Depois de uma barbaridadezinha, aqui segue a trama...

Yes baby... Estou postando mais esse capítulo hoje de presente para VOCÊ,

que está lendo aí... Estou postando para todos os que me deixam reviews amorosas, que

adoro. Para todos que sugerem idéias e para todos os amantes de Wincest.

É só um pequeno presentinho, pra dar um gosto de Ferrero Rocher.. rsrsrs..

Aí vai...

:*

"Agradecimentos especiais à Miss Dartmoor, Patricia Rodrigues e Empty Spaces, por deixarem

reviews e acompanharem. Ao meu pai por baixar vários filmes que peço e sempre trazer SuperNatural pra mim,

e à minha mãe, por me ajudar a ter idéias

legais e me aturar lendo na cabeça dela todo santo dia...

Agradeço também a todos os fãs de Wincest, que podem

ver o que quiserem ao fechar os olhos, tamanho amor pelo estilo."

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― O que estava fazendo? ― olhou interrogante ― Estava me acariciando?

Dean absorveu o vermelho tomate do pacote da lanchonete que estava em cima da mesa.

― Claro que não Sam.. Estava apenas vendo se você estava com febre..

Mentiu com convicção. Sam caiu na dele. Quase escorregou por pouco... E se Sam descobrisse... Dean temia a sua reação..

Se afastou e foi mexer nas compras. Sam ficou o observando... Dean tinha a silhueta que fazia qualquer um miar como se fosse um gato. E isso foi o efeito que a tal silhueta obteve em Sam.

― Meee-ow...

Caiu na gargalhada. Dean se voltou a ele e perguntou:

― Você... Miou?

Sam permanecia rindo. E sempre que olhava para o traseiro de Dean, miava e ria... Estava tão vermelho quanto o embrulho das compras. Mas não era de vergonha, e sim de energia, excitação... "Como será sem as calças e a cueca pra impedir?"

Miou de novo e Dean não suportou, ficou meio puto da vida e foi até Sam. O encarou bem de perto e disse:

― Tá miando pra mim?

Sam parou de sorrir e olhou dentro dos olhos de Dean:

― E se estivesse? O que você faria?

― Te daria um motivo bem melhor pra miar do que olhar pra minha bunda...

Disse Dean, perigosamente perto. Sam molhou os lábios e desviou o rosto...

― Qual seria o motivo?

Queria dar o tão famoso nó na mente de Dean, então, usou seu poder de doce sedução, se aproximando ainda mais. As pontas de seus narizes quase se tocavam.

― Um beijo, um amasso, quem sabe uma noite de amor... Porque com você Sam, sexo é pouco.

Disse Dean encarando o mais novo. Se afastou e depois estourou numa gargalhada sem graça, forçada... Sam entendeu que talvez se tratasse de uma brincadeira e disse:

― Conversa mais sem nexo, Dean...

Se afundou nos lençóis novamente. O bar ao lado do motel, tocava um tipo de música diferente, que embalava os pensamentos de ambos. Sam fechou os olhos...

― Vem comer...

Disse Dean, e ele pode imaginá-lo vestido apenas numa roupa íntima mínima, com um avental preto;

― Comer o que?

Gemeu rouco.

― Eu.

Respondeu Dean, rispidamente.

Sam encheu-se daquele joguinho. Ou agora rolava ou eles se separariam pra sempre. Levantou-se esquecendo da dor na coluna, catou Dean pela gola cinza e o imprensou contra a parede.

― Olha aqui Dean! Já DEU!

O mais velho arregalou os olhos e ficou estático.

― O que você quer de mim?

Indagou Sam. Dean sabia muito bem o que responder.

― Quero seus lábios, seu corpo... Você...

― Pára de brincar Dean! Já foi o bastante, não?

― NÃO estou brincando Sammy...

A onda de adrenalina que percorreu Sam, foi praticamente uma tsunami, que varreu qualquer coisa que tivesse nexo em sua mente, deixando momentaneamente só as palavras Dean, pecado, incesto, sexo, desejo.

― Dee... O-o que quer dizer?

― Eu quero você Sam...

E subiu um rubor mais que profundo no rosto do mais novo dos Winchesters. Sam tremeu nas bases. Não era só ele que estava bancando o maluco... Dean também estava. E aquilo não parecia uma brincadeira. Estavam estranhos, com as faces ruborizadas. O coração de Dean palpitava esperando um soco ou algo assim. Mas o que lhe veio, foi completamente diferente...

― Dee...

Sam colocou uma perna entre as suas e esfregou quadril com quadril. Aquele atrito era estranho, era bom... Sam estava se achando maluco por fazer aquilo, e do nada algo o fez cuspir umas palavras:

― Me beija Dean...

Disse no mais rouco sussurro. Aquilo era apenas a permissão que o primogênito precisava.

E então, seus lábios se tocaram. Ao primeiro ver, numa carícia leve, um pouco desconexa, mas nem por isso, desprazerosa. Muito pelo contrário. Enquanto mantinham aquele toque proibido, uma corrente elétrica cortava seus corpos, os fazendo arrepiar. E Dean aprofundou o toque. De um roce onde chupavam seus lábios, saiu uma carícia mais profunda... Algo como um entrelaçar de línguas, um entrelaçar de almas.

E Sam chupava a língua de Dean... Como uma garota... Mas não que não estivesse gostando. Estava apenas seguindo seu coração, seus instintos.

Era como uma paranóia... Eles estavam prestes a se consumir. Agiam como loucos. Era noite, lá fora estava escuro, e dentro deles, claro demais com o fogo que lhes consumia.

Não, não era ilusão, truque sujo da mente. Era realidade... Aquele pecado doentio (não na mente deles) estava acontecendo, e nenhum deles queria que parasse realmente. Dean girou Sam para a parede, invertendo a situação.

― Eu esqueci de te avisar: Sou rude...

― Já era de se esperar...

Sam sorriu de lado. Dean não era tão rude assim, mas intimidar Sam não era de todo ruim...

Colaram os lábios de novo, o fogo aumentando, consumindo-os. Agora Dean chupava a língua de Sam. Seus corpos se roçavam com mais vontade, menos medo, mais atrito...

Dean arrancou a camiseta de Sam. Sam acabou com todos os botões da camisa de Dean. Agora só restava ao mais velho a camiseta, impedindo o toque pele a pele. E o que ele fez foi arrancá-la.

Assim sendo, deu a chance para Sam girá-lo de encontro à parede mais uma vez.. E foi isso que ele fez. Agora, estavam quites. A dor nas costas de Sam fora esquecida por completo.

Estavam com os tórax nus. Quase se encostando por completo. Estavam ali, prestes a se amassarem um contra o outro com ainda mais intensidade. Encostaram. Shock.

Aquele contato chegou a arder, tamanha a vontade e o pecado.

― Sam. Tem certeza?

― Aha...

Balançou a cabeça num aceno positivo. Dean atacou-lhe o cinto, desabotoando-o. Sob o jeans de Sam, havia uma ereção formada, "incomodando" ambos os irmãos e a ereção de Dean.

Desabotoou a calça de Dean e tocou-lhe a pontinha do membro com o dedo indicador. Arrepiaram e seus corações dispararam mais ainda...

― Dean... ― chupou-lhe o lábio inferior ― Quero tocar você... Quero tocar ele...

E apertou o membro de Dean por cima do jeans. Dean soltou mais um botão da calça e abaixou mais um pouco da cueca, revelando a cabeça de seu membro.

― Dean...

Disse Sam passando o dedo naquela glande. Levou o dedo à boca...

― Isso... Não é certo...

Sussurrou, rouco. Dean soltou-lhe um botão da calça e o zíper. Sua audácia foi tanta, que abaixou-lhe a borda da boxer, deixando-a na mesma altura da sua. Apertou seus quadris contra os dele e as suas glandes se encostaram.

― Deeeean...

Gemeu com a voz arrastada. Suas ereções já doíam. Começaram a sarrar e no bar lá em baixo, Nickelback comendo solto, embalando a situação...

Mais alguns minutos e a coisa ia saindo do controle. Ambos já tinham abaixado suas roupas íntimas e aquilo não ia parar tão cedo, quando o telefone toca...

― Ah não.. Deixa Dean... Não é nada importante...

― Sammy... ― sarrou com ele mais uma vez. Estavam mais que em riste, estavam ardendo ― E se for o Bobby?

― Droga...

Empurrou Dean e foi para dentro do banheiro. Pequeno, mas que chamava atenção pela banheira que ficava lá no fundo.

― Droga.. Logo agora..

Dean atendeu o telefone. Era Bobby perguntando sobre o metamorfo. Respondeu um semi-questionário sobre o que estava havendo com o caso e quando desligou, foi procurar Sam.

― Sammy! O que tá rolando? Abre essa porta... Era o Bobby...

― Me deixa em paz Dean... Como se já não bastasse sua conduta, já deu pra me incomodar agora? De novo?

― Sammy... Abre aí! Deixa eu entrar.

― Dean... Por favor! Você tem idéia do que ia acontecer se o telefone não tivesse tocado?

― Sim, Sam! Eu sei muito bem o que teria acontecido... Mas abre essa porta, por favor...

― Não Dee... E-eu... Tô com medo de mim... De você... Sabe, da gente... perder o controle... Dean, ― levantou a voz como se tivesse desesperado, dizendo o que sentia ― Tem um metamorfo à solta e a gente ia cometer justo o pior pecado de todos!!!

― NÃO é o pior pecado de todos Sam... E outra: o máximo que a gente ia fazer era dar uns amassos... Sammy... Não fica assim não... Deixa eu entrar...

E a porta destravou.

― Dee.. Para com isso...

Abraçou o irmão como se fosse uma criança se acolhendo em seu peito...

― Sammy...

― Eu to com medo Dean... E-eu tenho medo do que a gente possa fazer...

― Vamos fazer o seguinte: Eu deixo a situação nas suas mãos e você faz o que quiser... Eu te amo e não vou me importar com o que você faça...

― Dee... Eu quero que você controle a situação... Mas eu só tenho um pouco de medo...

― Medo de quê Sammy?

― Da dor... Se bem que... ― deu um risinho ― eu já me familiarizei bastante com a dor... Vários tipos.. Principalmente...

Bateu sobre o coração. Dean o apertou num abraço bem mais forte e sussurrou...

― Quando você estiver pronto, te garanto que essa dor vai doer bem menos do que você imagina...

Sorriu com o seu familiar "sorriso gracinha", acalmando o mais novo... Levantou-lhe o rosto e deu um selinho fraterno em seus lábios.

― Porque a gente não sai pra jantar? Vamos procurar um lugar legal na cidade...

― Só se você se vestir formalmente...

Sorriu e beijou o pescoço de Dean. Apertou os braços em volta de seu corpo.

Seria uma noite mais que perfeita para ambos, regada a vinho, pratos finos e romantismo à moda Winchester.

Continua.

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O que acharam deste??

Espero que tenham gostado! Porque eu ameeeeeeei escrever...

Beeeeijos à todos!

:*