Capítulo 12 –

- Se quer mesmo conversar – ela disse.

Roy passou a mão no cabelo, despenteando-os, ele lançou um olhar a ela, que estava muito mais interessada no sanduíche do que nos olhos dele. "Diga alguma coisa!" ele exclamou pra si mesmo.

- O que aconteceu ontem...bem, acho que nós dois...

- Espera um minuto – ela interrompeu – Acho que sei aonde isso vai chegar. Mas entes que você continue falando, eu preciso fazer uma coisa.

E foi ai que ela se inclinou sobre a mesa e o beijou, o deixando completamente surpreso. Até mesmo porque, de todas as mulheres que Roy conhecia, ele nunca achou que ela fosse capaz de fazer isso.

E depois disso ela se levantou, levando o sanduíche, porque afinal ela não ficaria sem seu almoço, não é mesmo? E ela nem ao menos reparou na cara cômica do moreno, com os olhos arregalados e as sobrancelhas levantadas, o queixo um pouco caído e a boca entreaberta.

- Wow...


Mas tarde naquele dia, Laura foi para a ultima prova do vestido. E como era bastante persuasiva, acabou por arrastar a tenente como companhia.

Assim que chegaram ao ateliê, foram atendidas pela gentil senhora que trabalhava ali.

-Sente-se, querida – ela disse à Riza, enquanto entrava em uma salinha junto com Laura – Já voltamos.

Riza sentou-se em um sofá, enquanto observava alguns vestidos nos mostruários. Havia alguns extremamente belos e ela se pegou imaginando-se dentro de alguns deles, se casando.

- E então, Riza? Como eu estou? – perguntou a morena, dando uma volta para mostrar o vestido.

- Ficou ótimo. – e realmente estava. Era um vestido tomara que caia, com poucos bordados; simples, mas estava perfeito.

- Laura, o que você andou comendo? – perguntou a costureira – É a segunda vez que tenho que ajustar o seu vestido desde que tirei as suas medidas. Controle esse seu apetite se quiser ter um vestido no seu casamento – ela ralhou, como sempre fazia.

- É ansiedade – respondeu a morena passando a mão distraidamente sobre o vestido.

- Quando eu me casei, fiquei uma semana comendo bem pouco...- começou a senhora, ao que Laura revirou os olhos e suspirou – Estava bem "magrinha" no dia...- ela remexeu algumas caixas, a procura de algo que as outras duas não sabiam o que era, sem deixar de falar em detalhes sobre o seu casamento.

- Ela fala sobre isso sempre que venho aqui – sussurrou Laura, assim que as duas saíram da lojinha, levando o vestido de noiva, e foram caminhando para casa. – Sempre contando o quanto seu casamento foi bonito. Acho que ela ainda não se acostumou a viver sozinha.

- Sozinha?

- É. O senhor Morodashi faleceu no ano passado. Eram casados a muito tempo e nunca tiveram filhos. – ela respirou fundo – Você pensa em ter filhos, Riza?

- Não sei – respondeu – Um dia quem sabe...

- Ah... – ela pensou em dizer mais alguma coisa, mas resolveu ficar calada.

- E você, pensa em ter filhos? – perguntou a loira.

- Claro – disse, abrindo um sorriso – Quero três. Uma menina e dois meninos.

- E já escolheu os nomes também?

- Claro que sim. Victoria, Jean e Peter.

- Você realmente já pensou em tudo, não é mesmo? – disse Riza, um pouco surpresa.

- Riza, vai me dizer que nunca se imaginou casada, com filhos e tudo mais? Nunca?

- Já, quando eu era adolescente...- respondeu – Não faço mais isso – "Mentira!" ela ouviu uma vozinha exclamar dentro de si.

- Então admite que já sonhou em se casar com o meu irmão?

- Você esta distorcendo as coisas, Laura. Não foi isso que eu disse – suspirou – Eu já disse que o seu irmão e eu não somos nada, a não ser amigos. – Não que isso fosse ruim, mas, sendo sincera consigo mesma, já fazia algum tempo que ela havia deixado de ver as coisas por esse ângulo. Mesmo que não gostasse de tocar nesse assunto.

- Mas eu continuo achando que vocês formariam um casal perfeito.

- Casal perfeito? Seu irmão e eu? Você só pode estar enlouquecendo.

- Certo – disse a morena, dando-se por vencida – Mas um dia, você vai se dar conta de que eu estou certa. Espero que esse dia não demore muito; porque se você não agarrar sua chance, vem outra e agarra no seu lugar.

N/A: Por favor. Não me matem!! Eu sei que o capítulo; ou melhor, isso nem tem tamanho para ser chamado de capítulo. Eu sei. Eu estou errada e so posso pedir humildimente que me perdoem pelo meu mal desempenho. Mas as coisas estao dificeis mesmo. Nao tenho tempo nem para respirar.

Gostaria de ter escrito algo melhor. Ou talvez algo que prestasse mesmo. Mas o proximo capítulo será melhor, prometo. Ja vou começar a escreve-lo.

Gente...reviiiiews...por favor.

Motivem-me! P

Umas coisinhas antes de terminar. A fic ja esta quase no fim e, se eu conseguir manter o que estou pensando, so teremos mais dois capitulos. Isso faz com que ESSE seja o Anti-penultimo.

Um beijo enorme para voces, espero que estejam bem e que posso aproveitar esse tira gosto ridiculo que eu fiz questao de postar. Favor nao enviar bombas por e-mail.

Comentarios raivosos, comentarios bonitos, elogios e ameaças de morte poderam ser enviadas ao meu e-mail.

Até o próximo capítulo.

Lika Nightmare.