**Acerca da surpresa que estava falando no capítulo anterior, só vou divulgar um pouquinho. Ehehe. Dêem uma boa olhada, porque vou usá-la ao longo deste capítulo. 'Tá aqui: http://img79. imageshack. us/img79/8207/64410939lq3. jpg ~Aviso: tirem os espaços depois dos pontos, porque este site não permite colocar URLs aqui**

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- Strip Poker? – Sango repetira as últimas palavras do seu amor.

- Sim! Por que não? – entusiasmo e perversidade era o que não faltava ao monge.

- A pergunta é, por que sim.. – Inuyasha interferiu. Este, que segurava as mãos da amada, não estava com vontade de participar nos jogos tarados do seu amigo.

- Você ainda pergunta! – Miroku, indignado, retrucou. – Você é homem ou não?!

- Cala a boca, seu maníaco tarado – o jovem estava, como sempre, irritado.

- Vamos jogar, vamos! Pelo menos uma vez – Miroku, ignorando o insulto, que, sinceramente, era verdadeiro, implorou para o resto do grupo.

- Hum, acho que podemos experimentar – Kagome opinou e o bando, um a um, foi aderindo à idéia. Chegando ao quarto dos machos, todos instalaram-se nos seus lugares e as cartas já estavam a ser baralhadas.

- Então, Miroku? – todos olhavam para o rapaz à espera que falasse.

- O quê? – perguntou sem entender o que queriam.

- Como se joga, né? Nós não sabemos – Sango explicou-lhe impacientemente.

- Vocês não sabem? – Miroku perguntou retoricamente.

- Bem, se você quer que nós joguemos Strip Poker, temos de saber jogar, né? Como se joga? Ensina a gente – Sango esperava que seu companheiro respondesse.

Depois de longos cinco segundos, Miroku deu uma resposta que logo se arrependera de a ter dado – Eu não sei.

Um momento de silêncio antecedeu um outro de raiva. Sango e Inuyasha continham-se para não encher Miroku de socos e pontapés.

- Você tem cérebro? – perguntou Inuyasha irado com um punho no ar.

- O que é que eu vejo nele? – Sango murmurava silenciosamente e tentava encontrar as razões para a continuação deste namoro, que trazia apenas prazer sexual. A moça pensou bem e tirou o "apenas" da frase que formulara. O sexo realmente era maravilhoso. Esse pensamento afugentou a raiva e convidou, inconscientemente, as cenas sexuais a entrarem na sua mente. A tentação de levantar a saia azulada discretamente para tocar no seu clitóris atingiu-a. Mas conteu-se e relaxou a mão em cima do seu colo.

Sesshoumaru, que se manteve quieto durante esse desentendimento, se levantou, pegou na mão de Rin e, friamente, levou-a consigo para fora do quarto. Rin apenas fazia o que Sesshoumaru, indiretamente, mandava-a fazer.

- Você não suporta eles, né? – Rin adivinhou o pensamento do seu namorado com muita facilidade. O seu rosto revelava um sorriso sereno e humilde. Sesshoumaru admirava com imenso encanto a beleza resplandecente, que era só sua e de ninguém mais.

- Vem – este mandou com uma voz rígida. Era uma ordem que obviamente não podia ser desobedecida, pois Sesshoumaru ainda segurava a mão esquerda da jovem.

Usando um escada velha, ele ajudou-a a subir no telhado da casita onde localizava-se o refeitório. Ambos, já lá em cima, deitaram-se abraçados para observar a constelação que brilhava intensamente. Sesshoumaru descobrira esse localzinho hoje de manhã, e achara que seria muito romântico levar a sua mulher lá. E ele acertou. Rin amara a pequena surpresa e um forte alívio atingira-a devido à ignorância que todos detinham em relação ao perverso jogo de cartas.

- Humpt, o Sesshoumaru é sempre assim! Pensando que é cool só porque é frio. Mesmo idiota! – Inuyasha reclamara depois que seu irmão saíra do quarto. Na realidade, ele sempre tivera inveja da maneira cool que o Sesshoumaru tinha. Muito estiloso. Mas sua arrogância impedia-o de ter essa qualidade.

- Você 'tá é com inveja! – Kagome acertara na mosca. Mas é claro, odiando admitir a verdade, apenas ignorou-a. Neste exato momento, a barriga de Inuyasha roncara.

- Você tem fome, amor? – a namorada fez uma pergunta obviamente retórica. – Vamos comer qualquer coisa. Eu tenho um pacote de salgadinhos na mala.

O casal levantou-se do chão e foram ao quarto das musas. Agora, Miroku e Sango estavam sozinhos. Foram abandonados pelos amigos. Mas, definitivamente, tornou-se uma ocasião ótima para eles. "Sozinhos" era um termo que estava incluído no dicionário do prazer de Miroku. E de Sango.

A moça, ainda com os pensamento poluindo a sua mente, resolveu esquentar o clima, que estava meio morto com a saída repentina dos outros dois casais.

- Querido, eu tenho uma sugestão muito interessante para te fazer – Sango disse chegando mais perto do seu amor. – Eu sei que você vai amar – continuou já a acariciar Miroku com beijos e mordidelas. – Mas primeiro, - subitamente, parou o que fazia. Pegou no seu mais recente iPod rosa e ligou-o ao mini-amplificador de som. A voz sexy de Britney Spears cantava a música "Slave 4 You". – Vou te presentear uma coisa que você queria uns minutos atrás.

Rebolava, agachava e apalpava os seios deliciosamente. Lentamente, tirava as suas peças de roupa e, inconscientemente, Miroku babava-se todo. Primeiro foi a camisa amarela que comprara na loja americana "Target". Foi subindo-a devagarzinho ao ritmo da música, até tirá-la por completo. Depois de acariciar seus peitos, foi descendo a saia de pregas. Como esta já era muito curta, a exposição total não fez tanta diferença. Sango parecia que tinha um sangue Africano, dançava tão bem de um modo prazeirosamente sensual. Com apenas a roupa íntima vestida, sentou-se devagarzinho no chão e desceu a sua mão direita para a zona púbica. Assim, começou a masturbar-se com dois dedos. Inicialmente, os seus olhos fitavam a sua única audiência. Mas logo que o prazer começou a fazer-se sentir fortemente, não conseguiu deixar seus olhos abertos. Virava a cabeça para cima, com a boca semi-aberta, agonizando de prazer. Gemidos irresistíveis não paravam, assim como a sua mão.

Miroku enlouquecia-se com o show. Queria "ajudá-la". Desejava entrar nela e proporcionar-lhe o melhor prazer que ela poderia alguma vez receber. Apesar disso, queria assistir até o fim. Provavelmente, seria mais gostoso.

Sango parara sem ao menos chegar ao orgasmo. Ela levantou-se e, com os dedos umedecidos, tirou da bolsa uma máquina de filmar. Miroku já entendera qual era a idéia que Sango tivera mais cedo. O seu sorriso confirmou a decisão final para fazerem um filme caseiro muito apimentado. Com a câmera posicionada no lugar certo, Sango continuou o seu show.

Pegou um travesseiro, que indicava ser do seu amado, e usou-o para receber mais prazer. O objeto roçava a sua zona frágil e muito poderosa. Ela soltava infinitos gemidos e expressava uma enorme satisfação no seu rosto. Sango sempre achara que assistir uma mulher a satisfazer-se sexualmente a si própria era extremamente excitante. Isso porque, um certo dia, entrara num site de pornografia e viciara-se na seção "masturbação feminina". Não que ela seja homossexual ou bissexual. Ela a-ma homens. Mas ao ver uma mulher praticar este ato prazeiroso, Sango conseguia imaginar-se no lugar dela, acabando por proporcionar mais prazer ainda.

A jovem atingira ao orgasmo. E, Miroku, que durante esse tempo estava a "bater", ejaculara. Assim, os dois ainda com sede de prazer, não resistiram um ao outro. Miroku fora ao encontro da namorada, abraçando-a e enchendo-a de beijos ternos e intensos. Ele deitara-a na cama lentamente, após ter retirado o seu sutiã verde e preto. Seus lábios deslocaram-se para os mamilos, que estavam relativamente frios, devido ao ar condicionado. Naquele momento, fixando os olhos nos dela, foi baixando a sua micro-calcinha, que só tapava a parte interessante. Com uma violência inofensiva, Miroku penetrou-a e não parava. As idas e voltas sucessivas eram rápidas e satisfaziam imensamente o desejo de Sango. Desta vez, a jovem não gritou, apena gemeu, com boca aberta e os olhos fechados. A carne das coxas dela era macia e gostosa de segurar, pois não tinha uma dimensão muito grande nem muito pequena.

Quando Miroku parou para descansar, Sango resolveu deitá-lo na cama, para assim pode subir em cima "dele" e dar a vez para o namorado sentir a mesma satisfação. Ela pulava e seus peitos seguiam o movimento. Sango adorava cavalgar, porque sentia que tinha o poder não só sobre Miroku, como também todos os homens do planeta.

Passada uma hora dedicada exclusivamente ao sexo, os dois encontravam-se deitados a trocar palavras de amor que eran sempre repetidas depois desta ato lindíssimo. "Eu te amo", "eu também te amo", "você foi o máximo" e "adorei te ver gemendo" são exemplos de tais palavras.