Título: Second Mind

Autor: Tachibana (Rikku)

Contagem de Palavras: 2.827

Estilo: Redação

Gênero: Aventura/Romance

Tipo: Capítulos (Em Desenvolvimento)

Rating: T (palavras de baixo calão, insinuações sexuais, sangue, violência)

Data de Postagem: 05/11/08

Disclaimer: Bomberman, seu nome, logotipo e relacionados pertencem a Hudson Soft, e não são usados de maneira alguma para fins lucrativos.

Sumário: Quando uma empresa é tão poderosa a ponto de interferir na política, problemas estão fadados a acontecer. E quando crianças que não querem ser heróis acabam envolvidas, só lhes resta encontrar uma saída, e tentar sobreviver.

Motivos do Autor: Existem pouquíssimas, talvez nenhuma, fics decentes de Bomberman, com temática séria e que não envolva piadinhas tolas com as gafes do jogo. Em português, não pude encontrar sequer uma pessoa que tenha tido o incentivo para criar uma fic desse tipo, assim, resolvi fazê-lo eu mesmo.


Batalha II

Por possuir um grande número de jogadores, poderia haver uma curta espera para a entrada de alguns no jogo, e eu só notei que fui um desses quando me vi frente a frente com uma bola negra a poucos centímetros de meu rosto. Imediatamente saltei para o lado, materializando uma bomba em minha mão e a jogando para deixá-la atingir quem quer que tenha me atacado. Não funcionou, porém, pois logo percebi mais duas bombas explodindo do outro lado de um pilar, provavelmente usadas para destruir uma parede e me atacar pelas costas. Preparei mais uma bomba e a segurei em minha mão, dando leves saltos para trás, quando ele finalmente surgiu, e sem perder tempo tentou me cercar com uma bomba de cada lado. Pela estratégia -- pegar power-ups, que surgiam de algumas paredes, e tentar cercar o oponente -- eu já tinha uma idéia de quem era, e não planejava enfrentá-lo agora.

No entanto, Kurono Kurumu não estava disposto a me deixar fugir assim tão fácil.

Kurono, assim como eu, tinha alguma experiência em jogo, e através de diversas partidas acabamos desenvolvendo uma espécie de rivalidade -- ele era um estrategista, desde seu primeiro dia mostrando meios inteligentes de derrotar inimigos. Por ter escolhido apenas roupas pretas, e ter uma atitude um tanto agressiva e rude, ficou conhecido na rede pelo pseudônimo de Black Bomber. Eu, tendo como a minha cor favorita o verde, escolhi um traje dessa cor, me tornando o Green Bomber. Na verdade isso não passava de um modo das revistas e diversos portais da internet poderem publicar matérias com imagens e vídeos sobre os jogadores sem divulgar suas identidades, e também dos próprios jogadores serem conhecidos de uma maneira mais interessante do que pelos seus nomes.

Ele tentou não atacar por um tempo, para que eu pensasse que havia, por algum motivo, desistido, mas não caí nessa, e aproveitei para, ao passar por um corredor no qual todas as paredes estavam intactas, colocar uma bomba e deixá-lo trancado. Eu não estava com medo, mas enfrentar Kurono sem nenhum power-up era algo estúpido de se fazer. Fui andando através dos corredores, vendo nas lentes dos meus óculos, que haviam crescido e agora ocupavam o espaço do visor por completo, um mapa da arena com pontos indicando a localização de todos os jogadores, assim como seus nomes -- um upgrade que eu consegui separadamente depois de muito esforço. Procurei rapidamente por Shiro para poder ajudá-lo em sua primeira partida, e vi que ele não estava muito longe, por isso me dirigi para lá, no caminho explodindo algumas paredes para encontrar power-ups e me perguntando se meu amigo estaria se dando bem. Qual foi minha surpresa quando, ao me aproximar de uma das bordas da arena, vejo um novato correndo pelas paredes, aparentemente com patins em nível máximo, enquanto fugia de bombas jogadas pelo pessoal que ficava nas naves após a morte! Ele olhou para mim, e apenas isso foi o suficiente para saber quem era.

"Shiro, segura firme!" gritei, agarrando sua mão e o puxando para onde eu estava com força total, na exata hora em que uma bomba explodiu no corredor onde ele estava.

"Mido, te achei!" ele disse, alegre, enquanto corríamos para longe da borda.

"Você me achou? Parecia mais estar fugindo!" brinquei.

"E tava mesmo! Aquele povo ali não desiste nunca, que coisa."

"Duh, é porque você matou eles!"

"Mesmo? Ih, bem que eu vi que o cara da armadura dourada tava ali..."

"Armadura dourada... o Kinshi?!"

"Não sei, acho que sim, eu nem tive tempo de ler o nome direito."

Expliquei a ele que Kinshi era, na verdade, herdeiro de uma família muito rica e parceira da Hudson nos negócios, de modo que conhecia o jogo desde que era muito pequeno: considerando isso, era um oponente de peso, se me permite o trocadilho, mesmo tendo fama de convencido e desatento. Pelo visto, esses dois defeitos trouxeram sua derrota humilhante. Eu o conhecia dentro e fora do jogo, e até que era um cara legal.

"Puxa... mas quando ele me atacou eu nem sabia invocar bombas." ele riu.

"Então como...?"

"A que eu invoquei sem querer caiu, e boom enquanto ele falava sozinho!"

"Hahahaha, pior que isso é a cara do Kinshi."

"Mas por que eles ficam lá em cima, naquelas naves, Mido?"

"Eles são tipo fantasmas, jogam uma bomba a cada cinco segundos."

"Só isso? Ah, que sem graça!"

"Você não me deixou terminar! E se eles acertam alguém, voltam pro jogo."

"Ah! Então melhor tomar cuidado, né?"

"Uhum. Mas então, você devia ter se visto, estava mesmo incrível!"

"Mesmo? Naquela hora que eu pulei, achei que ia morrer."

"Pouca gente sabe andar nas paredes, porque a maioria ignora patins."

"Que burros!"

"Absolutamente, eles preferem ter várias bombas e poder de fogo."

"O que foi que você tinha dito antes...? Uma bomba bem-posicionada..."

"...é tudo!" completei, rindo. "Mas você não viu nada ainda!"

"Puxa, mal posso esperar então."

"Bem, vamos logo. Agora restam poucos jogadores, só os bons!"

"Eu não vi nenhum no caminho..."

"Eu posso ver onde estão com meus óculos, e acho que Kurono está vindo."

"Quem é Kurono? E como você consegue ver...?"

"Depois eu explico, mas Kurono é um cara que quer me matar."

Shiro pareceu ponderar por alguns segundos, mas não disse nada.

"Se a gente trabalhar junto, pegamos ele, que tal?" eu falei, esperançoso. A verdade é que, e eu disse isso em seguida, sempre quis enfrentar Kurono ao lado dele.

"Poxa, Mido, é sério? Então... tô dentro!" e acho que, depois disso, por baixo do capacete, ele sorriu. Pelo menos, sei que eu sorri, e estava jogando com meu melhor amigo.

Agora no meio da Arena, estávamos seguros pelo menos contra os jogadores fantasmas, os Bad Bombers. Como ainda não tinha ninguém ali, começamos a destruir as paredes restantes em busca de power-ups e também para poder perceber melhor onde o inimigo estava, já que era muito mais fácil enfrentá-los sem obstáculos. Encontrei dois patins e dois fogos, enquanto Shiro encontrou mais duas bombas, e isso veio bem a calhar, visto que, dada a sua velocidade, ele se daria melhor com um grande número de bombas de pequeno alcance, enquanto eu, lento, ficaria com o poder e com a estratégia. Não tardou para que os jogadores restantes se aproximassem, e como eu podia os ver antes, nunca fomos surpreendidos, e os primeiros dois oponentes caíram facilmente. Até que...

"Ei, lembra de mim, pivete novato?"

Nesse momento, uma bomba explodiu ao lado de Shiro, que por sorte -- e em parte pro causa de sua velocidade -- conseguiu escapar, apenas para encontrar mais duas lhe esperando no corredor. Dessas, foi realmente por muito pouco, e foi mais do que prova de que Gold Bomber tinha seu título por um bom motivo. Ele estava de volta.

"Mido, como ele...?" perguntou Shiro, se esquivando através dos pilares enquanto deixava algumas bombas no caminho e se dirigindo até onde eu estava.

"Não sei! Acho que não posso ver quem já foi Bad Bomber... droga!" não havia tempo de conversar, contudo, pois Kinshi continuava atacando. Agora, sem subestimar seus inimigos, ele empregava todas as habilidades para nos eliminar, mas eu também era um bom jogador, e não ia, de jeito algum, deixá-lo vencer essa batalha.

"Shiro, escute, vamos nos separar e dar a volta nele." eu disse, baixinho.

"Sim, senhor!" ele brincou, obedecendo.

Ainda que tivesse um alto número de bombas, que provavelmente pegara do jogador que matou para voltar, Kinshi parecia não ter nem um único power-up de velocidade, de modo que mesmo eu era mais rápido do que ele. Havia, também, o fato de que ele queria vingança contra Shiro, e provavelmente não iria me seguir mesmo eu sendo o mais lento da dupla, e assim, eu teria tempo de cercá-lo. E ainda teve isso:

"Ei, não me pega, não me pega!" meu amigo berrou, e acho que se pudesse teria mostrado a língua (ou então abaixado as calças) para Kinshi. Isso foi o suficiente para enfurecer o bombardeiro dourado, que deu as costas e o seguiu, sequer prestando atenção em mim. Tendo três bombas à minha disposição, coloquei uma em uma certa área, entre cada pilar, na esquerda, na direita, e em baixo. Logo depois, Shiro veio correndo de uma explosão, com Kinshi não muito longe, e cercou as entradas restantes, exceto uma, e ficou no meio. Como um pato, Kinshi deixou uma bomba atrás de si, o que era praticamente a medida de precaução padrão naquele jogo, e entrou no cerco, do qual meu amigo imediatamente saiu, exatamente como planejado.

"Merda...!" disse Kinshi, sem poder fazer nada e esperando as bombas explodirem.

"Ei, veja pelo lado bom..." brinquei. "Pelo menos não foi um acidente!"

Então, da única maneira que poderia acontecer, kaboom, era uma vez Gold Bomber.

"Muito bom, Shiro!" eu disse, feliz.

"Hehe! Agora só falta o tal Kurono, né?"

"Se não houver mais nenhum Bad Bomber, sim. Ele está vindo."

"E por que não veio até agora? O que será que ele estava fazendo antes?"

"Provavelmente caçando power-ups, ou então esperando você morrer."

"Como assim esperando eu morrer?!"

"Ele gosta de duelos, mas não vai ter um... não hoje!" e então, ri.

Como sabia que eu poderia vê-lo, eu imaginei que faria uma entrada triunfal, pois mesmo que pareça que esse não é seu estilo, Kurono gostava que as pessoas o admirassem.

E acertei em cheio, é claro, pois sua entrada não poderia ter sido melhor.

"Ah, é hoje que eu te pego, seu metido!" disse ele, atirando logo de partida duas bombas contra mim, e sendo que eu estava um pouco longe dele, isso me fez perceber algo crucial: ele realmente estava caçando power-ups, pois só é possível lançar bombas através de certa distância usando um que só aparecia uma única vez por partida, a luva. Logo em seguida ele jogou outra bomba, dessa vez em direção a Shiro, para tentar retardá-lo e ter o seu duelo. Isso, é claro, estava longe de funcionar, pois tive tempo de explicar que tipo de estratégias Kurono gostava de usar. Deixei uma bomba onde eu estava, para impedir as de Kurono, e do meu lado, caso ele decidisse contornar, e corri um pouco para longe.

"Fugindo?!" ele gritou. Eu ia dizer alguma coisa, mas Shiro foi mais rápido:

"Vai sonhando!" e deixou uma bomba logo atrás de seu oponente, se afastando em seguida. Kurono, porém, tinha mais cartas na manga, e a chutou rapidamente para longe.

"Dois contra um? Não estou te reconhecendo, Midoru!" provocou ele.

"Não quis dizer dois contra um que tem luva e botas, espertinho?" respondi.

"Isso não vale, é trapaça!" disse Shiro.

"Trapaça? Não sou trapaceiro... apenas gosto de ter uma vantagem injusta!"

É claro, isso não era totalmente verdade, pois ele era um ótimo jogador mesmo sem power-ups, coisa que já demonstrou inúmeras vezes até mesmo contra mim -- e venceu. E para a nossa surpresa, ele não só tinha alguns dos power-ups mais poderosos como também tinha muitas bombas com um alcance enorme. Decidi, então, que a nossa única chance era ir para uma das bordas, e disse isso rapidamente a Shiro.

"Mas lá tem..."

"Acredite, é o melhor jeito de virar esse jogo."

"Tá bom, vai, eu confio em você, e esse cara é mesmo muito apelão!"

Fomos, então, em direção às bordas, deixando quantas bombas fossem possíveis para trás, para tentar retardar Kurono. Para a minha infelicidade, nesse momento o timer chegou a um minuto, o que significava que agora a arena entraria em algo conhecido como Sudden Death. Esse modo consiste, além de causar desespero aos jogadores, em acabar mais rápido a partida, seja fechando o cenário, seja eliminando todos os presentes. Blocos gigantescos começaram a cair em um canto distante de onde estávamos, então ainda tínhamos algum tempo para realizar o que eu planejava. Shiro ficou um pouco assustado.

"Não se preocupe, Shiro. Vai dar certo, eu prometo!"

"Eu sei, mas é que esses blocos caindo... dão medo, não dão?"

"É pra isso que foram feitos, acho. Mas vai ficar tudo bem."

Sudden Death também tira da partida todos os Bad Bombers, à medida que os blocos dominam os cantos, e por isso todos estavam se conglomerando em um único ponto e tentando matar jogadores, voltar e, quem sabe, vencer a partida. Era para esse ponto que nós estávamos indo, e, eu tinha certeza, Kurono também. Logo que chegamos, foram atiradas diversas bombas, e por muito pouco conseguimos escapar de todas elas. Ao olhar para cima, percebi que Kinshi estava dizendo algo, ainda que eu não conseguisse ouvir, pois eles ficavam numa área muito alta, e, de repente, as bombas pararam.

"Por que eles...?" meu amigo começou a perguntar, mas eu o interrompi. "Ssh!"

Esperei pelo melhor, percebendo que estava certo quando, no momento em que Kurono entrou na área, chuvas de bombas caíram sobre ele, e uma delas o atingiu em cheio na cabeça. Quando isso acontece, é enviado um comando para a sinapse nervosa, que então simula uma forte tontura, coisa que eu logo vi quando Kurono caiu no chão, e dois de seus power-ups voaram de seu corpo -- para a nossa sorte, a luva e a bota. Fui rápido:

"Pegue a bota, Shiro, e saia desse corredor!" gritei, correndo para as luvas, e por um triz escapando dos blocos que estavam caindo. Em seguida, quando Kurono estava se levantando, joguei uma de minhas bombas em sua cabeça, o que o fez cair de novo, e dessa vez soltar dois power-ups de fogo, que Shiro pegou, em seguida trancando o oponente com três bombas, uma em cada lado, e correndo para longe. Eu o segui, ouvindo apenas a explosão e o grito inconsciente do Black Bomber. Nós havíamos vencido.

"Isso, isso, conseguimos, Mido!" ele comemorou, pulando de pé em pé.

"Eu não teria conseguido sem você." admiti.

"Ah, nem eu! Mas foi muito legal... e seu plano deu certo mesmo!"

Enquanto isso, os blocos se aproximavam cada vez mais, coisa que Shiro notou.

"E agora?" perguntou ele.

"Agora, somos eu e você."

"Mas eu não quero te enfrentar, Mido..."

"Tanto não quero como não vou." eu disse, calmamente.

"Mas então, o que a gente faz?" parecia um pouco desesperado.

"Esperamos no centro da arena o último bloco cair, e vai dar empate."

Por alguns segundos, enquanto corríamos para o meio do lugar, ninguém falou nada e não fosse pelo som dos blocos caindo, seria o silêncio absoluto. Mas então, ao chegar lá...

"Mido, sabe... isso foi muito divertido." ele disse, de repente.

"Eu também achei. De fato, nunca me diverti tanto jogando."

"E sabe... empate com você é melhor do que vencer."

Eu nunca fui uma pessoa que se emociona muito facilmente. Na verdade, para uma criança, eu era até um pouco inexpressivo e insensível, e preferia os aspectos técnicos de vida ao invés dos emocionais. Mesmo assim, naquele momento, foi impossível evitar, e não pude fazer nada quando meus olhos começaram a lacrimejar e, por reflexo ou então uma vontade incontrolável, eu o abracei. Eu acho que nunca o havia abraçado antes, mas foi um abraço forte, e quente. Os blocos se aproximavam cada vez mais, só que nenhum de nós dois se importava muito. Acho que foi um momento inesquecível.

Ficamos daquele jeito por algum tempo, e, sem se desfazer de meus braços, sem sequer parecer que queria tal coisa, Shiro foi o primeiro de nós a falar.

"É estranho, achei que por causa das armaduras, isso seria frio, mas..."

"...você também consegue sentir o calor dos nosso corpos, Shiro?"

"É, consigo... obrigado por me mostrar o jogo, Mido. Agora finalmente tem algo que a gente pode fazer junto, e que nós dois gostamos mesmo!"

"Pra ser sincero... eu sempre me perguntei por que você ficava comigo."

"Como assim? Somos melhores amigos!"

"É, mas... não temos nada em comum. Bom, não tínhamos até agora."

"Ah, e daí? Eu gosto muito de você, e vai ser assim pra sempre!"

"Mas e se nós um dia brigarmos?" perguntei, inseguro.

"Aí a gente faz as pazes, ué!"

"Promete?"

"Claro! Melhores amigos para sempre, e sempre, e sempre, e sempre!"

Pra mim, o Shiro sempre foi uma pessoa diferente. Mesmo que muitos conseguissem vê-lo apenas como uma criança travessa, ele sempre foi a imagem de tudo que, no fundo, eu gostaria de ser. Honesto, gentil, leal... e também simples. Eu sempre senti a necessidade de arranjar respostas para tudo, mas para a nossa amizade, eu nunca encontrei, e foi então que percebi que nem tudo precisa de uma resposta. É apenas do jeito que é. E assim, com dois amigos abraçados e esperando o último bloco cair, esse teria sido o final perfeito para a sua primeira batalha, mas quando o mesmo chegou a um palmo de nossas cabeças, tudo parou. Primeiro, ouvimos uma salva de palmas, o que me fez ficar vermelho como um pimentão, já que eu tinha me esquecido de que havia pessoas vendo a partida. Depois, não só eu como tudo ali se tornou vermelho, e uma sirene começou a tocar.

"O que tá acontecendo, Mido?" ele perguntou, ensinado que sirenes eram perigo.

"Pelo visto, a nossa batalha não acabou ainda."

E não havia, não assim tão cedo.


NEW CHALLENGER!

Nota do Autor: Então, meus leitores inexistentes, há quanto tempo! É como diz o ditado, quem é vivo sempre aparece, e cá estou. Eu... adorei escrever esse capítulo e muito embora ele não tenha sido betado e esteja sujeito à mudanças, fiquei satisfeito com o resultado até aqui e inclusive me emocionei escrevendo aquela última parte. Então, espero que gostem, e se gostarem, comentem!

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Reviews e comentários são muito bem-vindos, obrigado.

--Rikku (Tachibana)