Capítulo Oito: O silêncio de dois corpos
Ainda sem entender direito a razão de Hinata estar se mudando para sua casa, Sasuke pegou as malas das mãos delicadas de sua amada, levando-as para dentro, fechando a porta atrás de si. Não sabia o porque daquilo, mas agora se tornava irrelevante. Ganhara uma semana de férias, e para melhorar, sua namorada estava se mudando para sua casa. Se por um momento achou que aquele dia fora desastroso, já pensava diferentemente. Tentou evitar, mas foi mais forte do que ele. Pensou em como seria a vida com uma mulher dentro de casa, imaginou-se casado. Um clichê de seriados de segunda lhe tomou a mente, imaginando-se chegando em casa de terno e gravata, uma maleta na mão, gritando "Querida, cheguei!". Sorriu, era um sorriso abobalhado, e logo voltou a realidade, ao perceber que Hinata o olhava indagando o que estaria se passando em sua mente.
O sol se punha quando a porta da casa de Uchiha Sasuke se fechou, acomodando mais uma pessoa ali dentro. No primeiro impacto de receber aquela adorável jovem de mudança para sua casa, esqueceu-se de algo básico: onde ela dormiria. Assim que lembrou-se disso, pensou em todas as possibilidades que dispunha na ocasião. Ele tinha dinheiro o suficiente para comprar outra cama, apesar da sua ser larga o suficiente para os dois. Mas, será que ela aceitaria dormir com ele? Bem, sempre havia o sofá para ele, e achando melhor providenciar logo isso parou em frente a Hinata.
- Hina-chan – disse Sasuke, corando – Eu tenho uma pergunta a te fazer...
- Diga, Sasu-chan, meu amor! – ela parecia feliz. E estava. Fez até seu namorado corar um pouco mais.
- Err... Você... Tem problemas em dormir... – ele adquirira a coloração rubra. Sabia que ela ia pensar mal dele, por mais que suas intenções fossem nobres – Comigo?
- Dormir... Com você? – logo, o rosto da jovem Hyuuga se equiparava em vermelhidão ao de seu namorado. Um momento silencioso se passou, com os dois incapazes de olhar um para o outro, a timidez exposta em suas faces. Hinata considerou os dois sentidos da pergunta de Sasuke. Ela sabia que crescera com o tempo, adquirindo um belo corpo, mas não sabia se seu namorado a achava atraente. Até agora isso nunca tinha sido posto em discussão, mas talvez achasse que fosse a hora – Sasu-chan... Você me acha bonita?
- C-como? – indagou o jovem. Não entendia direito o porquê daquela pergunta logo naquele momento, mas decidiu responder sem mais perguntas – Tão bonita quanto um dia ensolarado num campo florido. Você é minha luz do luar numa noite estrelada, você é tudo pra mim. Claro que te acho bonita. Bonita não, linda!
Hinata corou muito mais do que antes, com aquela linda declaração. Foi algo inédito, esse surto romântico de Sasuke, mas gostara muito de ouvir aquilo dele. Era admirada por alguém importante para ela, sentiu-se bem consigo mesma. Talvez o que ele perguntasse não era sobre fazer "aquilo", e sim dividir a cama, e pela inocência com que respondeu sua pergunta, agora achava que fosse o mais provável.
- Sasu-chan... Tudo bem, se a gente dividir a cama... – respondeu Hinata após um breve momento em que permaneceram calados.
- Ah, certo então. Vou arrumar o resto, você descanse. Quero saber melhor sobre o que aconteceu quando eu voltar – e saiu deixando-a ali, sentada na sala. Aliviou-se ao notar que ela entendera o sentido de sua pergunta, e não o achava um tarado pervertido como Kakashi ou Jiraya. Se bem que na perspectiva de dormir junto com alguém tão atraente, não pôde deixar de ter pensamentos maliciosos. Mas não era a hora certa ainda.
Após arrumar tudo da melhor maneira que pôde, o jovem Uchiha desceu, apenas para encontrar a sala vazia. Indagando-se sobre o paradeiro de sua namorada, ouviu um ruído de algo abrindo, vindo da cozinha. Decidiu ver o que era. Hinata estava lá, abrindo e conferindo o conteúdo de sua dispensa, e pegando algo aqui e ali, separando na pia. "O que ela ta fazendo eu não sei, mas ela fica uma graça na cozinha", foi se aproximando lentamente. Ele era o melhor, por isso conseguia se ocultar completamente. Esperou até o momento certo, que foi quando ela ergueu seu corpo para verificar um armário no alto, e abraçou-a pelas costas, beijando-a no pescoço. Sentiu a delicada pele dela arrepiar-se diante de tal carícia.
Um súbito instinto subiu sua cabeça, fazendo-o sussurrar palavras de amor no ouvido dela, que apenas corava e se arrepiava a cada sílaba dita. Ele era tão carinhoso com ela, que chegava a comover quem por um acaso os visse ali, naquele momento íntimo. Envolvidos naquele abraço apertado, Sasuke estava cada vez mais tomado por um desejo de tê-la ali, consigo, por toda a eternidade. Foi quando a luxúria invadiu sua mente. Precisava possuí-la, sentia a necessidade que antes nunca tinha corrido seus pensamentos.
Passou a atiça-la um pouco mais, passando os dedos em seu rosto, muito suavemente. Voltou a sussurrar em seu ouvido, beijando-o logo em seguida. Ela mal respondia, apenas se deixava perder pela sensação prazerosa que estava se apossando dela ali. As palavras entrando em seus ouvidos, as carícias em seu pescoço, que sempre foi uma área mais sensível de seu corpo, a mão dele em seu rosto. Ela começava a gemer baixinho, ele com a mão que estava na cintura dela, passou para o lado dos quadris. Foi quando ela entendeu as segundas intenções do jovem Uchiha, e se distanciou dele.
Como se saísse de um estado de transe, Sasuke voltou a si, corando muito. Perguntava-se o que estava tentando fazer. Os dois parados ali, frente a frente, corados. Não entendia a razão de ter deixado seu instinto falar mais alto, mas a necessidade que se apoderara dele ainda estava lá, e o rapaz lutava contra ela incessantemente, dentro de sua cabeça. Correu, saindo pela porta da cozinha, gritando "Desculpe", no processo. Precisava esfriar a cabeça e conter seus ânimos.
Resolveu dar um passeio, talvez ir ao parque para espairecer num ambiente mais tranqüilo. Andava num ritmo rápido, olhando para trás eventualmente, para ter certeza de que ela não o seguia. A noite já estava correndo, e a lua erguida em seu berço nos céus, quando de repente, Sasuke avistou ao fundo uma pessoa andando em sua direção. A cada passo a distância diminuía e ele tinha mais certeza de quem se tratava ser. Era ele. Hyuuga Neji. Sentiu a raiva de antes subindo sua espinha novamente, mas dessa vez tinha algo a seu favor. Olhou-o de forma a provoca-lo e deu certo. Os dois se encaravam.
- Então, Neji – disse Sasuke – não vai se desculpar por me dar uns dias de férias?
- Heh... Acho que não Uchiha – respondeu Neji num tom irônico – Afinal, de que adianta estar em férias se anda por aí sozinho?
- Na verdade eu to andando sozinho porque precisei ver algo no centro, mas sua querida priminha deve estar agora na minha cama, me esperando pra dormir com ela – acertara a ferida do garoto a sua frente. Neji perdeu a compostura, partindo agressivamente para cima de Sasuke, desferindo socos e chutes muito bem esquivados pelo Uchiha. A velocidades dos ataques aumentava, mas ainda assim era um trabalho fácil para o oponente do jovem de olhos perolados. A cada desvio uma onda de frustração subia pelos nervos dele. Começou a usar seu estilo próprio de luta. Foi quando tudo começou a ficar perigoso.
Sasuke agora fazia amplos movimentos, tentando aumentar a distância entre os dois. Até que certa hora conseguiu, e partiu para a ofensiva. Desviou de um golpe de palma de Neji, segurando o outro pulso que ainda não tinha desferido seu golpe, e socando o estômago dele. Passou-lhe uma rasteira e segurou-o pelos cabelos, puxando-o para cima. Acertou um soco no nariz do rapaz Hyuuga, e outro, e mais uma série de golpes. No final, apenas o deixou ali, fraco e incapaz de atacar, e seguiu seu caminho, sem dizer mais nenhuma palavra. Já tinha descontado sua raiva pela tentativa daquela tarde.
Após alguns minutos de andanças, passou por um bar, onde, por acaso, encontrou Kakashi e Jiraya conversando e bebendo. Lembrando-se do ocorrido em sua casa, resolveu se aconselhar com os dois "especialistas" no assunto. Não sabia onde estava se metendo, mas imaginou que talvez os dois tivessem alguma palavra sábia para ele. Sentou-se na mesa junto com eles, provocando risos nos dois homens ali. Indagou-se em sua mente sobre o que aqueles dois pervertidos estariam falando quando chegou.
- Olha só quem nós temos aqui, Kakashi? – disse Jiraya – Se não é nosso amigo apaixonado?
- Isso porque você não viu o estrago que ele fez hoje na porta do elevador. A propósito, Sasuke, você vai arcar com o prejuízo – disse Kakashi rindo.
- Certo, certo. Preciso da ajuda de vocês – isso despertou a curiosidade dos dois – Eu...
- Já sabemos, Sasuke. Você quer aquilo – era impressionante como Kakashi era capaz de ler as pessoas – E pretende que nós ajudemos você com algum conselho.
- Isso, isso – ele estava apreensivo, em busca de algo que pudesse leva-lo a seu objetivo.
- Já tentou conversar com ela? – indagou Jiraya. Parecia simples, mas na verdade, se ele for pensar bem, realmente não tinha tentado isso. Seduzi-la talvez não fosse a melhor forma. Talvez conversar com ela, e expor o que sentia fizesse mais sentido. Afinal, namorar é isso: cumplicidade. Levantou-se, e saiu correndo para casa, deixando os dois ali, rindo da inexperiência do jovem Uchiha Sasuke.
Chegava em casa, após uma caminhada não tão longa quanto pensava que fosse ter. Entrava em casa pela mesma porta que saiu, encontrando sua amada na mesa da cozinha, chorando. Sentiu-se mal pelo que fez, já que a abandonou ali, após tê-la surpreendido com uma atitude nova. Ele não fez nada para ocultar-se, mas ela não percebeu sua presença. Foi andando até onde ela estava, puxou uma cadeira e sentou ao lado dela. Acariciava seus cabelos, sentiu vontade de chorar junto com ela. Decidiu deixar aquela conversa para outro dia.
Ela sabia que ele estava ali, ao seu lado, acariciando seus cabelos. Mas não pôde evitar em pensar que talvez tivesse afugentado o desejo que ele supria por ela. Ele a olhou desejoso, queria aproveitar o tempo dele junto com ela, talvez estivesse até carente, mas ela ignorou, sentindo medo da atitude dele. Agora, chorava de remorso, por achar que tinha afastado uma vontade que ela queria ter provocado nele, mas que fez o contrário: a cortou.
- S-Sasu-chan… – disse Hinata entre soluços – M-me desculpe... – Sasuke se espantou ao ouvir sua amada pedindo desculpas. Aquilo soava como uma total inversão de papéis.
- Sou eu que te devo desculpas, Hina-chan...
- Não, não é. Eu sei que você é jovem, e tem sentimentos que nunca experimentou antes, Sasu-chan. Eu me sinto até lisonjeada por você ta demonstrando esse tipo de interesse por mim – disse secando as lágrimas de seu rosto – Foi só que você me surpreendeu, só isso...
- Hina-chan... E-eu... Eu quero! Preciso de você! Eu amo você, e quero demonstrar isso! – quando notou, já estava em pé, gritando bem alto para quem quisesse ouvir tudo o que sentia. Hinata corou. Sasuke estendeu novamente sua mão, como da primeira vez em que se viram, mas dessa vez sem dúvida aparente se queria ou não toca-la.
Os dois ali em pé, beijavam-se lentamente. No início seus lábios apenas se roçavam, suas respirações em sincronia. Até que ele a puxou para perto de si, colando seu peito nela, sua língua brincando com a dela, seus olhos fechados, aproveitando o momento. O perfume suave e adocicado dos cabelos negro-azulados dela o intoxicavam, sentiam a excitação comendo-lhes a razão. As mãos dele foram descendo até a alça do vestido azul que usava. As dela iam por debaixo da camisa preta, tocando os músculos que tanto quisera acarinhar.
Saíram da cozinha apertada, chegando na sala, entretanto sem parar os beijos quentes e os suspiros apaixonados. Acabaram caindo num dos sofás que ficavam no meio do cômodo, Hinata por baixo. Ele afastou as alças que tinha nas mãos para os ombros, abaixando o vestido até retira-lo completamente. Parou um momento para admirar o corpo seminu de sua amada. Ela usava lingeries brancos, que combinavam com sua tez alva como a neve, delicada como o fio da mais pura seda. Ela era linda, com certeza, mais ainda debaixo de si.
Num impulso libidinoso, ela rasgou a camisa dele em duas, arrancando as duas partes para os lados, deixando seu peitoral nu. Ele era másculo, principalmente daquele ponto de vista. Entre mais beijos, Sasuke resolveu tirar a calça, ficando apenas em suas roupas de baixo. Os dois estavam se amando, ali, entre suspiros e gemidos. Ele já não agüentava mais se segurar. Passou as mãos pelas costas dela, despregando os dois lados de seu sutiã. Atirou-o longe. Seus seios redondos estavam ali, pedindo para serem tocados.
Gentilmente, ele pôs uma das mãos em um, o que gerou um gemido um pouco mais alto. Ela se contorcia de prazer, pois nunca tinha sido tocada daquela forma. Notou que os mamilos dela estavam rijos, ela estava excitada. Passou um dos dedos neles, para ver a reação dela. Ela apenas gemia, incapaz de qualquer outra ação. Tinha uma vontade tremenda de abocanha-los, não sabia bem de onde vinha, mas não era hora de pensar e sim de agir. Beijou o seio esquerdo de Hinata, lambendo rapidamente o mamilo rijo e rosado. Gostou da sensação, repetiu o processo, dando pequenas mordidas muito suaves eventualmente.
Hinata naquele momento gemia alto de prazer. Nunca se sentira assim tão... Viva. Lá estava a expressão máxima do amor daquele casal, a união de seus corpos que estava por vir. O ato sozinho nunca teve graça, as preliminares eram indispensáveis. Ia aproveitando o momento, até sentir uma mão ao lado de seu quadril, puxando a última peça de roupa que a cobria em seu lugar secreto. Sentiu quando ela foi embora, apesar de ter coberto seu rosto com as mãos. Estava nua na frente de outra pessoa. Mas não era de todo o mal, pois sabia que era aquele por quem era apaixonada, e por isso confiava.
Ele olhava fixamente para ela. Mais precisamente para onde tentava esconder, fechando ligeiramente suas pernas. Não pôde se conter em dar um beijo ali. E o fez. Ela tremeu, uma onda de prazer agitou o corpo dela, sentia-se preparada para tudo. Mas ele queria prolongar aquilo. Ficou ali, acariciando os pelos pubianos dela, beijando sua boca. Ela estava entregue, poderia faze-lo quando quisesse... Estava no controle, afinal, e gostava disso.
Tirou sua última peça, expondo seu membro já rígido e ereto. Ela se imaginou se aquilo ia dentro dela, e não pôde evitar, senão sentir um pouco de medo. Era virgem, apesar de sua idade. O que a consolava era o fato de ter certeza que seu parceiro também era. Ele a pegou no colo, roçando um pouco suas partes nas dela. Sua respiração falhava, conforme sentia ser tocada ali pelo órgão masculino. Até que ela se ergueu no colo dele. Olhou em seus olhos, disse estar preparada. Introduziu-o dentro de si, lentamente. As dores da ruptura de sua virgindade e o prazer do ato se misturavam, fazendo-a desejar a dor, por mais que fosse insuportável. Passou-se um momento onde tudo que os dois puderam fazer foi olhar um nos olhos do outro, cada um enxergando o amor transbordando dentro de seu companheiro. A dor estava amenizando, começou a mover os quadris, para cima, e para baixo, repetindo o movimento gradualmente mais rápido. Ele deitara no chão, onde tinham caído após retirarem suas roupas, o prazer era imenso.
Ele gemia alto, ela mais alto ainda. Trocaram de posição, agora ele por cima. Não sabia se duraria muito mais tempo, mas queria aproveitar. Continuou indo mais rápido, as estocadas cada vez mais fortes, as unhas dela rasgando o tapete onde se apoiava. Viu as lágrimas do sofrer, em decorrência da dor da primeira vez, mas sabia que não era somente aquilo. Ela estava feliz, e ele também. Eram um só. Após um gemido particularmente alto, os dois alcançaram seu primeiro orgasmo juntos, se separando logo em seguida. Num esforço final, Sasuke rastejou até o corpo de Hinata, deitando por cima dela. O calor de seus corpos os manteriam aquecidos até o próximo dia pela manhã, quando acordarem e descobrirem que não se tratava de um sonho lascivo. Ao cobrir completamente a garota com seu corpo, deixou-se desmaiar de exaustão.
Os dois permaneceram ali, desmaiados. Exaustos após uma noite de amor, seus corpos imóveis, em silêncio. Nenhuma palavra precisava ser dita, a paixão estava no ar. Ficaram assim, grudados, até o dia seguinte. Sasuke estava dormindo tranqüilamente, quando sentiu algo cutucar seu pé. Chutou com força o motivo de sua perturbação, ouvindo uma exclamação de dor resultante do golpe. "Alguém reclamou do chute? Peraí... TEM ALGUÉM AQUI?!", acordou na hora, e virou-se de costas, deparando-se com Naruto estirado no chão.
- Naruto – Sasuke parecia incomodado em ser pego nesse estado – o que você faz aqui, seu fracassado?
- Eu... – nem sabia direito o que dizer. O casal estava ali, nu, em sua frente – me cobriria, e também a Hinata se fosse você.
Após acordar sua namorada, que ao notar a presença do jovem de cabelos loiros espetados ali, gritou tão alto que até a própria Hokage pôde ouvir de onde estava, Sasuke foi se vestir, junto com Hinata. Os dois ainda trocaram alguns beijos no quarto, mas para não fazer aquele visitante tão inconveniente esperar, desceram logo.
- Afinal, o que você veio fazer aqui? – indagou o Uchiha a seu colega.
- Bem... é que... – o loiro corava ao tentar dizer – Eu vou me casar!
Hinata e Sasuke se entreolharam estupefatos. A possível preocupação de Sasuke em ver sua amada se abatendo novamente por causa de Naruto foi eliminada, bem no momento em que ela respondera um "Parabéns", muito animado. Ela estava de bom-humor e ele sabia a razão. Na verdade ele também estava de bom-humor, abraçou seu amigo, apertou sua mão dando os parabéns.
- Certo, mas... Você interrompeu nosso... – Sasuke soltou um pigarro antes de continuar – momento... Só pra dizer que vai se casar?
- Na verdade... Não. Quero que vocês sejam os padrinhos!
