Capítulo 12: Sabrina, a Caçadora de Vampiros

Os guerreiros continuaram a correr para a Câmara Municipal. Um helicóptero estava a sobrevoar o local, filmando tudo. O Vampius, um vampiro com uma cara muito pouco agradável, estava em frente à câmara. Sorriu ao ver os guerreiros aproximarem-se.

Vampius: Cá estão vocês. Eu vi logo que o estúpido do Nightus não vos ia conseguir matar. - disse ele. - Mas eu vou conseguir.

Diana: Vampius, tu és só um. Nós somos dez. Tu é que vais morrer.

Vampius: Sabes, tens razão numa coisa. Eu sou só um. Isso é mau, não é? Estou em desvantagem... ora, vocês acham que eu me iria arriscar a lutar sozinho contra vocês? Pessoal, apareçam!

De seguida, dos edifícios ali perto surgiram centenas de vampiros. Os guerreiros olharam horrorizados à sua volta.

Vampius: E agora, quem é que estás em desvantagem? - perguntou ele, sorrindo.

Diana: Argh, se te matarmos, os outros também morrem. Chama Sagrada!

O Vampius saltou para o lado, desviando-se. Os outros vampiros estavam a aproximar-se rapidamente.

Laura: Temos de os deter. - disse ela. - Explosão Escaldante!

Helena: Esfera de Luz!

Os ataques acertaram nalguns vampiros, destruindo-os.

Sara: Os meus ataques não vão ter efeito neles. - disse ela, preocupada. - O que vamos fazer?

Os vampiros estavam apenas a centímetros deles.

Rick: Pessoal, juntem-se mais! - gritou ele. - Barreira Mística!

A barreira envolveu-os, no preciso momento em que vários vampiros saltaram para os atacar, batendo na barreira.

Rick: A barreira não vai durar muito tempo.

Marina: Se juntarmos os nossos poderes, podemos fazer a Barreira dos Guerreiros, que é muito mais resistente.

Os dez guerreiros deram as mãos.

Guerreiros: Barreira dos Guerreiros!

A barreira tornou-se muito mais forte. Os vampiros continuavam a investir contra ela.

Laura: Mas agora não os podemos atacar...

O Vampius riu-se.

Vampius: Estão feitos, guerreiros. A barreira não dura para sempre e então, os meus vampiros vão matar-vos.

Sara: Será que conseguimos usar o teletransporte?

Rick: A barreira não vai deixar que usemos o teletransporte, para sairmos daqui. Teríamos de remover a barreira e só depois usar o teletransporte, mas quando removermos a barreira, os vampiros atacam-nos logo. E a minha barreira só por si, não duraria o tempo suficiente para realizarmos o teletransporte.

Diana: Só nos resta esperar... se a barreira durar até ser dia, estaremos a salvo. Os vampiros morrem com a luz do sol.

Na casa da Sara, todos estavam a ver o que se estava a passar pela televisão.

Sabrina: Eles precisam de ajuda!

Dean: O que podemos nós fazer?

Sabrina: Ora, vamos matar os vampiros! - disse ela, decidida.

Mãe da Sara: Filha, não sejas maluca.

Sabrina: Eu tenho tudo preparado! - disse ela. - Quando soube que podia haver um ataque de vampiros, preparei tudo. Esperem.

Ela foi buscar uma grande caixa e depois abriu-a.

Sabrina: Aqui está. Para vencer os vampiros, estacas de madeira, arco e flecha, alho, água benta, isqueiros, um machado para decapitação, cruzes e crucifixos, álcool bastante inflamável para usar com os isqueiros, pistola de água com água benta, pistola com balas de prata abençoadas, bastão de basebol de madeira. Enfim, tenho aqui tudo!

Todos ficaram a olhar para ela, surpreendidos.

Mãe da Sara: Onde é que tu foste arranjar isso tudo?

Sabrina: Ora, eu procurei informação em como destruir os vampiros. Além de que eu vi a série da Buffy Caçadora de Vampiros quase toda, logo sei tudo e mais alguma coisa.

Dean: Uma pistola verdadeira, com balas de prata abençoadas? - perguntou ele, surpreendido.

Sabrina: Nem me perguntes onde a arranjei. - disse ela. - Vá, pessoal, vamos lá!

Amy: Tu estás a sugerir que nós vamos enfrentar os vampiros com isto?

Sabrina: Sim. Vai resultar. - disse ela. - Eu vou salvar a minha irmã. Vêem comigo ou vou sozinha?

Os outros entreolharam-se.

Pai da Sara: Filha, isto é loucura. Vamos ser todos mortos. Somos muito poucos.

Sabrina: Nisso tens razão. Esperem, tive uma óptima ideia! - disse ela, entusiasmada. - Amy, Dean e Peter, telefonem para casa das famílias dos guerreiros. Eles que nos venham ajudar. Eu vou telefonar para a televisão a avisar o que estamos a planear. Eles andaram a divulgar como matar vampiros. Talvez haja pessoas que nos queiram ajudar a matar os vampiros e salvar os guerreiros.

A Sabrina pegou no telefone.

Sabrina: Vá, lesmas, mexam-se!

A Amy, o Peter e o Dean pegaram logo nos telemóveis e começaram a ligar. A Sabrina ligou para a televisão e pouco depois a notícia estava a circular.

Jornalista Sophia: Parece que um grupo de pessoas vai atacar os vampiros na cidade Starfield. Nós já dissemos como se pode matar um vampiro nesta emissão. O grupo de pessoas procura ajuda de outras pessoas que queiram ajudar a salvar os guerreiros. - disse ela. - Lembrem-se que eles já nos salvaram a nós.

Nessa altura, a Felícia apareceu e empurrou a jornalista para o lado.

Felícia: Caros cidadãos da cidade Starfield, venham ajudar! Os guerreiros merecem a nossa ajuda, para já não falar que se não matarmos os vampiros, eles matam os guerreiros e depois estamos todos condenados. Façam como eu, digam, eu vou! - disse ela. - Se há pessoas que vão ao Rock in Rio, nós também podemos ir matar vampiros!

Na casa do Rick, o pai do Rick estava a pôr algumas estacas no bolso.

Mãe do Rick: Tem cuidado, querido.

Pai do Rick: Eu vou ter. Vou vencer aqueles vampiros. O Rick vai voltar para casa são e salvo, prometo. - disse ele. - E tu, tem cuidado. Não abras a porta a ninguém e se abrires, não os convides a entrar. Podem ser vampiros disfarçados.

Mãe do Rick: Eu sei.

Na casa da Marina, a mãe e o pai dela estavam de saída.

Mãe da Marina: Como é que aqueles vampiros se atrevem a encurralar a nossa filha?

Pai da Marina: Pois é, querida. Eles vão pagar por isso.

Mãe da Marina: Ah pois vão! Vão levar com uma estaca bem no meio do coração, que é para aprenderem!

Na casa da Laura, o Gabriel e os pais estavam prontos.

Gabriel: Mãe, se calhar era melhor ficar aqui em casa.

Mãe da Laura: Não. A Laura e a Diana estão encurraladas e precisam de ajuda.

Pai da Laura: Pois. Quantos mais formos, melhor.

Gabriel: Está bem. - disse ele, encolhendo os ombros. - Vamos lá!

A Sabrina saiu de casa, acompanhada pelo Dean, o Peter, a Amy e os pais da Sabrina e da Sara.

A Sabrina levava o arco na mão. O Peter levava a pistola com balas de prata. O Dean levava um machado. A Amy trazia consigo a pistola de água com água benta. O pai da Sara tinha o bastão de basebol e a mãe da Sara trazia consigo muitas cruzes, estacas e alho à volta do pescoço.

Sabrina: Vamos lá acabar com esta vampirada! - disse ela, decidida.

Eles começaram a caminhar em direcção à câmara municipal. Dois vampiros apareceram de um beco.

Amy: Vampiros, ali! - disse ela, apontando.

Os vampiros aproximaram-se.

Vampiro 1: Ah, mais pessoas para darmos um dentadinha!

Vampiro 2: Vamos lá.

Os vampiros começaram a aproximar-se.

Sabrina: Ok, tomem lá!

Ela disparou uma seta, que acertou no coração do vampiro 2 e o transformou em pó. O vampiro 1 aproximou-se a correr, furioso.

Vampiro 1: Vão pagar!

Amy: Uh, toma! - gritou ela, usando a pistola de água benta.

O vampiro ficou encharcado com água benta, gritou e no momento seguinte o seu corpo transformou-se em pó.

Sabrina: Estes foram canja.

Eles continuaram a caminhar. Chegaram perto da câmara. Os vampiros continuavam a atacar a barreira dos guerreiros.

Pai da Sara: Agora é que é.

Alguns vampiros viraram-se e viram-nos ali.

Vampiros: Vamos matá-los!

Os vampiros começaram a aproximar-se.

Sabrina: Atacar!

A Sabrina começou a disparar setas para todo o lado. O Peter disparou as balas de prata abençoadas, acertando em quatro vampiros. A Amy começou a molhar os vampiros com água benta, enquanto corria e gritava.

O pai da Sara aproximou-se de um vampiro e deu-lhe com o bastão de basebol. O vampiro caiu no chão, mas levantou-se de seguida.

Vampiro: Não me mata assim! - gritou ele, saltando para cima do pai da Sara.

Dean: Ei! Vampiro!

O Vampiro virou a cabeça, para olhar para o Dean, com o machado na mão.

Dean: Bons sonhos!

Num movimento rápido, o Dean cortou a cabeça do vampiro e o corpo do vampiro transformou-se em pó.

Pai da Sara: Obrigado.

Os vampiros começaram a cercar o grupo da Sabrina.

Vampiro 1: Agora vão morrer todos!

Felícia: Quietos, seus vampiros estúpidos!

Os vampiros viraram-se e viram a Felicia, o Nelson, o Ben, a Courtney, a Britney, os pais da Shirley, os pais dos guerreiros, o Gabriel, o cozinheiro Pierre, o Dr. X e sua filha Clara, o professor Tadeu, o professor Diogo, a Ashley, a Gina, o Sir Joseph Gold, o Darius, a Carine, o Alir, a Rosangela, a Dalila, os pais da Dalila, a directora da instituição e mais duas centenas de pessoas a aproximar-se.

Mãe da Marina: Vampiros, estão feitos!

Pai da Anne: Vamos acabar com todos vocês!

Gina: Eu nem sei bem porque estou aqui, mas já agora, vou dar cabo destes vampiros todos!

Dalila: Sabrina, vim para te ajudar. Eu e os meus pais estávamos aqui perto quando ouvimos no rádio que estavam a pedir ajuda e viemos logo.

Dr. X: E eu estou aqui para ajudar também.

Alir: Está na altura de eu ajudar também.

Nelson: Eu vim porque a Felícia me obrigou, mas estou cheio de medo! - disse ele, tremendo.

Felícia: Controla-te, Nelson. Que marido mais cobarde!

Gabriel: Pessoal, ao ataque!

As pessoas começaram a avançar.

Vampius: Acabem com todos eles! - gritou ele e os vampiros começaram a avançar.

Os guerreiros estavam a ver tudo pela barreira.

Laura: Os nossos pais...

Rick: E amigos.

Sara: E até pessoas desconhecidas.

Josh: Eles vieram ajudar-nos.

A batalha entre os humanos e os vampiros começou a sério logo de seguida. Os vampiros estavam a tentar morder as pessoas e as pessoas não estavam dispostas a transformar-se em vampiros.

A Felícia agarrou num sapato e lançou-o contra um dos vampiros. Enquanto ele estava zonzo, ela pegou numa estaca e matou-o. O Nelson começou a correr, fugindo de um vampiro. O vampiro tropeçou, caiu em cima de uma estaca que estava no chão e transformou-se em pó.

A Gina andava aos murros aos vampiros.

Gina: Tomem lá! E mais esta!

Rosangela: Gina! É para usares as estacas, mulher! - gritou ela, matando um vampiro.

Gina: Ah, porque é que não disseste logo? - perguntou ela, pegando numa estaca. - Tomem!

A Britney e a Courtney andavam a fugir de uma vampira.

Vampira: Voltem aqui! Vou matar-vos!

Britney: Uma ova! - gritou ela.

A Courtney virou-se e lançou a estaca contra a vampira. A estaca bateu na cabeça da vampira e ela caiu no chão, desmaiada.

Britney: Bem, não a mataste, mas foi quase.

O Pierre andava a atacar os vampiros com uma faca de cozinha. Com um golpe rápido, decapitou um deles. A Mãe da Marina trazia consigo uma forquilha e estava a espetar todos os vampiros que conseguia.

O Dr. X andava a matar os vampiros usando uma pistola.

Dr. X: Balas de raios uv são do melhor. - disse ele, matando mais um vampiro.

A Dalila e a Ashley tinham encurralado uma vampira.

Vampira: Deixem-me ir, por favor. - pediu ela.

Ashley: O que fazemos?

Nesse momento de hesitação, a vampira atirou-se para cima da Dalila.

Dalia: Socorro!

Ashley: Maldita vampira! - gritou ela, usando uma estaca e matando a vampira. Ela transformou-se em cinzas.

A Dalila levantou-se. Estava coberta de cinzas.

Dalila: Que nojo...

O Darius, a Carine e o Alir andavam a matar os vampiros e a saltar de um lado para o outro.

Carine: Já estava a sentir falta de alguma acção nas nossas vidas.

Darius: Ei, até parece que não temos acção nas nossas vidas!

Carine: Eu estava a falar, para além do nosso quarto.

Darius: Ah, está bem.

A Sabrina, o Dean, a Amy e o Peter correram para o Vampius, que se mantinha afastado da confusão.

Laura: Cuidado!

Sara: Ele é muito forte! - gritou ela.

Sabrina: Nós acabamos com ele. - disse ela, confiante.

O Vampius sorriu.

Vampius: Estúpidos. Raio Negro!

O ataque acertou no Dean, que caiu para cima da Amy, acabando por irem a rebolar por ali abaixo.

Peter: Toma lá! - gritou ele, disparando a pistola com balas de prata.

O Vampius saltou para o lado.

Vampius: Raio Negro!

O Peter foi atirado para trás, caindo no chão. A Sabrina aproximou-se a correr do Vampius e tentou matá-lo com o arco. Ele pegou no arco e partiu-o em dois. A Sabrina recuou, pegando numa estaca.

Vampius: Estou com fome.

O Vampius aproximou-se rapidamente e pegou na Sabrina pelo pescoço.

Sabrina: Larga-me!

Vampius: Tu és o meu jantar. - disse ele, sorrindo.

Sara: Não! Larga a Sabrina! - gritou ela, desesperada.

Vampius: Nem pensar. Ela agora é minha.

E de seguida, o Vampius enterrou os dentes no pescoço da Sabrina. A Sara gritou. Mas logo depois, o Vampius afastou-se da Sabrina a cambalear.

Vampius: O que é isto? O teu sangue... argh, arde.

A Sabrina olhou para ele.

Sabrina: Comi pão com alho antes de vir. - disse ela, aproximando-se. - E agora, isto é por me teres mordido!

A Sabrina enterrou a estaca de madeira no coração do Vampius. Ele arregalou os olhos.

Vampius: Não pode ser... fui vencido por uma rapariga...

Sabrina: Vê-se logo que nunca viste a Buffy. - disse ela. - Adeus.

No momento seguinte, o corpo do Vampius transformou-se em pó. Um segundo depois, todos os outros vampiros também se transformaram em pó. As pessoas começaram a festejar.

Pai da Sara: Estão todos mortos! Hurra!

Dean: A Sabrina conseguiu.

Felícia: Vitória! Assim é que é! - gritou ela. - E perdi outro sapato caríssimo...

Os guerreiros desfizeram a barreira. A Sara correu para a Sabrina e abraçou-a.

Sara: Estás bem?

Sabrina: Estou. Foi só uma mordida no pescoço, mas não durou mais do que um segundo. - respondeu ela.

Sara: Foste fantástica.

Sabrina: Obrigada.

A Diana aproximou-se.

Diana: Sabrina, és realmente uma pessoa especial. Mesmo sem poderes, conseguiste ajudar-nos e vencer o Vampius.

Sara: E é graças a ela que eu, a Laura, a Anne, a Marina, o Rick e outros fomos revividos. - disse ela, feliz. - A minha irmã é uma heroína!

Logo depois, todos vieram felicitar a Sabrina.

Felícia: Muito bem. Vou querer uma entrevista exclusiva consigo.

Sabrina: A sério? Que bom! - disse ela, sorridente.

Mãe da Sara: As minhas filhas são excepcionais.

Dalila: Tu és a melhor, Sabrina. - disse ela, abraçando a amiga. - Primeiro ajudaste-me com os meus vizinhos canibais e agora foram vampiros.

Nessa noite, as pessoas voltaram para as suas casas e estavam todas muito mais descansadas. Contudo, a ilha voadora ainda tinha de ser vigiada. Faltava o último ser maligno actuar.

No dia seguinte, os dez guerreiros, já transformados, reuniram-se no parque. Iam pôr um plano em prática.

Diana: Bem, estão todos preparados?

Os outros acenaram afirmativamente.

Sara: Espero que isto resulte.

Marina: Claro que vai resultar. - disse ela, confiante. - Afinal, só resta um ser maligno.

Laura: Exacto. Vamos usar o nosso ataque em conjunto para destruir a barreira que há à volta da ilha. Depois, podemos matar o último ser maligno.

Eles deram as mãos.

Diana: Vamos concentrar-nos.

Eles fecharam os olhos. Depois, cada um gritou pelo seu poder.

Guerreiros: Míssil Mágico dos Guerreiros!

Uma enorme quantidade de energia elevou-se no ar, desaparecendo. Os guerreiros largaram as mãos.

Rick: Ok, eu vou ver se tudo correu pelo melhor.

De seguida, o Rick concentrou-se e desapareceu. Reapareceu na casa da Sara. A Sabrina, a Amy, o Dean, o Peter e o Gabriel estavam lá.

Rick: Já cá estou.

Amy: Esse poder de teletransporte é mesmo útil. - disse ela, pensativa.

O Gabriel estava no computador da Sara. Os outros aproximaram-se.

Gabriel: Pronto, consegui captar a imagem de satélite da ilha. - disse ele. - Vamos esperar.

Alguns segundos depois, a energia mágica apareceu e acertou com toda a força na ilha voadora. Deu-se uma enorme explosão e a ilha começou a cair.

Dean: Oh, a ilha está a cair!

Rick: Bolas, não pensámos que isto ia acontecer...

Gabriel: Calma... eu vou calcular a rota de queda. - disse ele, mexendo rapidamente no computador.

Peter: Pensei que a Laura é que era a inteligente da família, mas afinal são os dois.

Alguns segundos depois, o Gabriel tinha terminado.

Gabriel: Cá está. A ilha vai cair precisamente num lago perto de Saint Burrows, na Rússia.

Rick: Certo. Obrigado.

O Rick voltou a desaparecer no ar e reapareceu no parque.

Marina: Então?

Josh: Destruímos a barreira?

Rick: Sim e não só. A ilha começou a cair. Vai despenhar-se lá de cima, directamente num lago na Rússia. Perto de... hum... Saint Burrows, é isso.

Diana: Ok. Então vamos já para lá. Mal a ilha caía, nós avançamos e destruímos o ser maligno... isto é, se ele não tiver fugido antes da queda.

Eles deram as mãos novamente.

Guerreiros: Teletransporte dos Guerreiros!

Eles desapareceram e reapareceram perto da Saint Burrows. Havia umas placas ali perto.

Helena: Qual o caminho para o lago?

Karen: Pois... se nós soubéssemos ler russo...

Mas de seguida eles ouviram um estrondo enorme vindo de um caminho mais à frente deles. De seguida, uma onda enorme ergueu-se.

Leon: Oh não, a queda da ilha no lago provocou um tsunami!

Laura: Fujam!

Os guerreiros começaram a correr. O tsunami aproximou-se.

Josh: Devíamos ter usado a barreira!

Helena: Agora não temos tempo!

Leon: Vamos ser apanhados pela onda! - gritou ele.

A Anne agarrou na Laura e elevou-se no ar com ela. O Rick agarrou no braço do Leon e desapareceram os dois graças ao teletransporte. O Josh agarrou no braço da Marina e usou a sua super velocidade para fugir rapidamente dali.

A Sara, a Karen, a Diana e a Helena levaram com a onda. A Karen agarrou-se a uma árvore e começou a gritar. A Diana foi levada pela onda e bateu contra uma pedra e depois agarrou-se a ela. A Sara usou o super poder de nadar rapidamente e começou a nadar na direcção oposta à onda, agarrando o braço da Helena pelo caminho.

Segundos depois, a água tinha-se espalhado pelos campos e pela cidade de Saint Burrows, mas não tinha provocado grandes cheias. A Anne desceu do céu com a Laura.

Laura: Obrigada Anne.

Anne: De nada. Gostava de ter ajudado os outros, mas só consigo carregar com uma pessoa e voar.

O Rick reapareceu com o Leon.

Rick: Foi por pouco.

Leon: Sim. Obrigado. Não sabia que o teu poder de teletransporte dava para mais do que uma pessoa.

Rick: Só para mais uma. - explicou ele.

O Josh voltou rapidamente, com a Marina a correr atrás dele.

Marina: Cá estamos. - disse ela, sorridente. - O Josh levou-nos para longe com a super velocidade dele.

Josh: Foi útil.

A Sara e a Helena aproximaram-se.

Sara: Vá lá, o meu poder deixou que eu nadasse contra a corrente com facilidade. - disse ela, sorridente.

A Helena vinha aborrecida.

Helena: Anne, Josh, Rick, então vocês salvam os outros e deixam-me a mim para trás?

Rick: Não dava para salvarmos todos...

Mas de seguida, aproximou-se a Karen, que estava ainda mais furiosa que a Helena.

Karen: Seus estúpidos! - gritou ela. - Olhem para o meu cabelo! Esta água toda fez-lhe mal. Parece palha! Ai, o que eu vou gastar no cabeleireiro por causa disto!

Sara: Hum... ao menos estás viva.

Karen: Ora, isso é o menos! Oh, meu pobre cabelo...

Laura: Bem, ficámos a saber que o cabelo da Karen é mais importante que a vida dela.

A Diana foi a última a juntar-se ao grupo.

Diana: Bolas, fui contra uma pedra. - disse ela. - Tenho as costas feitas num oito.

Marina: Se calhar era melhor ires a um hospital.

A Diana abanou a cabeça negativamente.

Diana: Não. Vamos lá vencer o último ser maligno.

Eles começaram a caminhar na direcção de onde tinha vindo o tsunami. Chegaram a um lago, que agora estava meio vazio. A ilha, que não era muito grande, tinha-se afundado no lago.

Laura: Vêem o tal ser maligno?

Todos olharam à sua volta, mas não viram ninguém.

Sara: Eu vou mergulhar no lago. Posso respirar debaixo de água e vejo se o ser está no lago.

Leon: Tem cuidado.

A Sara avançou e mergulhou no lago, desaparecendo de seguida.

Karen: Lá vai ela. Eu é que não entro na água novamente.

Depois, tudo se passou muito depressa. No momento seguinte, uma enorme pedra vinha a voar na direcção deles.

Anne: Uma pedra!

A Marina avançou e apanhou a pedra no ar. A pedra tinha pelo menos o triplo do tamanho da Marina. Ela lançou a pedra para longe.

Marina: Agora a minha super força foi útil. - disse ela.

Helena: Quem é que mandou a pedra?

Diana: Tem de ser ele. Epidemus, aparece!

De trás de uma árvore, apareceu o último dos seres malignos. Epidemus tinha um corpo negro, com algumas riscas vermelhas. Tinha um braço muito maior do que o outro e um olho enorme e vermelho.

Karen: Que nojo. - disse ela, dando um passo atrás.

Epidemus: Vocês vão pagar. - disse ele, furioso. - Mataram os outros seres. Mas não me vão matar a mim.