Yo, minna!

Bem, pelos vários pedidos (pra não dizer todos), decidi fazer a continuação de I miss you. ^_^

Espero que gostem.

Boa leitura!

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Música: Lonely in gorgeous. – gente, eu não sei quem canta… ¬¬'', mas eu posso afirmar que eu me apaixonei por essa música. É a abertura de Paradise Kiss (um ótimo anime, por sinal). Então, quem puder escutar a música e assistir o anime (ou até mesmo ler o mangá), creio que não se arrependerá (eu pelo menos não me arrependi). Mas eu já digo que o George é meu, 'tá? O.o

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Obs.: O que está em negrito, são as lembranças, OK?

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I miss you

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By Lin-chan

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Chapter 2

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Lançava passos largos pelo barulhento e longo corredor. Ou melhor… Corria.

Era a única coisa que conseguia fazer.

Era a única coisa de que se lembrava naquele momento.

O som forte da alta música tamborilava em seus ouvidos, ainda não acostumados com aquele barulho. Afinal, acabara de chegar naquela famosa casa de festas. Matsubara Rin não era habituada àqueles locais. E não teria freqüentado-o, em plena meia-noite, caso não tivesse sido convidada.

Convidada por ele.

Gozen reiji tobidashita

À meia-noite, saí correndo

Sentia-se inutilizada de uma forma que nunca pensaria sentir-se.

Sozinha. Era assim que se sentia. Mesmo esbarrando nas várias pessoas que se encontravam no mesmo corredor que ela.

Mesmo sabendo que aquele local estava lotado, sentia-se só. Mesmo vendo a quantidades de balões coloridos e de pessoas que dançavam e se embebedavam alegremente, ela não estava feliz.

Porque ele não estava com ela.

Lágrimas escorriam tristemente de seus olhos, mas isso não importava ou fazia efeito. Porque simplesmente ninguém percebia que ela estava ali. E ninguém percebia que Rin precisava de ajuda. Que precisava desesperadamente sair daquele lugar.

Correu o mais rápido que pôde ao lembrar-se do motivo que a levara a iniciar aquilo. Ao lembrar-se do que vira momentos antes de perceber que já se encontrava longe o suficiente dele.

Avistou distante de si uma porta. A porta que finalmente a levaria para além daquele repugnante lugar.

Empurrava quem aparecia a sua frente, independente de quem fosse ou de como estivesse, levando em consideração que a maioria das pessoas dali já estavam completamente bêbadas.

Chutou a porta antes vista com toda a força que possuía, finalmente chamando a atenção de algumas pessoas para si.

Mas ela não se importou.

Porque sabia que deveria descontar toda a raiva que sentia em algo.

E a porta era a melhor opção naquele momento.

Péssima escolha.

Tobira wo kettobashite

Abri a porta com um chute

Abriu rapidamente os olhos, segurando firmemente em seu travesseiro e assegurando-se de que aquilo fora um sonho. Resmungou ao perceber que realmente era e que sonhara novamente com aquilo.

Olhou repetidas vezes para os lados, tendo certeza de que estava em seu quarto.

Em seu apartamento.

Riu sarcasticamente. Não agüentava mais aquela situação precária. A situação em que se colocara há exatamente dez dias.

Sentou-se cansadamente na cama, retirando da frente de seus olhos os finos fios de cabelos que sobre eles caíam. Desgrenhados. Nunca deixara que seus tão cuidados cabelos ficassem daquela forma.

Mas desde que decidira deixar Sesshoumaru, nunca mais fora a mesma. E nem poderia.

Puxou o edredom que a cobria da noite fria até o meio de suas coxas, podendo visualizar o que o chute que dera na porta lhe rendera. Um belo corte, já que a delicada sandália de cristal que usava espatifou-se em vários cacos, ferindo aquilo que um dia chamara de pé.

Garasu no kutsu ga warete

Os chinelos de vidro se quebraram

Olhou ao redor do quarto, vendo o quão desarrumado ele se encontrava, mesmo que a pouca luz da lua não fosse suficiente.

Tinha absoluta certeza de que seu closet se encontrava vazio, afinal, todas as suas roupas estavam espalhadas pelo chão. Roupas, bolsas, sapatos… Tudo que era seu estava jogado como se não servisse para absolutamente nada. E era exatamente assim que ela se sentia.

Descobriu-se completamente, pondo um de seus pés para fora da cama. Arrepiou-se ao sentir o frio do chão por alguns segundos, mas nada fora do normal para ela. Acostumara-se àquilo desde aquele dia.

Olhou mais além, na única e enorme janela do quarto. Janela em que Sesshoumaru costumava olhar a neve cair, ou qualquer coisa considerada fútil por muitos, até mesmo por ele. Perto dali, lá estava ele. O vestido que usara naquela noite. Um vestido antes tão exuberante, e agora, totalmente rasgado.

Mais um de seus atos impensados. Afinal, queria lançar sua raiva sobre algo, e o vestido era a melhor opção.

Mais uma escolha errada. Arrependia-se amargamente de ter feito àquilo.

Olhou novamente para ele. Estava estendido sobre uma das poltronas dali. A mesma poltrona em que Sesshoumaru costumava sentar-se quando a visitava. A mesma poltrona em que se viram pela primeira vez, numa rápida apresentação de famílias.

Doresu mo yabureta

E até o vestido se rasgou em pedaços.

Rin se levantou vagarosamente, sentando-se mais uma vez, agora, na penteadeira de seu quarto, bem ao lado de sua enorme cama de casal. Olhou-se no espelho. Não havia nada que queria ver em si.

Não havia nada da maneira que queria ver em si.

Olhou para um ponto do espelho, o qual não importava, já que não estava prestando atenção nele.

Tinha aqueles sonhos há dez dias, desde que aquilo realmente acontecera. Sonhava por todas as noites com aquela noite, mesmo que quisesse se esquecer e pôr, de uma vez por todas, um ponto final naquela história.

- Onde? – Rin perguntou divertidamente, rindo em seguida ao ter a resposta.

- Do que está rindo? – perguntou a pessoa do outro lado da linha.

- Não acredito que você esteja me chamando para um lugar desses. – comentou divertida, imaginando a expressão séria que o outro deveria manter naquele momento.

- Fala como se fosse um campo de concentração. – disse friamente.

- Pensei que você considerasse uma festa como algo do tipo. – ela rebateu, imprensando o celular entre seu queixo e o ombro, pegando algumas roupas de dentro do closet. – Afinal, você não é muito sociável.

- Se não quiser ir, é só falar. – falou grosseiramente, demonstrando que algo estava errado.

- Calma, Sesshoumaru-sama. – disse sarcasticamente. – Estou me vestindo. Daqui a meia hora estarei aí, tudo bem?

- Daqui a meia hora. – repetiu sarcástico. – Como se você fosse estar pronta à apenas meia hora.

- Então me espere o necessário. – riu com o que disse.

Escutou o telefone ser desligado, e jogou o próprio sobre a cama, rindo em seguida.

Olhou rapidamente para o despertador sobre um móvel, arregalando os olhos ao ver as horas. Onze e meia da noite. Gostaria de sabe o porquê de Sesshoumaru ficar acordado até tão tarde.

E o principal. Queria saber o que o fizera chamá-la a uma festa.

Namoravam há alguns meses, e Rin sabia o que aquele tipo de confraternização representava para Sesshoumaru: pessoas bêbadas, que com certeza fariam alguma besteira e se culpariam pelo resto da vida.

Riu mais uma vez com o pensamento. Queria ver a cara que o namorado faria naquele lugar.

Queria vê-lo novamente.

Entrou no carro, dando a partida e saindo rapidamente do estacionamento. Vestira-se da forma mais exuberante que conseguira, tudo para ele.

Pisou fortemente no acelerador. Queria vê-lo o mais rapidamente possível.

Arrependia-se do que fizera.

Atravessou a porta de entrada, olhando o salão lotado.

Onde ele estaria?

Mas não poderia voltar atrás.

Deu alguns passos a frente, chamando a atenção de alguns desocupados para si. Seria uma ótima oportunidade de ver Sesshoumaru com ciúmes.

Se é que ele possuía tal sentimento.

Porque ele também havia errado.

Segurou fortemente em uma das mesas dali, apoiando-se nela. Fechou e abriu os olhos várias vezes, forçando a visão a mudar aquilo que ela teimava em ver.

Sesshoumaru dançava com uma mulher. Uma mulher que Rin conhecia muito bem.

Ozawa Kagura. Ex-noiva dele.

Mas para que a surpresa?

Nee, akirete irun deshou?

Ei, você não está surpreso?

Pensou em ir até lá e mandá-lo soltá-la. Afinal, por que os dois estavam dançando?

Mas desistiu da idéia ao vê-lo segurar firmemente a cintura da mulher, e depois, a mesma levar a cabeça ao forte peito do homem.

Quanto sentimentalismo…

Ele sequer foi atrás de si.

Oikakete mo konai

Você nem mesmo veio atrás de mim

Correu. Saiu de lá o mais rápido que pôde.

E depois de ter chutado a porta, não se lembrava de mais nada. Porque passara a noite inteira pensando no porque de Sesshoumaru ter feito aquilo com ela.

Pensara no motivo que o teria levado a fazer aquilo.

Chorou.

Não havia mais nada que pudesse ser feito.

Namida ga afurute

As lágrimas estão escorrendo

Caiu tristemente no chão, sem conseguir correr mais. Estava longe dos olhos dele, mas perto o suficiente para escutar a alta música que se concentrava lá.

Rin sentiu algo quente escorrer por seus pés, olhando rapidamente para eles.

Arruinados. Era esse o estado dos seus caros sapatos.

E dos seus pés também.

Mas não se importou com o sangue que escorria livremente deles.

Mou hashirenai wa

Eu nem mesmo consigo correr mais

Ouviu o telefone tocar.

Fora isso que a tirara daquele novo sonho.

Levantou-se de onde estava, caminhando lentamente pelo quarto. Quem poderia estar ligando para ela em plena noite? Parou ao perceber que não sabia onde se encontrava seu celular. Ajoelhou-se no chão e ouviu o som se intensificar.

Rin puxou uma pequena bolsa debaixo da própria cama, abrindo-a e retirando de lá o objeto que não parava de tocar. Ela olhou forçadamente o nome, já que acordara há pouco e sua visão ainda estava relativamente turva.

Taijia Sango, era o nome que piscava sob a tela.

Rin suspirou cansadamente, antes de atender o tão inesperado telefonema.

- Moshi moshi. – disse arrastadamente.

- Rin? - a voz do outro lado perguntou.

- Quem mais poderia ser? – respondeu sarcástica, percebendo que seus atos estavam cada vez mais parecidos com os de seu antigo namorado.

- Ah, gomen… - a outra murmurou, calando-se em seguida.

- Aconteceu algo? – Rin percebeu o quanto havia sido grossa, amenizando a situação que criara com outra pergunta.

- Iie. – Sango respondeu cuidadosamente. – Apenas queria saber se você está bem.

- E porque não estaria? – quis saber, mantendo um sorriso forçado na face, como se alguém pudesse observá-la de lá.

- Sei que não está. – disse por fim, não sabendo que aquilo desmanchara o sorriso da amiga.

- Então porque me perguntou? – indagou irritada.

- Porque queria que você finalmente se desse conta disso e falasse a verdade.

- Sango, não venha com essa de psicóloga comigo, tudo bem? – foi curta e grossa. – Não sou sua paciente.

- Mas poderia ser. – argumentou. – Você melhoraria muito, sabia?

- Tenho certeza de que não melhoraria em nada. – refletiu, sentando-se na cama e puxando o cobertor sobre suas pernas. – Além do quê, quem não ficaria perturbada com uma louca que liga para os outros em plenas quatro da manhã?

- Isso é ciúme, Rin. – Sango revelou, fingindo não ter ouvido o que a garota falara depois.

- É claro que não! – Rin brandiu irritada. – Não tenho sentimento algum por aquele homem!

- Tem certeza? – Sango perguntou, escutando um rápido farfalhar vindo do outro lado.

- Logicamente. – Rin disse mais calma, misturando os objetos que se encontravam dentro de sua bolsa.

- Então não diria nada se soubesse que Sesshoumaru está namorando novamente?

- Nani?! – Rin se sobressaltou, levantando-se rapidamente e deixando e bolsa e o cobertor, que antes estavam em suas pernas, caírem diretamente no chão.

- Viu só? – Sango riu rapidamente com a ação da garota, deixando seu sorriso de lado para manter o habitual tom sério. – Rin… - murmurou. – Porque manter algo que sabe que é mentira?

Jealousy kamo

Talvez isso seja ciúme

Rin manteve o celular na orelha, segurando-o com uma das mãos. Sentou-se novamente na cama, olhando para um ponto na parede que não chamasse muito a sua atenção.

Refletiu.

Porque fazia isso, afinal? Porque simplesmente não poderia ir conversar com Sesshoumaru como uma pessoa normal faria? Porque não se acertavam como todos esperavam que fizessem? Porque Rin não conseguia de uma vez por todas esquecê-lo?

- Porque é mais fácil, Sango. – respondeu de uma vez, ainda encarando a parede escurecida de seu quarto.

- Sei que é doloroso demais ter visto aquilo. – Sango comentou. – Mas deve haver uma explicação. Sesshoumaru nunca faria algo daquele tipo com você.

- Mas ele sequer veio atrás de mim! – Rin tentou se justificar, encarando o telefone como se pudesse ver Sango através dele.

- Como poderia? – Sango perguntou. – Ele talvez nem saiba o motivo pelo qual você o deixou.

- Ele não seria tão idiota a ponto de pensar desta maneira. - puxou uma mexa dos seus longos cabelos, enrolando ele com um dos dedos.

Parou.

Sesshoumaru costumava fazer aquilo com ela.

- Rin! – Sango falou advertindo-a. – Você fugiu há dez dias! Sesshoumaru ao menos sabe onde você está!

- Sango, se você quer defendê-lo, faça o favor de não ligar mais para mim, OK? – gritou aborrecida, desligando o celular e jogando-o enfurecidamente sobre a cama.

Não estava com cabeça de cometer mais um erro seu e espatifá-lo na parede. Seus pés e o vestido já foram erros o suficiente.

Setsunai

É doloroso

Levou sua mão a seus olhos ao perceber que lágrimas escorreram deles sem sua vontade. Porque chorava? Porque tinha de ser tão fraca? Com certeza seu ex não estava fazendo isso naquele momento. Deveria estar com Kagura, ne…?

Mas isso não importava mais. Não importava porque Rin estava sozinha.

Mantinha como companhia apenas suas lágrimas.

Lonely in gorgeous tear

Sozinha em lágrimas brilhantes.

Passava noites inteiras acordada, apenas esperando. Esperando que Sesshoumaru voltasse. Que ele ligasse para ela perguntando o porquê dela ter feito aquilo.

Que tudo não passasse, afinal, de um grande mal entendido.

Todas aquelas noites estavam acabando com ela.

Folly nights are breaking my heart

Noites estúpidas estão quebrando o meu coração

- AHHH! – a garota gritou em frustração, batendo o pé repetidas vezes no chão.

Saiu do quarto em que se encontrava, indo na direção do banheiro. Abriu a porta fortemente, parando onde estava para respirar fundo e tentar manter seu autocontrole.

Virou-se em frente a pia, apoiando-se nesta. Olhou sua face no espelho. Estava derrotada.

Rin passou levemente seus finos dedos sobre seus olhos, sentindo o inchaço formado pelo cansaço e pelo sono que possuía. Sua pele não era mais a mesma e nem o calor que sentia quando estava perto dele.

Abraçou-se inconscientemente.

Intimamente, ela queria apenas que as coisas voltassem a ser como eram antes. Preferia que aquilo não houvesse acontecido, não queria ter visto. Queria sentir o calor dos braços de Sesshoumaru, novamente. Queria, apenas, que ele voltasse logo e a abraçasse com força, como sempre fazia antes.

Imasugu mitsukete dakishimete hoshii

Eu quero que você me encontre logo e me abrace com força

Balançou repetidas vezes a cabeça, tentando tirar aquelas idéias de dentro dela.

Não conseguia.

Segurou com força os finos fios de cabelo, forçando-se mentalmente a esquecer daquilo. Puxava-os cada vez mais, à medida que percebia que, ao invés de se esquecer de tudo, apenas estava se forçando a lembrar-se.

Largou-os.

Ela abriu rapidamente a torneira, molhando as frias mãos na tão graciosa água que escorria. Aquela era a única maneira que conseguira para acalmar-se, em exatos momentos como aquele.

Olhou-se novamente no espelho, levando um pouco da água que estavam em suas mãos até o seu rosto, que logo sentiu ser iluminado. Um feixe de luz conseguira penetrar o grosso pano da cortina que escurecia a janela de seu quarto. Rin virou a cabeça ao sentir a luz bater em si.

Andou até a janela, fechando inconscientemente a porta do banheiro, mais um hábito adquirido com a presença de Sesshoumaru, já que antes, sempre a deixava aberta.

Assim que chegou, puxou a cortina até a outra extremidade, podendo avistar aquilo que chamara sua atenção: o antigo farol.

O farol que ela e Sesshoumaru costumavam observar daquela mesma janela.

Heddo raito ga hikaru

O farol está brilhando

Abriu as janelas, sentindo a leve e fria brisa da noite bater em sua pele, também fria.

Sorriu pela primeira vez em tantos dias. Aquela era uma das poucas visões que tanto apreciava no mundo.

Onde ele estaria, naquele momento…? A brisa lhe trouxe tal pergunta. Não sabia responder. Sesshoumaru não era habituado à noite, mas após aquele dia, Rin não poderia dizer mais nada.

Garoto malvado… Era assim que o chamava no início, quando ele sempre a abusava de algo extremamente infantil. Apelido verdadeiro, pelo que poderia ver agora.

Sesshoumaru era um garoto muito malvado para ela. Então…

Onde aquele garoto malvado estaria agora? Com quem ele estaria agora? Por quê?

Where are you, bad boy?

Onde você está, garoto malvado?

- Sesshoumaru… - murmurou o nome dele ao vento, como se de alguma forma ele fosse escutar.

Rin não sabia exatamente o que deveria fazer. Rin não sabia nem um terço do que deveria fazer. Por um lado, sentia que deveria ir atrás dele, afinal, errara desde o começo, ao tê-lo deixado sem ao menos falar à ele o motivo. Mas seu orgulho era algo grande demais. E era isso que a impedia de ir até onde ele estava.

Senão, já o teria feito há muito tempo.

Ai no sukaafu de namida wo fuite

Seque minhas lágrimas com o cachecol do amor

Sem ele, Rin não era absolutamente nada. E com todas as lágrimas que ela derramara até aquela noite, sem ele, Rin também não conseguia ver nada.

Mas de uma coisa ela sabia: alguém deveria dar um primeiro passo para toda aquela situação ter um final diferente. E ela ainda pensava severamente em fazer aquilo.

Nannimo mienai

Eu não consigo ver nada

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Continua…


A resposta dos reviews:

Pammy-sama: Inaugurou o arquivo de reviews, ne? Foi a primeira! ^_^. Gostei da idéia de trilogia, e talvez a aceite. Mas no máximo, esta fic terá quatro capítulos. E que bom que conseguiu ver a raiva do Sesshy, era exatamente isso que eu queria mostrar. ^_^. Adorei seu review. Kissus e arigatou.

Bek-chan: Que bom que você achou a história legal. ^_^. Arigatou pelo review e kissus no kokoro.

Kuchiki Rin: Um final feliz é sempre bom, ne? ^_^. Bem, como explicar isso…? Eu não escrevo hentai. O.o. Primeiramente porque eu não sou muito boa nesse tipo de coisa, e depois porque, sei lá, eu meio que não gosto (só gosto de ler O.o). Então… Qualquer uma das minhas fic's não terá hentai, no máximo, terá uma insinuação. OK? Espero que não pare de lê-las por causa disso. ^_^. Arigatou pelo review e kissus.

Tenma no Virgo: Nossa, que pena o que aconteceu com você. -_-. Mas nunca é hora pra desanimar. ^_^. Tenha certeza de que esta história terá um final feliz, e espero, de verdade, que a sua história também tenha um, OK? Arigatou pelo review e ganbate ne! ^_^

Hachi-chan 2: Pois é... É que como eu ia fazer só um capítulo, fiz com que batesse com a música, e como ela não explica nada, decidi não explicar também. Mas vocês aclamaram tanto por uma continuação, ne? ^_^. Arigatou pelo review e kissus.

Acdy-chan: Pois é… Muita gente não entendeu. É que não era pra vocês entenderem (na verdade nem eu entendi O.o). Era só pra ficar uma história assim, sabe? Meio que sem recheio. Mas… Como vocês quiseram continuação… 'tá aí! ^_^. Kissus no kokoro e arigatou pelo review.

K-chan: Pode deixar, K-chan! ^_^. Kissus e arigatou pelo review.

Rukia-hime: Adorei seu review, Rukia-chan. ^_^. Eu também detesto finais tristes, mas a música é tão depressiva que foi o único final que veio na minha cabeça. Eu pensei em transformar essa songfic em uma fic looonga, mas ficaria algo muito pesado (lembre-se de que eu tenho mais três fic's além dessa). Por isso, essa fic terá de três a quatro capítulos. OK? ^_^. Kissus e arigatou pelo review.

Arigatou a todos aqueles que enviaram reviews e até mesmo àqueles que não enviaram. Saibam que isso é muito importante para nós, que escrevemos fanfic's.

Eles nos ajudam muito mesmo na hora de escrever, OK?

Ah, e quem puder me passar algumas musicas românticas que possam ser usadas no final (a música com a tradução, caso seja em outro idioma), ficaria bastante grata. Digamos que meu gosto musical não está sendo muito útil nesta songfic, então, se puderem me ajudar, mandem a música pelo meu e-mail, ok?

Sem mais delongas…

Kissus,

Ja ne.