Fanfic: Muito Bem Acompanhado.
Gênero: Comédia/ Romance
Shipper: Roy/Riza
Disclaimer: Hagane no Renkinjutsushi não me pertence (séééério???? O.o), ate porque, se me pertencesse, o Ed olharia a Winry e eles se casariam, o Al se apaixonaria pela Rose de primeira vista, O Hughes estaria vivo, a Nina não seria uma Quimera, a Trisha estaria viva da silva, os Rockbell também e o senhor Mustang e a senhorita Hawkeye iriam viver pelos cantos do QG se amassando.
Sinopse: Roy é convidado para o casamento de sua irmã, mas, será que o Coronel terá coragem suficiente para voltar à sua cidade natal?
Capítulo 4 – Conhecendo a Família Mustang- Eles vão adorar você! – repetiu Laura Mustang. A tenente Hawkeye não estava tão certa de que era adorável. Pelo menos não tão adorável assim. E o safado só sabe rir. Ela pensou, lançando um olhar um pouco ameaçador ao coronel.
Eles atravessaram a casa, indo parar no quintal de trás, onde toda a família se encontrava reunida – Olha só quem resolveu aparecer! – gritou a irmã de Roy – O ultimo dos solteiros.
- Roy! – uma senhora, de seus tantos anos, levantou-se sorrindo e caminhou com os braços abertos ao encontro dele – Que saudades!
Ele a abraçou sorrindo – Senti saudades também – ele revelou, quase com um sussurro – Esta é a...
Ele não pode terminar a frase porque a tal mulher, que no caso era sua mãe, abraçou a tenente com força e plantou um beijo em uma das bochechas, fazendo com que Roy se admirasse. Ele nunca imaginara que alguém fosse capaz de beijar as bochechas da tenente sem ser ameaçado com uma arma na cabeça – Não acredito que o meu filho finalmente arranjou uma namorada seria!
Eles ainda tentaram negar, mas a Sra Mustang estava extasiada – Vejam! O Roy trouxe a namorada.
- Eu não... – a voz de Riza não conseguia sair. Ela olhou para o coronel, esperando que ele desmentisse, mas este estava tão sem reação quanto ela própria.
Em um minuto, vários tios, sobrinhos, primos, irmãs e tudo mais; todos eles se amontoaram sobre Riza, distribuindo elogios e comentando em bom som como Roy tinha bom gosto.
- Você é militar! – exclamou algumas das irmãs dele, a qual ela não conseguiu identificar – Aposto que vocês se agarram mais do que realmente pensam na segurança do país!
Ao ouvir isso, Roy fechou os olhos, preparado para ouvir o disparo que viria a seguir. Mas ele não veio e então, quando ele olhou a tenente, ela estava completamente vermelha, travada de um modo que ele nunca imaginou que ela ficaria.
- Ela não está grávida, esta? – os olhos de Riza se esbugalharam – Você esta grávida? – repetiu a mãe do coronel.
- Na...não
Laura,a única que sabia da real situação de Riza e Roy, estava parada recostada sobre a parede, admirando aquele incrível espetáculo de bolas-fora. Mas quando a mãe resolveu perguntar se a tenente estava grávida, ela resolveu interferir – Pessoal...ela não está grávida! E eles nem mesmo são namorados!
A atenção de todos os Mustangs se voltou para Laura – Como assim não namoram? – perguntou a Sra Mustang ao coronel.
- A Primeiro-Tenente Hawkeye não é minha namorada.
- Então o que você é dele? – perguntou alguma das irmãs mais velhas de Roy.
- Eu trabalho para ele.
O silencio que se seguiu foi sepulcral. Riza podia ver as rostos de todos eles mudarem de cor. Alguns ficaram pálidos, outros adotaram uma cor intensa de vermelho e outros adotaram um arroxeado um pouco macabro.
- Acho que...nos precipitamos demais – disse a Sra Mustang
- Acha mesmo? – perguntou Laura, com a voz banhada em sarcasmo.
- Ele aparece aqui, acompanhado de uma mulher muito bonita e não quer que pensemos que arranjou uma namorada? – exclamou uma das irmãs mais velhas. Ela se aproximou de Riza e sorriu – Eu sou a Clarisse. Desculpe-nos pela nossa...exaltação, mas nos queremos casar o Roy antes que as mulheres se enjoem dele.
A tenente sorriu. Seria impossível que as mulheres se enjoassem dele, apesar de ter todos aqueles defeitos irritantes que ele tinha.
- Eu sou a Riana – disse uma outra moça, cujo o cabelo era curto e batia-lhe um pouco abaixo do pescoço, seus olhos tinham um tom bonito de verde-esmeralda e eram puxados. O contrario da outra irmã, Clarisse, que tinha o cabelo preso em um rabo de cavalo e olhos pretos como os do coronel.
Uma terceira moça também veio se apresentar – E eu sou a Anya – disse ela. Era idêntica à Clarisse, mas aparentava ser mais séria, com o cabelo preso em um coque bem firme . Ela também tinha olhos pretos e puxados como os de Roy – E você, Tenente, como se chama?
- Me chamo Riza. Riza Hawkeye.
- Ela não é linda? – disse Laura à mãe, enlaçando seu braço ao braço da tenente.
- Você realmente é muito bonita, querida – a Sra Mustang era muito bonita também, mesmo com a idade que tinha, era realmente muito bela. O cabelo era preto e preso em um coque, os olhos eram verdes e puxados também; provavelmente era uma versão mais velha de Clarisse e Anya – É bom saber que meu filho tem por companhia uma mulher tão bonita quanto você.
- Obrigada, Sra Mustang.
- Não me chame assim! – ela exclamou falsamente horrorisada – Me chame de Helena, por favor.
Clarisse, Anya, Laura, Riana e Helena fizeram uma roda em volta de Riza, que procurava o coronel com os olhos enquanto bebia alguma coisa. Este por sua vez, encontrava-se sentado ao lado de um senhor, que Riza identificou como sendo o Sr Mustang.
Os olhos do coronel se cruzaram com os dela e ele lhe sorriu. E, desviando o olhar, ela se permitiu sorrir, por que não sorriria? Ele era irresistível, não é mesmo? Ou pelo menos era o que todas diziam sobre ele.
- O que você faz no exercito, Riza? – perguntou Laura – Quero dizer, eu sei que você é tenente e que trabalha para o meu irmão, mas, o que você faz para ele,já que ele é um alquimista?
A tenente Hawkeye soltou um suspiro e respondeu – O Coronel Mustang é o alquimista das chamas. Ele pode precisar de ajuda... – ela fez uma pausa e depois completou – em dias chuvosos.
- Ou seja, é inútil na chuva – exclamou Laura. Elas riram-se disso. Então Laura puxou a tenente pelo braço dizendo – Vem. Eu te mostro aonde você vai dormir.
Uma vez no andar de cima, Laura mostrara à tenente aonde esta iria passar as noites, enquanto ficasse hospedada na casa dos Mustangs.
- Bom esse é o seu quarto, portanto sinta-se a vontade – disse-lhe Laura – Eu preciso arrumar algumas coisas na cozinha. Se quiser, arrume seus pertences e depois junte-se à nós lá em baixo.
- Obrigada.
A morena sorriu, sussurrou um "de nada" e saiu, fechando a porta suavemente.
Riza colocou sua mala sobre a cama, não havia muito o que arrumar, mas ficaria ali pelo menos por duas semana, visto que o casamento se realizaria dentro de quinze dias. Ela colocou as roupas na gaveta da cômoda, as armas ficaram embaixo destas e, visto que na casa havia a presença de crianças e ela não queria causar nenhum acidente, a munição foi previamente retirada e guardada, assim como as armas estavam travadas.
Finalmente, colocou a mala, agora vazia, ao lado da cômoda. Retirou o casaco do uniforme militar e o jogou sobre a cama. Soltou o coque que havia feito pela manha e ajeitou as madeixas com a mão. Dera sorte de ter nascido com um cabelo tão fácil de se pentear.
Ainda estava entretida com seu cabelo, quando ouviu batidas na porta.
- Pode entrar – ela disse, enquanto dava os ultimo retoques no cabelo.
O coronel entrou no quarto um pouco incerto. Trazia o casaco nas mãos. Ele ajeitou o cabelo e sorriu – Vejo que se acomodou bem. Precisa de alguma coisa?
- Não, senhor – ela desviara o olhar para arrumar alguma coisa em uma das gavetas -Obrigada.
Roy sentou-se sobre a cama fixando o olhar em Riza – O que foi? – ela lhe perguntou.
Ele continuou com o olhar fixo nela – É que...você fica diferente com o cabelo solto.
Sem dizer uma palavras, ela enrolou o cabelo em um coque novamente – Não prende – ele disse, agora de pé, com uma das mãos sobre a dela, impedindo-a de prender o cabelo – Deixa solto.
A tenente desistiu de prender o cabelo, deixando-o então, cair graciosamente pelos ombros – Acho que é melhor a gente descer, não? – a boca dela estava seca e ela nem ao menos sabia porquê. Mas sentir estar tão próxima assim a deixava nervosa.
Ele segurou uma das mãos de Riza e sorriu. Por que ele tinha que ser daquele jeito? Sedutor, Don Juan, safado, desgraçado e ainda por cima, bonito. Riza quis se bater mentalmente; bater não, espancar; não era a primeira vez que começava com esse tipo de pensamento sobre o coronel. Que droga! Se não parasse com isso imediatamente, poderiam haver conseqüências muito graves.
Mas por hora, devia descer as escadas e rezar para que por hoje, não passasse por mais nenhuma situação constrangedora.
N/A: Pois é, pessoal. Mais um capítulo postado. Pessoalmente eu quero dizer que esse capítulo foi muito difícil de escrever, porque eu nao conseguia escrever algo que soasse engraçado, ai eu me estressei e resolvi mandar ele assim mesmo.
Acho que essa vai ser uma das últimas fics que escrevo de Humor/Romance...Macacos me mordam, escrever Drama é muito mais fácil!
Mil beijos à todos que deixaram reviews para a fic...eu adoro ler reviews, mas como o FFN me odeia, as vezes nao consigo responde-las! ¬¬
Mas nao deixem de escrever!
Lika Nightmare.
