Fanfic: Muito Bem Acompanhado.

Gênero: Comédia/ Romance

Shipper: Roy/Riza

Disclaimer: Hagane no Renkinjutsushi não me pertence (séééério???? O.o), ate porque, se me pertencesse, o Ed olharia a Winry e eles se casariam, o Al se apaixonaria pela Rose de primeira vista, O Hughes estaria vivo, a Nina não seria uma Quimera, a Trisha estaria viva da silva, os Rockbell também e o senhor Mustang e a senhorita Hawkeye iriam viver pelos cantos do QG se amassando.

Sinopse: Roy é convidado para o casamento de sua irmã, mas, será que o Coronel terá coragem suficiente para voltar à sua cidade natal?

Capítulo 3 – A viagem para Tulley City.

- Eu odeio torradas! – exclamou uma Riza extremamente mal-humorada – Tão pequenas e fazem tanta sujeira!

Riza Hawkeye estava quase pronta para sair. Estava usando sua farda militar, embora não estivesse em missão, preferia não ter de aparecer na frente do coronel usando as roupas que usa para passear. Ela saiu da casa deixando a copia da chave na caixa do correio, como havia prometido a Fuery, que se prontificara para cuidar de Black Hayate enquanto ela estivesse fora.

Enquanto isso, Roy Mustang estava sentado sobre um banco da estação. Olhou o relógio pela centésima vez e suspirou desanimado – Faltam quinze minutos.

A estação não estava cheia, mas tornava-se difícil ver algo, se não o estivesse procurando atentamente.

Foi quando distraidamente ele virara a cabeça para dar uma boa olhada em uma moça que passara de mini saia que ele pode ver, de relance, a tenente Hawkeye, carregando sua mala, com seu andar apressado. Então ele sorriu; ela estava realmente muito bonita.

- Bom dia, Tenente Hawkeye – ele apressou-se em saudar-la, tomando a bagagem de suas mãos.

- Bom dia, senhor – nenhum dos dois fez reverencia ou qualquer outra formalidade exigida pelo exército. Eram amigos há muito tempo para que fosse necessário todo aquele protocolo.

- Nosso trem parte em dez minutos – disse o coronel, consultando o relógio – Vamos? – ele estendeu uma das mãos para a tenente e sorriu sedutoramente.

Riza arqueou uma das sobrancelhas – Vamos – respondeu ela, antes de sorriu e passar direto pela mão estendida do coronel. Este não pode deixar de rir. Riza realmente era uma mulher difícil.

Já estavam viajando há mais de uma hora. A cidade de Tulley, onde morava a família de Roy, ficava a mais ou menos duas horas e meia de viajem.

O tenente-coronel estava deitado sobre a cama, olhando fixamente para o teto. E Riza, abraçada com suas próprias pernas, deixava seu olhar recair sobre a paisagem que passava ligeiramente pela janela do trem.

- Sabe, a minha família vai ficar feliz em te conhecer – ele suspirou e deu um sorriso – Especialmente minhas irmãs.

- E posso saber por que? – ela perguntou, sem olha-lo

- Porque você é uma pessoa...digamos...- ele pensou um pouco, vasculhando a mente atras de um adjetivo que se encaixasse à tenente, que não fosse gostosa, é claro – Digamos que você é uma boa pessoa.

- Uma boa pessoa? – ela repetiu, levantando uma das sobrancelhas. Todo esse tempo e ele so conseguia pensar em "boa pessoa"?

- Não reclame – exclamou o alquimista – Se eu dissesse outra coisa, provavelmente estaria com uma pistola apontada para minha cabeça nesse exato momento. Não é?

- Talvez – ela não conseguiu segurar o sorriso.

Faltavam meia hora para chegarem à estação da Cidade de Tulley. Riza, agora observava distraidamente o nada. Roy contentou-se em dormir, já que não havia mais nada de proveitoso a se fazer.

Quando o trem finalmente chegou a estação, ate mesmo Riza já estava sonolenta. Ela aproximou-se do coronel para acorda-lo, e aproveitou para dar uma boa olhada nele. Mas não foi uma boa idéia, visto que começou a ter certos pensamentos não muito puros em relação à Roy.

- Mustang – ela o balançou levemente, mas ele continuou dormindo – Mustang. Roy Mustang! – ela o chamou um pouco mais alto, ele continuou adormecido – Roy...eu vou atirar se não acordar agora!

- Já estou acordado, Hawkeye – ele disse, pondo-se de pé em um pulo – Já estou acordado!

- Melhor assim!

- Vamos procurar algum lugar para comer – disse-lhe o coronel, assim que saíram do trem com suas bagagens – Depois nos vamos para a casa dos meus pais.

Não demoraram para encontrar um restaurante que fosse decente. Comeram e conversaram bastante.

Já eram quase duas da tarde quando eles finalmente levantaram da mesa, pagaram a conta, que Mustang insistiu em pagar, e pegaram o rumo da casa dos pais de Roy.

- A minha família é um pouco grande, mas você se acostuma com eles – ele disse – Você vai adorar conhece-los – o coronel estava incrivelmente entusiasmado e Riza não pode deixar de alegrar-se com isso.

- Para que não estava querendo voltar, você ate que esta bem entusiasmado, Mustang – ela sorriu, sarcástica. Roy olhou para ela com um sorrisinho sem graça.

- É que, com você aqui, eu sei que vai dar tudo certo – eles ficaram em silencio e, por uns momentos, tudo que se ouvia era o som das pesadas botas batendo no chão.

- Me conte mais sobre a sua família – pediu ela. Na verdade era apenas um pretexto para acabar com aquele silencio constrangedor e aquela vontade súbita de encara-lo, vontade essa que não vinha acompanhada da coragem para faze-lo.

- O que quer saber sobre eles?

- Eu não sei – mais um pouco de silencio – Me conte sobre qualquer coisa.

- Eles tem a péssima mania de tentar me casar!

A tenente não pode deixar de rir – Isso deve ser engraçado! – ela exclamou.

- Nem tanto assim – ele despenteou o cabelo com uma das mãos e sorriu – As vezes isso realmente incomoda – era muito fácil conversar com ela. Estavam juntos há tanto tempo, juntos como amigos, juntos como parceiros, juntos como...irmãos? Não. Podiam se considerar qualquer coisa, menos irmãos. Ele não a via como uma mulher com a qual sairia em uma noite qualquer; mas também não a via como um homem – Lá esta! – ele exclamou, apontando uma grande casa, ainda um pouco afastada de onde estavam.

Levaram apenas alguns minutos para chegar ate a casa dos pais de Roy. Era muito maior do que parecia, agora que estavam à porta.

Roy bateu três vezes e, quando a porta se abriu, deram de cara com uma mulher muito parecida com o coronel. Ela tinha olhos um pouco maiores do que ele, o cabelo liso e negro batia-lhe na cintura. Assim que ela deu de cara com Mustang, atirou-se nos braços dele, o cumprimentando calorosamente.

Calorosamente ate demais, ao ponto de vista de Riza.

- Roy! Que bom que você veio! – ela dizia – Eu estava morrendo de saudades suas, seu ingrato...

- Eu disse que ia aparecer por aqui, Laura.

Então, aquela era a tal Laura. A irmã que ia se casar. Riza soltou um suspiro aliviado, não era uma possível namorada, mas sim a irmã mais nova do coronel. E isso realmente a deixava muito mais tranqüila.

- E, você trouxe a sua namorada! – agora, Laura abraçava uma Riza completamente vermelha e desconcertada – Você é linda! Meu irmão tem muito bom gosto.

- Não somos namorados! – a tenente disse. O rosto queimava de vergonha.

- Como assim?

- Ela não é minha namorada, Laura – explicou o coronel – Ela é a Tenente Riza Hawkeye.

- Tenente? – Laura Mustang dera uma boa analisada em Riza. Ela era bonita, cabelo loiro, olhos bonitos. Ela se perguntara se Roy já havia notado a beleza dela alguma vez – Me desculpe, Tenente Hawkeye. Eu me confundi.

- Acontece – foi tudo que Riza conseguiu dizer.

- Certo, mas vamos entrando – Laura passou pelo irmão, entrelaçou o braço com o da tenente e sorriu – A família precisa conhecer você!


N/A: Sim, aqui esta o capítulo 3 da fic. Gente, reviews. Eu to aqui, cheia de febre, mas resolvi postar só porque quase ninguem atualiza as fics na terça feira, nem na segunda. Eu ate ia postar ontem, mas so terminei de escrever esse capítulo as duas e meia da madrugada, e ai eu ja estava morrendo de sono. To acabada!

Entao deixem bastante reviews que eu vou adorar ler e responder. Bom, deixa eu ir antes que minha mae me pegue no PC. clandestina

Um beijao e muito obrigada a todos que leem e deixam reviews...e aos que nao deixam reviews, minha suplicas e um beijao!

Lika Nightmare, com febre! xP