- Você está preparada? – Perguntou Miroku segurando-a firme

- Acho que sim – O calor do peito masculino aquecia suas costas.

O monge começou com mordidas na orelha, onde também passava aleatoriamente a sua língua. No meio das carícias, sussurra palavras. Porém, não eram palavras safadas ou perversas. Eram de amor e carinho. Sango percebera a diferença. Desejava perguntá-lo o porquê. Mas as frases eram tão românticas que se perdera no meio delas. Com os olhos fechados, ela derretia-se toda. Era irresistível não querer mais. Ela, por um instante, perguntou-se porque ainda não gemera. Não foi porque não queria perder. Era porque o prazer que sentia era diferente. Era sedutor, aconchegador e viciante. Não pensava em sexo, pensava em amar.

- Miroku.. – murmurou – Eu te amo.

- Eu também te amo, minha querida Sango.

Aquele momento marcante em ambas as vidas fora como um filme.

- Posso? – Miroku perguntou pela permissão.

- Sim.- Sango respondeu com os olhos ainda fechados.

E foi assim que a missão da Sango iniciou. Miroku percorreu a beijos da orelha ao pescoço da parceira. Descendo até o meio das costas, puxou, com os dentes, o laço do biquíni. Com a peça superior pendurada pelo pescoço e os seios expostos, Miroku passou as mãos na barriga subindo até os peitos. O ombro direito de Sango servia de apoio a cabeça de Miroku, que estava envolvida nos braços dela. Miroku massageava devagar os seios. Com os dedos, delicadamente, apertava os mamilos. Sango mordendo o lábio inferior, deixa escapar um som indecifrável.

- Hm.

- Eu não.. – Pausou ao sentir os mamilos serem espremidos novamente – gemi.. em voz alta..

- Hm. Ok. – Miroku sorriu sabendo o que seus atos lhe causavam.

Sango arrepiava-se toda. Finalmente aliviou-se quando ele parara. Mas entrara em pânico rapidamente, pois a mão direita dele rumava a Sul. Calmamente, invadiu a peça inferior alcançando o destino. De leve, percorria os dedos nos lábios púbicos. E, gradualmente, penetrava-os.

Ai que vontade de gritar, pensava Sango enquanto lutava para fazer o contrário. "Ele é mesmo bom," pensou.

- Quando se é proibido gemer é mais excitante. – Miroku segredou em seu ouvido – Não é? – Como Sango não abrira a boca, ele considerou a resposta como um sim.

A penetração durou tempo o suficiente para ela gozar. Retirou os dedos e passou-os pela barriga invejada da Sango. Miroku virou-a e olhou em seus olhos.

- Uau. A sua expressão facial está mais excitada do que o normal. – Admirou o seu trabalho – Imagina quando eu começar oficialmente a sua "missão" – Disse, desta vez, com cara de safado mesmo – Essa sua nova expressão acendeu mais ainda o meu tesão – Confessou no seu tom de voz sedutor. E depois, sua cara mais maliciosa surgiu – Agora, - olhou fixamente em seus olhos – tenho a certeza que você é quem vai ficar devendo o favor.

Antes que Sango pudesse se desesperar, Miroku beijou-a intensamente. Da boca para o queixo. Do queixo para o pescoço. Do pescoço para um dos seios. Ele a beijava, mordia e chupava de um modo fascinante. Na mente da Sango, ecoavam gemidos e gritos sucessivos.

Como a água chegava na metade da barriga da Sango, ele não conseguira usar a boca para chegar mais em baixo. Assim, tirou sua única peça de roupa. Seu membro duro roçava no meio das pernas dela. Então retirou a a parte inferior do biquíni da Sango e continuou sua roçagem.

- Consegue sentir? – Miroku sorriu – Bom, né? Quero dizer, ótimo, né?

Sango fechou suas pernas e apertou o membro fortemente. Miroku não parou e o tesão crescia a cada momento.

- Hmm.. – Miroku gemeu – Mesmo com a água diminuindo a velocidade, o sexo realmente é bom. Hmm..

- Não.. temos.. – Sango pausou – camisinha..

- Não se preocupe.. eu não gozo dentro de você..

- Mas a água..

- É mesmo.. – Pensou Miroku – acho que tem perigo da água fluir com o esperma para dentro de você.. – Rapidamente, decidiu o que faria – Já sei.. Solta "ele".

- Hã?

Miroku, com as mãos, libertou-"o". Beijou Sango com a sua língua flamejante e fitou seus olhos nos dela. Com sua mão direita, puxou a coxa esquerda de Sango. Sem hesitação ou aviso, penetrou-a. O sexo parecia melhor que nunca. As pernas da musa abraçaram-no fortemente. Em pequenos intervalos, ela automaticamente levantava a cabeça, com o pensamento de que possivelmente aliviaria o prazer indomável.

Próximo da sua ejaculação, Miroku foi devagar andando em direção à areia seca. É claro, carregando Sango, ainda na posição sexual. "Continua, Miroku!!" Sango gritava internamente. Chegando em terra firme, ele deitou-a de costas e prosseguiu seu ato. Desta vez em velocidade normal, por outras palavras, rápida.

- Estou quase lá – Miroku murmurou. De repente, ele retirou-"o" e ejaculou fora da zona de perigo. Ambos, exaustos, descansaram.

- Finalmente você acabou.. – disse Sango entre tentativas de voltar à respiração normal.

- Acabou? – Miroku respondeu ironicamente – Você sabe muito bem que nunca faço isso..

- Mas eu não consigo mais.. – reclamara – Se continuar vou gemer.. gritar..

- Por isso mesmo.. – Miroku riu-se. Depois, percebeu que tinha um pedaço de pano abandonado por perto. Quando descobriu o que era, muito feliz, foi buscá-lo.

- Onde você foi? – Sango perguntou após o seu retorno.

- Pegar isso – Miroku mostrou-lhe uma fita de pano vermelha – Acho que era um laço de um vestido ou coisa assim.

- Que bonito.. Para quê você quer iss.. – A ficha caira – Não me diga..

- Digo sim.. hehe – Miroku, com a fita, vedou os olhos castanho escuro – Assim você não saberá onde as minhas mãos vão te tocar – Continuou, enquanto passeava o seu dedo indicador pela sua barriga – E será mais.. digamos..divertido.

Hi minhas pessoas queridas!

Agora tenho mais tempo livre que antes, portanto, poderei, provavelmente, atualizar com mais frequência a fanfic D

Peço imensas desculpas pela demora /

Espero que tenham gostado deste capítulo.

Beijinhos da SESSHYSLADY