Mais uma vez venho deixar-lhes um pedacinho desse wincest... Espero que aproveitem o capítulo.
Agradeço a todos que mandam reviews e deixo um beijinho molhado do Dean para cada um...
Ceninha do carro dedicada especialmente para Miss Dartmoor, que sugeriu numa review...
Abraços a todos e segue a trama...
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Dean deu partida no carro e ligou o som. A rádio local até passava umas músicas boas.. Se enfiaram na estrada em rumo a qualquer lugar que tivesse o movimento que Dean estava procurando.
Sam olhou lascivamente para o irmão. Enquanto metade de sua mente chorava depressiva pela consciência de que aquilo era um pecado, a outra metade o fazia observar os lábios de Dean... Ah... Que lábios... Sam os imaginou em volta de seu...
― Oh men!
Virou o rosto em direção a janela e Dean o olhou.
― Qual é Sam... Vai me dizer ou não o que tá rolando?
"Você não vai querer saber..." Pensou, enquanto sentia uma outra parte sua tomar vida em segundos... E aquela imagem de Dean fazendo aquilo não desgrudava de sua mente. Sam tentava de todo jeito pensar em qualquer outra coisa. Nas caçadas, por exemplo. O que pouco adiantava, porque começavam a surgir imagens dele e Dean sujos, rasgados, suados.. Enfim, homens como eram. E ele se lembrava de Dean arrancando a roupa pelo caminho quando entrava num quarto de motel qualquer... Ah... Aquilo estava deixando o pequeno Sammy totalmente o inverso do que ele desejava.
Quanto ao fato de desejar, sim, ele estava desejando agora mesmo que as mãos de Dean saíssem daquele volante e dessem tamanho carinho e atenção ao seu corpo, que clamava por ele. E como clamava.
Sam desabotoou o resto de sua camisa. Estava queimando por dentro, fervendo... Passou a mão pelos cabelos e suspirou.
Dean brecou o carro no meio de um "matinho", ao lado do acostamento. Olhou para Sam e percebeu o estado do mesmo. Sentiu a face queimar (e outras coisas também).
― Sammy...
Disse ele, com sua voz um pouco mais rouca que o normal.
― Vamos pro motel Dean... Preciso dormir...
― Não Sam... Você precisa de outra coisa, e não é dormir...
― Dean...
Sussurrou Sam, enquanto notava o outro se aproximar dele como um jaguar se aproxima de sua presa. Sim, Sam estava sendo a presa de Dean no momento, afinal, desde que o mais velho notara seu "estado", havia ficado pior do que ele. Isso. Dean estava tão duro quanto Sam.
― Dean... N-não..
Tentou impedir sem a mínima força de vontade. Não deu outra: Dean colocou a mão atrás da nuca do mais novo e o calou com um beijo muito bem dado e muito bem correspondido. Só nos lábios já dava pra sentir o que ambos queriam no momento. As línguas se tocavam ávidas, prontas para o que viesse.
Dean tocou o peito de Sam e parou no mamilo esquerdo, exercendo uma leve pressão, que deixou o mais novo com o coração a ponto de explodir.
― Sam... Eu quero você agora.
Disse Dean olhando nos olhos do mais novo. Sam nada coerente respondeu. Apenas um gemido sem nexo deu a permissão que Dean precisava.
Sam o empurrou e Dean pensou que fosse algo do tipo "não me toque", mas o interessante, foi que Dean jamais pensou que seu irmãozinho fosse "vazar" para o banco de trás naquela escuridão e arrancar a camisa, dizendo em seguida:
― Se me quer Dean, vem pegar...
O chamou com o indicador e aquilo fez Dean saltitar dentro de suas calças... Passou para trás e Sam o fez sentar-se no seu colo. O beijou.
Dean esfregava-se contra o mais novo, sentindo sua ereção. Estava sentado bem em cima... Mas não importando-se com o que quer que ocorresse, pensou: "a ordem dos fatores não altera o produto, não é mesmo?"
Se esfregou contra Sam e atacou seu pescoço, chupando, mordiscando, deixando marcas... Sentiu Sam estremecer e arrepiar-se por completo.
Levou as mãos de Sam até o botão de sua calça, o que o mais novo entendeu num instante, e libertou o que rasgaria o tecido a qualquer momento...
O membro de Dean esbarrou em sua barriga e Sam não pode deixar de gemer com aquilo. Estava quente e com a ponta molhada.
Dean sarrou um pouco e desabotoou a calça de Sam, deixando seu membro exposto. Ambos estavam no mesmo barco: Quase doendo de tão excitados...
Estavam a ponto de se consumirem. Quentes, ofegantes, necessitados. Quando Dean segurou ambos os membros juntos e os fez esfregar, Sam gemeu alto o acompanhando. Atraiu os lábios do mais velho até os seus e se beijaram com ardência.
Dean se afastou. Olhou bem nos olhos de Sam e tocou a ponta dos dois membros com seu indicador, levando-o até a boca, devolvendo o que Sam tinha feito mais cedo. Chupou com toda a sua sensualidade, que não era pouca. Se abaixou entre as pernas de Sam, ajoelhando-se no chão do Impala.
― Fecha os olhos Sam...
Ordenou ele. Sam tremia. Estava tão ofegante quanto Dean. Queria se tocar, queria que Dean o tocasse...
Suas divagações foram embora voando quando algo quente roçou sobre a ponta de seu membro...
Sam arregalou os olhos e viu Dean o lambendo como se fosse um pirulito de cereja...
― Deeean...
Gemeu ele, com seu último resquício de força, antes de ver Dean absorvê-lo quase por completo com aqueles lábios que ele tinha imaginado nessa mesma situação há pouco.
E ele sugava, lambia, mordiscava de leve, o que fazia Sam gemer bem alto e se arrepiar por completo.
Sua boca se movia experientemente, apesar de nunca ter feito algo do tipo antes, num movimento de vai-vem enlouquecedor. Sam estava gemendo como uma garota...
Tomou uma atitude e segurou entre seus dedos, os curtos fios de Dean, o guiando. Estava perto. Muito perto.
Dean se masturbava enquanto chupava Sam. Estava louco pra sentir o gosto do mais novo em sua boca.
O mais velho gemeu. Tinha chegado ao ápice só de chupar Sam, que com aquele gemido abafado por seu membro, se liberou, empurrando os quadris para obter mais contato.
Dean pode sentir o gosto de Sam e engolir até sua última gotinha antes de lamber a ponta e se dirigir à boca do mais novo para compartilhar o gosto..
Mais uma vez se beijaram com ardência. Não, não tinham se acalmado. Tinham apenas aliviado a tensão por um momento. Ainda tinham vontade o suficiente para passar a noite em claro...
― Dean... Sua... Puta..
Ofegou Sam.
― Sua puta, Sammy... SUA puta...
Ouviram um barulho de carro ao longe. E era um carro grande, porque o seu barulho estava surgindo mesmo com o rádio ligado.
Não se importaram e o beijo recomeçou com Sam colocando Dean sobre seu colo mais uma vez...
O ronco do carro foi diminuindo à medida que se aproximava até quase parar. Foi aí que notaram um bando de jovens em cima daquele troller e...
― Whoa!!
― Quê isso!
― Peeeega!!!
Vários gritos os tiraram de seu contato. Olharam para o troller que acelerava novamente e tiveram a oportunidade de ver o motorista. Era ele. O metamorfo.
Continua...
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Éh... Sam teve a atenção que ele tanto queria, não foi mesmo?
Pois então, aqui vamos nós galera... Até a próxima...
:*
