Fanfic: Muito Bem Acompanhado.
Gênero: Comédia/ Romance
Shipper: Roy/Riza
Disclaimer: Hagane no Renkinjutsushi não me pertence (séééério???? O.o), ate porque, se me pertencesse, o Ed olharia a Winry e eles se casariam, o Al se apaixonaria pela Rose de primeira vista, O Hughes estaria vivo, a Nina não seria uma Quimera, a Trisha estaria viva da silva, os Rockbell também e o senhor Mustang e a senhorita Hawkeye iriam viver pelos cantos do QG se amassando.
Sinopse: Roy é convidado para o casamento de sua irmã, mas, será que o Coronel terá coragem suficiente para voltar à sua cidade natal?
Capitulo 5 – Aposta.Riza acordou assustada, com a respiração alterada e o coração acelerado. O suor escorria-lhe pela face enquanto ela tentava se acalmar. Ela sentou-se sobre a cama, livrando-se da coberta; um feixe de luz que vinha da janela iluminou suas pernas.
Pôs-se de pé, ajeitou a camisola e caminhou ate a porta do quarto, abrindo-a da maneira mais silenciosa que podia. E então, pé ante pé, desceu a escada indo parar na sala. Esta estava semi-iluminada pela luz do luar, que vinha de uma janela. Ela atravessou a sala, indo parar em frente a janela, ignorando a presença de outra pessoa.
- Riza?
O coração da tenente disparou com o susto e ela virou-se assustada para contemplar a imagem do coronel Mustang, sentado no sofá.
- Roy – ela suspirou – Me assustou... – ela viu o rosto dele moldar-se num sorriso quase malicioso – O que faz aqui, a essa hora?
- Estava sem sono – ele respondeu – Mas o que você faz aqui?
- Tive um pesadelo – ela ainda estava a frente dele, de modo que a luz da lua a fazia parecer mais...sensual. Roy deu uma boa olhada na camisola que ela estava usando. Era preta e ia ate a metade da coxa da tenente.
- Senta e me faz companhia, enquanto o sono não vem – ele pediu, indicando a ela um lugar ao seu lado. Ela se sentou, cruzando as pernas ao faze-lo; sem notar a olhada que o coronel dera, com o canto dos olhos.
Então houve alguns segundos de silencio antes que ela resolvesse falar – Ainda sonha...com – a voz dela diminuíra, ate tornar-se um sussurro – Com Ishbal?
O coronel também demorou a responder – Sim – ela o encarou – Quase todas as noites...
- Ishbal nós mudou muito...
- Pois eu acho que continuamos sendo as mesmas pessoas – ele discordou – Dois viciados no trabalho...
- O senhor, viciado em trabalhar? – ela riu-se – Eu sou viciada em trabalho; o senhor é um vagabundo...
- Tenente! – ele exclamou, fingindo estar indignado – Como assim um vagabundo? Eu sou o mais dedicado daquele quartel todo!
- Cínico! – ela exclamou – O senhor nem aparece lá nas segundas-feiras!
- Segunda-feira faz parte do fim de semana! – então ele deu um daquele sorrisos que faziam as mulheres da Cidade Central suspirarem e jogarem-se aos pés dele.
- Só se for no seu mundo! – ela respondeu e então se levantou e alisou a camisola com as mãos, mas antes que saísse, sentiu a mão do coronel fechar-se sobre seu pulso. Quando ela virou, Roy estava de pé, na sua frente. Então ele se inclinou sobre ela e lhe disse
- Não permita que aquelas lembranças horríveis venham te atormentar enquanto você dorme – ele estava sussurrando-lhe ao ouvido – Ishbal é passado...e não pode te machucar...
E ele a soltou, deixando-a ir; e ela foi. Mas antes, virou-se para ele, sorriu e agradeceu.
Quando Riza acordou novamente, percebeu que já havia amanhecido. A luz solar entrava pela fresta da cortina. Vestiu o robe, arrumou a cama, pegou uma toalha e uma muda de roupa e caminhou, ainda sonolenta, para o banheiro.
Não precisou bater na porta para descobrir que estava ocupado, pois do lado de fora, estava o coronel, com uma terrível cara de sono, jogado no chão, fazendo da parede sua mais nova cama e da toalha, um confortável travesseiro.
- Bom dia, senhor – ela disse, parando ao lado dele, apoiando-se na parede.
- Bom...- ele respondeu, em meio a um bocejo – Dia...tenente... – e então logo voltara ao seu estado semi-letárgico.
Ela ficou tentada a sentar-se ao lado dele. Seria ótimo descansar mais um pouco. Não que ela estivesse cansada; na verdade, sentia-se disposta. Mas havia algo que lhe dava uma vontade enorme de sentar ali, ao lado de Roy, no chão do corredor.
- Pode ir primeiro, se quiser – ela voltou o olhar para ele e depois para a porta do banheiro, que agora estava aberta.
- Obrigada.
- Não por isso – ele bocejo mais uma vez – Eu estou com sono, mas ainda sou um cavalheiro.
Riza entrou no banheiro sorrindo; realmente, o coronel parecia uma criança quando estava com sono. Se livrou do robe a da camisola, deixando-os pendurados junto com a toalha. Entrou no boxe e deixou a água morna cair sobre seu corpo. Depois de cinco minutos, já se sentia completamente desperta. Enxugou-se completamente e se vestiu. Saiu do banheiro ainda secando o cabelo com a toalha e encontrou Roy ainda na mesma posição, cochilando.
Ela abaixou-se perto dele e, gentilmente, sacudiu-lhe o ombro – Mustang – ele resmungou e franziu as sobrancelhas, mas não acordou – Coronel – ele não fez nada – Roy...Roy Mustang!
Ele finalmente abriu os olhos e sorriu ao vê-la, mas logo sua expressão mudou para espanto e ele exclamou – Riza, o que você esta fazendo no meu quarto?
- Acontece, Don Juan – ela sorriu – que você esta dormindo no corredor – ele fez uma expressão de confusão e olhou em volta para constatar que realmente estava dormido no corredor da casa. Então ela se levantou e estendeu a mão para ajuda-lo a fazer o mesmo – O banheiro esta desocupado, você já pode tomar o seu banho.
- Ah...obrigado.
Ele já entrou no banheiro se despindo. Odiava dormir de pijama porque sentia-se desconfortável. Por isso, quando estava em casa, dormia apenas com uma cueca boxe. Jogou a roupa pelo chão, afinal, ele nunca foi muito organizado mesmo.
Levou quase meia hora para sair do banheiro perfumado, arrumado e, principalmente acordado. Quando desceu, já estavam todos na mesa. Laura conversava algo com Riza e seus pais comiam enquanto conversavam entre si.
- Bom dia! – Roy sentou-se ao lado de Riza, de frente para Laura. Colocou um grande pedaço de torrada na boca, mastigando com vontade. Estava morrendo de fome.
- Roy – chamou a irmã – Eu tenho que resolver algumas coisas na igreja. Por que não vem comigo e, aproveitando, mostra a cidade para a Riza?
- Boa idéia – ele respondeu, entre uma mordida e outra.
Depois de tomarem o café, e de esperarem uns vinte minutos ate que Laura estivesse arrumada, foram caminhando para o centro de Tulley. O caminho não era longo e eles não levaram mais do que quinze minutos para chegarem. A igreja na qual seria realizado o casamento era muito grande, haviam vários vitrais que lhe emprestavam um ar muito belo.
- Meus pais se casaram nessa igreja – comentou o coronel – E todas as minhas irmãs também se casaram aqui.
- E o senhor é o próximo da lista.
- Se depender deles – ele riu – Com certeza.
- Por que não se casa de uma vez? – perguntou Riza – É tão simples...
- E passar o resto da minha vida ao lado da mesma pessoa? – Riza o encarou, incrédula. Casamento não era algo tão ruim assim – Não, obrigado.
- O senhor tem uma idéia muita errada sobre casamento – respondeu.
- Acho que a sua idéia sobre casamento é que está errada, Riza – riu-se, bagunçando o cabelo com uma das mãos e olhando fixamente para o altar da igreja – Casamento é sinônimo de prisão. Ou você acha que, depois de casada, uma pessoa poderá desfrutar de sua liberdade?
- Não creio que seja tão horrível assim.
- Pois então, case-se – disse o coronel – E eu duvido que continue sendo a mesma Riza Hawkeye que é agora.
- Se casar não é um bicho de sete cabeças – ela suspirou – E o senhor vai se dar conta disso, depois que estiver casado.
- Não creio que esse dia vá chegar.
- Pois eu aposto que vai acabar se apaixonando por uma de suas acompanhantes – Roy lhe lançou um olhar de esguelha, mas não comentou nada – E vai acabar se casando.
- Então, proponho que façamos uma aposta.
- Que tipo de aposta?
- Vamos ver quem de nós dois será o primeiro a se casar – ele propôs.
Ela o encarou, depois estendeu a mão sorrindo – Pois bem. Eu suponho que será o senhor.
- E eu aposto em você – apertaram as mãos com um sorriso nos lábios. Agora, é só esperar para ver quem sairia vencedor daquela aposta pueril.
N/A: E aí, galera? Como voces estão? Pois é...as férias estao acabando e, como eu sei que eu vou acabar me enrolando em postar continuamente todas as fics que eu resolvi postar, lá vai mais um capítulo para voces. Uma coisinha importante: Eu nao vou conseguir atualizar todas as fics, toda semana; mas eu prometo que vou me esforçar para atualizar toda semana, pelo menos uma delas.
Agradeço do fundo do meu coraçaozinho à todos que estao lendo, deixando reviews e perdendo seu tempo precioso com essa maluca que vos escreve.
Revies foram respondidas por e-mails e se esqueci alguem, peço que me desculpem e avisem-me para que nao cometa esse erro novamente.
Um beijo,
Aproveitem o finalzinho das férias,
Lika Nightmare, que passou no curso de ingles! Pose vitoriosa
Alguem- O que isso tem a ver?
