Respondedo( atenção: a autora estava com sono):

Luisa Santos: Olá! Tudo bem? Saudades! Feliz que esteja gostando da fic! Não demorei, demorei? Também acho que o James devia chegar para Lily e falar. Mas homens são simplesmente seres complicados de entender. Muitíssimo obrigada e beijinhos infinitos.

Nine Potter: Olá! Tudo bem? Cara odeio quando falta luz! Eu sei bem o que é isso! E não sei até quando esta felicidade dos dois dura não, viu? Acho que você vai gostar do Sirius neste capítulo, rs. Eu escrevi o prólogo e o primeiro capítulo da fic que to bolando, rs. Isso porque deveria estar estudando! Desculpe a demora! Beijinhos infinitos e muitíssimo obrigada!

Blackforever: Olá! Tudo bem? Pois é! Pena do James! Se eu fosse ele me casava com a Lily numa dessas igrejas de povoado, rs. E depois chegava já casado! Tudo bem que ela ia ter de saber o nome verdadeiro dele antes e tal, rs. Muitíssimo obrigada e beijinhos infinitos!

Jaque Weasley: Olá! Tudo bem? Ow, vc faz medicina? Que lindo, primeira pessoa de fic que encontro que faz med. Em que período você ta? Gosta mais de quê? Morro de rir de seu review, rs. Adoro sua imaginação, a Lily pode usar o James de cama, ow! E o James é péssimo com planos! Sirius agiu mais neste cap, rs..Muitíssimo obrigada e beijinhos infinitos!

Palas: Olá! Tudo bem? Eu também vejo desenho da Barbie! Mas o meu preferido mesmo é o diário da Barbie, rs. E eu ainda tenho 3 anos a mais, rs. Se eu postar antes do final do mês falo novamente, mas se não postar, boa prova, faça com calma, muitas energias positivas! Beijinhos infinitos e muitíssimo obrigada!

Paty Felton: Olá! Tudo bem? Att rápido o suficiente? Espero não demorar na próxima, mas não posso prometer nada. Ainda bem mesmo que você me avisou de meu erro, rs. Eu amo casais apaixonados, rs, nem sou romântica, rs. Muitíssimo obrigada e beijinhos infinitos!

De Weasley: Olá! Tudo bem? Eles são lindos, não é? Quer dizer não só o Sirius e o James são lindos, rs. O amor de Lily e James é lindo, rs. Muitíssimo obrigada e beijinhos infinitos!

Cristal Evans: Olá! Tudo bem? Mega feliz que você tenha ido bem! AEE! Vou continuar com as energias positivas! Que lindo o seu "James", eu já estou imaginando a cena, Cristal em pé, James ajoelhado declamando a poesia! Lindo! Também acho que deveriam parar de lembrar o pobre coitado do James dos problemas futuros que ele terá, rs. Deixa ele aproveitar o presente, rs. Muitíssimo obrigada e beijinhos infinitos.

Bruna ou bruh prongs: Olá! Tudo bem? Olha quando você posta, aos poucos os leitores vão aparecendo e comentando, isso te dá mais vontade de escrever e compartilhar isso com os leitores, é muito legal. Eu diria que mais que legal, é viciante, rs. Posta sim, você não vai se arrepender! São sobre Lily e James? Espero que goste deste cap! Beijinhos infinitos e muitíssimo obrigada!

Perdão pelas respostas curtas.

Era uma vez

Capítulo 10 – De volta a realidade.

A nova carruagem era menor que a anterior, no entanto com um pouco de boa vontade foi possível acomodar os seis e mais seus poucos pertences. No interior da cabine só cabiam quatro pessoas, mas do banco de condutor cabiam mais duas.

Lily queria conduzir a carruagem a qualquer custo, mas ninguém mais pareceu achar esta uma boa idéia. O cabelo ruivo da princesa chamariam a atenção para sua identidade, o melhor era ela ficar fora de vista dentro da cabine.

A princesa reclamara tanto que Marlene implorou para ir no banco de condutora ao lado de Remus. A morena achara que agora que a amiga parecia admitir seus sentimentos pelo amigo do príncipe, as discussões iriam ser mais raras. No entanto, as discussões pareciam ainda mais calorosas.

Era bom estar no banco da condução. O vento parecia vir de encontro a eles, que sentiam seus cabelos serem levados para trás. A vista também era bonita, apesar de monótona, às vezes viam coelhos que logo se escondiam na mata. Outras vezes eram animais maiores.

- Acha que ainda vamos demorar muito para chegarmos? – Marlene perguntou enquanto observava atentamente o caminho a sua frente. Estava ajudando Remus a avistar qualquer sinal de perigo.

- Não muito. – Remus suspirou. – Ainda não sei bem o que estamos fazendo...

- Como assim? – Marlene perguntou confusa. – Estamos perdidos?

- Não, Lene. – Ele sorriu para ela, mas logo depois assumiu uma expressão mais seria. – Este Voldemort quer a princesa. E o que estamos fazendo? Estamos levando-a de encontro a ele.

- Mas o príncipe vai derrotá-lo! – Marlene falou confiante. Como Remus continuou calado, perguntou com mais duvida. – Não vai?

- Quando as pessoas estão apaixonadas, Lene, elas tendem a agir com as emoções. – Remus continuou em seu tom serio apesar de lançar um sorriso para amiga. – Numa batalha temos que agir com a razão. Temo pelo príncipe também.

Marlene ficou calada por alguns minutos. Como se digerisse o que acabara de escutar.

- Não sabia que o Príncipe estava apaixonado. – Remus a olhou de relance. Era obvio que James estava apaixonado pensou. E então se lembrou que Marlene achava que estavam falando de Sirius. – Certo ele vai se casar, mas não me parece morrer de amores por Petúnia.

Remus foi incapaz de conter uma gargalhada. Marlene não via graça. Seu coração disparara com a simples visão de beijos apaixonados de Sirius e Petúnia. Ambos controlaram-se.

- Bem, é impossível morrer de amores por Petúnia, Lene. – Remus falou vagamente. – Dê um desconto ao príncipe.

- Mas você disse que ele estava apaixonado. – Seu coração agora batia ainda mais forte. Que espécie de brincadeira era esta?

- Estava me referindo ao Pontas. – Remus falou dando mais atenção aos cavalos já que agora faziam uma subida.

-Mas eu ouvi você dizer que o Príncipe estava apaixonado. – Marlene reclamou. – Que eu saiba o Pontas não é o príncipe!

-Desculpe, Lene. – Remus falou com pouca atenção. – fiz confusão.

Marlene não falou mais nada, mas enquanto observava as paisagens pelas quais passavam sua cabeça trabalhava. Por que Remus dissera que o Príncipe estava apaixonado? Será que Almofadinhas tinha um outro amor que não Petúnia? Agora além de seu coração bater forte, seu estomago doía.


Após a discussão James e Lily permaneceram emburrados dentro da cabine. Sentados lado a lado, cada um voltava-se para sua janela e além da expressão carrancuda mantinham os braços fechados. Já haviam horas de viagem sem trocar uma só palavra.

Frank cochilava, aproveitando o silêncio. Sirius desistiu de tentar dormir e começou a tentar conversar com os dois a sua frente.

- Parecem duas crianças de três anos de idade. – Disse e tanto Lily quanto James voltaram-se para ele com expressões confusas. – Eu falei que vocês dois, parecem duas crianças de três anos de idade.

- Então vossa alteza acabou de nascer? – Perguntou Lily com uma sobrancelha suspensa. James riu desafiando Sirius a responder melhor.

- Não sou eu que brigo a cada dois minutos. – Acusou Sirius com um sorriso vitorioso.

- Muitos adultos brigam diariamente. – James argumentou incerto de sua defesa.

- Adultos que não amadureceram. – Explicou Sirius.

- O que me diz de Voldemort, então? – James o provocou. Lily encarou Sirius, duvidando de uma resposta.

- Não me surpreenderia se encontrasse uma criança de três anos comandando os comensais. – Sirius riu de si mesmo, enquanto James e Lily o olhavam assustados. Ele era mais louco do que pensavam. – Aqueles comensais que usam capuz para esconder o tamanho pequeno de seus cérebros.

James riu, sendo acompanhado de Lily. Sirius ficou observando-os em suas gargalhadas. Viu James secar uma lagrima que escorreu pelo rosto da princesa, de tanto rir. Imediatamente ficaram sérios.

Como Frank ainda dormia, e seu melhor amigo estava ocupado beijando uma princesa, Sirius abriu a janela que comunicava a cabine com o banco condutor.

- Alguma novidade por aí? – Remus perguntou sem desviar os olhos dos cavalos.

- Nada demais. – Sirius olhou para dentro da cabine e Lily e James ainda trocavam caricias. Olhou então para Marlene que parecia pálida. – Acabou que você estava certa sobre sua amiga!

- É? – Marlene falou aflita. Sobre o que ele tava falando? Agora que havia compreendido que gostava do príncipe parecia impossível parecer natural perto dele. Ou até mesmo compreender o que ele estava falando.

-Bom pelo que andei vendo aqui, posso dizer que Lily realmente gosta do Pontas. – Ele disse divertido. A menina, no entanto, apenas lhe lançou um sorriso nervoso.

- Você está bem, Lene? – Agora Sirius estava preocupado. Ela estava realmente pálida. Remus olhou para os dois com o canto dos olhos.

- Está escurecendo, vamos acampar aqui. – Começou a preparar os cavalos para frearem.


Assim que pararam Sirius saiu da carruagem e ajudou Marlene a descer do acento ao lado de Remus. Ela teve de se apoiar nele para não cair. Ele a olhou preocupado.

- Vamos, tem um rio aqui perto. – Sirius a pegou pela mão. – Você precisa de um pouco de água fresca.

Ela apenas deixou-se levar por entre as árvores. Não estava se sentindo bem. Saber que havia uma grande possibilidade de Sirius estar apaixonado verdadeiramente por Petúnia ou até mesmo por uma desconhecida a fez ver como ela o desejava verdadeiramente. Sentia-se péssima com o fato de cobiçar o noivo alheio e ainda ser rejeitada por este.

Chegaram a margem do rio. Sirius encheu sua garrafa e deu para que Marlene bebesse a água.


Agora que sabiam que estavam sendo perseguidos teriam de acender a fogueira num lugar mais distante do acampamento. Frank ficara próximo a carruagem esperando que Marlene e Sirius voltassem.


Lily esquentava na fogueira um pernil que Catherine havia dado para eles. Enquanto ela prestava bastante atenção para dourar a carne e não deixá-la torrar, Remus e James conversavam entre sussurros.

- Eu não quero te desesperar, Pontas. – Remus argumentou. – Mas é uma loucura trazermos ela conosco.

- Eu sei Aluado. – James falou exasperado enquanto observava Lily. – Mas você acha mesmo que ela não viria atrás de nós? Acho que pelo menos assim posso protegê-la.

- Pontas, você sabe que ....- Remus não conseguiu terminar de falar.

- Eu sei Aluado. – Ele olhou para o amigo. – Sei que estou errado também. Mas prometo que ela ficará bem. Certo?

Remus decidiu não falar mais nada. A cada dia temia mais pelo futuro.


Marlene estava sentada junto a margem do Rio com os pés para trás. Sirius havia arregaçado as calças até os joelhos e sentou-se na margem com os pés imersos na água límpida do rio. Eles ficaram calados a maior parte do tempo.

- Está se sentindo melhor? – Ele olhou para a menina ao seu lado. Pelo menos não estava mais pálida.

- Um pouco. – Marlene disse sinceramente.

- Você me assustou! – Sirius tentou esconder sua real preocupação com um tom divertido.

- Não foi minha intenção. – Ela disse ainda cabisbaixa. – Posso fazer uma pergunta?

- Claro. – disse serio e depois acrescentou sorrindo. – Só não prometo responder.

- Certo. – Ela conseguiu dar um pequeno sorriso. – Você se apaixonou por Petúnia?

- Petúnia? – Ele falou incrédulo com uma careta.

- É com ela que vai se casar...- Marlene o lembrou timidamente.

- Isto se Voldemort não a tiver matado antes. – Marlene arregalou os olhos. – Estou brincando, Lene. – Olhou para frente observando a outra margem do rio, que ficava bem distante. Depois olhou para ela novamente. – Na verdade eu não gosto de Petúnia.

- Mas vai se casar com ela...- Marlene concluiu por ele.

Sirius a observou cautelosamente. Desta vez ela manteve o olhar querendo saber a verdade.

- O Rei progamou um casamento sem que eu soubesse, você acha isto justo? – Sirius perguntou honestamente. Marlene fez que não com a cabeça. – Não sei como isto tudo vai acabar, Lene, mas... eu não vou me casar com Petúnia, com toda certeza não.

- Então por que Remus disse que o príncipe estava apaixonado? – Marlene viu que ele lhe respondera com honestidade. Uma ponta de felicidade começou a invadi-la.

Sirius riu por um momento. Remus deve ter se confundido pensou. Olhou para Marlene, era perceptível que o interesse que ele tinha por ela era recíproco. Inclinou-se em direção a morena.


Lily resolvera mostrar para James que sabia o caminho de volta para o acampamento. Saiu correndo na frente dele e este foi atrás dela. Remus havia voltado com Pernil e raio de sol à frente.

- Lily! – Ele gritava para que ela parasse. Estava tomando a direção errada. Indo para o rio.

No entanto a princesa continuou. Até que avistou duas pessoas por entre as árvores. Quando finalmente chegou mais perto, ficou imóvel.

Viu o príncipe inclinando-se em direção a uma Marlene estática. Viu ele aproximar seus lábios dos dela. E não teve dúvidas quando o beijo começou a acontecer que ele vinha das duas partes.

James finalmente a alcançou. Não reparou que a princesa estava de boca aberta.

- Almofadinhas tem razão, às vezes você parece ter três anos de idade. - James falou apoiando as mãos na perna e tomando fôlego. Olhou então para Lily. – O que aconteceu? – Então acompanhou o olhar dela. Ajeitou os óculos para poder enxergar melhor e enfim praguejou: - eu vou matar o Sirius.

Nota da autora:

Olá pessoal! Tudo bem com vocês?

"E agora José?" O que eles vão inventar? O que acontecerá? Não sei o que prefiro, ficar aqui em casa nesta calmaria relativa ou quem sabe sofrer com o peso do sangue azul. Rs. Acho que se eu levasse um James ou um Sirius de brinde, escolheria sem duvidas a vida difícil do sangue azul!

Eu sei que não estou falando coisa com coisa. Já estou com sono, rs. Tava relendo a fic aqui e vi que meus personagens são realmente infantis. Mas vocês não podiam esperar outra coisa de uma autora de 23 anos, rs. A minha vizinha de 15 anos me falou na segunda feira, quando estávamos na academia, que não me reconheceu no sábado. Segundo ela porque eu não estava com minha habitual cara de criança. Realmente muito animador, rs.

Como eu disse estou trebada de sono e vou escrever coisas cada vez mais incompreensíveis. É melhor eu não me estender muito.

Eu teoricamente vou ter menos tempo de escrever e postar até dia 17 de dezembro. Isto porque tenho prova de pediatria de vinte e pouco de novembro – percebam que não sei a data, quem dirá a matéria. Prova de tudo que eu dei em clinica até hoje dia 15 de dez e prova de uma matéria muito chata que parece direito ( patologia forense) dia 17. Isso porque eu estou contando em não ficar em prova final e tal.

Mas na prática a coisa é diferente. Incrível como a vontade de escrever brota quando mais eu tenho que estudar. Então eu deixo em aberto a data da próxima postagem.

Quando você está na rua e um desconhecido te da um sorriso, não dá vontade de sorrir de volta? Pois apenas um sorriso é às vezes o que precisamos para animar uma pessoa. E eu estava aqui pensando que um review é como um sorriso. Os sorrisos de vocês iluminam o meu dia. Obrigada!E... Sorriam!rs.

Meus amores, queria pedir muito obrigada a todos que lêem esta coisa tosca que escrevo, rs. Beijinhos infinitos no coração de vocês!

P.S. Perdão, eu estou com sono

P.P.S. Sem betar, amanhã qd chegar da faculdade tento corrigir.

P.P.P.S. Acho que nesta cap deveria ter um selo: O sindicato dos leitores de fic adverte, a autora está com sono.