º°º ... º°º

"Eu nunca fui uma pessoa bonita...".

"Eu sempre tive medo do que as pessoas iriam pensar sobre mim... sobre a minha aparência...".

"Quando se tem 16 anos, as 'coisas' ao seu redor parecem ficar estranhas... confusas... distorcidas".

"Acho que estou perdido".

º°ºBeauty Fake º°º

O prédio no qual Duo e Quatre moravam era simples. Era composto apenas por sete andares e tinha um elevador ao molde dos que eram usados nos prédios franceses: ai invés da porta era uma grade flexível que o fechava, mas o mesmo estava inativo porque não havia moradores nos dois últimos andares e os que moravam no edifício preferiam usar a escada para se subirem e descerem. Cada andar era composto por quatro apartamentos com três pequenas suítes, uma sala-cozinha e alguns tinham vista para a rua de frente do prédio.

Duo morava lá desde que os seus pais sofreram um acidente aéreo, e tanto ele quanto o irmão mais velho, foram concebidos para ficar sobre a guardar dos tios, Sr. Maxwell – que era irmão do pai dos garotos – e Sra. Helen. Eles eram ex-padre e ex-freira, respectivamente, e a história de amor deles é como um conto de fadas. Já Quatre, foi morar naquele prédio quando completou quatro anos junto com a irmã Iria e a mãe falecida, Katrina. O número do apartamento dos Winner era 34. E dos Maxwell era 52.

º°º ... º°º

Terça-feira, 18 de setembro de 2007.

02:48 h

Iria havia se formado em medicina pela universidade local de Queens, um dos distritos da cidade de Nova Iorque. Quando o irmão teve o incidente, ela decidiu que faria algo para ajudá-lo e disse que se tornaria médica para poder ajudá-lo. Ela trabalha cerca de 80 horas semanais nos plantões de residência, e em geral, o horário deles começa em torno das 10h da manhã, e, raramente se estendem até a madrugada. Já aconteceram casos de Iria ter que passar três dias dando plantão no hospital, isso acontece, principalmente, nos feriados mais prolongados como Ação de graças, Natal e Ano-novo.

O desejo dela é torna-se cardiologista com especialização em angioplastia, uma especialidade que cuida de pacientes com problemas nas válvulas, ao semelhante ao que o irmão menor tem. Nessa semana da volta às aulas dos garotos, ela está substituindo um amigo que necessitou tirar uma licença por motivos pessoais, e a jovem tem que fazer plantão no hospital das 14h às 01h. Um horário cruel, que mal a permite conviver ao lado do irmão menor, já que muitas vezes ela chega e encontra o irmão adormecido.

Iria: Quatre... – Iria se ajoelhou na frente do irmão mexendo nos fios ralos da franja.

Quatre: ... – ele abriu lentamente os olhos, incomodado com a claridade do ambiente.

Iria: Você acabou dormindo aqui no sofá, não foi? – ela sorria para o irmão menor enquanto acariciava as bochechas rosadas.

Quatre: Estava esperando você... – o garoto loiro com bastante sonolência foi se sentando no sofá para olhar para a irmã e sorrir timidamente.

Iria: Eu imaginava... – ela ainda continuava sorrindo e fico de pé - Mas você deve dormir na sua cama – ela estendeu a mão para ele - Venha. Eu ajudo você...

Quatre: Tá bom.

Quatre segurou na mão de Iria e foi sendo guiado pelo corredor até o seu quarto. Ele andava com certa dificuldade, usando o corpo da dela como apoio. Ela colocou o garoto loiro na cama e depois o cobriu com o cobertor. Já estava fazendo frio nessa época do ano, era melhor evitar que por alguma mudança brusca de clima, ele ficasse gripado. Ela desejou "boa noite" para ele e saiu, voltando para a sala. Lá, sentou à pequena mesa de quatro lugares, e não agüentando mais, soltou algumas lágrimas de tristeza ao ver o caminho que o irmão estava traçando.

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Terça-feira, 18 de setembro de 2007.

10: 05h

"Aulas de história".

"Não são tão ruins como muita gente pensa. São interessantes, acho que é mais por causa do nosso professor, o também coordenador, Sr. Treize Kusherenada".

"Ele consegue deixar assuntos como Revolução Americana e a Revolta do chá algo interessantes".

O professor Treize Kusherenada não era americano, mas tinha guardada em seu coração a bandeira do país porque usava como justificativa o fato de ter conhecido a esposa nos EUA e seu filhinha de quatro anos ter nascido lá. Ele havia se graduado em História na Universidade de Boston e em seguida, fez mestrado na mesma instituição defendendo uma tese sobre "A estética atual dos direitos dos negros norte-americanos segundo a óptica deixada pelo Kun Klux Klan(1)", que fazia uma critica atual sobre a segregação racial nos EUA. O professor era um militante ativo dos direitos humanos e da paz.

Ele chegou à sala de aula disposto sempre fazia com aquela turma que conhecia já há dois anos. Sempre sorridente e com a voz aveludada e melodiosa cumprimentou os alunos.

Treize: Bom dia classe. Um ano novo, matérias novas, novos conhecimentos... e responsabilidades também...

Duo: Começou outra chatice...

Treize: Disse algo, Sr. Maxwell?

Duo: Nada. Sr. Kusherenada...

Duo não gostava das aulas de história. Ele tinha antipatia pelo professor. Já Quatre adorava e achava que o amigo tinha antipatia não só por Treize, mas por todos os professores já que nunca ouviu da boca dele um elogio para algum deles. O garoto loiro dizia que se não conseguisse passar no teste de audição para música do Instituto de Artes de Nova Iorque, iria estudar História e se tornar um professor como Sr. Kusherenada quem admirava pela simpatia e inteligência.

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12: 47h

"Duo é muitas vezes passional".

"Acho que 90 das atitudes dele são passionais".

"Mas foi graças a essa atitude dele que eu continuo vivendo um dia após o outro".

As aulas da manhã já haviam sido encerradas e o almoço também. Os dois amigos encontravam-se andando pelo corredor dos armários para guardar alguns pertences e pegar outros que seriam utilizados na aula de economia doméstica. Nessa disciplina, os alunos aprendiam a cozinhar, a fazer pequenas atividades de limpeza do lar e pessoais, como executar pequenos concertos em roupas. Por coincidência, todos os anos, os armários dos amigos acabavam ficando um do lado do outro, já que a ocupação de uma cabine era rotativa, e sempre uma conversa ou outra era trocada ali.

Quatre: Você devia controlar a sua língua!

Esse comentário dó fez com Duo mostrasse a língua para amigo como careta pela repreensão.

Duo: Tá bom Sr. Certinho! Mas é que ele é quase um terrorista!!!

Quatre: Duo!!! – aborrecido com o amigo por ter criticado o professor Kusherenada.

Duo: Qualé, Quatre?! Se esqueceu daqueles testes surpresa que ele fazia!?... Damnit! 20 perguntas que valiam um mísero ponto!!!

Quatre: A culpa é sua! Que não estuda diariamente a matéria da escola.

Quatre abriu o seu armário, guardando o livro de contos históricos que havia ganhado do professor pelo mérito de no último ano ter sido o único aluno a tirar "A" em todas notas de sua disciplina. Já Duo estava encostado contra o seu armário e de braços cruzados vendo a movimentação de algumas pessoas pelo corredor.

Duo: Se eu tivesse tempo, até que eu faria... Mas sabe, eu sou o capitão do time, faço parte da Olímpiada de matemática... Isso é sacal!

"Estou triste e chateado de novo".

"Por causa do que Duo disse, bati a porta do m eu armário com mais força do que o habitual".

"Droga!".

"Eu sei que não sou um atleta como ele, mas me esforço até onde eu posso, se não fico cansado e...".

"Não quero me lembrar disso...".

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Quarta-feira, 23 de novembro de 1995.

16: 56h

Fazia três meses que Quatre havia chegado àquele edifício e já no primeiro dia conhecera Duo e logo ficaram amigos. No dia do feriado de Ação de Graças(2) daquele ano, fazia o frio típico da cidade. As crianças brincavam alegres no meio da rua esbranquiçada por causa dos flocos de neve que decoravam a paisagem.

Os dois amigos junto com outros garotos da vizinhança, eles riam e corriam de um lado para outro se divertindo em jogo improvisado de futebol. Apesar do frio, estavam bem agasalhados com seus casacos de lã colorida, gorinhos e cachecóis. A partida improvisada acontecia com uma descontração típica de garotos que tinham entre quatro e seis anos de idade.

A bola era chutada de um lado para outro, porém um chute mais forte na direção de Quatre o obrigou a sair correndo atrás da bola que havia caído longe dos amigos, do lado do cercado. Ele foi sozinho até ela, correndo com suas perninhas curtas para conseguir chegar logo e não atrasar a brincadeira. No local, que estava vazio, apenas encontrou a bola em um canto próximo ao muro. Entretanto, quando segurou o objeto e deu alguns passos, sentiu uma forte dor no peito obrigando-o a largar o brinquedo e cair desmaiado ao solo.

Duo achando que Quatre provavelmente iria se perder no caminho de volta por ainda não conhecer direito o local, se ofereceu para ir atrás do amigo quando percebeu a sua demora. Só que para a sua surpresa, ele achou o amigo caído no chão, com a testa sangrando e o corpo estava ficando roxo. Desesperadamente ele começou a sacudir o garoto loiro e não vendo nenhuma reação dele, saiu correndo atrás do irmão mais velho para ajudá-lo.

Duo correu o mais rápido que podia até a frente do prédio e por sorte, encontrou o rapaz mais velho do que ele oito anos saindo do local. Ele chorava de desespero pedindo ao irmão, Solo, para ajudá-lo. Duo disse onde Quatre estava, e Solo pediu ao irmão pequeno que fosse rapidamente ao apartamento dos Winner avisá-los sobre Quatre e chamar uma ambulância.

Quando Solo chegou, não pensou muito, colocou Quatre em suas costas e saiu correndo com ele até o edifício onde moravam. Na frente do prédio encontrou a mãe chorando desesperada pelo filho e com a ajuda do Sr. Maxwell, a mãe conseguiu levar seu pequeno tesouro ao hospital e ela fazia uma prece: "Allah, por favor, não deixe que o meu pequenino morra...".

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17: 29h

"Duo é um excelente jogador".

"Ele não é alto para os padrões do basquete. Ele tem 1,73 mt. Se você reparar que existem garotos no time da nossa escola que muito mais de 1,80 mt, Duo se torna um baixinho entre eles".

"Acho que isso até ajuda, porque ele é o capitão do time. Ele é rápido e bom no que faz".

Após o término das aulas desta terça-feira, era chegado o momento do treino de basquete que Duo sempre tinha todos os dias da semana por pelo menos uma hora. Quatre que sempre se acostumou a ser acompanhado por Duo, na ida ou na volta da escola, preferia ficar para acompanhar os treinos que o amigo fazia. Hoje era dia de treino tático, onde os jogadores divididos em times (principal e reserva) faziam um ensaio de como seria uma partida de verdade. Duo fazia parte do time principal. O garoto loiro estava concentrado na movimentação dos jogadores, quando notou a presença de mais alguém. Era Heero, estudante universitário e atual namorado do amigo de trança.

Heero era descente de japoneses. Seus pais eram filhos de japoneses e por alguma anomalia genética, ele nasceu com olhos azuis, o que era algo exótico para aquela raça. O japonês estudava o 4º ano do curso de Engenharia Mecatrônica da Universidade de St. John (3) e fazia parte do time de beisebol universitário. Atualmente está com 23 anos.

Heero: Oi Quatre. Tudo bem? – o rapaz sentou-se em uma cadeira de cor azul ao lado do garoto loiro. E Quatre antes de responder ao cumprimento, esboçou um sorriso.

Quatre: Oi. Vou bem e com você?

Heero: Indo... – Heero olhava de forma serena para o namorado que se movimentava de forma rápida, porém elegante, como se fosse um dançarino em uma pista de dança - Gosto de vê-lo jogar.

Quatre: É. Eu também, principalmente porque não entendo como ele consegue fazer isso com aquela trança gigante.

Heero: Esse é o charme dele... Muito superior a cor de seus olhos.

"A cor dos olhos de Duo eram raras. Violetas da cor de ametista.

"Era um dos orgulhos de Duo. Por isso, quando o oftalmologista lhe receitou o uso de óculos, ele tratou de usar lente de contato. Ele dizia que seria mais pratico para jogar basquete"

"..."

"Eu também uso óculos, mas só para ler e acompanhar as aulas. É pouco coisa, menos de um grau, só que o meu astigmatismo é alto e isso atrapalha".

Enquanto Quatre e Heero conversavam sobre situações do cotidiano e cálculos matemáticos que o loiro às vezes se enrolava, Duo fez uma cesta. A dupla que estava conversando na quadra nem percebeu o que tinha acontecido, apenas notaram quando ouviram o grito de Duo: "De três pontos!!!" e ele fez um gesto indicando que era para Heero. E o japonês com olhos de cor exótica sorriu.

Duo havia contado a Quatre como eles tinha se conhecido e o loiro achava que ninguém acreditaria nele se passasse aquela estória adiante porque era algo cômico e não convencional.

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20: 38h

"Acho que hoje vou jantar sozinho em casa outra vez".

"Iria disse que provavelmente irá dar outro plantão no hospital e que eu não poderia contar com a presença dela".

"Eu me sinto triste e sozinho".

"Mal consigo ver a minha irmã, exceto pela manhã quando ela, mesmo como muito sono levanta-se para aplicar a dose diária de insulina que eu preciso. Ela ainda faz isso sempre sorrindo".

Iria: Boa noite Quatre!

Quatre: Iria?! – o loiro estava confuso, não imaginava que a irmã apareceria tão cedo em casa.

Iria: O que é isso? E eu não mereço um abraço do meu único e querido irmãozinho? – Iria sorria de forma para o irmão.

Quatre: Claro!

E um abraço terno foi compartilhado entre os irmãos.

A diferença de idade entre Iria e Quatre era de 10 anos. Ambos eram filhos do mesmo pai e da mesma mãe. A mãe deles ficou grávida da jovem em um intercâmbio entre a França e o Egito. E como em algum conto das "Mil e uma noites", ela engravidou, teve a filha e pouco tempo depois foi para os EUA, convidada para lecionar na Universidade de Nova Iorque. Cinco anos dela se instalado no país, em uma conferencia internacional para qual ela foi convidada para ser interprete e tradutora, Katrina reencontrou Johan Karim Houssam. Agora ele estava representação o pai nos negócios da família. E mais uma vez, o conto se repetiu.

Entretanto ao contrario do final da história anterior, esta teve um final diferente. Johan reconheceu Iria, além de ter conhecimento do nascimento do filho Quatre. Atualmente ele assumiu os negócios do pai, é empresário do setor têxtil produzindo algodão e exportando lençóis egípcios para todo mundo. E mesmo com a grande distância, trata de pelo menos duas vezes ao ano ver os filhos.

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Quarta-feira, 19 de setembro de 2007.

09: 43h

Quatre já se encontrava no hospital pronto para fazer a sua bateria de exames anuías. O médico dele preferia o inicio das aulas porque além do local está mais vago, era melhor para o paciente loiro porque não interferiria no rendimento das aulas.

O garoto loiro ficava em um quarto especial. Como já era paciente há mais de 10 anos, todos já o conheciam e tratavam muito bem. Em seu quarto, ele esperava pacientemente pelo medico que o guiaria para sua rotina. Quando estava distraído olhando para a decoração simples, de cor branca com detalhes em tons azulados, a porta foi aberta revelando a figura de uma jovem de cabelos ruivos e cacheados que não aparentava ter mais de 30 anos. Ela usava um jaleco branco e na placa localizada do lado esquerdo da roupa estava escrito "Dra. Sally Po".

Sally: Bom dia Quatre! – ela sorria demonstrando para o paciente sua simpatia

Quatre: Bom dia. Quem é a senhora?

Sally: Eu não sou tão velha assim, acho que sou dois ou três anos mais velha do que a sua irmã – a doutora se divertiu expressando-se uma gargalhada alegre e vivaz.

Quatre: ...

Sally: Meu nome é Dra. Sally Po, mas pode me chamar apenas de Sally.

Quatre: O que aconteceu com o Dr. Harith?

Sally: O Dr. "H" foi fazer um pós-doutorado na Alemanha e me pediu para assumir os seus exames e acompanhá-lo sorriso

Quatre!!! – Quatre estava surpreso, seu médico sempre lhe dizia quando ocorria algum imprevisto.

Sally: Vamos começar com os exames de sangue? – ela pegou uma cadeira de rodas e estendeu a mão para ajudar o garoto a se levantar da cama.

Quatre: Claro.

"O Dr. Harith ou Dr. H[4 como ele prefere ser chamado, foi o meu primeiro médico".

"Foi ele quem fez a minha cirurgia e quem sempre acompanhou as minhas revisões anuais".

Quando Quatre foi levado às pressas para o hospital, ninguém estava disponível para atendê-lo devido ao feriado. O Dr. Harith vendo a agonia da mãe de Quatre, segurando o garoto desmaiado se prontificou em atendê-lo. Apesar de naquela época ele anda ser um médico recém contratado, ele rapidamente mobilizou uma equipe para efetuar a cirurgia ao diagnosticar que a criança havia sofrido um ataque do coração. A cirurgia durou cerca de seis horas, e Quatre teve que ficar internado no hospital por quase um mês. Por recomendação médica, o garoto teria que voltar todos os anos ao hospital até completar seus 21 anos.

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16: 46h

Na sala da coordenação que é vizinha a da diretoria, o professor Treize encontrava-se preparando a aula que seria ensinada na sexta-feira, afinal, será um assunto novo ainda não visto pelos alunos. Ouvindo o som de três batinhas suaves na porta, a secretária dele anunciou a presença do novo aluno que era aguardada desde o início das aulas. A jovem anunciou o garoto e pediu para o que o mesmo entrasse.

Treize: Boa tarde! Sente-se – o novo aluno obedeceu e esboçou um sorriso - Então... você que é o jovem Trowa Barton... Muito prazer em conhecê-lo, eu sou o coordenador e professor da Escola Academia Angelus Gabriel, meu nome é Treize Kusherenada, mas apenas me chame por Treize.

Trowa: É um prazer também conhecê-lo Sr. Treize. Eu espero que este ano seja bom.

Treize: Eu tenho a certeza de que será ótimo...

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"Queria ter ido à escola".

"Não agüento mais essa minha rotina no hospital, mas eu sei que sem ela minha vida seria muito pior.Ainda bem que esse dia já está acabando. E amanhã será mais curta a minha estadia aqui".

"Quero que a sexta-feira chegue logo e espero que esse ano os resultados sejam diferentes...".

Continua...

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mini dicionário:

(1) Grupo radical originado na década de 60 nos EUA que pregava a segregação racial entre brancos e negros, e a estes, usavam de força física e violência como represária. ainda nos tempos atuais existem simpatizantes do movimento.

(2) O feriado de ação de graças é sempre realizado na quarta quinta-feira do mês de novembro.

(3) A universidade que o Heero estuda é real e existem uma na cidade de Queens, um dos cinco distritos que formam a cidade de Nova Iorque.


Olá, como vão? Finalmente mais um capítulo desta história meiguinha. Ai, tá dando pena do Qua-chan... Ele se atormenta muito, mas tudo tem uma explicação à altura. O Tro-kun chegou! Vocês ficaram com interesse de saber como os tios de Duo se conheceram? Se sim, mandem o pedido pela review que eu conto XD... E para frente eu conto como foi que Heero e Duo se conheceram (..."divertido e não convencional). Muitos bjuxx e obrigada para quem leu e abraços para quem deixou review.