o cenho. – Não até você recuperar a memória.
- Hum...? – mesmo não entendendo, sorriu. Ela ainda poderia abraçá-lo.
- Estou realmente com medo de você me matar quando recuperar a memória. – riu.
- Pode ficar tranqüilo... eu nunca faria isso. Nem se eu fosse obrigada. – sorriu para ele, mas ainda estava tímida.
- Vamos. O jantar está pronto! – Inuyasha passou por ela, mas parou.
- Vamos... – o seguiu ao seu lado. Permaneceu calada até chegarem a sala de jantar.
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- Quer dizer que você foi convidado para uma festa Inu querido? – Izayoi perguntou à Inuyasha logo pela manhã enquanto via as correspondências.
- Uhum... – concordou sem vontade. Ela ia enchê-lo de perguntas. – Sábado.
- Amanhã... nossa. Você deve estar animado. – a mãe nem percebia que Inuyasha dava pouco caso ao assunto, olhando distraído uma revista de carros.
- Precisa de uma acompanhante, não é mesmo? – Inu no Taisho se pronunciou pela primeira fez no café.
- Estou pensando em levar a Kagome. – continuou folheando a revista agora sem prestar muita atenção nela. Era quase que proibido falar o nome dela se Izayoi estivesse presente. Seus pais haviam discutido por causa dela e agora, ela queria sair da casa deles. Fazia somente três dias depois daquela noite em que todos acordaram com os gritos dos pais.
Kagome, que estava muito quieta graças a discussão passada, quase se engasgou com o suco que tomava.
- O quê? – ela arregalou os olhos em direção a Inuyasha.
- O que o que?
- Você disse que eu vou com você a uma festa? – ainda estava olhando para ele.
- Eu acho ótimo... – Inu no Taisho se pronunciou mais uma vez. – Você está mesmo precisando sair Kagome. Vai ser muito bom para a sua recuperação. Vou mandar Kaguya comprar um vestido para você. Vai ficar tão linda quanto naquele outro em que Inuyasha babou logo que entrou em casa e te viu. – o hanyou limpou a garganta tentando ignorar o comentário do pai.
- Não precisa... Vai ser em uma boate.
- É claro que precisa... Kagome agora virou minha filha, e como um bom pai, eu quero que ela esteja linda. – sorriu em direção a moça que sorriu de volta.
- Obrigada senhor Inu no Taisho, mas eu acho que não precisa. Eu já estou dando gastos demais, e também eu ach... – mas ela foi interrompida pelo youkai.
- Eu faço questão, e não quero um não como resposta. E... quantas vezes preciso dizer para não me chamar de senhor? Se não quiser me chamar de pai, me chame, pelo menos, de Inu no Taisho. – sorri passando confiança.
- Tudo bem... Inu no Taisho. – riu. Era tão difícil não tratá-lo como senhor.
- Vou ligar para Kaguya... – Inu no Taisho se levantou e rumou para a sala.
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Ali estava ela mais uma vez. Completamente arrumada e com suas tão adoráveis botas pretas cano longo de salto fino. Não eram as sandálias do jantar, mas eram tão fabulosas quanto. Apesar do pedido de Inu no Taisho pelo vestido, Kaguya escolheu algo melhor. Pelo menos, Kagome achava. Aquela calça jeans estava linda. Modelava sem defeitos. E sua blusa, negra como as botas. Tinham mangas longas, e parecia que aquele Kaguya gostava de um decote. Essa, como o vestido, tinha um ligeiro em V. Muito bonito, mas ainda desconfortável. Seu colar combinou sem ter visto. Além das argolas que vieram junto.
- Que azar... – Seshoumaru disse enquanto fazia companhia para Kagome no sofá.
- Azar? Por quê? – ela mirou o youkai que se sentava a sua frente.
- Meu pai e meu irmão são demais para uma pessoa só. Especialmente meu irmão.
- Eles são ótimas pessoas... – Kagome ria da atitude de Sesshoumaru. – Seu pai gosta de me ver feliz e eu sou muito grata por tudo o que ele fez e o que tem feito comigo.
- Minha mãe não gosta de você. Acho que sei porquê, mas não posso te contar.
- Eu não queria que a Senhora Izayoi me visse desse jeito. Eu sei que sou um incomodo e torço para sair daqui antes que seu pai e sua mãe briguem de novo. Mas... – ela abaixou um pouco a cabeça junto com sua voz. - ...por que não pode me contar?
- Porque não sei se é mesmo isso.
- Tudo bem... – resolveu deixar isso de lado. Só foi ela se endireitar que o barulho de passos nas escadas foram ouvidos.
- Seu sapato está lá em cima! - a risada gostosa de Izayoi ecoou pela escada e Kagome não pode evitar de sorrir também. Deduziu que Inuyasha voltara para pegar os sapatos, mas se levantou.
- É melhor você se esconder atrás do cabideiro, antes que o Inuyasha deixe um rastro de baba pela casa e mamãe brigue com ele. – Sesshoumaru se ergueu e retirou da sala. Kagome só pôde sorrir.
Ficou próxima a porta e rapidamente os sons de um Inuyasha, agora calçado pôde ser ouvido.
- Você sempre sai atrasado. – Seshoumaru franziu bem o sempre quando passou pelo irmão. Fingiu que não ouviu o rosnado só para perturbá-lo.
- Kagome, está pro... nta? – droga. Sua voz falhara de novo. Tinha que se acostumar com isso.
- Estou... – sorria, como sempre radiante. Era aquilo que matava.
- Ora, decote idiota... – resmungou, sorte ela não ter ouvido. – Caiu bem em você. – imitou o que Sesshoumaru falava todo dia de manhã, quando Kagome aparecia na cozinha.
- O Sesshoumaru me disse isso. Obrigada. – piscou e se aproximou dele. – Você está muito bonito. – seu sorriso continuava tilintando no rosto.
- Ahm... Obrigado. - sentiu o seu sorriso sair meio desajeitado. Virou o rosto e saiu marchando até a porta. - ESTAMOS INDO!
Kagome não disse mais nada, apenas acompanhou Inuyasha pelo jardim, até chegarem próximos ao carro muito bonito, na opinião de Kagome, dele.
- Eu não costumo ir a essas coisas. Mas você precisava sair um pouco de casa.. – entrou no carro e percebeu que ela já estava sentada.
- Por quê? É um lugar ruim de ir? – percebeu que já estavam em movimento. Começou a reparar na rua. Em como aqueles postes reluziam a noite.
- A música é muito alta para as minhas orelhas... - explicou de um jeito que fosse suportável ouvir a música.
- Ahh... bem... se você está indo por mim, eu não me importaria se você quisesse ir para outro lugar, ou até mesmo voltar para casa. Não quero que aconteça nada com você. – desviou seus olhos para o rosto do hanyou dirigindo.
- Eu vou acabar me acostumando. - deu de ombros. Era estranho quando chegava, mas depois, era como se ele ficasse meio surdo então não incomodava.
O resto da viagem passou em silêncio. Até Kagome perceber o brilho reluzente de uma entrada não tão longe. Viu que Inuyasha entrou em uma espécie de estacionamento, é estacionamento como diziam na televisão, dentro da boate. Ele encontrou uma vaga e desligou o carro.
- Vai ser divertido..! - no final, ela não sabia se ele tinha dito para ela ou para ele mesmo.
Saiu do carro, correndo para o lado dele. Tudo era muito bonito. Ficou observando, até sentir que sua mão estava na dele. Abaixou os olhos para elas e depois voltou olhando o hanyou. Ele não tinha falado nada então também nem se importou. Ficou até feliz.
- Se alguém te incomodar, me fale está bem?
- Tudo bem... – parecia uma menina dentro de um parque de diversões. Quando Inuyasha entregou os convites aos seguranças e as portas foram abertas, um mundo novo chegou ao seus olhos.
A música alta, as luzes, as pessoas se agitando em um ritmo entusiasmante. Será que ela conseguia fazer isso? Olhou para todos os cantos possíveis. Algumas delas comiam em mesas ou em um... um... bar. É... bar. Todas riam acompanhados de seus amigos. Encarou Inuyasha com as orelhinhas que se mexiam de dois em dois segundos.
- É assim mesmo uma boate? – ela perguntou para Inuyasha, embora sua voz estivesse um pouco baixa demais para qualquer um escutar. Menos para Inuyasha.
- É! – respondeu gritando. Faltava pouco, primeiro o zumbido e depois um 'tump'. Pronto, sem dor de cabeça. – VEM..! – puxou a mão dela e tentou ao máximo não passar no meio dos dançantes.
Pessoas dançavam. Pessoas bebiam. Pessoas a fitavam longamente enquanto ela passava. Era um tanto... diferente de tudo que já tinha visto na TV. Inuyasha a tinha puxado para um lugar onde ainda tinha muito barulho, mas era amenizado. Alguns sofás enfeitavam e ela pôde perceber um casal bem animado no outro canto.
- Lobo! – chutou o sofá de leve para fazê-lo desgrudar da ruiva. - Onde está Yura?
- Não sei cara de cachorro... – desviou seu olhar para Kagome. Um olhar não muito amistoso. Mas, com um sentido que ela nem imaginava. – E a senhorita...?
- Não enche o saco dela fed.. - rolou os olhos quando Kagome respondeu.
- Kagome... – murmurou doce. Ela não fazia idéia da figura que era Kouga. Queria ser educada, só isso.
- Kouga.. – sorriu para ela e depois mudou o sorriso de escárnio quando olhou o cachorrinho. – Bonitinha, cachorrinho!
- Ótimo! – quase rosnou. Segurou a mão de Kagome mais forte e saiu andando.
Kagome não reparou que o rosto de Inuyasha estava vermelho. De raiva. Kouga tinha aquela capacidade. Mas não tanto como agora.
- O que foi Inuyasha? O... Ko... Kouga parecia uma pessoa legal.
- Muito. – disse seco.
- Tudo bem. – resolveu encerrar o assunto. – Bem... para onde você está me levando agora? – percebeu que eles voltavam para a área da música muito alto, junto com bebidas e homens a olhando. Não gostava daqueles olhares. – Não gostam quando eles me olham... parece... – se assustou quando o seu corpo se chocou com o dele e o calor do braço dele inundou seus ombros.
- É só ignorar!
Sorriu com o gesto dele. Era tão confortável ficar ali. Só sentindo o calor que ele emanava. Não tanto como ela. Ultimamente era se sentia um tanto fria.
- O que se faz aqui, Inuyasha? – virou seus olhos tentando encontrar o rosto dele.
- Você conhece pessoas e se diverte com as que conhece. – enfim encontrou Yura.
- Ahh... sim. – Kagome avistou uma mulher se aproximando. Ela tinha cabelos pretos curtos, espetados nas pontas.
- Ahh, que bom que veio lindo! - Kagome franziu o cenho com o gesto exagerado que ela fez com as mãos para depois abraçar a ela e a Inuyasha. - Kikyou! Adorei o seu cabelo! Ele ficou muito melhor assim!
- Não é a Kikyou, Yura.. - riu. Kagome e Kikyou nem eram tão parecidas. Devia ser a falta de luz. - Essa é a Kagome.
- Prazer... Yura. – ela sorriu, apesar da luz ofuscante não deixar Yura vê-la completamente.
- Prazer Agome! – de novo ela a abraçou. – Espero que goste da festa!
- Kagome... – ela murmurou durante o abraço um pouco apertado demais de Yura. – E... obrigada. Estou gostando.
- Inuyasha! Ninguém sai antes de meia noite heim! – os dois riram com o tom de ameaça dela. Eles saíram de perto dela e se acomodaram em uma parte do bar. Kagome ficou impressionada com a velocidade que o barman 'escorregava' os pedidos pela longa mesa de madeira e Inuyasha riu de leve com isso.
- Com sede?
- Aham... – os seus olhos ainda acompanhavam as mãos inquietas do barman. Era incrível como ele conseguia mexe-las tão rápido sem deixar entornar nada.
- O que quer? Água, refrigerante...? - não sabia se podia oferecer alguma bebida alcóolica, afinal... Ela nem lembrava o que era uma boate.
- Ahh... eu vi o barman, preparando um... um... – tentou se lembrar. Aquela bebida era rosa e tinha um cheiro ótimo. – Alguma coisa com muitas frutas... que começava com co... coq...
- Coquetel. - ele riu e ela fez um bico.
- Acho que é isso sim. – balançou a cabeça.
- Um coquetel e um Red. – o cara assentiu indo preparar as bebidas. Encarou de leve a garota ao seu lado, ela observava atentamente as mãos do barman ainda, só esperando a hora em que ele 'escorregaria' as bebidas.
- Tudo pronto... – o barman serviu as bebidas em frente aos dois. Kagome ainda não piscava. E, depois que Inuyasha pegou sua bebida, Kagome estendeu a mão para pegar a sua, sem antes de o barman fazer uma graça e puxar um canudo com uma bela flor de baixo da manga. Ela sorriu para ele e ele lhe devolveu o sorriso com uma piscadela.
- Você pediu por que lembra de gostar ou por que é bonitinho? – perguntou achando graça.
- Porque é bonitinho... – riu e deu sua primeira golada. – E porque é muito bom. – sorriu.
- Boba... – descansou o copo na mesa e olhou a festa. De repente ela lembrava de mais alguma coisa. Ele tinha que pensar em algo que ela pudesse ter feito em uma boate.
Terminou seu coquetel e ficou observando a música rápida e agitada ir parando. O silêncio por alguns segundos reinou naquele lugar. Alguns segundos.
- Vem. – nem deu chance de deixá-la responder, simplesmente a puxou. Seria muito mais fácil fazê-la lembrar de uma música lenta do que de uma rápida.
A música tocava lenta e ritmada ao fundo. Inuyasha a levou até o meio da pista onde mais alguns casais já estavam. Parou e repousou sua não na cintura e no ombro dela. Por instinto, Kagome elevou as suas ao pescoço do hanyou.
- Você lembra como dança?
- Não sei... – murmurou. – Só sei que é tão bom ficar perto de você... somente assim.
Tá. Não sabia o que falar depois dessa. Ela não devia ter noção das coisas que dizia nem do que fazia. Concluiu isso quando ela se encostou mais nele colando a cabeça em seu peito. E bem, a única coisa que podia fazer agora era conduzi-la, já tinha a chamado pra dançar.
A respiração dela era tão lenta quanto a música. Suas mãos estavam aquecidas, já que tocavam a pele do pescoço de Inuyasha. Aspirou fundo aquele perfume tão bom dele. Como poderia ter vivido sem aquilo durante toda a sua vida? Era viciante. Ergueu um pouco a cabeça e seus lábios ficaram próximos do queixo dele, onde ela depositou um beijo leve.
- Você lembra... o que eu te disse?
- Humm...? – seus olhos, ainda no mesmo lugar do beijo, passaram a encarar o belo rosto do meio-youkai.
- Sobre fazer certas coisas...?
A ponta de seu nariz escorregou de volta para o pescoço dele.
- Coisas...? – a voz dela era melodiosa. Era difícil a negação para a moça.
É... Ela não lembrava. A abraçou fazendo com que ela parasse de cheirar o seu pescoço e sim voltasse a se reencostar em seu peito.
- Esquece...
Kagome sorriu. Claro que se lembrava do pedido de Inuyasha. Mas era simplesmente inevitável. Assim como querer beijá-lo mais uma vez. Era uma vontade. E ele não podia negar que também queria.
- Inuyasha... – ergueu a cabeça e aproximou o rosto do dele. – Me dá um beijo? – pediu carinhosa.
- A-ahn? – não conseguiu segurar que suas sobrancelhas levantassem.
- Um beijo... – sussurrou. – Como naquela vez. Só um. – sorriu de leve. – Prometo qualquer coisa se você me der um.
- Uhm... Eu acho melh...lhor... se... – ela ia se aproximando mais conforme ele tentava afastar a cabeça sem soltá-la. – voc... ê...
Ela não esperou a reação dele. Só encostou os lábios nos dele. E se deixou levar pelo momento. Toda vez que fazia isso lembrava da garota do filme. De como ela não devia sentir nem metade do que Kagome estava sentindo. Gostou ainda mais quando sentiu a língua dele massageando a sua. Não lembrava muito bem como se fazia isso, então, imitava o que ele fazia.
O primeiro beijo foi muito calmo naquela noite do filme. Completamente diferente de hoje. As mãos de Inuyasha não paravam quietas e sua boca ansiava pela dela ferozmente. Ela se separou um pouco dele só para respirar, mas ele voltou com aquele beijo agitado que estava começando a deixá-la entorpecida. Depois de um tempo, eles se separaram de novo e ele encostou a testa na dela sentindo a respiração da garota descompassada em seu rosto.
- Eu disse só um... – sussurrou. A menina movimentando a ponta do nariz dela no dele.
- A culpa é sua... - sussurrou de volta querendo um lugar para esconder a sua cara.
- E eu fico feliz por ser a culpada. – sorriu. Eles nem perceberam que a primeira música havia acabado e que outra tinha tomado seu lugar. - Inuyasha... você não sabe como tudo aqui dentro de mim está tão rápido e lento ao mesmo tempo.
- Claro que eu sei... Somos dois...
- Mesmo? – ergueu os olhos brilhantes em direção aos dourados. – Eu achava que essa sensação era uma coisa que só eu podia sentir... e que eu precisava senti-la sempre.
- Somos dois... - sorriu. - Desculpa...
- Não... eu só desculpo se você me prometer sempre me fazer sentir isso... eu preciso, sabe? – os olhos passaram a ficar mais brilhantes, graças as gotículas de água. – É a única coisa que me traz alegria. Traz a vida de volta para mim.
- Eu ainda não posso prometer.
- Por quê? – sua voz saiu com uma pitada de tristeza, apesar de estar se sentindo a mais feliz dos seres.
- Prometo... – desistiu.
- Obrigada. - Ela sorriu, mordendo o lábio inferior. Contornou com o dedo a boca dele até ir deslizando pelo queixo e voltando para as bochechas.
- Chega de me tentar sim?
- Tentar? – riu. – Mas eu não faço nada de mais...
- Você ACHA. - a puxou para fora do centro. - Vamos embora...
- Tudo bem... – sorriu, sentindo a mão dele apertar contra a sua. Provavelmente nunca tinha se sentindo assim. Nem mesmo na sua vida passada.
Kagome rodou os olhos pela boate novamente. O clima já não estava tão bom. As pessoas bebiam e riam histéricas demais, as carícias já estavam ficando mais ousadas justamente por elas estarem bêbadas. O cheiro de álcool começava a impregnar o lugar, assim como o chão ficava grudando em suas botas e aquilo foi fazendo-a querer sair dali. Assim que pôs os pés para fora, sentiu-se voltando a respirar. O que era estranho já que não lembrava de ter prendido.
- Nossa... acho que eu não agüentaria ficar por mais tempo lá dentro. – comentou com Inuyasha, enquanto eles andavam rumo ao carro.
- Se... Importa de não falar...? Tem que me acostumar com o ambiente sem mús...
Foi muito rápido. Kagome se soltou de Inuyasha e correu para a beira do estacionamento como se pressentisse. Um carro e um vulto. Depois, ela só pôde ver o mesmo carro, só que com seu capô amassado e esse mesmo vulto, um homem, caído ao chão.
- Kagome? O que fo...? - arregalou os olhos quando viu o cara estendido no chão. - Ah caralho!
Kagome continuou parada quando Inuyasha passou por ela desesperado assim como o homem do carro. Inuyasha via o pulso do homem enquanto o motorista ligava para a ambulância, inquieto.
Nenhum dos dois pareceu ter notado a outra moça ali. Estendida de frente para o homem com uma foice na mão.
Ela era bela. Toda de preto e com aquela capa, parecia alguma personagem de filme ou história em quadrinhos. Seus cabelos, por mais vento que existisse no local, permaneciam intactos. Ela não tocava o homem a sua frente. Só fixava os olhos. E isso parecia deixar o homem ali ainda pior.
Pendeu a cabeça para o lado. Ela havia cortado o cara e uma bola fluorescente saiu dele indo para dentro da foice. Tinha vontade de perguntar o que a mulher estava fazendo, mas algo dizia que ela sabia.
- Você consegue me ver? – ela perguntou sem encará-la.
Se assustou instantaneamente. Como ela poderia saber disso? Ela sequer olhava para trás!
- Sim. – tentou manter a voz firme, mesmo sabendo que estava falhando de alguma forma.
- Não era para ver... – quando ela se virou com aquele sorriso macabro e os olhos chocolates parecendo negros, Kagome teve uma sensação estranha, não de susto... Mas de... Dejá vu? Ela lembrava aquele homem! Que aparecia em seus sonhos.
- Você... você... me lembra aquele homem... – Kagome se ajoelhou de uma forma que ficasse a mesma altura da mulher. – O emprego... – sussurrou.
- Ele se foi... – sentiu como se tivesse acordado depois de escutar a voz de Inuyasha. Procurou pela moça dos cabelos chocolate, mas só viu um buraco se fechar no meio do ar. – Kagome... Está tudo bem com você?
Ela permaneceu parada olhando agora para o espaço vazio onde a moça de olhos castanhos penetrantes estava. O choque era tamanho que não mexia sequer suas pálpebras.
- Káh...? - chamou-a de novo. Droga... Ela não precisava presenciar esse tipo de coisa. Um cara atropelado.
- Ahh... – parecia ter voltado a realidade e olhou para Inuyasha. – Ele está morto. O coração... parou. – murmurou.
- Está tudo bem Ka... Não precisa ficar assim... – passou os braços pelos ombros dela. Tinha traumatizado a garota. Antes não a tivesse trazido par para boate.
- Eu sei, mas... – resolveu, por um momento, não contar nada para Inuyasha. Afinal, não sabia ao certo o que era aquilo. Preferia não criar esperanças de uma recuperação. – Nada... – respirou fundo.
- Vamos embora... – andou com ela até o carro depois que viu a ambulância chegando.
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Heyy pessoas! Como vão?
Cara, dessa vez foi quase uma guerra pra ver quem respondia as reviews e quem falava com vocês! Hueahuhaeua xD E meu Deus! Quantas reviews! *--* Brigada meeesmo pelo carinho de vocês com as nossas fics! É bom saber que elas agradam de vez em quase nunca.. ú.u
E olha lá, olha lá! *aponta pro céu* É a minha animação pra volta às aulas fugindo! Alguém a pegue!! E não, não estou animada pra volta às aulas.. Não vai ter – quase – nada de bom esse ano.. Droga de escola nova! Tudo bem que ela é mais bonita e maior que a minha antiga (até o meu quarto poderia ser maior que a minha antiga o.o) mas... uai! Estamos toooodos com saudades da nossa querida matéria preferida! Física! o/ haueheuahuaheuhaehuae.. Por que essas coisas existem? u.u
Well, 'té mais ver, sô! Adoro 'ocês! (nossa, fiquei com um sotaque caipira agora no final)!
Bjundas! o/
Kaori-sann
Resposta das Reviews:
Manda-chan Satoru: Nya! Tu por aqui? Que bom...! Valeu pelos elogioss! E esse capítulo? Também tá maraa? Beijoo
Gege-ups: Nhaaaaaa! Sério? Ohhhhhhh! *.* O que é a inocência.... coitada, perdeu a memória... tu viu como ela tenta o Inu? Tadinho dele! Mas, pode deixar! Eu vou salvá-lo! \o| Pode dizer sempreeee...! Quanto mais elogio, melhor! É o combustível para postarmos mais rápido! (wee) Feliz aninhuu novo para você também! (ok... estamos em fevereiro já, mas... tá) Eu quero tooooodas essas coisinhas pimpantes e eu VOU cobrar! Kaopakkpokapkaskpoaps Beijokaa
Nane-chan: Sério? SÉRIO?? *faz carinha do gato de botas* Nhaiii! Que bom! Tu leu três vezes? Askopaskpskapokspokapoksa..! Ahh... nós é que agradecemos por você está acompanhandoo! Beiju
LeticiaM: Olááa... você por aqui?? Ahuahuahuaa.. Pois é... coitado, ele está se segurando lá e ela tirando a roupa. Coisa feia... Ahh... como sempre a Kikyo consegue estragar qualquer clima fofo. Argh! A Ka é uma sortuda cara. Ela não faz nada (ok... ela agarrou o Inuyasha) e já consegue tudo isso! \o/ Olha... ela tem perguntas? *aline tampa a boca* Não posso responde-las! Pelo menos não agora... espere.. e verá. Espere.. e verá! Muahmuahmuah! Beijooo
Agome chan: Temos um fã-clube? TEMOS UM FÃ-CLUBE? Ohhhhhhhhhhhhhhhh! Pois é... eu queria sofrer assim também com eles dois do meu lado... hauhauhauahuauaua... Você gostou daquela parte? É muito fofa, né? Tudo o que ele faz por ela é fofo...! *.* Pois é... a Ká vai ter só mais um tempinho na casa... Izayoi não gosta muito dela =/. Mas, vamos providenciar um lugar legal, você vai ver. Você tem certeza que é o Naraku? Humm.... eu não teria tanta! *Aline tampa a boca de novo* Viu? VIU? TODO mundo quer capítulos grandes! E ela me manda parar de escrever! Ò.Ó Tu concorda comigo! (wee).. Bem.. será que o seu breve correspondeu ao nosso breve? Tsc tsc... eu tenho uma ligeira impressão que não...! hauahhauhauahua Kissus
Óptia: Uma fã! UMA FÃ! *pula da cadeira* *bate a cabeça e volta a digitar* Mesmo? Ohhhhhhhhhhh! Estamos ficando boas nisso. Palpites? Uhuuu! Quero saber... conte para nós! Adoramos os palpites dos leitores... isso faz com que possamos escrever com mais segurança e dedicação e que vocês certamente irão gostar. Obrigada por estar lendoo! Beijão ps: PSAKAOPKSKAPOSKOAKPOSKAPOSKAPSKPOAKPOAOP... EU RI MUITO! A ka tá muito sapequinha para alguém que perdeu a memória... vamos ver o que ela vai fazer... *MUSIQUINHA DE SUSPENSE*
Amuhh vocês!
Aline Higurashi
