AVISO: Esse cap é Harry/Luna, ok? (x

Capítulo três

Se há um ano atrás tivessem me dito que estariam aqui em uma vilazinha qualquer (muito bonita, por cima) conversando com Draco Malfoy enquanto entrávamos na casa...Sim, eu acreditaria. Mas, se essa mesma pessoa me dissesse que eu e Draco alugaríamos a casa com Harry Potter e sua turma e que Gina Weasley viria a ser minha melhor amiga...Não, eu não acreditaria. É íncrível como a vida dá voltas.

Draco está ao meu lado. Acabou de descer de sua vassoura. Está me olhando de um jeito estranho. õO

- Qual é? - pergunto, cruzando os braços na altura do peito, olhando-o com uma sombrancelha erguida.

- Sempre tão desconfiada, Srta. Parkinson... - sorri ele, malicioso.

Draco está fazendo muito disso ultimamente. Sorrir, eu digo. E não é esses sorrisinhos cínicos ao qual durante uns seis anos eu estou acostumada a ver. É um sorriso diferente.

Ele tira a varinha do bolso e faz uma música começar a tocar. Uma música mexida. Mas, bem mexida mesmo.

- Então... - começa ele, colocando os braços em volta da minha cintura.

Começo a rir.

Ele me gira e remexe os ombros.

Fico parada, olhando-o com cara de quem diz 'Onde você deixou sua sanidade?'. Mas, tudo bem. Mexo meus quadris no movimento da música, indo de encontro a ele. Minhas costas encostam no peito dele e seus braços vem para frente do meu corpo.

Sorte que Wood, Harry e Ron estão muito ocupados converando e Gina, Luna e Hermione estão discutindo sobre algo. Senão, não tenho nenhuma dúvida, de que eles achariam que eu e Draco somos loucos.

Mas, o fato é que Narcisa (mãe de Draco) obrigou-o a fazer aulas de dança, porque um Malfoy deve saber dançar valsa e afins. Draco me convidou para fazer aulas com ele. E ao invés de dança de salão, fizemos dança de rua, hip hop e coisas assim. Narcisa nunca desconfiou. E eu e Draco viramos exímios dançarinos.

- Eu vou até o deque... - diz ele, baixinho. Olhando para algum lugar em direção ao lago.

Acompanho seu olhar e Gina está batendo pés bufando enquanto caminha até o lago.

- Aham. - digo, olhando-o risonha. - Sei bem porquê.

- Não sei do que você está falando... - responde ele, dando de ombros.

- Mas, eu sei.

Ele só pensa que me engana. Só pensa.

Como garotos são tão previsíveis?

Entro na casa e vou direto para a cozinha onde Luna e Hermione estão arrumando as coisas. Sento-me em uma das bancadas e começo a cantar.

É, eu gosto de cantar. Não sei. É apenas uma coisa que eu gosto de fazer. Quando comecei a fazer aulas de dança com o Draco, eu comecei a ter aulas de canto também. E achei legal. Achei mesmo.

- Pansy, você tem futuro. - diz Hermione, olhando-me como se eu fosse a Madonna ou algo do tipo. - Você deveria pensar nisso.

- Eu já pensei. - respondo, olhando-a com uma expressão falsamente séria.

- E? - pergunta, com aquele olhar de espectativa.

- E a cada dia que passa fico mais certa de que eu pareço uma gralha cantando e que você e as gurias tem sérios problemas de gosto.

Hermione olha-me com ar de censura. Mas, é verdade. Minha voz não é lá aquelas coisas, não. E pra falar a bem verdade, eu tenho vergonha. Uma coisa é cantar para as minhas amigas e tudo mais, outra coisa é cantar para um povo todo.

Como eu sempre digo: uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. É, esses meus lemas só fazem sentido para mim. Mas, tudo bem.

Coloco meus cabelos pretos e curtos para trás da orelha. Luna está sentada em uma bancada à minha frente perdida em seu mundinho. Eu, particularmente, a acho um ser muito estranho. Mas, gosto dela mesmo assim. É uma pessoa legal de se conviver, por mais que às vezes ela não esteja sintonizada em nosso mundo. O que, se querem saber a minha opinião, é muito estranho.

- Gosto não se discute. - murmura Luna, que até agora está fazendo desenhos imaginários na mesa de marmóre da cozinha.

Eu e Hermione apenas nos entreolhamos. O que há para se falar? Quando parece que nem na conversa ela está, vai lá e aparece.

- Di-Lua, você é estranha. - murmuro, dando de ombros. - Eu vou até o meu quarto, antes que Wood tome posse dele antes de mim.

E sim, acho que essa é a pior coisa que vai acontecer nessas férias. Eu vou ter que dividir o quarto com Oliver Wood, o capitão do time de Quadribol da Grifinória. Da GRIFINÓRIA! Uma coisa é ter amigas da Grifinória, outra coisa bem diferente é ter amigos na Grifinória.

Eu sou aqui de Ron e Harry e tudo mais, mas mesmo assim... Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. E acho que nem eu estou me entendendo mais.

- E eu apenas concordei com isso porque eu sou muito sua amiga. Você sabe disso certo? - rosno, olhando-acom falso ressentimento, tentando fazê-la mudar de idéia em um pedido mudo. Mas, eu sei que isso não irá acontecer. Não mesmo.

- Você sabe que eu não concordaria com isso se... - continuo, perigosamente.

- Não, não fala. - pede Hermione, olhando para os lados, nervosa.

Sorrio, maliciosamente. Eu sei de sua paixão secreta e afins. E aposto que ela também sabe, mas não gosta de admitir pros outros. Não mesmo.

- Ok. Ok. - digo, dando de ombros novamente. - To fora daqui. - e mandando um beijo no ar vou pelo corredor até meu quarto.

Escuto gritos na cozinha e então passos pesados no corredor. Logo após aparece uma cabeleira ruiva passando. O quarto de Gina é um após o meu. E aposto que sei porquê ela está assim toda irritadinha. E é claro, não custa provocar um pouco mais.

- Não sei o porquê de tanto estardalhaço, Weasley. Eu vou dormir no mesmo quarto que o Wood e estou perfeitamente calma. - digo, fazendo a cabeleira ruiva retroceder alguns passos e olhar-me com o fogo Weasley faiscando no olhar.

- Isso é porque você... - começa ela, olhando-me maliciosa.

- Não, não fala. - peço, olhando-a assassina.

O que ela tá pensando? Do que ela tá falando? Eu sei muito bem, mas me recuso a comentar sobre isso. Porque de tão ridículo chega a ser ridícula. E lá vai eu e meus raciocínios loucos novamente.

- Tá vendo de quem eu peguei essa mania irritante, Mione? - grita Gina, para que Hermione possa escutar da cozinha, onde ainda está guardando os pratos.

Sério, nunca vi uma pessoa tão empenhada quanto a Hermione. Ela está sempre ativa, fazendo as coisas. Acho que o a impulsiona deve ser algo bem diferente do que simplesmente espírito de limpeza e arrumação como ela vive dizendo.

- Parkinson pode ser uma ótima ou ruim...sei lá...influência sobre mim... - resmunga Gina, incerta.

Caio na gargalhada. Ela é pior do que eu para esses raciocínios malucos.

- Ei, não me culpa pelas suas manias irritantes ou..sei lá..Entendeu? - digo, provocando-a. Sorrio maliciosamente e acrescento: - Mas fico lisonjeada por me chamar de influência. - e dizendo isso jogo meus cabelos para trás lentamente dando uma piscadinha.

- Isso não era para ser um elogio. - resmunga Gina, olhando-me mal-humorada.

Eu não sabia que Draco conseguia ter um efeito tão poderoso sobre as pessoas. Eu acho que eu sou imune ao seu charme já que o conheço há muito tempo e sei de todas as suas manias irritantes e nojentas.

- Que seja. - digo, dando de ombros. - Eu sou uma Sonserina.

Gina sai batendo pés novamente e eu mando um beijinho no ar, que sei que ela sabe que eu fiz. Eu sei.

Sorrio comigo mesma. Meus amigos são loucos. Mas, e daí? Eu também sou.

Tiro minha blusa lentamente e me olho no espelho.

- Pansy, você é uma gata. - digo, olhando-me de cima a baixo.

Mas, a bem verdade, é que eu não me sinto assim. Não depois de ter levado um pé na bunda do meu namorado por outra garota que ele disse ser bem mais bonita que eu.

Que tipo de pessoa fala isso para outra? Que tipo de namorado fala isso para a namorada? Ex-namorada, no caso. E o pior, que não fui nem eu que terminei. Foi ele. ELE! E isso é que é o mais humilhante.

Chega disso. Pego minha varinha dentro da minha mala e ligo uma musiquinha pra me animar um pouco. Ou melhor, me fazer esquecer deste episódio fatídico de minha vida. Porque empolgada eu to.

Procuro por uma blusa mais interessante. Pego uma vermelha, decotada. Ao menos combina com as minhas unhas.

Tiro minha calça jeans justa e coloco um shorts. Bem melhor. Está um calor dos infernos aqui.

Olho-me no espelho novamente. E então vejo uma presença atrás de mim. Uma presença irritantemente irritante.

- Sempre tão egocêntrica, Pansy. - diz Wood, encostando-se no batente da porta e me observando discaradamente.

Sinto minhas pernas ficarem dormentes e trinco os dentes.

- Ninguém me avisou que pessoas sem cérebro iriam dividir o quarto comigo. - rosno, olhando-o com desprezo. Ele faz parte da escória da grifinória. Patético.

- ... - bufa, olhando-me nos olhos - Não vou nem me dar ao trabalho de responder, Parkinson.

- Caso você não tem percebido - o que não é de se espantar, já que você é completamente estúpido - você acabou de responder, Wood. - sustento o olhar, mesmo sentindo meu estômago embrulhar de nervoso.

Os cabelos castanhos cortados rente sobre a nuca com os fios arrepiados com o gel. Os braços fortes claros desnudos por causa da regata. E, bom, minha garganta fica seca. Ele é um pateta idiota arrogante.

Contraio minha mandíbula com toda a minha força. Suspiro.

- Vai ver se eu to na esquina. - rebate ele, massageando as têmporas de olhos fechados.

- Fazendo o que, rodando bolsinha? Não conhecia esse seu lado, Wood. - digo, irônica, aproximando-me perigosamente dele. - E devo dizer, é nojento.

Meus olhos estão cravados nos dele. E os dele nos meus. Me aproximo mais, até colar meu corpo contra o dele, prensando-o na parede. Não sei o que estou fazendo, apenas faço. Meu coração está acelerado.

- Eu acho que você tá precisando botar um homem nesse corpo, Pansy. - sussurra ele, movendo a boca para perto da minha orelha. Cruel.

- Algo que eu faço todo dia, Wood. - rosno, segurando o queixo dele com as minhas unhas vermelhas reluzindo fogo. Estreito meu olhar.

- A lista é grande, então. - rebate ele, com a boca bem próxima da minha.

O ambiente está quente. Meus pés descalços sob o piso gelado não é o bastante para me refrescar.

- E sinto informar, mas você não está na minha lista. - digo, me afastando dele. Minha cabeça roda e minhas mãos tremem. O que tá acontecendo comigo?

- Graças a Merlin. - diz ele, indo em direção a sua mala. - E acho que não sou eu que rodo bolsinha, afinal. - acrescenta, virando o rosto em minha direção.

- Hoje, Wood, você dorme na sala. - resmungo.

Olho-o de relance e saio do quarto, batendo a porta logo atrás de mim.

Tento respirar e me manter estável. Mas, esse garoto consegue me tirar do sério. Eu sei que eu aceitei dormir no mesmo quarto que ele, etc e tal. Afinal, ele até que é gostoso (muito melhor do que Harry, um magricela ou Draco, o meu melhor amigo que vejo praticamente como um irmão).

Gina está andando pelo corredor e bufando. O que ela está fazendo muito desde que chegamos aqui, mas vai lá.

- O que foi? – pergunto, olhando-a maliciosa.

Apóio-me na porta do meu quarto (infelizmente) e cruzo meus braços perto do peito, olhando-a a espera de uma resposta.

- Uma doninha loira. – rosna ela, apoiando-se na porta de seu quarto, logo a frente do meu.

- É, eu imaginei. – digo, sorrindo marota.

- Não fique com esse arzinho de 'eu te disse' não, ok? – murmura ela, com um olhar de censura.

- Mas, eu não te disse nada. – respondo, dando de ombros. – Como posso ficar com arzinho de 'eu te disse' e eu nada disse? Nossa, isso soou algo quase poético.

- Não muda de assunto. – pede ela, exasperada.

O Draco realmente mexeu com ela. Sonserinos tem esse poder com as pessoas. Eu também tenho. Eu sei.

- Eu quero dizer que você tá com um arzinho parecido com o que a Hermione faz quando sabe alguma coisa de algo. – continua ela, como se estivesse explicando algo absolutamente óbvio.

E na realidade é óbvio, mas eu gosto de provocá-la. Na realidade, eu gosto de provocar qualquer pessoa. Principalmente garotos. Garotos são minha especialidade e não me importo nem um pouco em dizer isso.

- Ou seja, quase todo o tempo. – digo, debochada.

- Exato. – concorda ela, jogando os cabelos ruivos para trás, irritada. – E o colega de quarto? – pergunta, apontando com a cabeça em direção a porta atrás de mim.

Reviro os olhos. Bufo. Gemo. E tudo o mais que posso fazer para exprimir a minha frustração.

Digamos que Oliver Wood não é um dos assuntos no topo da minha pauta.

Digamos que Oliver Wood nem sequer é um dos assuntos que ESTÁ na minha pauta.

E caso alguém não tenha entendido minha metáfora, a pauta é minha vida, ok?

- Ele é tão perfeitinho que me irrita. – resmungo, olhando para trás de mim com desprezo.

Não que eu despreza a porta, eu desprezo quem está atrás desta maldita porta.

- Ele te irrita porque é perfeito ou porque ele é tão perfeito que você chega a gostar dele? – pergunta ela, olhando-me maliciosa. Merlin, essa garota tá ficando a cada dia que passa mais parecida comigo.

- Os dois. – respondo mais que depressa. Paro. Respiro. - Não.. quero dizer..a primeira opção... – Ok. A Gina conseguiu me confundir e eu achei que só sonserinos (ou melhor, somente eu) conseguia fazer isso com as pessoas.

- Sei... – murmura ela, olhando para suas unhas distraidamente.

- Você me confunde, Weasley. – rosno, olhando-a ameaçadoramente.

- Claro que sim, Parkinson. – ri ela, olhando-me de soslaio e entrando dentro de seu quarto.

Sim, uma grifinória e ainda por cima Weasley me deixando falando sozinha com cara de tacho.

A sorte é que essa Weasley grifinória é a minha melhor amiga, se não ela estaria em grandes problemas. Grandes e graves.

Apóio minha cabeça na porta e olho para o teto. O que eu fiz para merecer isso?

E quando estou prestes a responder o mistério da (minha) vida, o ser mais insignificante do mundo abre a porta e me deixa cair de bunda no chão.

- Agora deu pra me espiar pela fechadura, é? – pergunta ele, olhando-me maroto.

- Eu não nem me dar ao trabalho de responder isso, Wood.

- Não vai mesmo? – pergunta ele, puxando-me pelos braços até ficar a altura dele com uma força e agilidade sobre-humana (ok, nem tanto assim).

Oliver me prensa contra a parede do corredor e me olha fundo nos olhos. É impressão minha ou estamos flertando (para não dizer algo muito obceno)?

- Não, não vou. – respondo e por mais que eu deteste admitir, minhas pernas estão um pouco trêmulas.

Talvez eu precise mesmo colocar um homem no meu corpo, mas, nunca, NUNQUINHA mesmo, este homem será Wood.

Eu nem sequer sei se ele pode ser considerado um homem. Acho que está mais pra rato, porque sussurrar perto do meu ouvido é golpe baixo.

- Eu poderia te beijar agora, sabe? – diz ele, como se nada fosse nada.

Tenho que admitir que nunca imaginei o cordeirinho grifinório desse jeito. Sem camisa, com o corpo completamente colado ao meu no meio do corredor, olhando lascivamente para mim e dando indiretas mais do que diretas. Grifinórios também fazem pouco caso do amor? Dessa eu não sabia.

Eu posso não ser uma Hermione, mas de sexo e amor eu sei muita coisa. MUITA COISA mesmo.

- Poderia, mas não vai. – rosno, olhando-o com ódio nos olhos. E um pouquinho de desejo, mas isso não vem ao caso.

- Não mesmo? – pergunta ele, bem pertinho da minha orelha. É, ele é um rato. - Eu aposto que se te beijasse nesse exato instante você não diria não. – Rato e convencido. Duas atitudes em garotos com as quais eu estou acostumadas a lidar.

- Você fala muito, Wood. Mas, não age. – murmurou, passando minhas unhas sobre os músculos do braço dele. - E na minha opinião, esse é seu problema. – acrescento, com os lábios próximos de seu pescoço.

Ora, eu também sei provocar.

- É mesmo? – diz ele, estremecendo levemente. – E porque diz isso? – pergunta, erguendo uma sobrancelha.

- Porque se você não age, faz com que eu tenha tempo de pensar e quando eu penso... – sussurro, movendo minhas unhas por sua pele morena. - Bom, acho melhor te mostrar.

E dizendo isso movo meu joelho com muito mais do que gosto em direção ao seu... vocês sabem.

- E isto, Wood, é o que chamo de agir. – e dizendo isso saio livremente pelo corredor, deixando um Wood com as mãos bem, vocês sabem onde e gemendo, mas nem de longe de prazer.

Eu disse que também sabia provocar. Wood acabou se mostrando alguém não muito diferente dos garotos com que estou acostumada a lidar e isso, me decepcionou.

Ok. Ok. Não veio mais 10 reviews, mas veio 6. Já é um começo. XD

Eu REALMENTE AGRADEÇO a todos que estão mandando reviews, ok? Significa MUITO mesmo pra mim.

Bom, primeiramente quero pedir desculpas pela demora, mas não quis postar o cap três até ter o quatro pronto e um início de cinco, que ainda não saiu muito bem. ehuheiuehueh

Eu tb estava cheia de coisas acontecendo (provas, feira de ciências, meu aniversário, viagem inesperada e mais provas xP). Então, espero que compreendam e que tenha valido à pena esperar.

LMP3: Ah, que bom q vc está gostando! E espero que continue acompanhando! Eu realmente adoro os seus reviews! kisses xD

Lika Slytherin: AHUAHUIAHAIUHAIUHAIUH Simmm simmm, uma casa cheia de jovens promete, né? XD Eu queria tá nessa casa só pra poder agarrar o Draco! x AHUAHUAIHAHUAH E agora, viu o Cicatriz? XD hehehehe Espero q tenha gostado! kisses xD

Ana Raquel: Nossa, assim eu fico extremamente honrada! XD Q bom q vc tá acompanhando a fic mesmo tendo partes H/R xD Obrigada pelo review, tá? Significa MUITO mesmo. kisses xD

Dani Sly: Oi, Dani! (a intimidade HUAHAUIHAIUHA xP Mas como vc deixou, aqui está xP) Ahhh, que bom q vc está gostando da hst e eu ADOOOREI seu reviews. Sério mesmo. Q bom q vc se prendeu na história e tá gostando de todas as partes. E sim, o nosso pequeno (não tão pequeno assim) Weasley merece um pedala. HUAHAUIAUIHAIUHAUH E tá vendo, veio mais casal por aí. E no próximo cap tem mais um. Love is in the air nessa fic. HUAHAUIIUAHIUAH kisses xD

Mariana: Que bom q vc tá gostando! Espero q continue leeeeendo! kisses xD