AVISO: Esse cap é Draco/Gina, certo? x))
LMP3: Ah, que pena que o Wood não ficou do jeito qe vc imaginou. Mas, não te culpo.. porque na realidade esse não era o Wood que eu imaginava tb, mas ele foi tomando forma assim na fic e deu no qe deu. Também porque pra essa fic eu queria um Wood certinho, mas mesmo assim com seu lado mais... diferente e sexy. Mas, você vai entender o porquê disso no longo da fic. E sim, esse já é um desenrolamento da fic sim. E sim, a Luna é muito confusa mesmo, mas é qe eu sempre imaginei ela assim. xP Obrigada pelo review e espero qe vc continue acompanhando, querida! beijinhos! xD
Dani Sly: Bom, eu já disse tudo qe eu tinha pra dizer naquela reply, né? Sem noção o qnto os seus comentários são mágicos Beijão, querida! xD
Musa-Sama: Qe bom q vc gosta dela! Isso só me incentiva a escrever mais e mais! xD É, eu acho qe o problema da Luna é qe ela aceitou por muito tempo qe as pessoas vissem ela de um jeito qe ela não é, ou talvez ela tenha ficado desse jeito porque as pessoas diziam que ela era assim. Não sei. Mas, vamos ver o qe acontece com ela ao longo da fic, certo? xDD Espero qe vc acompanhe. Beijinhos, moça! xD
Dessinha McGuiller: Vc vê a Pansy como uma anomalia? OO Porque, guuuuria? Eu acho a Pansy tuudo de bom. Eu sei qe no HP mesmo ela é um pé no saco e uma ridícula HAUHAIUHAUHA Mas, na realidade, eu tento ver ela de um outro jeito. Eu vejo ela como um vulcão, sabe? É uma pessoa quente, com certeza e é como se a qualquer momento ela pudesse explodir. E tipo, ela é uma sonserina e tem todo esse lado dela, mas a real é que ela é como qualquer outra garota, só que ela tem medo disso e por isso esconde, mostrando uma outra face dela... a sonserina por si só. Entende? Anyway, espero qe vc continue acompanhando. Qe bom qe vc se viu na Luna e qe conseguiu resolver essas coisas com a suas amigas no passado. Mas, o problema da Luna não é qe ela faça tudo pelos outros, mas ela não se impõe, sabe? Ela esconde seus sentimentos, por mais qe pareça qe não e ela acaba só machucando a si própria com isso. Eu acho que o qe falta pra ela é se entender e se aceitar, talvez. Vamos veer. Continue acompanhando, sim? beeijos, guriaaa! xD
Fenf Ingo: Sim, o maior conflito interno. E bom, qnto as NCS, eu vou pensar no caso. De repente um casal ou outro tenha até a idéia de qe vai rolar alguma coisa. Mas, NC mesmo, eu tenho programado só para um casal mesmo. Seilá, é qe eu imaginei a história assim. Mas, tipo, eu ainda estou pensando, nunca se sabe. Mas, não prometo nada. E qnto a atualização, vou tentar ser mais rápida, mas é as idéias mesmo, são tantas que eu não acompanho o passo e tenho outros projetos rolando tb. Mas, vamos veer. Obrigada por acompanhar! beeeijos e espero qe tenha gostado do cap. xD
Mila Malfoy Mayer: Falou pouco mas mesmo assim ADOREI. Qe bom q vc gostou da fic e espero que continue acompanhando. Pq eu comecei a acompanhar a sua, viu? xD beeijos, moça! xD
Bom, gente. Confesso que demorei pra postar o cap a espera de um pouco mais de reviews, porém eu entendo qe o cap anterior apesar dos conflitos internos etc e tal não ficou muito bom. Espero qe eu tenha compensado nesse. Eu, particularmente, acho qe ficou uma loucura, porque eu quis dar mais desenrolamento a história e fazer os personagens se envolver mais uns com os outros, não só os casais em si, sabe?
Bom, mas foi isso qe saiu... E eu realmente espero que vocês gostem.
ENJOY! xD
Capítulo cinco
A noite chegou rápido aqui. Acho que no 'campo' a noite chega mais rápido mesmo. Eu me sinto tranqüilo aqui. Longe da cobrança de tudo e todos. As pessoas pensam que é bom ser um Malfoy. Não minto, é ótimo ser um Malfoy mesmo. Todo o luxo, as mordomias...Mas, o que ninguém sabe é o quão difícil pode ser carregar um sobrenome que possui uma fama o precidindo. Isso sim, é terrivelmente pesado. Quase um fardo, eu diria, se não tivesse as partes boas.
Hermione e Pansy estão esperando a Luna chegar para começarem a preparar o jantar. Rony e Harry estão jogando xadrez bruxo. Oliver está esperando Gina sair do banho. Sim, só tem um banheiro na casa. É a maior loucura por aqui. Mas, eu gosto. É diferente de tudo o que eu já vivi e gosto disso.
Sento no sofá e coloco as pernas pra cima. To cansado, joguei quadribol o dia inteiro. Bom, parte da tarde, porque no resto eu briguei com a Weasley, dancei com Pansy e ajudei na mudança. Enfim, uma totalmente mudada rotina. Que nem pode-se chamar de rotina, mas tudo bem.
Eu não acredito que to numa casa cheia de grifinório, uma corvinal (N/A: Desculpem, mas eu realmente não lembrava qual era a casa da Luna, eu acho que é essa) e apenas uma sonserina além de mim pra contar história. Onde eu estava com a cabeça?
Na realidade, eu estava extremamente lúcido e foi uma das melhores coisas que eu fiz em toda a minha vida e por mais que eu pareça mais gay ainda dizendo isso, agora eu tenho amigos de verdade e isso faz com que eu me sinta bem.
Mas, não preciso nem dizer que Narcisa pirou quando soube dos meus novos amigos. Só que num ataque de mãe, ela ficou feliz por eu estar feliz pela primeira vez em não sei quanto tempo.
- E aí, cara. - resmunga Wood, sentando do meu lado.
- Daí. - resmungo de volta.
Dois mortos de fome esperando a Luna chegar. Por acaso ela foi fabricar a comida ou o quê? Droga.
Mas, se bem que, eu sei porque ela tá demorando tanto assim... Luna e Harry estão brigados. Eles não viram, mas eu assisti a briga inteira. Só Harry ainda não percebeu que Luna gosta mesmo dele. Ou talvez, eu tenha percebido porque presenciei a briga. É, talvez seja isso mesmo. Eu realmente quero que dê certo pros dois (e eu nem pareço um sonserino falando assim. Pareço um gay, credo). Mas, é que os dois se merecerem, os dois vivem no mundo da lua.
Acho que no fundo eu to assim por culpa da...Não, não fala Malfoy. Você é um idiota mesmo. Tá com algum lapso. Deve ser a falta de comida. Aliás, a Luna tá amargurada mas não precisa demorar tanto assim, né? Por Merlin!
Pansy está arrumando a mesa enquanto canta uma de suas músicas. Eu gosto da voz dela. Passei minha vida inteira ao som da voz dela, na verdade. O dormitório inteiro da Sonserina, para falar a verdade. Não que alguém reclamasse.
- Porque ela não cala essa boca? - rosna Wood e eu vejo um ódio mortal no olhar dele.
Se eu não conhecesse homens (o extritamente necessário, porque eu também sou um deles, nada mais) eu diria que Wood realmente odeia ela. Mas, esse ódio tem jeito de outra coisa. Tem mesmo e só ele não percebe.
- Qual é, cara. - dou um empurrão amigável no braço dele. - O que aconteceu? - perguntou, erguendo uma sombrancelha.
Mas, eu sei o que aconteceu. O jeito que Pansy canta. Ela não consegue cantar e ficar sem dançar. Ela remexe os quadris lentamente no ritmo da melodia. A expressão no rosto dela se suaviza e seus olhos ficam semi-serrados sem nem mesmo ela se dar conta. Ela é a minha melhor amiga, quase uma irmã e é só por isso que eu não fico louco quando ela faz isso.
Eu entendo Wood. E tenho pena dele. Tenho mesmo. Pansy não é uma garota fácil, em todos os sentidos que se possa pensar.
- Você não entende. - ele murmura, ressentido como uma criança que não ganhou o tão esperado presente de Natal. Chegaria a ser patético, se não fosse de dar dó. Não, na realidade é patético e eu não sinto dó nenhuma por ele. Eu sou um sonserino, no final das contas.
- Não entendo o que? - pergunto, olhando-o irônico. - Não entendo que você gos...
- Não, não fala. - pede ele, olhando-me exasperado.
- Só vai lá e agarra. - murmura Rony que até agora estava ganhando de lavada de Harry no xadrez bruxo.
- É, cara. Muito simples. - acrescenta Harry, aproximando-se também.
Os quatro se fecham em uma roda e começam a observar Pansy.
- Será que dá pra vocês serem um pouco mais discretos? - pede Pansy, olhando-nos divertidas. - Eu sei que eu sou maravilhosa e tudo mais, mas tenham dó. Eu vim aqui pra tirar férias, garotas. - e dizendo isso some dentro da cozinha deixando um Wood completamente raivoso pra trás.
- Eu odeio essa garota. - rosna ele, entrando em um dos quartos.
Eu, Harry e Rony damos um aceno de cabeça, por mais que não acreditássemos em nenhuma letra do que Wood nos dissera. Que ele se enganasse sozinho, então.
- Gente, que fome! - grita Gina, vindo com os cabelos molhados pingando por todo o chão do corredor.
- Pelo amor de Merlin, Gina, não conhece uma coisa chamada toalha não? - grita Rony pra ele, com o rosto vermelho, mas acho que foi porque Granger tinha acabado de sair da cozinha.
- Nossa, a noite tá sendo um show e tanto hoje. - murmura Pansy, aparecendo como um fantasma e se sentando ao meu lado. - Várias coisas acontecendo. E ainda mais porquê você...
- Não, não fala. - murmuro, lembrando de como começara meu dia.
- Tá. Agora não, mas depois pode apostar que sim. - diz ela, piscando para mim.
Bufo. E me viro pro lado. Gina se joga no sofá e só então percebe que está sentada do meu lado. Me olha com uma cara de desgosto e eu prefiro pensar que não é por minha causa. Porque eu prefiro isso? Não faço a mínima.
- Não vem com essa cara não, ruivinha. - murmuro e não sei de onde essa ruivinha saiu.
- De onde esse ruivinha saiu? - Será que ela não consegue ouvir a minha mente? Que incompetência.
Olho para ela, quieto. Não entendo porque ela consegue despertar o que há de pior em mim quando eu quero mostrar o que há de melhor. E porque eu quero mostrar o que há de melhor? Não sei.
- Aloou? Eu não consigo ouvir o que há na sua mente, ok? - diz ela, me dando um soco no braço.
- Não tenha tanta certeza disso. - murmuro, enterrando-me ainda mais no sofá.
- Desembucha logo, doninha.
Meu estômago embrulha e eu me sinto completamente emo.
Não que eu seja um amargurado nem nada disso. Mas, não consigo deixar de pensar na conversa que eu tive com a Weasley hoje e o quanto ela me acha repugnante e tudo mais de ruim que possa ter nesse universo. E eu não consigo deixar de pensar que talvez eu seja um crápula mesmo. Afinal, uma vez crápula, sempre crápula. Não é assim?
Só que num ataque de raiva eu começo a pensar que ela é uma pobretona idiota que não me conhece nem um pouco bem pra ficar falando essas coisas de mim. E aí eu já to xingando ela e me tornando o crápula que ela disse que eu sou.
E depois dizem que a vida não é complicada, é a gente que complica.
Acredite, eu não to complicando nada aqui. Ou to?
Não, não to. Não mesmo.
- Tchau, ruivinha. - digo, levantando-me e indo para o lado de fora da casa.
Vejo uma cabeleira loira passar por mim nas escadas. Caramba, eu to sentado nos degraus, é impossível não me ver. E só existe uma cabeleira loira além da minha nessa aqui e essa cabeleira pertence a Luna, a futura namoradinha do testa rachada (não, hoje em dia eu não chamo mas ele assim, afinal, ele é um dos meus melhores amigos - eca! que gay! - mas é só pra dar mais uma emoção - como diz a Pansy - e porque eu to revoltado).
Luna entra para deixar as compras e logo aparece de volta, completamente fora do ar.
- Ei. - chamo e ela olha para trás, seus olhos estão brilhantes. Mesmo no escuro eu consigo ver isso.
- Olá. - ela responde, completamente fora do ar - mais do que o normal, quero dizer.
- Tá afim de conversar? - pergunto, levantando e colocando as mãos nos bolsos, evito me aproximar muito, sabe-se lá o que uma garota que esteve chorando - sim, para ter olhos brilhantes ela devia estar chorando - é capaz de fazer.
- Não muito. - responde ela, fungando um pouco - ahá! eu sou um gênio. Ok, a sinceridade dela me espanta. - E você? - u.ú Perguntas típicas de Luna Di-lua (é, eu to cruel hoje).
Balanço a cabeça negativamente. Na real mesmo, eu não sei o que fazer. Esse negócio de 'vamos ser amigos' etc e tal é meio novo pra mim. As únicas pessoas das quais eu era amigo eram Blaise e Pansy, e mesmo assim eu não era lá muito amigo, vamos dizer assim.
Então, a dúvida que não quer calar: o que dizer para uma garota extremamente meiga - tá. eu já to me assustando comigo mesmo com essa boiolice - quando ela está triste?
Calar.
Calada.
Calado.
É isso.
- E você tá afim de ficar quieta em algum lugar? - pergunto, olhando-a apreensivo. Esse negócio de ser amigo me deixa nervoso.
Não, não. Não no sentido nervoso de 'quero matar alguém', mas no sentido nervoso de 'quero que ela se sinta melhor e não sei como fazer isso'.
- Acho uma ótima idéia, na verdade. - responde ela, sorrindo.
E eu também sorrio, aliviado.
Começamos a caminhar pelo gramado, nada muito atlético ou coisa do tipo, mas ao menos dá pra espairecer um pouco.
- Ãhn... eu vi a sua briga com o Harry. - digo, sem rodeios. Não sei se no lance 'vamos ser amigos' a gente faz isso, mas to pouco ligando.
Ela permanece calada e por um momento acho que fiz algo errado. Mas, então, me dou conta de que não fiz pergunta nenhuma e é assim que a Luna funciona.
- O que aconteceu? - pergunto, cauteloso.
E vejo que acertei a pergunta pra esse lance 'vamos ser amigos' (e já tá ficando chato eu ficar falando isso, eu sei).
- O Harry é um idiota. - bufa ela, nervosa. E eu me espanto de ver a tão di-lua e calma Luna assim, mas vá lá. - Ele nunca entende nada do que eu digo. Ele não vê o quanto eu me esforço pra mostrar pra ele o que eu sou. Eu não sei... Eu só não gosto que as pessoas fiquem me vendo de um jeito que eu não sou. E mesmo que eu seja assim, di-lua, porque as pessoas tem que ver isso como uma coisa ruim e não como uma coisa boa? E daí se não tem um lado bom nisso, porque então não me aceitar do jeito que eu sou?
- Você acha que o Harry não tem aceita do jeito que você é? - pergunto, interessado.
Talvez eu e Luna tenhamos mais em comum do que eu tinha pensando. Esse estouro dela, de um jeito ou de outro serve pra mim também e eu não sei dizer direito o porquê.
- Não é isso. Ele aceita, até bem demais. Mas, parece que ele me vê como... - responde ela, meio confusa.
- Só a Luna. Aquela que ele já conhece, que é isso e aquilo pré determinado e não parece afim de querer te dar uma oportunidade de descobrir o que mais você pode ser além de seus pseudo-defeitos ou possíveis qualidades, certo? - completo, espantado comigo mesmo. De onde veio isso tudo?
- Você não gosta que as pessoas te vejam como Malfoy, certo? Você se orgulha de ser um Malfoy, mas não quando as pessoas pressupõe que você é as coisas ruins que o seu nome traz, certo? - rebate Luna, olhando-me fixamente.
Ok, eu admito que não espera essas conclusões dela. Mas, eu admito também que eu gostei. Ela me surpreendeu e agora estou achando o Potter um idiota por não perceber isso.
- Certo. - respondo, meio que de cabeça baixa. - É isso mesmo.
- Eu não vi a sua conversa com a Gina, mas eu ouvi as coisas que ela me disse. E acho que o seu Harry, é a Gina.
- e dizendo isso ela fez o caminho de volta para casa.
E por mais que a frase 'o seu Harry é a Gina' tenha sido tremendamente estranha e quase com um duplo sentido para mentes poluídas como a minha, eu entendi perfeitamente o que ela quis dizer. Ela quis dizer que...
- Não, não fala. - olho para a direção de onde veio a voz e é Gina. - Eu só estou aqui porque me pediram pra te chamar pra jantar.
- E eu acredito, ruivinha. - digo, olhando para ela com a minha melhor cara de safado. Isso me faz relembrar meus velhos tempos que na verdade nunca aconteceram muito bem. Eu nunca fui tão safado assim (tão, é claro), mas eu sou um sonserino (e ainda por cima Malfoy) e eu sei enrolar muito bem. - Eu acredito.
- É bom acreditar mesmo, porque é verdade. - bufa ela, cruzando os braços e parando em minha frente.
- Eu não acho que seja verdade. - diz Luna, de repente. - Você poderia pedir muito bem pra outra pessoa vir se não quisesse ver Draco tanto assim.
Não sei com quem eu deveria ficar mais perplexo. Se com Luna, que é totalmente incoveniente ou então com a reação de Gina, que ficou mais vermelha do que os próprios cabelos.
- Acho que é tarde demais para dizer Não, não fala, certo? - digo eu, maroto.
- Doninha, a conversa não chegou nos comensais. - diz ela, raivosa.
Mas, isso me deixa irritado. Muito irritado mesmo. Eu odeio quando esses assustos vêm à tona. Não é como se eu pudesse impedir as pessoas de falar essas coisas sobre mim. Mas, eu fico irritado. Prefiro não brigar, não fazer nada. De modo que apenas olho fundo nos olhos dela e me viro para ir embora, deixando-a sem reação (espero).
- Ei, espera aí, onde é que você tá indo? - pergunta Gina, dando pulinhos para me alcançar.
- Você não disse que o jantar tava pronto? - rosno, mesmo não querendo. - Achei que o que eu estivesse fazendo fosse óbvio.
- Porque é que você tá dando uma de O sensível agora? - pergunta ela, curiosa.
- Você está muito tagarela para alguém que não suporta a minha presença. - murmuro, erguendo uma sombrancelha.
- O Draco não gosta que tenham uma impressão errada dele. Assim como eu também não. - responde Luna, jogando os cabelos loiros para trás.
Gina observa-a cautelosamente. E olha para mim. E para Luna de novo, provavelmente sem entender. E eu realmente gostaria de dar um murro em Luna, mas sou muito cavalheiro para fazer isso. E talvez eu até venha a agradecê-la um dia por falar as coisas que eu não tenho coragem.
Malfoys sem coragem, onde é que esse mundo vai parar?
- Eu não acredito. - murmura Luna e tanto eu quanto Gina olhamos para direção em que ela está olhando.
