Nota da ficwriter: Para o melhor entendimento desta trama, sugiro a leitura da novela antecedente " Ao rumo de uma nova vida."
*Novo personagem criado pela ficwriter: Yume.
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"Baseado na obra original de Rumiko Takahashi "InuYasha" (Todos os direitos reservados). Esta fiction não possui fins lucrativos de forma alguma!"
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Por: Karol – Colunista Sesshoumaru
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Baseado na lenda mítica de Eros e Psiqué.
Rin permanecia deitada aos prantos no chão dos aposentos quando este é invadido por uma intensa luz branca que a transporta para um local muito luminoso e desconhecido.
Uma bela jovem de cabelos prateados, olhos de âmbar, com uma lua crescente estampada na testa e trajes de alta linhagem branquíssimos como a neve com detalhes em vermelho e dourado, aproxima-se de Rin e diz:
_Você foi trazida aqui para pagar pela sua insolência.
Rin levanta-se atordoada e pergunta:
_O que está acontecendo? Onde estou?
A bela jovem responde:
_Este é o reino da Lua Prateada cujos
descendentes de seu clã me devem louvores pois sou a grande
matriarca e protetora de todos eles, sou Shantra a deusa da Lua
Prateada.
Rin estava assustada e começa a tremer:
_O que fiz de tão calamitoso para que a senhora queira me castigar?
A bela deusa dá um sorriso, por detrás da beleza dela escondia-se um coração cruel e invejoso, ao deparar-se com a linda menina Rin ela tem seus brios atingidos e decide acabar com a existência desta de vez:
_A promessa que um dos meus fizera de nunca mais deixar que seu rosto fosse visto por você não foi cumprida e o castigo seria a sua vida pelo não cumprimento.
Rin fica desesperada, mas ela pouco pensa em si, ela preocupa-se com a vida do filho que carrega e suplica:
_Senhora, por favor, não me mate agora! Estou esperando um descendente de seu clã, espere ao menos ele nascer!
Shantra fica surpresa com a proposta, que lhe agrada muito, ela então pensa na possibilidade de torturar Rin para divertir-se um pouco até a criança nascer e poder matar a mãe depois:
_Pois bem, em consideração ao meu descente, declaro que de agora em diante você é minha escrava e terá de cumprir as tarefas das quais a incumbirei ou matá-la-ei sem hesitar!
Rin faz um sinal positivo com a cabeça e concorda com a chance de mantêr-se viva e ao seu filho também. Shantra caminha em direção a Rin e estende um dos braços, ela faz com que sejam transportadas para um grande salão, atrás da garota a parecem três grandes vasos, dois deles vazios e um cheio de grãos de arroz e trigo, todos misturados, a deusa olha altiva para Rin e ordena:
_Eu ordeno escrava que separe os grãos de trigo dos grãos de arroz e os coloquem nos vasos, você tem de agora até o anoitecer do próximo dia, se não cumprir esta tarefa saiba que a matarei.
Shantra retira-se e deixa Rin com as portas trancadas. Rin inicia a tarefa sobre-humana de separar todos aqueles grãos, vendo que não era possível para ela cumprir a tarefa a tempo ela começa a chorar.
Havia no salão, no rodapé de madeira de uma das paredes uma pequenina colônia de cupins youkais que vendo a doce jovem aos prantos não tastaviam, oferecem a sua ajuda. Juntos os cupins e Rin separam os grãos em seus respectivos vasos. Rin agradece:
_Muito obrigada! Não sei como poderei agradecê-los!
Um dos cupins responde:
_Apenas pare de chorar e dê um belo sorriso para nós linda menina!
Rin, assim o faz, sorri de felicidade em agradecimento as nobres amigas que a auxiliaram nesta tarefa tão complexa. No prazo estipulado a arrogante deusa Shantra adentra o salão crente de que Rin não cumprira a tarefa e já se preparando para mandar matá-la, mas a sua cara "cai no chão" quando vê Rin que descansava recostada em uma das colunas do salão e todos os grãos devidamente separados. Shantra tem quase que um ataque de fúria, mas como uma deusa que apesar de cruel é íntegra ela mantém sua palavra e não a mata, porém incumbe-a de outra:
_Vejo que consegui cumprir a tarefa! Mas temo que esta sua alegria seja passageira, tenho outra para você.
Continua...
