Capítulo 6: Os Primeiros Seres Malignos
Audrey Sanderson estava a fazer o pequeno-almoço. O marido e o filho ainda se estavam a arranjar para saírem para o trabalho ou para a escola.
Depois de ter feito algumas torradas, Audrey dirigiu-se até à sala de jantar e pousou o prato com as torradas na mesa. Olhou para a parede e franziu o sobrolho. O quadro de um lago, que estava pendurado na parede, estava todo torto. Audrey aproximou-se e endireitou o quadro.
Voltou para a cozinha. Pouco depois, George, o marido de Audrey apareceu.
George: O pequeno-almoço já está pronto?
Audrey: Está quase. As torradas já estão na mesa. Podes ir para a sala de jantar que eu já te levo o café. - disse ela, sorrindo.
George abanou a cabeça e foi para a sala de jantar. Sentou-se e começou a barrar uma torrada com manteiga. Olhou para a parede. O quadro do lago estava torto. Abanou a cabeça. Também não se ia preocupar com o quadro agora.
Audrey entrou logo de seguida na sala de jantar, trazendo o café.
Audrey: Aqui está. - disse ela, servindo o café ao marido. Depois olhou para a parede. - Ora esta, ainda agora endireitei o quadro e já está torto outra vez.
Nessa altura, o Travers, o filho do casal entrou na sala de jantar.
Travers: Estou com fome.
Audrey: Senta-te filho. Já te trago os cereais.
Audrey saiu da sala de jantar e foi até à cozinha. Nessa altura, o quadro começou a mexer-se. O Travers olhou para o quadro e apontou.
Travers: Pai, o quadro está a mexer-se!
George olhou para o quadro mas ele estava normal e quieto novamente.
George: Não está nada filho.
Audrey voltou com os cereais para o Travers. Nesse momento, o quadro voltou a mexer-se.
Traves: Está a mexer-se! Vejam!
O casal olhou para o quadro e ficaram perplexos.
Audrey: Mas o que é isto? - perguntou ela, assustada.
Nesse momento, do quadro começou a sair uma mão verde e pegajosa. A Audrey soltou um grito.
Audrey: O que é aquilo?
George: Não sei. Vamos sair daqui. - disse ele.
Nesse momento, do quadro saltou um ser verde, com dentes afiados.
Ser Verde: Eu sou Neptinus, um dos dez seres da escuridão. - disse ele. - E vocês vão ser a minha próxima refeição. Estou mesmo com fome. Estar fechado numa caixa por centenas de anos não é divertido.
O Neptinus saltou a agarrou o Travers.
Travers: Socorro!
George: Larga o meu filho! - gritou ele, correndo para o Neptinus. O Neptinus levantou uma mão e o George foi atirado contra uma parede.
Audrey: Não faças mal ao meu filho! - gritou ela, chorando.
Neptinus: Ehehe, ele vai dar uma boa refeição. E a seguir são vocês.
Nesse momento, a parede por detrás do Neptinus explodiu e ele e o Travers foram atirados para o chão. Quando o Neptinus se levantou, a Marina já estava perto dele.
Marina: Toma lá! - gritou ela, dando-lhe um murro.
O Neptinus foi atirado contra a parede. O Traves fugiu para ao pé da mãe.
Neptinus: Argh... quem são vocês?
Karen: Nós somos os Guerreiros dos Elementos! E viemos para acabar contigo.
Neptinus: Vocês? Argh, morram mas é de uma vez por todas! Energia Negra!
Rick: Barreira Mística!
A barreira protegeu-os dos ataques.
Diana: A fraqueza dele é a electricidade e o gelo. - disse ela.
Karen: Entendido. Raio Glacial!
Josh: Relâmpago Eléctrico!
Os dois ataques acertaram no Neptinus, que gritou e se transformou em pó de seguida.
Diana: Pronto, este já está.
A Anne aproximou-se da Audrey e do Travers.
Anne: Vai ficar tudo bem.
Travers: Vocês são mesmo os guerreiros?
Anne: Sim. - respondeu ela. Depois virou-se para a Audrey. - Desculpe lá termos destruído uma das suas paredes.
Audrey: Não importa. Vocês salvaram-nos. Obrigada.
Anne: Temos de ir. Tenham cuidado.
Os guerreiros e a Diana saíram dali.
Karen: Isto foi mesmo muito fácil. - disse ela, sorridente.
Diana: Este era o mais fraco de todos eles. - explicou ela. - Os outros vão dar mais luta, com toda a certeza. Temos de partir já. Há outro dos dez seres malignos que está a actuar já neste momento.
Sara: Para onde vamos agora?
Diana: Agora vamos para São Ricardo, no Brasil.
Marina: Que tipo de monstro está a actuar lá?
Diana: Irás ver em breve. Vamos?
Os guerreiros deram as mãos. A Diana pôs a mão no ombro do Rick.
Guerreiros: Teletransporte dos Guerreiros!
E no momento seguinte tinham desaparecido no ar.
Quando os Guerreiros aparecem em São Ricardo, depararam-se com imensa confusão e pessoas a fugir.
Marina: Ena, o monstro deve estar mesmo a fazer das suas.
Sara: Vá, Diana, diz-nos lá, que tipo de monstro é?
Diana: Um monstro esperto. Ele transforma as pessoas em cartas. Tenham cuidado. - disse ela. - Ele também vos pode transformar a vocês.
Rick: Ok. Vamos ter cuidado. Tu ficas aqui. Não convém que ele te transforme numa carta também.
Os guerreiros afastaram-se um pouco e deram de caras com o segundo dos dez seres da escuridão. Cardius, um monstro alto e de pele azul, tinha várias cartas na mão.
Cardius: Raio de Carta!
O raio foi contra um homem que ia a fugir e ele foi transformado numa carta. O Cardius riu-se.
Cardius: Aha, isto é engraçado.
Laura: Pára, seu monstro!
O Cardius virou-se e viu os guerreiros.
Cardius: Huh? Umas pessoas com uns fatos estranhos...
Karen: Estranhos? Os nossos uniformes são muito giros! Agora, ter uma pele azul é que não dá com nada.
Cardius: Ora, eu gosto muito da minha pele! E estás a chatear-me, por isso vou transformar-te numa carta! Raio de Carta!
Rick: Barreira Mística!
O ataque foi contra a barreira e não fez nada aos guerreiros. O Cardius pareceu surpreso.
Cardius: Ah, vocês não são humanos normais.
Helena: Nós somos os Guerreiros dos Elementos. Viemos para acabar contigo.
Cardius: Isso é que não! Ainda agora saí daquela caixa em que estive preso durante centenas de anos. Não vou morrer agora. Vocês é que vão!
Karen: Bolas, estes vilões dizem sempre o mesmo.
Leon: Pois é. E perdem sempre.
Cardius: -.-" Eu não vou perder! Raio de Carta!
Anne: Vento Bloqueador!
O ataque não acertou nos guerreiros.
Cardius: Bolas, assim nunca mais vos venço! Ok, então se querem assim! Ah!
O Cardius começou a correr para os guerreiros. Eles saltaram para o lado.
Cardius: Agora, tomem lá. Chuva de Raios de Carta!
Vários raios começaram a cair do céu.
Rick: Pessoal, cheguem-se para aqui! - gritou ele. - Barreira Mística!
Mas só o Leon e a Anne estavam perto para serem protegidos pela barreira.
A Laura, a Sara, a Marina, o Josh e a Helena levaram com os raios e transformaram-se em cartas. A Karen levantou as mãos quando um raio veio na direcção dela.
Karen: Está na hora de usar o meu poder de absorção! Absorção!
O raio foi absorvido pelo corpo da Karen e ela não se transformou em carta.
Karen: Ena, este poder é bom!
O Cardius estalou os dedos e todas as cartas vieram para às mãos dele.
Cardius: Ehe. Vêem, agora tenho os vossos amiguinhos aqui comigo. E sabem, eu posso rasgar uma destas cartas. Sabem o que acontece se eu fizer isso? A pessoa que estiver na carta que eu rasgar, morre e nunca mais pode voltar. Giro, não é?
Rick: Não te atrevas a rasgar nenhuma das cartas! - gritou ele, furioso.
Cardius: Ah, mas eu é que mando. Tu, que usas a tal barreira, quero transformar-te em carta agora. Vou lançar o meu raio. Se te desviares, rasgo as cartas com os teus amigos.
O Rick abanou cabeça.
Anne: Rick! Não podes deixar...
Rick: Ele vai rasgar as cartas se eu me desviar. Afastem-se.
Cardius: Raio de Carta!
O ataque acertou no Rick e ele transformou-se numa carta. O Cardius começou a rir-se.
Cardius: Aha, mais uma carta para a minha colecção. Quem é o próximo?
Nesse momento, o Cardius levou uma pancada na cabeça e caiu no chão. De seguida, a Diana pegou nas cartas que ele tinha na mão e saiu dali a correr.
Anne: Olhem, a Diana atacou-o por detrás e levou as cartas. É a nossa oportunidade, pessoal!
Leon: Agora é que ele vai ver. Choque da Escuridão!
Anne: Remoinho Cortante!
Karen: Raio Glacial!
Os ataques acertaram no Cardius e ele foi destruído.
Leon: Boa! Já está!
Logo de seguida, a Diana, que já estava longe, largou as cartas e todas se transformaram de volta em pessoas.
Laura: Huh? Estamos a salvo?
Diana: Sim. Os outros guerreiros venceram o Cardius.
Marina: Ainda bem. Mas eu queria ter-lhe dado uns murros.
Os guerreiros e a Diana reuniram-se.
Karen: Ena Diana, aquilo é que foi, a dares uma pancada no monstro.
Diana: Tinha de vos ajudar, não é? Ora bem, agora temos de nos dividir.
Sara: Dividir? Porquê?
Diana: Porque há dois seres malignos que estão a actuar neste preciso momento, em partes diferentes do mundo. Temos de nos separar em dois grupos e cada um dos grupos tem de vencer um dos seres malignos.
Laura: Ok. Que seres são esses?
Diana: Um deles controla animais e faz com que eles ataquem pessoas. O outro pode transformar-se em qualquer pessoa, ou seja, pode mudar de forma.
Helena: O primeiro ainda vá que não vá, mas o segundo vai ser difícil de identificar, não?
Diana: Tem de se procurar bem. Além disso, vocês têm relógios que detectam energia negra, não? Ora, o relógio vai detectar onde está o tal ser que pode mudar de forma. - explicou ela. - Ora bem, somos dez, por isso temos de nos dividir em dois grupos de cinco.
Josh: Bom, eu posso ir no grupo que vai destruir o monstro que muda de forma.
Diana: Bem... não pode ser.
Josh: Porquê?
Diana: Porque no futuro ele acabava por te matar, Josh.
O Josh pareceu chocado.
Josh: A sério?
Diana: Sim. Ele enganava-te mudando de forma e parecendo a Marina. Sabem, este monstro pode ler as memórias da vítima que quiser atacar, por isso pode transformar-se numa pessoa que seja nossa conhecida, mesmo que não esteja ali perto. - explicou ela. - E pronto, Josh, tu vais no outro grupo.
Josh: Pois, acho que é melhor, então.
Marina: Exacto. Não quero que o Josh morra. - disse ela, abraçando o namorado.
Rick: Diana, tu conheces melhor os pormenores. Escolhe tu quem é que vai para cada lado.
Diana: Ok. Então vejamos, para enfrentar o ser que controla animais, vão o Josh, a Helena, a Anne, a Laura e a Karen. Para enfrentar o ser que muda de forma vou eu, a Marina, a Sara, o Leon e o Rick. Entendido?
Os outros acenaram afirmativamente.
Diana: Ok. Então, o ser que controla animais está em Okumpo, em África. O outro está em Chinbeng no Japão.
Os dois grupos acenaram afirmativamente. O Josh, a Helena, a Anne, a Laura e a Karen deram as mãos e depois teletransportaram-se. O Rick, o Leon, a Marina e a Sara também deram as mãos. A Diana pôs a mão no ombro do Leon e depois desapareceram também.
O primeiro grupo apareceu numa aldeia pequena.
Josh: Bom, cá estamos.
Helena: Ora bem, um ser que controla animais. Não me parece que vá ser algo muito difícil.
Laura: Helena, primeira regra de guerra, não subestimes o inimigo.
Anne: Vamos lá.
Eles começaram a andar pela aldeia e depois repararam que não aparecia ninguém e que todas as portas e janelas das casas estavam fechadas.
Karen: Está toda a gente barricada dentro de casa ou algo assim. Se calhar os animais estiveram a atacar as pessoas e elas, para se proteger, tiveram de se esconder dentro de casa.
Laura: Provavelmente é isso mesmo.
Nesse momento, eles começaram a ouvir um barulho.
Josh: Que barulho é este?
Eles ficaram à escuta. O barulho parecia estar a ficar mais forte.
Anne: Olhem! Ali! - gritou ela, apontando para o ar.
No céu, a voarem em direcção a eles vinham centenas de moscas.
Karen: Argh! São moscas, montes de moscas. Que nojo! - disse ela, tremendo.
As moscas aproximavam-se rapidamente.
Josh: Devem estar a ser controladas pelo tal ser maligno. Bom, vamos ter de as deter. Relâmpago Eléctrico!
O ataque foi pelo ar e acertou nalgumas moscas, matando-as.
Karen: Ok. Raio Glacial!
Laura: Explosão Escaldante!
Várias moscas ficaram congeladas e outras ficaram queimadas. Mas ainda mais de metade continuava a voar na direcção dos guerreiros.
Anne: São demasiadas.
Helena: E agora?
Karen: Agora... fugimos!
A Karen começou a correr e os outros foram atrás dela. As moscas pareciam ter ganhado velocidade e estavam mesmo a apanhá-los.
Karen: Raios partam as moscas! - gritava ela, enquanto corria. - Quando a Diana disse que o tal ser controlava animais, pensei que fossem animais maiores.
Helena: E achas que nos importamos? Mais vale sermos perseguidos por moscas do que por ursos ou cães.
Eles continuaram a correr, fugindo pelas ruas da aldeia. As moscas começaram a atacá-los.
Anne: Ai! Larguem-nos! - gritava ela, agitando os braços. - Remoinho Cortante!
Algumas moscas foram elevadas no ar e cortadas em tiras.
Helena: Esfera de Luz!
Laura: Chama Escaldante!
O grupo continuou a correr, até que chegaram a um beco com um muro alto.
Anne: Oh não...
Karen: Raios! E agora?
Josh: Temos de deitar o muro abaixo. Relâmpago...
Mas nesse momento as moscas começaram a atacá-los directamente e eles não conseguiam usar os seus ataques.
Karen: Argh... não! Socorro!
Anne: Não podemos ser vencidos... por moscas...
As moscas estavam a atacá-los a todos e eles mal se conseguiam mexer. Nesse momento, uma porta abriu-se e um homem apareceu com dois sprays na mão. Começou a pulverizar o ar com os sprays e as moscas começaram a afastar-se um pouco.
Homem: Venham para aqui! Depressa!
Os cinco guerreiros correram para a porta e entraram na casa. O homem fez mais uma pulverização e depois correu também para dentro da casa, fechando a porta.
Homem: Foi por pouco. - disse ele.
Josh: Obrigado. Salvou-nos.
Homem: Não sei o que se passa com os animais, mas estão todos loucos. Começaram a atacar as pessoas. Tivemos de nos esconder todos em casa. - explicou ele. - Eu sou o Twain. E vocês são?
Anne: Nós somos os Guerreiros dos Elementos. Viemos aqui para destruir um ser maligno. É esse ser que está a controlar os animais.
Twain: Ah, os Guerreiros. Claro, sei quem vocês são. Salvaram o mundo. E agora então há este novo ser malvado, é? Pois, bem me parecia que os animais não podiam ter ficado todos loucos de uma vez. Mas nunca se sabe, com as alterações climáticas.
Karen: Ai, que nojo. - disse ela, tirando uma mosca morta do cabelo. - Argh, detesto insectos!
Helena: Credo, Karen, deixa lá o teu cabelo. Temos de nos focar no problema que temos.
Twain: Sabem onde está esse tal ser?
Laura: Não fazemos a mínima ideia.
Twain: Bom, eu tenho um palpite, sabem? Logo à saída da aldeia há uma floresta grande. E nessa floresta há um pequeno templo dedicado a um deus protector da natureza. Quando os animais começaram a atacar as pessoas, eles vieram de lá. Pode ser que o tal ser esteja no templo.
Laura: Sim, faz sentido. Mas como é que vamos sair desta casa agora, com as moscas a bloquear a saída?
Twain: Ah, isso é fácil. A minha casa tem uma saída subterrânea que vai dar quase à saída da cidade. Vão por essa saída e depois é só seguirem o caminho pela floresta. Claro que vão ter os animais como obstáculos. Coitadinhos, eles não têm culpa de estar a ser controlados.
Josh: Claro que não, mas se eles nos tentarem atacar, temos de nos defender.
Laura: Não percamos mais tempo. Temos de ir vencer o tal ser antes que ele se lembre de sair da floresta e começar a controlar os animais da região toda e depois, quem sabe, até do mundo.
O Twain levou-os até um alçapão.
Twain: Pronto, vão por aqui. Cuidado que a passagem é estreita. Boa sorte.
Anne: Obrigada. Adeus.
Os cinco guerreiros entraram no alçapão e começaram a andar pelo corredor subterrâneo.
Karen: Bolas, raios partam estes seres malvados! Quer dizer, estávamos nós a aproveitar as nossas férias e eles tinham logo de aparecer e estragar as férias. - resmungou ela.
Helena: Karen, pára de te queixar.
Anne: Bem, mas eu tenho de concordar com a Karen. São inimigos atrás de inimigos. Neste último ano tem sido uma reviravolta. Os inimigos é que podiam tirar umas férias e deixar-nos descansar.
Josh: Pessoal, temos de pensar num plano. Quando sairmos pela passagem, de certeza que pouco depois os animais nos vão tentar atacar outra vez.
Laura: Começando logo pelas moscas. Acho difícil conseguirmos chegar os cinco ao tal templo. Vamos ter de nos separar.
Josh: Proponho que eu e a Anne tentemos distrair os animais que nos tentarem atacar. Assim vocês podem entrar na floresta e tentar encontrar o templo. A Anne pode voar e eu posso correr bastante depressa.
Anne: Sim, é boa ideia.
Karen: Está bem. Mas todos os animais que me aparecerem pela frente vão levar com um ataque de gelo. Não me atacam mais! Olhem só para o meu cabelo. Vou ter de passar horas no salão de beleza para o pôr novamente lindo e brilhante.
Os outros: -.-" Karen...
Eles chegaram ao final da passagem e subiram uma escada. Abriram um alçapão que estava por cima deles e saíram de novo para o lado de fora da aldeia. Eles começaram a caminhar para a floresta, até que começaram a ouvir o barulho das moscas novamente.
Anne: Deixem comigo. - disse ela, elevando-se no ar. - Ei, suas moscas parvas, não me apanham!
A Anne começou a voar para longe e as moscas foram atrás dela.
Laura: Vamos lá continuar.
Eles começaram a correr e quando chegaram à orla da floresta, vários cães esperavam por eles.
Karen: Ai! Estes cães têm cara de maus.
Nesse momento, os cães começaram a correr na direcção deles.
Laura: E agora?
Dois dos seres malignos já foram destruídos. Restam apenas oito. Agora, a Karen, a Laura, a Helena e o Josh encontram-se numa situação difícil, com os cães controlados a correr na direcção deles. O que farão os quatro guerreiros? Não percam o próximo capítulo!
