Nota: este capitulo contém um hentai forte e nervoso x] se não gosta não leia.

--- flashback ---

Alucard surgiu no quarto como um fantasma à espreita. Por vários segundos Integra não o notou, pois estava concentrada na leitura de um livro deveras antigo. Estavam no quarto do servo, nos porões da organização. A pequena líder de não mais que quinze anos já lia aquelas páginas empoeiradas há cerca de vinte minutos, enquanto seu servo não estava. Alucard ao surgir sorrateiramente, manteve-se quieto atrás dela, sorrindo por pegá-la mexendo em suas coisas.

- Divertindo-se com a leitura, mestra?

Ela deu um pulo e fechou o livro, tomando cuidado pra marcar a página com o dedo.

- Alucard, que faz aqui?

- É meu quarto, eu costumo passar o dia aqui.

Ele ria, pois mesmo sabendo que era ela quem não devia estar mexendo nas coisas do servo, ainda assim lhe dava uma bronca, apenas pra manter o respeito.

- O que é esse livro?

- Não leu o suficiente pra saber? – brincou Alucard.

- Fala sobre você. E essa tal de Mina Murray.

- Sim. – concordou Alucard. – Sabe quem é?

- Eu li Bram Stoker. – repeliu Integra, como se a houvesse ofendido – Mas não sabia que ela era real. Nem que você e ela tinham um caso.

- Seu avô a tirou de mim. – explicou Alucard bastante calmo – Mas não me importo mais.

- Por quê?

- Porque ele me tirou Mina Murray, mas me deu sua reencarnação.

- E quem é ela?

Alucard riu da forma mais irritante possível.

- Acha que devo tomá-la para mim?

- Acho que sim. Se você gosta dela.

- E se ela não gosta de mim?

Estavam conversando como duas crianças, sendo uma delas apaixonada e apreensiva com relação a isso.

- Se ela é mesmo a reencarnação de Mina, certamente gosta de você.

- Ah, sim, ela é. Mina é igualzinha sua reencarnação. Os mesmos olhos, o mesmo rosto, o mesmo cabelo. Dizem que as almas quando voltam em busca do ser amado, escolhem os corpos mais parecidos com seus anteriores, de forma que não sejam rejeitadas por quem amam.

- Você tem uma imagem dela?

- Claro, veja.

Alucard tomou seu diário das mãos de Integra e fez um corte na capa, abrindo uma espécie de bolso secreto, donde tirou um papel dobrado e quase despedaçando. Abriu-o com cuidado e mostrou à sua mestra.

Era um desenho de traços incrivelmente perfeitos, no qual a fisionomia de uma jovem era retratada com perfeição.

Cabelos longos, soltos e repartidos. Olhos pequenos e azuis. Era praticamente um retrato de Integra.

- Esta é Mina?

- Sim. E Mina é a reencarnação de outra mulher que conheci. Elisabeta.

- Não acha ruim ficar vendo as reencarnações de uma mesma mulher?

- Profundamente. Aguardo o momento em que uma delas irá ser minha pela eternidade.

*** fim do flashback

- Mestre? – Celas abriu a pesada porta do quarto de Alucard, e ao encontrá-lo sentado na grande cadeira que ali havia, tomando sangue medicinal, continuou – Integra quer vê-lo. Algo relacionado à rainha.

Alucard não conteve o sorriso. Não se preocupou com paredes ou qualquer coisa do tipo. Seu corpo mesclou-se aos tijolos de pedra bruta do porão, até encontrar a madeira que revestia aristocraticamente o escritório de Integra.

Richard não estava presente. E na verdade gostaria de rever a pequena Sarah, que não via há algum tempo. Desde o caso da semana passada, nunca mais a vira. Talvez por que só saía à noite, e a pequena estudava de dia.

- A rainha quer vê-lo. – anunciou Integra puxando profundamente o cigarro logo após – Já que retornou, acho que é sua obrigação.

- A rainha ainda está viva?

- Claro que não. Vai ver a filha da rainha que estava no poder naquela época. A senhora – e deu ênfase em senhora – Alayzabel.

- Ah, sim. Será um prazer. Quando posso vê-la?

- Um carro passará te buscar em meia hora.

- Assim tão em cima? Não posso nem me arrumar dignamente para a rainha? – deu-lhe um sorriso no mínimo constrangedor.

- Sugiro que seja rápido se quer ser arrumar.

Alucard riu e se retirou. Não tinha palavras pra dizer o quanto gostava da hipótese.

***

- Desculpe, senhor Alucard, minha mãe não pôde comparecer e lamenta o ocorrido. Ela faz questão de marcar outro dia pessoalmente, mas hoje eu poderei conversar com o senhor. Meu nome é Katherine, sou a princesa da Inglaterra.

A dicção da moça era esplendida. Não era pra menos. Uma mulher de vinte e cinco anos, princesa. A jovem mais rica do Reino Unido. Um poço de educação e beleza. Uma boneca recatada, dócil e inexplorada. Loira, com presilhas peroladas, a postura ereta e perfeita. O colo exposto, branco e aparentemente macio como os caros tecidos que trajava. Tal perfeição parecia ter saído dos contos de fadas. Era como um anjo diante de um demônio.

- Seria um prazer conversar com a senhorita.

A menina se sentou numa grande poltrona. Não havia guardas ou seguranças no recinto. Parece que a princesa realmente confiava no vampiro. Tão tola…

- Por favor, sente-se.

Era uma sala informal, com um sofá imenso que se estendia por sobre um tapete certamente caríssimo. Acima deles um lustre gigantesco em pérolas.

Alucard sentou-se de frente à ela, apoiando o cotovelo no braço do sofá. A jovem por sua vez sorria angelicalmente encarando-o.

- Minha mãe gostaria muito de saber sobre o que se passou com você no tempo em que esteve… hm, bem nós não sabemos onde você esteve.

- No mundo dos números imaginários, senhorita Katherine. Eliminando minhas almas para voltar.

- Minha avó gostava muito do senhor. Lembro que antes de morrer disse que queria vê-lo uma vez mais, entretanto isso não foi possível.

- A senhorita me lembra um pouco sua avó na infância. – disse sorrindo – Tem as mesmas mãos. Eu adorava as mãos da sua avó.

Ela riu achando graça. Suas bochechas tornaram-se levemente róseas, e ela olhou para as próprias mãos, de dedos finos e longos.

- Engraçado! – ela disse – Minha avó dizia o mesmo sobre suas mãos!

Alucard riu da inocência clara. Estava aproveitando cada minuto.

- A senhorita faz idéia do por quê?

- Não, gostaria de saber. Ela não disse que suas mãos eram bonitas, porém habilidosas. – a menina mordeu o lábio inferior e por um segundo Alucard achou que ela mudara sua expressão para a mais profunda perversão – Imaginei que fosse devido à habilidade em manusear sua arma.

- E era. – Alucard se levantou – Talvez não da forma que a senhorita está pensando. Mas era.

- E como eu estou pensando? – ela o observada dar a volta em sua poltrona e se colocar atrás dela.

- Devo fingir que é uma moça puritana e dizer que estava pensando em minha Jackal? – sussurrou Alucard, pondo-se ao ouvido dela.

- Deve sim senhor. E creio que há de me tratar como uma.

Alucard mordeu o lóbulo da orelha da menina, causando-lhe profundos arrepios.

- Não é do meu feitio tratar bem menina que se finge de santa.

A menina riu.

- Mas eu sou santa, senhor.

- Sua avó também era. Dizia "oh meu Deus" toda vez. – debochou Alucard.

A menina virou o rosto na direção dele, com um sorriso pervertido nos lábios. Com os olhos verdes repletos de prazer, mordeu o lábio de Alucard, sem efetivamente beijar-lhe.

- Ah, menina… prepare-se. Virgens sempre foram meu prato favorito. (créditos by Retalhadora)

- Você tem dez minutos. Acha que consegue?

Alucard levantou-se rindo da inocência e sequer lhe respondeu. Pôs-se a frente dela, com toda sua figura de macho, de dominador, conquistador. O volume nas calças e os lábios contraídos faziam a princesa esquecer qualquer lei de etiqueta. Ela lhe olhava, praticamente desafiando a tirá-la daquela poltrona. E ele o fez. Primeiro tomando-lhe a mão. Em seguida puxando-o como se ela fosse uma boneca de pano, colou os dois corpos de maneira bruta, fazendo-a sentir facilmente a excitação de Alucard.

O rosto da menina agora não tinha o mesmo ar de inocência. Seus olhos passavam um misto de sedução e depravação.

- Eu a farei sentir um homem de verdade no meio das suas pernas, princesa. Vou ensinar-lhe como é ser invadida sem o receio de machucar a doce realeza.

Ela mordeu o lábio. Alucard sabia que agora ela podia até sentir o pulsar de sua masculinidade, e seu corpo ansiava por tê-la dentro dela. Tê-la invadindo-a, penetrando-a, cravando-se em seu corpo.

- Cuidado com os pensamentos, jovem... eu posso ler todos eles.

- Precisa mesmo de mágica pra saber o que uma mulher quer? – provocou.

- O que você quer está nos seus olhos. E logo estará em seu corpo.

Alucard a empurrou até a parede, onde a prensou violentamente, fartando-se sem receio dos seios reais, rijos de prazer. Enquanto o fazia, Alucard aplicava movimentos contra seu sexo, como se a tivesse penetrado, porém sobre a roupa, tomando-a de vontade e excitação.

- Não tome a diversão só pra você.

- Não se preocupe. Estou apenas te esquentando.

Ele ergueu o vestido dela. Em seguida a carregou até um dos sofás, colocando-a sentada no encosto. A menina podia sentir seu sexo queimando em desejo. O prazer imaginário era tão real que quando sentiu o dedo de Alucard brincar sobre sua calcinha teve de se esforçar pra não desequilibrar e cair para trás.

- As mãos que sua avó tanto adorava, senhorita. – disse, afastando a calcinha da garota – Agora são suas. – Disse, acariciando-lhe – Mas tinha algo que sua avó gostava ainda mais.

Alucard penetrou-lhe dois dedos, muita pouca coisa, abrindo espaço para sua língua. Em seguida continuou acariciando-lhe enquanto ia e voltava, sentindo-a pulsar em sua boca, preenchida daquela garota, a qual não parava de se mexer, contrair-se em espasmos de prazer. A língua dançava na entrada de seu sexo, e o dedo terminava o trabalho. Logo a jovem Katherine segurou a cabeça de Alucard com as duas mãos, cujos dedos tremiam violentamente. Ela gemia alto, e parecia ter esquecido que havia três ou quatro seguranças esperando atrás da porta.

Alucard parou de súbito, e levantou-se sorrindo, lambendo a ponta dos dedos. Ela arfava e seu olhar parecia implorar para que continuasse. E ele o fez calmamente, pegando-a no colo e voltando para a parede. Estava tão prensada contra esta que o vampiro pôde facilmente usar uma das mãos para abrir a calça, liberando seu desejo latente.

A princesa nem chegou a ver – e se visse teria receio – e Alucard lhe penetrou fazendo-a praticamente cair sobre seu dom de macho, o que a fez gritar e cravar as unhas em suas costas.

Doía desesperadamente, pois a garota de vinte e cinco anos era virgem até então. Alucard, ao perceber o cheiro delicioso do sangue que escorria pelas pernas dela, não pode se conter e voltou a lamber-lhe no local. Sua excitação só não foi maior, pois teve a vaga lembrança que aquele sangue de Integra fora desperdiçado com um humano.

Ao terminar a pausa para o lanchinho, novamente subiu e pôs-se a beijar violentamente seu pescoço, deixando uma ou duas marcas das suas resistências em mordê-la. Penetrou-a novamente, sem se preocupar com sua dor. Agarrou-lhe as coxas, enchendo as mãos, e usando-as como impulso, movimentava a garota contra seu corpo, fazendo-a pular sobre seu sexo.

- Oh Deus! – ela gritava com a face contorcendo-se de prazer – Deus!

Alucard ria enquanto se alimentava daqueles gritos, daqueles espasmos, das contrações de prazer. E ao perceber que tais contrações aumentavam, pressionando-o e fazendo-o pirar, forçava-se mais violentamente contra ela, e em maior velocidade. Logo pareciam dois animais, sedentos de prazer, repletos um do outro. E foi no calor da situação que ela o abraçou com as pernas e apoiou a cabeça em seu ombro, cerrando firmemente os dentes. Alucard conhecia aquela situação melhor que qualquer um. Aumentou ainda mais a velocidade, o que a fez chegar ao ápice curvando o corpo para atrás, sentindo aquela corrente elétrica atravessar-lhe desde seu sexo até o ultimo fio de seu cabelo. E ela berrara o nome de Alucard alto o suficiente para que os seguranças pensassem em invadir o local, porem se contiveram.

Alucard sorriu quase satisfeito. Desceu-a e aproveitou que já estava mole de cansaço. A fez se ajoelhar perante ele, encostando em sua boca seu sexo ainda pulsante. Forçou a entrada em sua boca e conduziu sua cabeça segurando-a pelos cabelos. Não demorou muito para que Alucard a fizesse provar de seu liquido, o qual a fez engolir.

- Satisfeita com a conversa, princesa?

Ela jogou-se sentada no chão, arfando e cansada, completamente suada.

- Volte sempre, Alucard.

Ele sorriu.

- Certamente voltarei, senhorita Katherine. Foi ótimo fazer negócios com a família real novamente. Espero também conhecer sua mãe.

Ela riu do atrevimento e olhou bem nos olhos dele, imaginando-o em meio a uma orgia, satisfazendo os mais perversos desejos das mais experientes prostitutas, e se perguntou quantas centenas de mulheres já havia feito de escravas de sua potência. Quantas meninas virgens haviam tido seu sangue tomado por tal homem? Quantas haviam deixado uma marca de unha em suas costas?

Alucard apontou o roxo no pescoço da menina, sorrindo como sempre.

- Melhor esconder isso com o cabelo.

- Ah sim. – ela disse, colocando a mão no pescoço – Diga aos seguranças que não precisam se preocupar, e que fui me deitar.

- Como quiser, vossa alteza. – Alucard fez-lhe uma reverencia formal e foi saindo. – Ah! E eu já participei de orgias, com prostitutas famosíssimas, e pra ser preciso sempre tive certo assédio por virgens. E minhas costas, meus braços, meu peito… estão sempre marcados. – deu-lhe um sorriso pervertido e saiu.

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Autora: não sei o que deu em mim, esse foi o primeiro hentai ever e-e

Leitoras: nós sabemos o que deu. A princesa deu.

Autora: é o sono; Terminei isso 3 da manhã.

Leitoras: mentira, é a depravação mesmo.

Autora: ah, fiquem quietas -.- *dorme*