Nota da ficwriter: Para o melhor entendimento desta trama, sugiro a leitura da novela antecedente " Ao rumo de uma nova vida."

*Novo personagem criado pela ficwriter: Yume.

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"Baseado na obra original de Rumiko Takahashi "InuYasha" (Todos os direitos reservados). Esta fiction não possui fins lucrativos de forma alguma!"

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Por: Karol – Colunista Sesshoumaru

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Baseado na lenda mítica de Eros e Psiqué.

Ofegante de receio e da subida da escadaria entra de supetão no quarto para ver o estado de Rin, as luzes estavam todas apagadas, apenas uma pequena luminária nas mãos de Rin estava acesa. O Senhor encosta a porta e caminha devagar até Rin que estava sentada na cama com a luminária acesa nas mãos. Ele abre a proteção em tule branco do leito perguntando calmamente:

_Você está bem?

Quando este olha para Rin, o que vê, para ele, é a visão mais bela de toda a face da Terra. Uma linda jovem vestida em vermelho, parecendo uma boneca delicada de porcelana, toda adornada e maquiada, sentada sobre a cama segurando uma luminária.

Ele perde as palavras naquele instante, mas insiste depois de contemplar aquela visão:

_Você está sentindo alguma coisa?

A garota olha para o senhor e responde com um sorriso encantador:

_Estou bem melhor agora, que o senhor está aqui.

O senhor solta a proteção de tule e vira-se para sair, Rin agarra com uma das mãos o braço do senhor e o puxa para si dizendo:

_Não vá! Por favor! Fique comigo! Quero conversar com o senhor! Não saia assim!

Ele para. Vira-se lentamente e diz:

_O que quer?

Rin puxa devagarzinho, pelo braço, o senhor para perto de si e fala amavelmente:

_O senhor tem sido muito gentil comigo durante todo este tempo, apenas gostaria de retribuir. Poderia uma esposa agradecer seu marido com um beijo?

O senhor senta-se devagar na cama e diz:

_Você sabe que não pode me ver devido à maldição.

Com um gesto delicado Rin assopra apagando o fogo da luminária, o quarto fica completamente escuro, a única coisa que se vê são as silhuetas que a luz da lua permite serem delineadas por através das cortinas. Rin então, deixando a luminária em uma mesa de cabeceira ao seu lado, fala:

_Agora não tem problema algum, não posso mais ver seu rosto.

O senhor então começa a retirar as faixas do corpo, percebe-se pela incidência da luz da lua um longo cabelo preso por uma fita em forma de rabo de cavalo sair das amarraduras das faixas.

O senhor aproxima seu rosto ao de Rin que o toca com uma das mãos. Pelo tato ela percebe que aquele rosto não continha nenhuma anomalia e que a sua pele era lisa e muito macia. Os rostos se aproximam e ambos os lábios do senhor e os de Rin encontram-se num beijo. Rin é invadida por um sentimento de euforia, ela é inebriada pelo cheiro de rosas que exala aquele corpo jovem de seu senhor, aquele calor que a dá calafrios e um toque suave.

Ele começa a afastar seu rosto da face de Rin, mas ela o segura e diz:

_Não vá.

Com uma voz sussurrada e abafada pela mão que o senhor leva aos seus lábios ele diz:
_Tem certeza jovem, é isto realmente que deseja? Eu disse que nunca tocaria em um fio de cabelos seu sem sua permissão.

Rin sussurra delicadamente estas palavras:

_Pois agora a tem.

O senhor leva sua mão até o cordão que amarra a cintura de Rin prendendo seu vestido o soltando e delicadamente retirando-o, logo, abre-se a parte frontal do vestido que é despido delicadamente. Rin faz o mesmo com as vestimentas do senhor, que caem ao leve toque de suas mãos. Pela silhueta percebe-se que se trata deu um jovem e forte homem de cabelos longos e presos. Ele acomoda a garota em seu leito e debruça-se sobre ela, ele a beija mais uma vez e deixa seu corpo encostar de leve no dela. A noite segue e os dois permanecem ali até adormecerem.

O dia mal nasceu e o senhor já havia se retirado dos aposentos deixando Rin envolvida em seu sono. A partir daquele dia, Rin mudara seus aposentos para junto do senhor, ela estava feliz e não pensava mais em Sesshoumaru, a única coisa que ocupava agora seus pensamentos era a curiosidade de ver o rosto de seu senhor mas ela sabia que não poderia fazê-lo por conta da maldição.

...

O tempo passa e Rin vive feliz com o senhor no castelo. Um belo dia pela manhã, Rin desce a escadaria e sente uma forte vertigem que a acomete fazendo com que a jovem caia desfalecida ao chão. As damas socorrem sua senhora a levando aos aposentos e chamando o médico do reino para examiná-la, um dos guardas vai até o senhor que estava explorando os domínios ao leste de seu reino para avisá-lo do acontecido. O senhor volta correndo ao castelo muito preocupado. Ao chegar o médico estava terminando de examinar Rin que estava deitada em sua cama e sorrindo muito. O senhor aproxima-se dela e segura sua mão aflito perguntando:

_O que aconteceu? Vieram me avisar, fiquei muito preocupado! Voltei o mais rápido que pude!

O médico diz:

_Alteza tenho a honra de informá-lo que a senhora está a espera de um herdeiro.

_Herdeiro... Isso... Isso... É... Maravilhoso!

Ele abraça Rin muito contente.

Continua...