Capítulo 5: Revelação

No dia seguinte, o grupinho reuniu-se para ir mais uma vez fazer voluntariado na instituição. A Laura e o Rick também foram.

Laura: Agora, vou ajudar.

A Anne sorriu-lhe. Quem não parecia nada feliz era a Helena, que tinha uma camisola a dizer "A Karen é a melhor!"

Karen: A camisola fica-te mesmo bem, Helena. - disse ela, rindo-se.

Helena: Argh, maldita aposta! - disse ela, chateada.

Quando eles chegaram à instituição, cada um foi fazer as suas coisas.

Sara: Eu vou ver como está a Mindy. Já deve estar melhor. No outro dia estava doente.

Anne: A Mindy é uma criança adorável. - disse ela, sorrindo. - Vamos lá.

A Sara, a Anne, a Laura e a Karen foram até ao quarto da Mindy, que ela partilhava com outras cinco meninas, que não estavam no quarto nesse momento. A Mindy estava deitada na sua cama. Ao vê-las chegar, a Mindy sorriu.

Mindy: Olá Anne. Olá Sara.

Sara: Olá. Então, já estás melhor?

Mindy: Estou quase curada.

Anne: Que bom. Entretanto já podes ir brincar com os outros meninos.

Mindy: Sim. - disse ela. Depois ficou mais séria.

Laura: O que se passa? - perguntou ela, aproximando-se. - Pareces triste? Ah, é por teres de estar deitada?

Mindy: Não. É que no outro dia vieram cá um senhor e uma senhora e levaram uma das meninas. Agora esses senhores são os papás dela. - explicou ela. - Mas eu queria ter uns papás também.

As quatro raparigas entreolharam-se, preocupadas.

Karen: Ora, tu és tão gira, de certeza que vão aparecer umas pessoas simpáticas para te adoptarem.

Mindy: As pessoas gostam é das crianças mais pequeninas. Eu já tenho seis anos e a mim não me querem. - disse ela.

Sara: Mindy... de certeza que vais ter uns papás que te amem muito.

A Mindy abanou a cabeça.

Mindy: A directora também disse que sim, mas eu depois ouvi ela a dizer a uma das cozinheiras que achava que era muito difícil que aparecessem uns papás para mim. - disse ela, começando a chorar.

Laura: Oh, não chores querida. - disse ela, abraçando a Mindy. - Vai ficar tudo bem. Tens de continuar a ter esperança.

Mindy: Vocês têm papás, não têm? - perguntou ela.

Karen: Temos.

Mindy: Então... porque é que eu não posso ter uns também?

A Sara e a Karen entreolharam-se. Não sabiam o que haviam de responder. A Anne aproximou-se da Mindy. A Laura afastou-se um pouco.

Anne: Olha, eu vou contar-te um segredo meu. - disse ela. - Sabes, já houve um tempo em que eu também não tinhas uns papás, tal como tu.

Mindy: A sério?

Anne: Sim. Eu também estive numa instituição. Os meus pais... abandonaram-me e eu fui parar lá.

A Laura abriu a boca de espanto, tal como a Karen e a Sara.

Anne: Todos os dias eu desejava que alguém me viesse buscar. Talvez os meus pais, talvez uns familiares deles, talvez uns papás novos...

Mindy: E vieram?

Anne: Os meus pais verdadeiros, não. Mas quando eu tinha seis anos, tal como tu, apareceram os pais que eu tenho agora. Eles brincaram comigo, falaram comigo e depois decidiram adoptar-me. E foi assim que eu me tornei na filha deles.

Sara: Anne... nunca nos tinhas contado que eras adoptada.

Anne: Eu... não achei que fosse necessário... e até tinha um certo receio de que me pusessem de parte.

Karen: Que ideia! Se até a mim, que sou como sou, vocês não põe de parte, nunca te iriam pôr a ti de parte. Tu és uma boa pessoa.

A Anne sorriu.

Anne: Obrigada, Karen. Mas sabem... quando eu era pequena, depois de ser adoptada, fui para a escola. Lá sabiam que eu era adoptada. Naquela altura, havia outras crianças que gozavam comigo... enfim, claro que eram crianças, mas naquela altura marcou-me muito. E depois mudei de escola. E decidi que mais ninguém iria saber que eu era adoptada, para não ter de sofrer com isso.

Laura: As crianças podem ser bastante cruéis...

Anne: Sim... bom, as únicas pessoas que sabiam, até agora, que eu era adoptada eram os meus pais, o Peter e a Amy.

Laura: Mas agora nós também sabemos. E não vamos contar a mais ninguém, se é o que queres.

Anne: Oh, mais vale contar aos outros também. - disse ela, encolhendo os ombros. - Não faz diferença agora.

A Anne virou-se para a Mindy, que ouvia tudo com atenção.

Anne: Pronto, isto tudo para te dizer que, nunca deves deixar de ter esperança, querida. De certeza que vai aparecer um casal muito simpático e vai levar-te com eles e vais ser muito feliz.

A Mindy abraçou a Anne.

Mindy: Obrigada.

Quando saíram do quarto da Mindy, a Karen tocou no ombro da Anne.

Karen: Agora percebo porque ficaste aborrecida com o facto de termos cometido alguns erros aqui na instituição... como eu ter-me bagado de que era rica.

Anne: Eu só queria que tivessem noção que estas crianças não tiveram, pelo menos ainda, a mesma sorte que nós. Não sabem como é querer ter uns pais, ter um quarto só para nós, termos muitos brinquedos... enfim, estas crianças e jovens passam por muita coisa todos os dias.

Laura: Anne, eu peço desculpa. Percebo agora porque ficaste tão zangada quando eu disse que os jovens das instituições nunca iam ter um bom futuro e quando me recusei a ajudar.

A Anne abraçou a Laura.

Anne: Já passou.

Sara: Hum... e os teus pais verdadeiros? Alguma vez soubeste alguma informação sobre eles?

Anne: Nada. Abandonaram-me à porta da instituição, ainda era eu bebé. E não quero saber deles para nada. Os meus pais são os que estiveram ao pé de mim, a ver-me crescer, a darem-me carinho. São aqueles que confiam em mim e que se preocupam comigo.

Karen: Exactamente, assim é que é!

Anne: Sabem, a minha mãe não podia ter filhos. Os meus pais descobriram isso depois de estarem casados. E então decidiram tentar a adopção. Quando os vi pela primeira vez, fiquei logo a gostar deles e eles de mim. - disse ela, sorrindo. - Eles são os melhores pais do mundo.

Quando, mais tarde, o grupo saiu da instituição, já a Karen tinha espalhado a novidade sobre a Anne.

Peter: Ainda bem que contaste tudo, Anne. - disse ele, com o braço por cima do ombro da namorada.

Marina: Fui apanhada de surpresa. Mas isso não muda nada. Continuas a ser a Anne de sempre.

Josh: Sim, a Anne que gosta de ajudar toda a gente.

Anne: Sabem, o que eu vivi dá-me uma perspectiva um pouco diferente das coisas. Eu tenho mesmo necessidade de ajudar os outros.

Rick: Nós compreendemos. E podes contar sempre connosco.

A Anne sorriu a todos.

Anne: Obrigada. Vocês são óptimos amigos.

Karen: Claro que somos. - disse ela, rindo-se. - Mas quem é que é a melhor? Helena, responde!

A Helena cruzou os braços, furiosa.

Helena: És tu...

Karen: Ah, pois sou!

Os outros começaram a rir-se.

Helena: Isto não tem piada nenhuma!

Leon: É bem feito. Para que é que te armas em esperta e fazes apostas?

Nesse momento, eles viram que a Diana vinha na direcção deles.

Marina: Ah! É a tal Diana!

Rick: Tenho de falar com ela.

Laura: E eu também.

Os dois correram para a Diana.

Rick: Ei! Preciso de saber uma coisa. - disse ele, parando em frente à Diana. - Como é que tu sabias que ia explodir uma bomba na rua 23 de Maio?

Laura: E como é que sabias do estado da minha mãe e sobre o meu irmão?

A Diana sorriu.

Diana: Eu sei muitas coisas. - respondeu ela. - E está na altura de falar com vocês e os outros. Precisamos de ter uma reunião.

Laura: Reunião? Nós nem te conhecemos.

Por esta altura, já todos os outros se tinham aproximado.

Diana: Mas eu sei quem são. Tu és a Guerreira do Fogo. Tu és o Guerreiro dos Elementos. - disse ela. - E vocês também são guerreiros... menos aqueles dois rapazes.

A Diana apontou para o Peter e o Dean.

Diana: Precisamos de ter uma conversa importante.

O Rick aproximou-se mais.

Rick: Como é que sabes que somos os guerreiros? És uma inimiga, não és?

Diana: Não sou nada. - disse ela. - Eu sou vossa aliada. E precisamos de falar. Vamos para casa da Sara.

Sara: Para a minha casa? Porquê?

Diana: Não é lá que vocês se costumam juntar para discutir quase tudo? Vamos.

A Diana começou a caminhar e os outros foram atrás dela.

Sara: Bolas, como é que ela sabe que costumamos juntar-nos na minha casa?

Dean: Ela é estranha... - disse ele, pensativo.

Leon: Se for uma inimiga, podemos vencê-la. Ela é só uma e nós somos nove guerreiros.

A caminhada até à casa da Sara foi rápida. Já no quarto da Sara, a Diana sorriu aos outros.

Diana: Bom, eu tenho umas informações para vos dar.

Rick: Vais contar-nos como sabias que ia explodir a bomba?

Diana: Bom, eu sabia, é verdade. Mas não fui eu que pus a bomba no banco. Como devem ter sabido, foram uns bandidos. Eu sabia que a bomba ia explodir, mas avisei o maior número de pessoas possíveis.

Peter: Mas se sabias que a bomba ia explodir, porque é que não impediste isso?

Diana: Não espero que entendam isto, mas os bandidos da bomba morreram, certo? E se eles não tivessem morrido? E se tivessem escapado ou ido parar à prisão e voltado a sair de lá uns anos depois?

Anne: É impossível de prever o que eles fariam.

Diana: Talvez não. Iriam fazer pior. Talvez matar mais pessoas e causar mais danos. Assim... foi melhor eles terem morrido na explosão.

Laura: Mas como é que sabias qual era o estado da minha mãe? E o medicamento que lhe deste, o que era?

Diana: Era um medicamento para curar o cancro. - disse ela, sorrindo. - E resultou, não foi?

Helena: Mas é impossível. - disse ela, abanando a cabeça. - Não há nenhum medicamento para curar o cancro!

Diana: Que vocês saibam, não. Bom, é assim, não vos vou poder dizer, pelo menos por agora, como é que eu sabia de algumas coisas, mas é para o vosso bem. Acho que ter salvado o Rick e a mãe dele de levarem com uma explosão, ter curado a mãe da Laura e ter dado à Marina a morada onde a avó dela estava hospedada já é suficiente para verem que não sou uma inimiga.

Dean: Podes estar a fingir, para nos enganar.

A Diana cruzou os braços.

Diana: Não estou a fingir. Pelo menos, oiçam-me e depois tirem conclusões, ok?

Os outros entreolharam-se e concordaram.

Diana: Amanhã, um grande mal vai ser solto na Terra. - explicou ela. - E é vosso trabalho, como Guerreiros dos Elementos, conseguirem vencer esse mal.

Marina: Tens a certeza do que estás a dizer? Um grande mal vai ser solto na Terra, amanhã?

Diana: Sim.

Rick: Então temos de impedir que esse mal se solte. Está selado ou algo assim?

Diana: Sim, está. Mas amanhã vai deixar de estar.

Josh: Então não podemos deixar que esse mal se espalhe por aí, não é? Temos de impedir que o selo seja quebrado.

A Diana abanou a cabeça negativamente.

Diana: Não. Têm de deixar que esse mal se espalhe e têm de o vencer.

Sara: Porquê?

Diana: Porque é mesmo necessário que este mal seja vencido, para bem do mundo. Se continuar selado, vai ser mau para todos. Mas também, se for libertado e vocês não o vencerem, o mundo estará condenado.

Karen: Ei! Ei! Então mas se estás a dizer que a única maneira de o mundo ficar bem é deixarmos que esse mal se espalhe e temos de o vencer? Não acho boa ideia. Concordo com o Josh. Não devemos é deixar que o selo se quebre.

Diana: Oiçam, é mesmo importante que o mal se espalhe, porque estando selado, o mal está a bloquear o bem também, percebem? Só depois do mal ser vencido é que o bem pode actuar.

Laura: Explica-te melhor.

A Diana suspirou.

Diana: O mal, mesmo selado, é poderoso. Está a bloquear a luz. Sabem, as pessoas que morreram, não estão a partir. Estão aqui em espírito ainda, só que nós não as conseguimos ver. E a menos que o mal seja destruído, os espíritos dos mortos não vão ter descanso. Percebem?

Peter: Isto é tudo muito complicado.

Diana: Talvez, mas resume-se a isto. Amanhã o mal irá espalhar-se pelo mundo. E vocês têm de o vencer. É isto. E eu estou aqui para vos ajudar.

Leon: Não sei se podemos confiar em ti.

Diana: Amanhã irão descobrir que eu tenho razão. Mas têm de me ajudar. Sozinha não vou conseguir. O destino da humanidade está nas vossas mãos.

A Sara abanou a cabeça.

Sara: Tens de nos dizer como é que sabes tudo isto. Como?

Anne: Pois, senão não te ajudamos.

Os outros concordaram com a Anne e a Sara.

Diana: Pronto... estou a ver que não vos consigo convencer sem revelar mais alguma coisa... está bem. Eu venho do futuro.

Os outros abriram a boca de espanto.

Rick: Do futuro?

Diana: Sim, do futuro. No futuro, o mal espalhou-se pelo mundo e os guerreiros, vocês, não o conseguiram vencer. Não estavam preparados. Não sabiam o que tinham de enfrentar e onde iria aparecer cada inimigo. Mas agora estou aqui eu. Eu tenho essa informação. Por isso têm de me ajudar a vencer este mal ou a humanidade estará condenada.

Anne: Tu... não estás a inventar coisas, pois não?

Diana: Não. Esta é a verdade. Por isso é que eu sabia quando é que a bomba ia explodir, onde estava hospedada a avó da Marina e a doença da mãe da Laura. - explicou ela. - Eu estou a tentar proteger-vos.

Marina: Então, mas se tu sabias isto... tu, no futuro, conhecias-nos?

Diana: Sim. Conheci alguns de vocês, mas não todos. - disse ela. - Nem todos estão vivos no meu futuro.

Os outros entreolharam-se, chocados.

Diana: A batalha contra o mal foi feroz. E o mal venceu, espalhando-se por todo o mundo. Vários rebeldes esconderam-se para tentar encontrar uma solução para salvar o mundo. Não a encontraram. Alguns de vocês morreram a tentar proteger o mundo. - explicou ela. - Depois, alguns rebeldes conseguiram construir uma máquina do tempo e mandaram-me a mim. Só dava para transportar uma pessoa. A máquina está escondida num local seguro.

Karen: Então, diz-me lá, no futuro, eu morri?

Diana: Não te posso dizer. Não é bom vocês saberem o que vos espera no futuro. Eu apenas vim para ajudar a salvar o mundo e para alterar o destino da humanidade, com vocês incluídos. - disse ela, sorrindo. - No futuro, a mãe do Rick iria morrer na explosão daquela bomba, a mãe da Laura iria morrer do cancro e a avó da Marina iria enganar a Marina e magoá-la bastante. Com as minhas acções, protegi-vos disto neste tempo.

Laura: Estou a ver... claro. O medicamento para o cancro não existe agora, mas existe no futuro! - disse ela, pensativa. - Faz sentido.

A Diana sorriu.

Diana: Preciso da vossa ajuda. Por favor. É para bem de todos.

Os outros entreolharam-se e concordaram.

Rick: Ok, então o que precisamos de saber sobre esse tal mal que se vai dispersar?

Diana: Bom, o mal é constituído por dez formas diferentes de escuridão. Isto é, o mal está dividido em dez tipos de seres malignos. Um deles, que vai ser o primeiro a manifestar-se, é um ser que se esconde em quadros e mata as pessoas. - explicou ela. - Nós temos de vencer esses dez tipos de seres malignos. Depois, ficará tudo bem.

Anne: Mas qual é a origem desse mal?

Diana: Sinceramente, não sei. Sei que o mal estava fechado numa caixa, na Atlântida.

Karen: A Atlântida? Estivemos lá há pouco tempo.

Diana: Pois bem, mas o mal vai ser solto, apenas por um descuido, mas não importa agora. Quando o mal for solto, nós actuamos. Eu sei onde e quando é que cada mal se vai manifestar.

Leon: Certo. Então, vais contar-nos tudo?

Diana: Para já, peço desculpa, mas não. Há certas coisas que eu não quero que saibam...

Helena: Porquê? Diz-nos!

Diana: Sabem, é que alguns de vocês morrem a combater alguns dos males. Eu não quero que fiquem logo a pensar nisso. Quando o momento estiver perto, eu aviso-vos.

A Diana sorriu.

Diana: Agora tenho de me ir embora. Estou cansada. Amanhã, encontramo-nos todos aqui à porta da casa da Sara às dez da manhã, ok?

Os outros acenaram afirmativamente.

Diana: Até amanhã.

A Diana saiu do quarto da Sara e foi-se embora.

Sara: Que história...

Marina: Parece que temos mais trabalho para fazer!

Anne: Mais uns inimigos para vencer. Era bom que o Pit e os outros estivessem aqui...

Josh: Vai correr tudo bem. Afinal, temos a Diana do nosso lado e ela vai dar-nos as informações de que precisarmos.

No dia seguinte, na Atlântida, a Pandora andava a fazer arrumações, quando se deparou com uma caixa preta.

Pandora (pensando): Hum... que estranha caixa... o que terá lá dentro?

Ela abriu a caixa e no momento seguinte uma energia negra saiu de lá a voar e dissipou-se no ar.

Pandora: Mas o que foi isto? - perguntou ela, confusa. - Era uma energia má... será que fiz alguma coisa de mal? Não devia ter aberto esta caixa...

Pouco depois, os guerreiros estavam a juntar-se à frente da casa da Sara.

Diana: Ora bem, Peter, Dean, vocês não podem vir.

Peter: Oh, porque não?

Diana: É perigoso. Vocês ficam aqui. Bom, nós vamos entrar na casa e fazer o teletransporte. - explicou ela.

Eles entraram na casa. Os guerreiros transformaram-se. A Diana, o Peter e o Dean ficaram à espera que eles terminassem a transformação.

Diana: Agora dêem as mãos. Já sabem, gritem pelos vossos poderes. O nosso destino é Dark Woods, na Califórnia. Eu sei onde fica, por isso não se preocupem.

Os guerreiros deram as mãos. A Diana pôs a mão no braço da Sara.

Peter: Boa sorte.

Dean: Voltem sãos e salvos.

Sara: A Sabrina deve chegar hoje, contem-lhe o que aconteceu.

Dean: Está bem. Eu vou contar-lhe, não te preocupes.

Guerreiros: Telestransporte dos Guerreiros!

E no momento seguinte, eles tinham desaparecido no ar, deixando para trás o Peter e o Dean.

E neste capítulo, ficámos a saber o segredo da Anne, que é adoptada e a revelação da Diana, que veio do futuro, para ajudar os guerreiros. Agora, os guerreiros terão de enfrentar os dez seres malignos. No próximo capítulo, já começaram a enfrentá-los. Até ao próximo capítulo!