Capítulo 7: Pretendentes
Karen: Ai! Estes cães têm cara de maus.
Nesse momento, os cães começaram a correr na direcção deles.
Laura: E agora?
Josh: Helena, usa o teu poder da corrente numa árvore. Subam pela corrente que eu vou tentar afastá-los. Depressa!
Helena: Ok. Corrente de Luz!
A corrente prendeu-se numa árvore alta. A Helena, a Laura e a Karen subiram pela corrente até uma altura em que os cães não as pudessem atacar. Os cães começaram a correr só na direcção do Josh.
Josh: Ok. Agora é que é altura de usar o meu novo poder. Super Velocidade!
O Josh começou a correr muito mais depressa e os cães foram atrás dele. Quando eles já estavam longe, as três guerreiras desceram pela corrente.
Helena: Foi por pouco. Vá lá que o Josh foi rápido a pensar.
Laura: É verdade. Bem, vamos lá continuar.
As três entraram na floresta e caminharam lentamente.
Laura: Não podemos fazer barulho, senão algum dos animais nos pode ouvir. - sussurrou ela.
Karen: Mas onde será o tal templo?
Helena: Olhem, há aqui um trilho. Deve levar ao tal templo.
Elas começaram a caminhar pelo trilho e pouco depois avistaram o templo.
Helena: Cá está ele.
Nesse momento, várias cobras apareceram a rastejar pela erva.
Karen: Ai! Cobras! - gritou ela.
Com o grito da Karen, foram alertados outros animais e apareceram também abelhas e ratos.
Karen: Oh não...
Helena: Eles vão atacar.
A Laura deu um passo em frente.
Laura: Desculpa lá, floresta, mas tem mesmo de ser. Chama Escaldante!
A erva e as árvores começaram a pegar fogo e os animais afastaram-se.
Laura: Vá, agora temos de ir até ao templo. O fogo não os vai manter longe por muito tempo.
As três correram até ao templo e entraram lá. Sentado no chão estava um dos dez seres malignos, Animus, que tinha uma pele verde e brilhante. Ao vê-las, levantou-se.
Animus: Quem são vocês? Como chegaram aqui? Eu tenho os animais a proteger este templo.
Karen: Nós somos as tuas piores inimigas! Viemos para acabar contigo!
Helena: Não devias ter mandado os animais atacar pessoas. Agora vais pagar!
Animus: Isso queriam vocês! Raio Negro!
Helena: Esfera de Luz!
Os ataques acertaram no ar e anularam-se.
Laura: Já chega. Explosão Escaldante!
O Animus foi atirado contra uma parede e começou a arder.
Animus: Argh! Não!
Karen: Eu acabo com ele.
O Animus olhou para elas e fez um esgar.
Animus: Podem até destruir-me, mas os meus companheiros do mal vão acabar com vocês.
Karen: Veremos. Raio Glacial!
O ataque acertou no Animus, ele gritou e o seu corpo transformou-se em pó.
Karen: Aha, já está.
Helena: Os animais devem estar de volta ao normal.
Elas saíram do templo. Nesse momento, começou a chover e o fogo foi apagado.
Laura: Menos mal. - disse ela, suspirando.
Karen: Vamos mas é sair daqui. Estamos a molhar-nos.
Elas voltaram para dentro do templo até a chuva parar e depois regressaram à aldeia. A Anne e o Josh estavam à espera deles. Os cães que tinham perseguido o Josh agora estavam perto dele a brincar.
Josh: Vocês conseguiram. - disse ele, sorrindo. - Os animais voltaram ao normal.
Karen: Claro, nós somos as melhores, Josh. Resolvemos bem a situação.
Anne: Está na altura de irmos embora. Três dos dez seres já foram destruídos.
Laura: Hum... não combinamos onde nos iríamos encontrar com os outros depois de termos completado a nossa missão. - disse ela, pensativa. - O que fazemos?
Helena: Sugiro que regressemos à cidade Starfield e esperemos pelos outros lá.
Os outros entreolharam-se e concordaram. Deram as mãos.
Todos: Teletransporte dos Guerreiros!
E de seguida desapareceram no ar.
Entretanto, a Sara, a Marina, o Rick, o Leon e a Diana estavam no Japão à procura do monstro que podia mudar de forma. O grupo tinha-se dividido em dois. A Diana tinha ido com o Rick e a Marina e a Sara tinha ido com o Leon.
Sara: Porque será que não aparece nada no detector? - perguntou ela, abanando a cabeça. - O monstro deve estar nesta cidade, mas não aparece nenhum sinal de energia negra.
Leon: Se calhar o monstro já deixou a cidade.
Sara: Esperemos que não... senão nunca mais o encontramos.
No outro lado da cidade, a Marina, o Rick e a Diana estavam a ter o mesmo problema.
Marina: Não aparece nada. - disse ela, cruzando os braços. - E estou farta que estes japoneses estejam a olhar quando estamos aqui a passar pelas ruas.
Rick: É normal. Estamos nos nossos uniformes de guerreiros. Eles devem estar só curiosos.
Diana: Hum, deixem-me tentar uma coisa. - pediu ela, pegando no relógio do Rick. - Vejamos... hum... ora, faz-se isto... hum... exacto... já está.
Nesse momento, apareceu uma mancha roxa no mapa da cidade que estava no relógio do Rick.
Diana: Ali está o nosso inimigo.
Rick: Como é que fizeste isso?
Diana: Foram só uns ajustes para captar até as energias mais pequenas. O nosso monstro está a libertar pouca energia negra. Vá, vamos lá ter com ele e destrui-lo.
A Sara e o Leon continuavam a procurar pelo ser que podia mudar de forma, mas não estavam a ter sorte.
Sara: Acho que estamos a perder o nosso tempo. - disse ela, encolhendo os ombros. - O monstro não está por aqui.
Leon: Mas temos de achar o ser malvado, antes que ele faça mal a alguém.
Eles continuaram a caminhar, até que chegaram a uma rua deserta.
Sara: Bem, esta rua não tem ninguém. - disse ela, olhando à sua volta.
Nesse momento ouviu um barulho e virou-se. Abriu a boca de espanto. Perto dela estavam dois Guerreiros da Escuridão.
Leon 1: Huh? Quem és tu?
Leon 2: Eu sou o Leon.
Leon 1: Ei! Eu é que sou o Leon!
Sara: Ora bolas... parece que o ser veio até nós. - disse ela. - Bom, vou acabar contigo!
Os dois Leons viraram-se para a Sara.
Sara: Er... mas qual é o verdadeiro Leon?
Leon 1: Sou eu!
Leon 2: Não, eu é que sou! Sara, eu é que sou o Leon!
Sara: Aha! Tu sabes quem eu sou, logo o outro é que é o impostor. - disse ela, preparando-se para atacar.
Leon 1: Ei! Não! A Diana disse-nos que o ser podia ler os nossos pensamentos. Ele leu os meus pensamentos e soube o teu nome.
Leon 2: Mentiroso! Ele está a tentar enganar-te.
A Sara olhou de um para o outro.
Sara: Oh não... não sei qual de vocês é o Leon verdadeiro.
Leon 1: Então, ataca um de nós.
Leon 2: Pois. Ataca-o a ele. Ele é o impostor.
Leon 1: Não! Ele é que é!
Sara: Bom, cá vai! Onda Azul!
O ataque foi contra o Leon 1 e ele caiu no chão. O Leon 2 sorriu.
Leon 2: Aha, azar. - disse ele e depois mudou de forma subitamente, ficando com uma pele cor-de-laranja e preta.
Sara: Raios... escolhi o Leon errado.
O ser malvado sorriu.
Shapius: Eu sou Shapius, um dos dez seres malignos. Com que então, vocês querem destruir-me. Não vão conseguir.
Sara: Agora já sei que és mesmo o malvado. Toma! Onda Congelante!
O Shapius saltou desviou-se. O Leon levantou-se.
Leon: Eu vou ajudar.
Nessa altura, apareceram a Diana, o Rick e a Marina.
Marina: Cá estamos.
Rick: Ali está o ser maligno! - gritou o Rick, apontando para o Shapius.
Shapius: Bolas... agora são muitos... ok!
O Shapius saltou sobre a Sara e caíram os dois no chão. Nesse momento, o Shapius transformou-se na Sara.
Shapius: Agora posso usar os poderes dela. Nuvem de Vapor!
O ar ficou cheio de vapor e não se conseguia ver nada.
Rick: Deixem comigo. Pequeno Ciclone!
O ataque de vento dissipou o vapor. Mas depois, de cada lado da rua, estava uma Sara.
Marina: Huh? Duas Saras!
Diana: Uma delas é o ser maligno, que mudou de forma. - avisou ela.
Sara 1: Eu sou a Sara.
Sara 2: Eu é que sou! Acreditem, sou eu!
Sara 1: Mentira. Eu sou a verdadeira Sara!
A Marina, o Rick e a Diana entreolharam-se.
Rick: E agora?
O Leon aproximou-se.
Leon: O monstro também já se transformou em mim. É uma cópia exacta. E consegue ler os nossos pensamentos para saber informações sobre nós. - disse ele.
Diana: Eu já tinha avisado.
Marina: Então, atacamos uma das Saras.
Rick: E se for a Sara errada?
Leon: Eu... eu vou descobrir qual é a verdadeira.
Ele aproximou-se das duas Saras.
Sara 1: Eu sou a verdadeira.
Sara 2: Eu é que sou a Sara, verdadeira. A outra é o ser maligno transformado!
Sara 1: Não tentes enganar o Leon!
Sara 2: Argh, tu é que és o ser maligno!
Sara 1: Não! Tu é que és!
O Leon olhou para as duas Saras e depois caminhou perto delas, examinando-as.
Sara 1: Podes examinar, Leon. Eu sou a verdadeira Sara.
Sara 2: Eu sou a verdadeira Sara.
O Leon afastou-se um pouco.
Leon: Já sei qual de vocês é a verdadeira e a falsa. - disse ele. - Choque da Escuridão!
O ataque foi contra a Sara 1 e ela foi lançada no ar. Quando caiu no chão, transformou-se novamente no monstro Shapius.
Marina: Boa, Leon!
Rick: Descobriste quem era a Sara verdadeira.
O Shapius estava a tentar levantar-se. A verdadeira Sara deu um passo em frente.
Sara: Não nos enganas mais. Onda Congelante!
Leon: Choque da Escuridão!
Marina: Aha, contem comigo para atacar também. Energia de Pedras!
Rick: Energia dos Elementos!
Os quatro ataques acertaram no Shapius e ele foi destruído.
Diana: Muito bem. Vencemos. - disse ela, sorrindo.
Marina: E já lá vão três... ou quatro, se os outros tiverem destruído o ser que foram caçar.
Rick: Realmente, este ser mudou de forma e imitou na perfeição a Sara. - disse ele, pensativo.
A Sara aproximou-se do Leon.
Sara: Obrigada Leon. Descobriste que eu era a verdadeira Sara. Desculpa lá ter-te acertado com o meu ataque...
Leon: Não faz mal. - disse ele, sorrindo.
Sara: Mas como é que tu sabias que eu era a verdadeira Sara?
O Leon abanou a cabeça.
Leon: Foi bastante fácil.
Sara: Então diz lá, como é que soubeste que eu era a verdadeira?
Os outros aproximaram-se.
Leon: Ora, apesar daquele monstro ter assumido a tua forma e de ter imitado a tua voz também, havia uma coisa que ele não imitou.
Marina: Que foi exactamente o quê?
Leon: O perfume que a Sara está a usar. - explicou ele. - Quando passei perto de vocês os dois, senti o teu perfume vindo de ti, Sara, mas do monstro não.
Diana: Brilhante dedução, parabéns.
Marina: Ena, então parece que o perfume da Sara foi a chave da situação. - disse ela, sorrindo. - Mas olha lá Sara, então tu sabias que vínhamos para uma missão para matar estes seres malvados e vais pôr perfume?
Sara: Ora, já não posso pôr perfume!? - disse ela, cruzando os braços. - Uma rapariga gosta de andar bem cheirosa, não?
Marina: Está bem, mas pronto... enfim, não importa.
Rick: Parece que aqui o Leon tem faro para perfumes. - disse ele, rindo-se.
Leon: Ah, bem eu já tinha sentido algumas vezes o cheiro do perfume da Sara, por isso não foi difícil identificá-lo. - disse ele. Os outros olharam todos para ele e ele corou. - Q-quer dizer, não é que eu andasse a cheirar a Sara ou algo assim...
A Diana, o Rick e a Marina entreolharam-se e começaram a rir-se. A Sara corou um pouco.
Marina: És engraçado, Leon.
Rick: Não deixes o Dean saber disto, senão ele fica com ciúmes.
Sara: O Dean não tem de ter ciúmes nenhuns. Nós não namoramos um com o outro. - disse a Sara. - E agora, vamos mas é embora.
Rick: Para onde, exactamente?
Diana: Sugiro que voltemos à cidade Starfield. Penso que os outros se irão dirigir para lá também.
E pouco depois, os guerreiros juntaram os poderes e voltaram à cidade Starfield.
Pouco depois de terem regressado à cidade Starfield, a Laura contactou com os outros e reuniram-se todos na casa da Sara.
Sabrina: Olá. - disse ela, vendo-os chegar. - Então, correu tudo bem?
Sara: Olá Sabrina. Ainda bem que já voltaste da casa da Dalila. As coisas correram mais ou menos. - respondeu ela.
Os guerreiros, a Diana, a Sabrina, o Peter e o Dean reuniram-se no quarto da Sara.
Sabrina: Realmente o quarto está a ficar bastante pequeno para tanta gente. Temos de mudar de casa, Sara.
Laura: Bem, então vocês venceram o vosso ser que mudava de forma, não foi?
Leon: Sim. Ele transformou-se em mim e na Sara, mas acabámos por o vencer.
Karen: E nós tivemos de lidar com insectos e animais. - disse ela, arrepiando-se. - Odeio insectos!
Diana: O que importa é que quatro dos dez seres malignos foram destruídos. O próximo é um dos seres mais fortes. É ele que está a impedir que os espíritos das pessoas sigam para o além.
Peter: Ah, vocês dão cabo dele num instante, tenho a certeza.
O Dean aproximou-se da Sara.
Dean: Ainda bem que não te magoaste.
Sara: Ah, eu estou bem, Dean, não te preocupes.
Pouco depois, eles estavam a contar como tinham vencido os seres.
Marina: E pronto, graças ao perfume da Sara e o faro do Leon o monstro foi desmascarado e destruído. - explicou ela. - E segundo o Leon, ele não andava a cheira a Sara.
Os outros começaram a rir-se. O Dean cruzou os braços.
Dean: Qual é a graça? Leon, não devias andar aí a cheirar o perfume da Sara!
Leon: Ora, eu não ando a cheirar a Sara! Que estupidez. O perfume dela é que é activo. - defendeu-se ele.
Dean: Pois, deve ser mesmo. - disse ele, desconfiado.
Leon: E o que é que tu tens a ver com isso?
Dean: Ora, sabes bem que eu gosto da Sara!
Leon: E que eu saiba ainda não namoram. Por isso, ela está aberta a novos pretendentes.
Karen: Ena pá! Olhem só, eles estão a engalfinhar-se um com o outro por causa da Sara! - disse ela, rindo-se. Depois parou e ficou muito séria. - Ei! E porque é que nenhum se está a debater para ficar comigo? Eu sou muito mais bonita que a Sara! E mais rica!
A Sara levantou-se.
Sara: Ei! Parem de falar como se eu não estivesse aqui. - disse ela, aborrecida. - Eu não quero namorar com ninguém. Ponto final.
A Sara saiu do quarto.
Sabrina: Lá vai ela... enfim, continuem a tentar rapazes. - disse ela, sorrindo ao Dean e ao Leon.
Eles entreolharam-se, aborrecidos um com o outro. Nesse momento, começou a chover e a trovejar.
Diana: Pessoal, o próximo ser vai aparecer agora. - avisou ela.
Começou a trovejar com mais força.
Diana: Olhem lá para fora. - disse ela.
Os outros olharam pela janela do quarto da Sara.
Sabrina: O que é que tem? Não vejo nada de especial. Está só a chover.
Helena: Mas eu... estou a ver... pessoas translúcidas. - disse ela e depois virou-se para a Diana. - São espíritos?
Diana: São. Agora que se vai manifestar o ser que os mantém presos aqui, eles vão andar pela terra e podem vê-los, isto é, as pessoas que têm poderes. - explicou ela. - Sabrina, Dean, Peter, vocês não vão conseguir ver os espíritos.
Peter: Oh, que pena.
Rick: Então, o que fazemos agora?
Diana: Têm de lutar contra o ser malvado que prende aqui os espíritos e matá-lo. Ele deve ter aparecido no ponto mais alto da cidade.
Karen: Mas temos de ir já? Está a chover?
Diana: Vai chover e trovejar até que ele seja destruído. - explicou ela.
Karen: Raios. Estúpido ser maligno.
A Sabrina foi chamar a Sara e explicaram-lhe a situação.
Peter: Então boa sorte, nós ficamos aqui.
Dean: Boa sorte, Sara. - disse ele. - Tem cuidado com o ser maligno... e com as companhias.
O Dean e o Leon trocaram um olhar irritado e os guerreiros foram-se embora, deixando a Sabrina, a Diana, o Peter e o Dean sozinhos no quarto da Sara. O Peter e o Dean ficaram à janela a ver os guerreiros a saírem para a rua.
A Sabrina aproximou-se da Diana.
Sabrina: Então, tu és a Diana. A Sara falou de ti, quando me telefonou ontem, mas foi pouco. Então, vieste do futuro, não foi?
Diana: Foi. E fico tão contente por te ver. - disse ela, sorrindo.
Sabrina: Porquê? Nós conhecíamo-nos no futuro?
Diana: Sim. Conhecíamo-nos bastante bem. - disse ela, sorrindo. - Tu és a minha madrinha, no futuro.
Sabrina: Eu? Tua madrinha?
Diana: Sim. - respondeu ela, sorrindo. - Claro que no futuro és muito mais velha. É estranho ver-te aqui, mais nova que eu.
Sabrina: Bem e é estranho eu imaginar-me a ser madrinha de alguém. - disse ela, sorrindo. - Tens de me contar mais coisas.
Diana: Infelizmente, não posso. Não devo revelar coisas sobre o futuro... pelo menos, até ter a certeza que o futuro que eu conheço não se irá concretizar. O planeta, no meu futuro, não está nada bem.
O Dean virou-se para o Peter.
Dean: Que chatice. Ficamos sempre para trás.
Peter: Não temos poderes. - disse ele, encolhendo os ombros. - Não podemos fazer nada.
Dean: Olhe lá, tu achas que aquele Leon tem hipóteses com a Sara?
Peter: Não faço ideia, Dean.
Dean: Hunf, é injusto ele agora aparecer e querer namorar com a Sara! Eu apareci primeiro.
O Peter sorriu.
Peter: Ele não disse que queria namorar com ela. Acho que foi só mais para te irritar. Talvez ele nem esteja interessado nela.
Dean: Achas?
Peter: Sinceramente, não sei. Nunca sabemos exactamente como os outros pensam ou o que sentem. Mas não desistas de lutar pela Sara.
Dean: Claro que não. Eu amo-a e quero ficar com ela.
Enquanto isso, os guerreiros corriam pela cidade.
Laura: O tal ser deve estar na Torre Olsen. É o lugar mais alto da cidade.
Karen: E até lá chegarmos, ficamos ensopados. - queixou-se ela.
À sua volta, vários espíritos se viravam para os ver passar a correr.
Anne: Coitados... parecem perdidos e sem saber o que ainda aqui estão a fazer.
Mas nessa altura, um espírito apareceu em frente deles.
Sara: Olhem!
Era o espírito da Shirley.
Shirley: Laura, preciso da tua ajuda. - pediu ela, aproximando-se.
Laura: Como é tu sabes que eu sou a Laura? Eu estou transformada em Guerreira do Fogo.
Shirley: Os espíritos conseguem ver para além do que os humanos conseguem. - respondeu ela. - Eu preciso de falar com os meus pais, o Ben e as minhas amigas Britney e Courtney.
Anne: Shirley, tu estás morta...
Shirley: Eu sei. Mas vocês conseguem ver-me. Podem transmitir-lhe recados. Eu preciso que eles saibam algumas coisas.
Os guerreiros entreolharam-se.
Rick: Ok, Laura e Anne, ajudem a Shirley. Nós vamos tratar do tal ser maligno.
Laura: Está bem.
Shirley: Obrigada.
Os outros saíram dali a correr.
Shirley: Eu digo-vos onde moram os meus pais. O Ben, a Courtney e a Britney estão num café que há perto da minha casa. Passem por lá e levem-nos até à minha casa.
Anne: Está bem. Vamos fazer isso.
Laura: Vamos.
As duas saíram dali a correr, com o espírito da Shirley a flutuar atrás delas.
Agora restam apenas seis seres malignos, a Sara ganhou um novo pretendente e a Shirley, em espírito, apareceu para pedir a ajuda da Laura e da Anne. No próximo capítulo, veremos o que a Shirley quer dizer à família e aos amigos. Até lá!
