Kagome e Inuyasha retornam rapidamente ao salão, onde encontram os outros dois casais.
- Gente! Vocês não vão adivinhar o que aconteceu! – Kagome contou-lhes entusiasmada.
- Fizeram sexo? – Miroku perguntou, interessado no assunto.
- Er.. sim.. mas não fomos nós – Inuyasha respondeu, tentando disfarçar a roupa desarrumada – Foi o carecão! Ele pegou uma mulher muito gosto.. – o olhar de Kagome cortara o fim da frase – Er.. ele pegou uma ruiva misteriosa.. hehe
- Mas vocês, Inuyasha e Kagome, fizeram sexo – disse Miroku concentrando os seus olhos nela.
- Como é que você sabe, hein? Só por você ser uma máquina de sexo, não te faz um adivinho – Sango intrometeu-se, um pouco curiosa em saber como seu amor chegara à aquela dedução.
- Primeiro, o tempo que eles demoraram para ir, voltar e, apenas, descobrir uma coisinha que o careca fez, é tão longo que eu conseguiria te fazer gozar quatro vezes, querida.
- Miroku! – Sango interferiu um pouco indignada.
- Deixa eu continuar. Além do mais, estamos entre amigos, não há problemas em falar sobre isso – disse Miroku tranquilo. Tanto Sango como os outros ficaram quietos a espera do resto da explicação, que, até agora, parecia fazer sentido. – Segundo, a saia que a Kagome está usando está ao contrário. Mas, espera! Eu sei que já não estava antes porque eu reparo em saia curtas – Kagome, vermelha, arrumou a sua saia rapidamente. – E por último, o mais importante de todos, - todos inclinaram a sua cabeça para ouvir melhor Miroku – meu instinto sexual nunca erra!
- Haha, 'tá bem. Nós fizemos – Inuyasha confessou, ainda entretido com a conversa, e abraçou Kagome pelas costas.
- Mas então, o que vocês estavam falando sobre o careca e a ruiva? – Miroku voltou ao assunto.
- Ela tinha chegado do nada e foi falar com o Kizuke – Kagome resolveu explicar. – Eles desapareceram e, depois de uns minutos, o Inu e eu saímos do salão. Encontrámos um quarto com a porta vagamente aberta e os vimos fazendo.
- Ohhh – exclamaram em uníssono.
- Entre zero à dez, você avaliaria a ruiva quanto? – a pergunta repentina de Miroku quebrara a tensão.
- Dez – Inuyasha respondera quase que instantaneamente. Percebera que Kagome o beliscara no braço e completou a frase. – menos três! Que dá...
- Sete – uma das poucas monossílabas que Rin dissera duranre esta conversa.
- Você é boa em Matemática hein! – Inuyasha elogiu agradecido.
- Sabe quem também é bom em Matemática? – Sesshoumaru questionou-o friamente – As pulgas que habitam o seu cabelo nojento – Foi assim, que Sesshoumaru puxou o gatilho da discussão inconveniente e inútel.
- Que barulho é esse? – a voz grossa de Kizuke ecoou, assustadoramente, pelo salão. – Toda essa poluição sonora impede-me de concentrar no meu trabalho! – Sem querer, os seis, particularmente Miroku e Inuyasha, riram-se. Kizuke, furioso, continuou a gritar – Estão rindo do quê, hein? Acham que meu trabalho é mole?
- Muito pelo contrário! – Miroku caiu na gargalhada junto com seu companheiro Inuyasha.
- O quê?! – o rosto do monitor avermelhara, de raiva.
- Quero dizer que seu trabalho é duro, envolve muita dureza – Miroku tentou segurar, mas as risadas não paravam de chegar.
- Hahaha, já 'tou com dores na barriga – Inuyasha sussurrara, quase caindo no chão.
- Eu acho que o senhor Kizuke é muito dedicado e sempre mete, ops, quero dizer, dá o seu melhor! – o monitor queria interromper a palhaçada, mas Miroku não deixou. – Eu tenho certeza que você seria um belo piloto de avião, sabe. Eu soube que você adoro aviões vermelhos. Tem pilotado um desses recentemente? – Miroku e Inuyasha não se aguentaram de pé e se sentaram no chão. Sesshoumaru demonstrava frieza perante as piadas e as jovens pararam de rir, apesar de Sango ter soltado um pequeno riso ao ouvir a metáfora do avião vermelho.
Como castigo, Kizuke deu tarefas de limpeza aos rapazes, para serem realizadas durante o resto do dia. E também proibiu-os de jantar naquela noite. Já para os outros colegas, a tarde toda foi ocupada com jogos e brincadeiras ao livre. Foi de vôlei e futebol até guerra de balões de água e corridas de carrinho de mão.
- Ah velho! A Kagome 'tá com a roupa encharcada e colada ao corpo – Inuyasha reclamou enquanto varria o chão. – Dá para ver o biquini rosa! – E virou-se para Miroku. – Apesar de engraçado, você não deveria ter feito aquilo!
- E você não deveria ter me contado o que viu! – Miroku defendeu-se – Você sabe muito bem como sou quando o assunto é sexo e delicinhas! – Olhou para Sango, também molhada. – E, a minha mulher ainda por cima usa um biquini fio dental! O homens não desgrudam os olhos da bunda dela! Da minha bunda preciosa!
- Isso foi um pouco gay, 'Roku – Inuyasha comentou.
- Foi mal ae. Mas é a minha bunda da Sango! – Miroku lamentou-se, com vontade de bater nos homens com a vassoura.
- Mas, vê o lado bom. Eles olham e você fode! – ambos concordaram com a conclusão tirada e soltaram um riso de satisfação.
- Ei, olha a ruiva gostosa ali! – Inuyasha apontou para a janela de uma sala. – Ela deve estar olhando o careca.
- A sério, o que ela vê nele? – Miroku, de repente, quis saber que cantada Kizuke usava.
- Ele é atencioso, organizado e não é feio – Inuyasha disse, com toda a razão.
- Ok, agora é você que 'tá sendo gay, bro – Miroku brincou, batendo com a vassoura na perna do seu companheiro de limpeza. – Quer saber, vou falar com ela – antes que Inuyasha pudesse impedí-lo, Miroku já estava a passos da moça misteriosa.
- Oi, chamo-me Miroku – introduziu-se e estendeu a mão – E você, senhorita cujo cabelo natural me deixa cheio de calor?
- Haha, cantada um pouco comprida, não? – a deusa riu-se delicadamente – Chamo-me Riza (Lisa em Japonês). Prazer em conhecer-te – Ela estendeu o braço e Miroku beijou as costas da sua mão.
- O prazer é meu – respondeu com os olhos fitados nos dela. Riza, maliciosamente, sorriu.
- Eu estou sozinha e carente. Não quer descansar um pouco aqui dentro? – a ruiva propôs uma oferta tentadora. – O sol está te matando, entra que vou te fazer relaxar.. – com a língua, lentamente, lambeu o lábio carnudo superior. – e, quem sabe, gozar – a sua voz sexy arrepiou Miroku.
- Quê?! – inconformado, questionou-a. – Eu já tenho dona e sou feliz, Riza! Eu sei que normalmente quando um homem paquera uma mulher, ele procura terminar na cama com ela. Mas, não é o meu caso! – Miroku explicou indignado e surpreso com a própria reação.
- Hahaha! – Riza soltou uma gargalhada, – Bem que Kizuke me disse! Vocês crianças são um entretenimento melhor que pegadinhas da TV! – quando finalmente parou de rir, confessou. – Você, Miroku, é absolutamente lindo e atraente, e eu até que transava contigo. Mas, sou maior de idade e, como você, estou comprometida.
- Heheh.. Você pregou um susto em mim. Já ia pensando que você era enome puta – Miroku aliviou-se – Só para a sua informação, seu eu fosse maior de idade, ou você menor, seria todas as noites e de todos os tipos – E piscou um olho.
- Imensamente pervetido para sua idade, hein – comentou interessado no pequeno segredo que revelara. – Acho você voltar a limpar, Kizuke está vindo para aqui.
- Ok. Outra coisa, seus peitos parecem uma delícia! – E Miroku foi embora correndo, agradecido por ter conhecido uma mulher como ela.
- E então? – Inuyasha perguntou curioso ao ver Miroku chegando.
- Chama-se Riza. Ela é engraçada, pervertida e leva tudo na brincadeira – Miroku, com a respiração pesada, contou. – É a mulher perfeita! Mais tarde te conto mais, o careca 'tá vindo na nossa direção..
- Hoje foi um dia bem produtivo! – declarou o monitor Kizuke. Mas quando seus olhos pousaram em Miroku e Inuyasha, adicionou. – Com exceção da parte da manhã.
- Que mentiroso. O careca, à tarde, nem sequer produziu espermatozóides. A parte da manhã, de certeza, foi a mais produtiva – Miroku sussurrou, aos risos, para Inuyasha.
- Disseram alguma coisa que eu não possa ouvir? – Kizuke insinuou, após ter parado de falar.
- Sir, no, Sir! – A dupla dinâmica respondeu firmamente.
- Continuando, vocês podem fazer o que quiserem até a hora do jantar, que é às oito – Seja o que decidirem fazer, façam com cuidado.. e proteção.. – Kizuke murmurara as últimas palavras. – Depois da janta, vamos acender uma fogueira. Irei vos dar os detalhes mais tarde.
- O que será que vamos fazer? – Sango perguntou baixinho ao seu parceiro.
- Eu acho que a atividade que será realizada interessa-vos muito – Kizuke prosseguia com as suas palavras monótonas.
- Sexo – Miroku respondeu ao ouvir "interessa-vos muito".
- Quê? – Sango sussurrou indignada. – Você, além de tarado, é inútil – o seu belo rosto, bronzeado pelo sol, virou para Sesshoumaru e ouvia-se vagamente a pergunta que Sango o fizera – O que você acha que va...
- Bem, acho que já disse tudo. Podem ir – Kizuke dispensou-os – E lembrem-se! Às oito no refeitório, já preparados para a atividade da fogueira – E cada grupo de amigos foi para o seu lado.
- Onde querem ir? – Kagome perguntou, enquanto abraçava seu amor.
- Queria voltar à praia.. – Miroku sugeriu "inocentemente".
- Não! – Sango discordou – Já fomos hoje. E, além do mais, a praia só é boa quando tem sol.
- Eu trouxe baralho.. alguém quer jogar? – com o seu jeito meigo, Rin propôs.
- Sim, sim! – Kagome aprovou entusiasmada – Que jogo?
Miroku instantaneamente sugeriu - Strip Poker!
Hi dolls!
Só quero informar as leitoras que o próximo capítulo trará um presente especial que, pelo que eu saiba, nunca foi oferecido na categoria "Inuyasha" deste site!!
Eu acho que vocês vão adorar!!
xoxo, SESSHYSLADY
