N/a: oh coleguinhas desculpem a demora. Mas eu sou uam folgada que foi apssar o fds fora :D E bem, logo logo eu vou embora pra Inglaterra pro começo do ano letivo, e por lá eu não vou fazer tanta coisa quanto aqui. Por isso, eu pretendo achar alguém pra me ajudar... OBRIGADO a todos que já falaram isso! Então, vou mandar e-mails e decidir, ok?
por Elle Blessingway.
Censura: M - Inglês (originalmente) – Romance – Ginny W. & Draco M.
size=1 width=100% noshade>Draco assistia a gota de suor que descia vagarosamente pela pele rosada e coberta de sardas da garota sentada à sua frente. O seu cabelo ruivo estava preso displicentemente e sua nuca estava brilhando com suor que cobria cada parte de sua pele exposta, o que não era pouca.
Aquele era o verão mais quente e opressivo que Draco poderia se lembrar. Não havia escapatória para o calor, nem mesmo nas primeiras horas da manhã (N/a: no Brasil é sempre assim, amor). A calmaria esmagadora parecia com as defesas contra o Lorde das Trevas – constantemente prontas para um ataque que nunca vinha. Era exaustivo estar naquele estado de permanente apreensão, especialmente com o ar abafado que fazia a rotina parecer em câmera lenta. Ele achava que tudo isso era uma conspiração para iludi-los num estado de satisfação, enquanto o Lorde planejava.
Draco ainda estava incrivelmente desorientado, não entendendo como exatamente ele havia parado nos Weasleys, em seu casebre chamado Toca – alguma coisa sobre proteção? Entretanto, no momento ele não se importava considerando que estava mais entretido com coisas mais fascinantes, como o suor na pele da garota. A gota havia vindo de debaixo da mecha de cabelo que grudava no pescoço dela. Esta tinha descido pela parte da frente do seu pescoço, deslizado perigosamente pelo espaço entre seus seios e desaparecido de vista por debaixo de seu vestido. Seus olhos cinzentos haviam seguido seu caminho, o café da manhã a sua frente completamente esquecido.
Tudo tinha estado irritando Gina. Rony, Harry e Hermione a deixaram infinitamente desgostosa por terem-na deixado para trás para irem viver grandes aventuras e salvar o mundo. Seus pais e o resto de seus irmãos a enraiveciam porque a pequena Gin Gin era proibida de ajudar na Ordem. Seu cabelo a irritava por ser pesado e quente, o clima a irritava por fazê-la suar desconfortavelmente, e o idiota sentado a sua frente a irritava apenas por viver.
Gina brincava com o cereal que deveria estar comendo, mexendo-o preguiçosamente com a colher. Ela não estava com fome: estava muito quente para comer qualquer coisa. Mas se ela não parecesse o estar fazendo, sua mãe iria fazê-la comer e se duvidar até forçá-la a engolir algumas bolachas. Com um suspiro petulante, ela levantou os olhos e viu o garoto observando-a intensamente. Ele estava tão compenetrado no que fosse que estivesse olhando que nem a percebeu retribuir o olhar.
Assim que seus olhos escuros perscrutavam seu corpo lentamente, Gina estava horrorizada ao perceber que estava começando a corar, e sentiu ainda mais quente em seu peito e pescoço. Tentando mudar o curso das coisas, ela juntou as sobrancelhas e disse. "Você se importa? Você está me sujando com seus olhos de Comensal da Morte."
Infelizmente, a mãe dela havia acabado de voltar dos jardins e ouviu o que tinha dito. "Ginevra Molly Weasley, quantas vezes eu vou ter que te dizer para você limpar a sua boca? Ele não é um Comensal da Morte. Nós já te dizemos muitas vezes que ele não está com Você-Sabe-Quem e isso é tudo que você precisa saber." Aquela era uma discussão que já havia ocorrido diversas vezes. Com seu tom não-se-fala-mais-nisso sua mãe mudou de assuntou abruptamente ao ver que Gina não havia comido seu cereal. Ela aproximou-se e colocou sua mão na testa da filha. "Querida, você está se sentindo mal? Quer algumas bolachas?"
Draco assistia-as com uma expressão superior, sentindo-se satisfeito particularmente pela raiva de Gina ao ser pega, de novo. Todos lá o tratavam com indiferença, o que para ele não era ruim. Ele não queria realmente falar com nenhum deles, exceto pela garota a sua frente. Ela era sua única diversão num raio de dez quilômetros. Na maioria das vezes ele nem precisava dizer nada para que ela ficasse irritada.
Quando aquela mulher roliça chamada mãe foi embora, ele voltou a olhar para Gina. Seu peito tensionava-se em todos jeitos interessantes contra o vestido, e seus olhos o atacavam. Ele sorriu sarcástico.
"Não olha para mim, pet. Eu não disse nada" (N/a: pet, em português, significa animal de estimação, mas como não faria sentido aqui, eu deixei em inglês mesmo. E assim chamando-a disso, o Draco ta considerando Gina sua propriedade). ele estremeceu, seus olhos novamente seguindo um gota. Ele sabia que aquele 'pet' não seria apreciado, e foi exatamente por causa disso que o havia dito.
Gina o encarou, amaldiçoando seu cabelo loiro e seus olhos misteriosos que a observavam intensamente. "Você é um estúpido."
Ele simplesmente sorriu. "Sim, sim. Eu estou terrivelmente magoado. Agora você quebrou meu coração," disse falsamente, colocando uma das mãos sobre o peito. Era tão fácil e tão divertido deixá-la irritada. Isso havia sido sua única distração por semanas. E era mais que divertido vê-la estufar o peito, corar levemente e seus olhos brilharem de raiva. Quanto mais ela reagia assim, mais ele a queria irritada.
Com um gritinho, ela levantou-se e marchou até a pia, lá deixando sua tigela cair com um estrépido na superfície metálica. E depois andou até a porta que dava para o jardim, e antes de sair ela virou e disse. "Eu não sou seu pet de qualquer forma. Se você precisa de alguma coisa pra ser seu pet, eu tenho certeza que você poderia tomar conta dele no banheiro, com todas essas observações você tem feito," ela disse, jogando um beijo no ar e desaparecendo pela porta.
Draco juntou as sobrancelhas, irritado com ela já que havia dado a última palavra. Ele passou a mão pelo cabelo para afastá-lo de sua pele quente, sabia que este estava espetando para todas as direções, mas nem conseguiu se importar muito com isso. Não havia ninguém para impressionar mesmo. "Eu vou ficar louco se continuar aqui..." murmurou para si mesmo.
Levantou-se lentamente da cadeira, pois sabia onde poderia encontrar sua vípera. Ela estaria perto da lagoa, como tinha estado em todos os outras dias insuportavelmente quentes como aquele. Estando lá, ela o torturaria com seu pequeno biquíni vermelho. Alguns achavam que vermelho não combinava com ela, mas ele tinha que admitir que ela ficava mais do que bem com aquela cor. Ele tinha que assisti-la todo o dia e ter de aceitar que estava atraído por uma Weasel pobretona. Mas... Quem saberia do corpo que ela escondia por debaixo daquelas roupas grandes e largas? Bem, aparentemente a maioria dos idiotas da escola, pensou. Ela havia saído com boa parte deles...
Em seu caminho para a lagoa, ele passou pela mais velha dos Weasley que estava fazendo qualquer coisa no jardim e continuou a andar vagarosamente. Não havia necessidade de sentir mais calor do que já estava sentindo. Quando chegou a seu destino, ele a viu deitada sob a sombra de uma árvore próxima, suas roupas jogadas de qualquer jeito num canto, seu biquíni vermelho sorrindo para ele. Já que os olhos dela estavam fechados, Draco aproveitou o momento para dar uma boa olhada no que via.
Gina podia sentir os olhes dele em si. Ela sempre o podia fazer. Fazia com que sue sangue fervesse o que só piorava o já insuportável calor que os entorpecia. Nos primeiros dias em que ele havia chegado a'Toca, tudo que ela queria fazer quando o olhava era estrangulá-lo. Depois de um tempo, ela começou a querer... Outras coisas. "Eu sei que você está aí. Acha que pode se comportar civilizadamente? Agora que já tomou conta do seu probleminha…?" ela perguntou com os olhos ainda fechados.
Virando-se, Draco a ignorou e tirou sua camisa. Ele tinha duas opções, com aquele biquini ela poderia fazer uma coisa da qual se arrependeria depois, como tocar uma Weasley, ou poderia se acalmar. Ele optou pela segunda.
Então Gina abriu seus olhos para saber porque ele não havia respondido, e o viu indo embora. Ela perdeu o fôlego, como em todas as vezes que naquele verão miseravelmente quente, ele tirava sua camisa. O sonserino tinha o corpo de um apanhador, mas um pouco mais musculoso do que ela teria imaginado.
Apenas vestinho sua bermuda, Draco nadou pela superfície até que fosse fundo o bastante para submergir. Até a água estava quente, o que não era uma grande ajuda, mas bem, já era alguma coisa. Saindo da lagoa, ele balançou a cabeça tirando a água dos cabelos e voltou para onde Gina estava, observando seu corpo e aqueles irritantes pedaços de pano vermelho.
Ela perdeu novamente o folêgo quando o viu saindo da água, com gotas deslizando por sobre sua pele levemente bronzeada, cabelo molhado e bagunçado. Se ele não fosse um imbecil e um Comensal da Morte, com ou sem a Ordem do seu lado, ela teria proposto algumas coisas não-mencionáveis. Mesmo assim, seus olhos o seguiram enquanto ele vinha em sua direção, e não conseguiu uma arrepio ao ver o movimento de seus músculos e o lampejo predatório de seus olhos.
"Você é uma vadia, sabia?" Draco disse, parando perto dela, gotas de água caindo. Ele esperava pela reação. Ela sempre tinha reações interessantes. Ele sentiu mais calor ainda ao pensar que ela também as poderia ter em outras coisas.
Gina levantou-se velozmente e deu-lhe um tapa na face, antes de pensar o quão ruim aquela idéia tinha sido. Ela ficou lá, o encarando, ofegando como se tivesse corrido kilometros, sua mão ainda no rosto dele, seus olhos arregalados com o que tinha feito. Eles haviam se insultado mutuamente, invadido toda a privacidade que tinham, mas nunca havia tocado. Ela havia cruzada aquela regra nunca escrita.
Draco piscou sem entender. Gina o havia esbofeteado. Ela havia tocado nele. E assim, sorriu maliciosamente. Tudo que haviam respeitado até agora havia acabo e ele poderia tocá-la também.
Olhando-o surpresa, ela tentou dar um passo para trás, mas o garoto foi mais rápido e a agarrou pela cintura. "Não tão rápido, pet. Não agora que você quebrou as regras." Ele a puxou para si, as peles úmidas deslizando uma contra a outra. Curvando-se para frente, ele roçou seus lábios nos dela, tentando-a. "Você não sabia que os Sonserinos gostam disso cruelmente? Da próxima vez, bate mais forte," ele murmurou, seu hálito quente misturando-se com o ar.
Aquele comentário fez Gina sair de seu estado de choque e abriu sua boca para retorquir, para dizer alguma que coisa que a distrairia do fato de que seu sangue estava fervendo, provavelmente mais quente que o ar. Mas antes que ela tivesse a chance, os lábios dele colaram-se aos seus, insistentes, desafiadores, exigentes.
Aquilo não devia estar acontecendo. Eles deviam estar brigando e se odiando. Não deviam se encaixar perfeitamente, seus corpos deslizando quentes um no outro. Gina tentou empurrá-lo, colocando suas mãos em seus ombros, mas antes que o pudesse fazer ela se perdeu completamente quando ele mordeu seu lábio, fazendo-a ofegar. Aproveitando a oportunidade, Draco colocou sua língua ao redor da dela, num duelo. Como suas palavras e ações. Era apenas mais uma briga de um tipo diferente. Gina percebera vagamente que ela havia deslizado suas mãos para os cabelos molhados dele, arranhando seu pescoço ao puxá-lo para mais perto.
Ela tinha gosto de vanilla, cheirava como vanila. O ar quente e sufocante fazendo com que ele parecesse estar num nuvem de doçura, de Gina. Uma de suas mãos deslizou pela pele dela, e parou abaixo de sua cintura, pouco acima de seu biquíni, pressionando o corpo dela contra o seu. Quando ela passou sua mãos por seu cabelo com mais intensidade, ele gemeu baixo, aprofundando o beijo. Então, desceu suas mãos e a levantou fazendo com que a ruiva ou colocasse suas pernas contra a cintura dele ou parasse. Ela segurou-se, e o loiro sentiu-se triunfante por ter ganhado aquela pequena batalha. Apertando-se contra ele ainda mais, como se ela quisesse provar-se capaz. Draco percebeu que gostava quando Gina fazia isso.
Quaisquer pensamentos que Gina tivesse sobre parar haviam esvaecido há tempos. Ela estava agarrada àqueles músculos que ela havia visto, e secretamente desejado. A pele de Draco estava quente e molhada, sua boca exigente, suas mãos possessivas a seguravam o mais perto possível.
Gina nunca havia agido assim para ninguém, nunca nem tinha querido o fazer. Nunca havia sentindo tanto desejo a ponto de querer esquecer tudo, inclusive um velho ódio entre as famílias. Ele a fazia querer coisas que a garota nunca tinha tido, nunca tinha pensado em querer, exceto com Harry. Mas beijos com Harry não faziam seu sangue pulsar por seu corpo tão latentemente. Draco era quase brutal e urgente, mas ela gostava disso. Ela podia sentir sua provocação, só aumentando a dor entre suas pernas.
Draco parou o beijo para respirar e deitaram-se na toalha, ele em cima dela, que ainda não tinha se soltado. Ele explorou a face de Gina, seus olhos castanho-escuros brilhantes, seu cabelo despenteado e seus lábios inchados por causa de seus beijos. Um sorriso preguiçoso formou-se em seus lábios, ela estava assim para ele.
Ele passou os dentes e os lábios docemente por seu queixo e pescoço. Gina virou sua cabeça para facilitar-lhe o caminho. Draco fechou seus olhos e aspirou fundo, sentindo o cheiro de vanilla que era mais forte ali. Abrindo os olhos ele sorriu contra sua pele, para depois lamber toda a extensão de sua veia, e chupar a pele sensível daquele local. Quando ela gemeu e mexeu os quadris vagarosamente contra os dele, ele chupou com mais força, determinado a deixar uma marca, sua marca.
Draco sustentou o corpo com apenas uma mão, para usar a outra para desfazer o nó em sua nuca. Enquanto mordia e lambia seu pescoço, sua mão seguiu o pedaço de pano, parando sobre seu seio. Ele puxou o biquíni para baixo, seus beijos provocando-a enquanto com seus dedos roçava levemente a pele descoberta, antes de cobrir o seio com sua mão, acariciando gentilmente o bico sensível.
Gina estava possuída por uma sensação que causava uma dor agonizante debaixo de sua pele. Quando a mão dele deslizou por sua pele descoberta, ela trouxe suas mãos para baixo, agarrando-se a seus ombros. Ele precisava de alguma coisa sólida para segurar-se. Ela podia senti-lo por baixo do fino material de sua bermuda e de seu biquíni, e a lembrança de cada palavra ofensiva que haviam trocado, ao invés de fazer a dor daquele local parar, não, faziam-na piorar, faziam-na querer mais. Ela não reconhecia os sons que saiam de sua boca, e não pode resistir a entregar-se mais a ele.
Os pequenos suspiros e gemidos dela estavam levando-o a uma linda loucura. Quando ela entregou-se mais, Draco apertou seu seio levemente. Gina deixou escapar um gritinho, mas não incomodou-se com a dor, apenas apertando seus dedos fortemente contra as costas dele. Mais, aquilo fazia com que Draco apenas quisesse mais.
E ela o fez. As unhas dela desceram por seus ombros até a base de suas costas, trazendo-o mais para perto para intensificar o movimento de quadris. Draco enroscou seu rosto contra o seu pescoço, e trouxe suas mãos para a cintura dela, puxando-a mais para si, e beijou seu pescoço enquanto seus quadris moviam-se um contra o outro, provocando ondas insistentes percorrerem seus corpos.
A mente de Gina era uma confusão de sensações e calor. E ela congelou, seus olhos arregalados, quando ouviu sua mãe chamando seu nome da Toca. Draco respirou fundo e virou-se para o lado. Ela já estava de pé, amarrando novamente a parte de cima do seu biquíni enquanto ia embora. Ela olhou para o garoto deitado na toalha, mesmo que seu corpo arrepiava-se em todas as partes que Draco havia tocado, Gina podia sentir um horror tomar conta de si.
Ela ouviu sua mãe chamar novamente e olhou para trás. Seus olhos percorreram seus músculos tenatadores, seus olhos meio-fechados e um sorriso preguiçoso em seus lábios. Ela advertiu-o firmemente. "Isso não pode acontecer de novo," como se quisesse convencer a si mesma também. E antes que el tivesse a chance de responder, ela pegou seu vestido e correu de volta para a Toca.
Draco continuou deitado na toalha, suas mãos atrás de sua cabeça. O calor o estava importunando novamente, e dessa vez ele não tinha Gina como distração. Ele sorriu e fechou os olhos. Eles iriam terminar o que haviam começado. Afinal, ela havia reagido tão bem.
N/a: OMG. esse foi minha primeira tradução de NC! Espero que tenham gostado... E aos coments!
jehssik: HUHU! Espero que tenha gostado...! Temos discussões e agarramentos (e que agarramentos!) não sei se minha tradução chegou as pés do NC original... Por ele era muuito bom! Vou procurar mais fics assim! E obrigada pelos comments! E SIM! O Draco é um SEXY :D (tipo, metade do meu quarto é coberta com posteres do Tom Felton, mesmo que eu ache que ele não chegue aos pés do Draco original ;D)
Thaty: ah, sim! Pretendo traduzir varios tipos diferentes de fics... Pra agrdar a todos, né? OBG pelo reviwew!
Bellatrix Amarante: Beeella! - Ah, siim. Vou falar com você sobre a tradução... Você tem e-mail/msn? Hehe, fics sexys matam. NCs sempre foram minhas favoritas...!
ana gabi: ah, essa fic nem foi muito engraçada... Mas tinha o NC, né? E obrigada por ter deixado review!
Mariana: siiim! O seu comentário foi inspirador! Muito mesmo... Ah, tudoi bem que voce não seja tão boa em inglês. Mas se eu precisar de ajuda, eu peço, ok? Muito obg meeesmo! E aqui tem o NC! HEHE. Eu tbm achei aquela primeira fic um amor... :) Obg!
Lana: ah, eu pretendo continuar sim! Não posso dizer que não vou ter pausas for falta de crença na humanidade (tá, parei de fazer drama), mas pretendo continuar sim. Eu gosto de traduzir... É mais fácil que criar fanfics. E aqui estava um NC17 pra você :D
OBRIGADA MESMO A TODOS!
xxx, a Tradutora
