AVISO: Esse cap é Harry/Luna, ok? x)
LMP3: Aham, tadinha da Pansy meeeesmo! Mas, calma, qe tu se ajeita! ehueheiu xP E bom, tadinha da Luna tb.. Pq o Harry não se toca meeeesmo! Dá uma raiva, né? Ah, qe bom qe vc gostou do final do cap passado. Fico muito feliz mesmo. Mas, vamos ver se você gosta desse cap... beijinhos, flor! xD
Chris Granger: Sim, os garotos dessa casa tão mto idiotas ultimamente. AHUAHAIUHAUIH Ave penosa de mais alta qualidade? ADOREI! AHUAHAIUHAUIHAUIHA E sim, Oliver vai consertar a burra que fez... Aguarde. xD beeijos!
Dessinha McGuiller: O QUE HÁ COM ESSES GRIFINÓRIOS? Pois é. Realmente não sei. Mas, não os culpe. É tudo fruto da minha mente aloprada. HAUAHIUAHUAIHIAH E sim, ferrou legal total e tudo com al por aqui. Pq meu deus, vai ser idiota assim lá na conchinchina. AHUAHIUAHIUA E sim, foi uma coisa totalmente carnal, mas ao mesmo tempo houve mta paixão envolvida, é qe foi mais um ato de desespero pq tanto a Pansy, quanto o Oliver não sabiam mais o qe fazer pra lidar com os sentimentos dentro deles, entende? E foi meio qe uma explosão. E apesar de eu ter pensado na cena de um jeito totalmente diferente, acho qe não ficou ruim no final de tudo. Bom, espero qe goste desse cap. beijinho, amada! xD
Feng Ingo: Olá! xD Eu fico mto feliz qe vc ache a minha fic interessante, e eu quis realmente mostrar o lado humano dos personagens e mostrar amizades nada convencionais mesmo. E fico feliz qe vc tenha gostado. Mas, infelizmente, eu realmente não programei NCs pra essa fic em especial. Eu já não sou mto de escrever Ncs, não sei escrever direito, então o máximo qe faço é o qe vc viu no cap anterior. Realmente sinto mto em decepcioná-la, mas não é mto do meu feitio. Então, vai ter beijinho, abraço e só um pouquinho mais mesmo, pq na realidade, nessa fic, eu quis focar pra outra coisa, qe foi as amizades, as confusões emocionais e o fortalecimento de novos laços, o romance só veio de brinde. xP Bom, mas espero qe vc continue gostando e acompanhando mesmo assim. E bom, a Luna volta nesse cap. Ela ficou meio invisível pq tava triste né e tb pq ela tinha aparecido bastante nos outros caps e tava na hora de focar outros personagens. E qnto a Pansy ser virgem, sim o objetivo foi deixar todos em choque... Pq apesar de todo esse jeito femme fatale dela e ela ficar se jogando etc e tal, isso foi mais uma couraça pra se proteger e esconder a verdadeira ela, qe tb é frágil e porque não arriscar dizer um pouco inocente. Mas, só um pouco. HAUAHUIAHIUAH Feliz 2007 e nada a ver, eu ADORO reviews grandonas! beeeijo, querida! xD
Hi Chang: Qe bom qe vc gostou da minha fic! XD Eu tentei mesmo fazer algo mais diferente, e se vc achou diferente, bom eu fico feliz pq talvez eu tenha conseguido cumprir meu objetivo. HEHEHE xD Eu tb adoro o Oliver e acho ele mto pouco e mal explorado na maioria das fics, quis dar um destaque pra ele nessa fic, e acho qe é por isso qe as pessoas até gostaram mais do dois caps em qe ele mais aparece, acho qe até fiz com mais gosto do qe os outros. xP Sim, eu quis fazer ele um bom moço, mas mesmo assim... selvagem, pra mostrar um outro lado dele, sabe? E bom, Harry e Luna era pra ser devagar mesmo, desde o começo da fic, e isso tem uma explicação qe vc vai ver nesse cap. E bom, demorei pra postar, mas espero qe vc goste. beeijo! xD
Dani Sly: Sim, esse tb me irrita! Mas tudo bem, não vamos falar dele, vamos falar de coisas melhores.. Pq meu tempo é curto e eu tenho qe fazer uma reply pra essa review linda qe vc me mandou (novidade, né?) xD
Guuuuria, como assim vc perdeu o horário do almoço:O Fiquei de BOCA! Vc realmente é uma fã MUITISSIMO dedicada e cara, eu me sinto simplesmente honradíssima! SÉRIO MESMO! E nossa, mais honrada ainda por vc não ter se arrependido. O cap foi tão bom assim? xD Cara, fico mto feliz MEEEESMO!
Bom, o Oliver realmente tava mto confuso. Já dá pra ver pelo próprio comportamento dele, ele é o bom moço e mesmo assim fica mostrando um lado totalmente selvagem qndo tá perto da Pansy. E talvez isso mostre bem o fato de ele não conseguir lidar com esses novos sentimentos dentro dele, especialmente pq eles são voltados a ela, uma garota qe ele nunca sequer imaginou qe pudesse gostar.
Sim, cara, to sem palavras, vc conseguiu captar direitinho o jeito da minha Pansy! E po, eu fico mto feliz de conseguir ter passado toda essa noção pra vc por meio das minhas palavras. É isso qe eu quis mostrar desde o começo, qe a Pansy é uma femme fatale, mas qe um pouco disso é um meio de se esconder, pq na real ela é meio qe uma menina e frágil tb. E a sensualidade dela vem toda disso também. Bom, não toda, mas alguma parte dela sim. E fico feliz qe vc tenha gostado.
Qe bom qe vc gostou da minha pseudo-NC, pq eu não sei escrever NCS, o máximo qe eu cheguei de uma foi em Inenarrável, minha fic Pansy/Blaise e foi pq tinha tudo a ver com o contexto, e aqui eu não achei qe tinha mto, pq é uma fic mais comédia, assim, mais leve... E apesar de todos os conflitos emocionais e a intensidade da emoção dos personagens, eu não achei qe uma NC cairia mto bem, até pq eu nem sei escrever, na maioria das vezes eu escrevo com palavras qe deixem mais implícito, eu gosto mais assim. xD
Eu tb gostei dessa parte qe vc definiu como cumplicidade, essa era uma cena qe eu tinha meio qe na minha cabeça desde o começo da fic, e foi impossível simplesmente não usá-la ali. E bom, saiu isso.
E eu gostei dessa hst de flashback, sabe? Eu nem fiz tanto pra ser isso, mas acabou ficando, né? Gostei. xD
Eu fico mto feliz qe vc tenha gostado e espero qe goste desse cap tb. Vou parando por aqui pq minha amiga chegou e eu to indo lá ver filme com ela! xD beijinhos, amiga linda! xD
Capítulo oito
Estou sentado no sofá. Tentando pensar em outras coisas. A bem verdade, é que eu tentei fazer isso o dia inteiro: pensar em outra coisas. Pensar em outra coisa que não fosse Luna e a briga que nós tivemos. E por mais que ela diga que está tudo bem agora, eu sei que não está. Não está nada bem mesmo.
Eu e Luna somos amigos há um bom tempo. E eu sempre me senti confortável perto dela. Sei lá, uma sensação de paz toma conta de mim e ela é a única pessoa que consegue ficar quieta do meu lado e me olhar sem sentir uma certa pena por mim.
Nós sempre fizemos várias coisas juntos. Eu não sei dizer como começou nossa amizade, foi meio do nada mesmo. Num minuto éramos desconhecidos e no outro eu estava levando-a a uma festa porque eu estava sem par e então...aconteceu. Ficamos amigos. E eu sempre gostei dela do jeito que ela é. Não importa como.
E nossa, como eu gosto do jeito dela! E eu sei que as pessoas falam o quanto ela é Di-lua, mas na realidade eu acho que ela percebe muito mais coisas do que os outros. Eu não sei dizer. Eu apenas... gosto dela.
Eu não acredito. Eu não acredito em quem eu estou vendo passar por aquela porta. A garota que atormentou uns bons dois anos da minha vida - enquanto eu estava em Hogwarts - voltou para me perseguir. Eu era apaixonado por ela, era mesmo. Cho Chang sempre foi delicada, com aquele rostinho meigo e os gestos suaves. Mas, havia Cedrico Diggory para atrapalhar tudo. E o pior de tudo? Ele era um cara legal.
E essa é a história de Harry Potter, o menino-que-sobreviveu. Um verdadeiro fracasso com as garotas.
- Cho... - guaguejo, completamente sem jeito e prática. Acho que todos os olhares se voltaram para nós agora. Porque é que todo mundo tem que saber da minha vida pessoal?
E eu não sei dizer como ou quando aconteceu, mas em um minuto todos os olhares estão voltados para nós dois e no outro já não há mais ninguém na sala.
- Harry. - ela afirma, como se eu não soubesse meu próprio nome. - Olá. - sorri, ela, feliz.
- O que você está fazendo aqui? - disparo, antes mesmo de poder pensar no que estou dizendo.
- Eu vim te ver. - sorri, sem jeito, colocando os longos cabelos negros para trás das orelhas.
- Veio, é? - afirmo, mais do que pergunto, irônico.
Cho se aproxima de mim, colocando uma mão na minha perna.
- Na verdade, eu vim só avisar a Pansy que Blaise está aqui, na casa ao lado. Mas, acho que ela vai perceber isso logo logo... - sorri, maliciosa.
- Er... - digo, ou melhor, resmungo. Porque não sei o que dizer.
- Sabe, eu vim me desculpar pelo modo que tudo aconteceu entre nós, sabe? Eu poderia ter lidado melhor com tudo aquilo. - disse ela, referindo-se a quando eu era loucamente apaixonado por ela, e ela apenas brincou comigo, aproveitando breves momentos de solteira para depois voltar com Cedrico de novo. Ah, claro, ela poderia ter lidado MUITO melhor com tudo.
- É, eu concordo. - murmuro, emburrado.
- Já que estamos ententidos quando a esse assunto... - murmura ela, sentando em meu colo e beijando o lóbulo da minha orelha. - Eu achei que nós pudéssemos brincar um pouquinho, sabe... - continua ela, tentando desabotoar a minha blusa.
Prendo as mãos dela. Preciso pensar por um segundo. Eu esperei por esse momento durante muito tempo, mas agora... Eu não se. E por mais surpreso que eu esteja, também estou com raiva. Fico me perguntando quando fiquei tão imune aos olhares dela. Continuo sem jeito e prática, mas mesmo assim... alguma coisa dentro de mim mudou, alguma coisa me fez não ter mais borboletas no estômago (como Ginny costuma dizer) quando estou perto de Cho. Não sei dizer, não é mais isso que eu quero.
E de repente tudo fica mais claro e pela primeira vez na vida eu sei exatamente o que eu quero.
Eu quero...
- O que foi que aconteceu agora? - pergunto, cauteloso, sem entender nada.
- Esse é o problema, Harry. - suspira ela, cansada.. - Não tem como explicar.
- Tudo tem uma explicação, Luna. - rebato, olhando-a preocupado. E ela tem uma expressão estranha no rosto.
- Nem tudo. - responde, se afastando de mim.. - Nem tudo.
Eu a olha. Sem saber o que dizer. Uma sensação estranha toma conta do meu estômago. E minha cabeça gira e gira.
- Eu só quero que as pessoas, especialmente você, parem de me ver de um jeito que eu não sou. - diz ela, com a cabeça meio baixa.
- Eu te vejo exatamente como você é. - digo, carinhoso.
- Talvez esse seja o problema, então. - rebate, impinando o nariz.
E eu me sinto derrotado. Sem saber onde errei. Sem saber o que fazer. Só querendo...
Luna.
É isso que eu quero. Nem que seja pra brigar. Nem que seja pra ficar em silêncio num fim de tarde. Nem que seja pra ajudar ela a fazer feitiços de encolher as compras. Nem que seja pra dizer... qualquer coisa.
- E onde fica Cedrico nessa história toda? - pergunto a Cho, saindo dos meus devaneios e empurrando-a para o outro lado do sofa, deixando-a atordoada.
- Ele acha que eu só vim dar um recado a Pansy. - responde, com a cabeça meio baixa. Se eu não a conhecesse, até diria que era vergonha. Mas, é orgulho, porque foi rejeitada.
- Então é assim que vai ser então? - pergunto, irônico.
- É. - responde, levantando o rosto na maneira mais digna que pode.
- Não, obrigada. - respondo, e dizendo isso saio da sala.
Lavo o rosto. Uma. Duas. Três vezes. Não sei o que fazer e a minha mais nova descoberta é o que mais me aterroriza.
Como eu posso estar apaixonado pela Luna? A Luna, que só me vê como... Harry. E isso era o que eu mais gostaa nela, diga-se de passagem. A Luna que... nem sequer está falando direito comigo.
Bato com a cabeça na parede.
- Já estava na hora, sabe. - murmura Ginny, que aparece do nada no batente da porta, encostando-se nele com o ombro.
- Você me assustou. - murmuro, meio desgostoso. Eu só queria ficar sozinho, sei lá. Mas, acho que ultimamente eu estou mais anti-social do que parece. Acho que toda essa história da Cho me deixou completamente diferente do que realmente sou.
- Que seja. - diz ela, sorrindo de lado. Acho que Ginny pegou mais trejeitos do Draco do que ela pensa. - Já estava na hora.
- De quê? - pergunto, sentando na superfície lisa da pia.
- De você bater com a cabeça na parede. - responde ela, rindo. - De perceber que você gosta da Luna, seu idiota. - acrescenta, mais baixinho.
- Co-como você sabe? - pergunto, incrédulo. - Quer dizer, nada a ver, Ginny... - tento consertar, tarde demais.
- Só você me chama de Ginny. - sorri ela, trocando de assunto. - Gosto disso.
Ficamos em silêncio por alguns instantes, até ela entrar no banheiro e fechar a porta atrás de si. Se nós não fôssemos tão amigos, eu acharia essa atitude ainda mais estranha do que acho enquanto nós somos amigos.
- Além do mais, você só diria adeus ao seu passado amoroso se tivesse descoberto outra coisa. - murmura, sentando-se no tapete do chão. - As pessoas são assim. Mais vale ter um passarinho na mão do que dois voando, sabe? - sorri, meio triste.
- Eu realmente gosto dela, Ginny. - murmuro, sem forçar pra mentir. E Ginny é uma das pessoas que mais me entende nesse mundo. Depois de Luna, ela me entendia tão bem que...Droga.
- Então porque não vai lá e... - começa ela, com as sombrancelhas erguidas.
E cada vez mais eu percebo que há outro Draco Malfoy na casa em uma versão ruiva e completamente apaixonada. Só que ela não percebe isso.
Ou não quer ver.
- Não, não fala. - digo, pesaroso.
- Porque não? - pergunta ela, com uma expressão confusa no rosto.
E eu fico me perguntando o porquê dela.
Será que Ginny sabe de algo que eu não sei? Não, não deve ser.
- Porque não vai dar certo. - digo, como se explicasse quando é um mais um a alguém. É algo óbvio, certo?
- Porque? - e Ginny continua insistindo e insistindo...
E isso não tá me fazendo bem. Só serve pra me lembrar o quanto eu sou um fracasso.
- Porque você não vai até o Draco e diz que... - começo a falar, só para cutucar mesmo, mas ela me impede de terminar.
- Não, não fala. - pede ela, com uma expressão assustada no rosto.
Acho que pela primeira vez eu consegui sacar alguma coisa antes de todos na casa. Ou talvez não antes de todos os outros, mas pelo menos eu consegui.
- Porque não? - pergunto, curioso.
- Porque não é verdade. - e ela continua mentindo para si mesma.
- Se não fosse, você deixaria eu terminar a frase. - digo, olhando-a no fundo dos olhos. - Só te digo uma coisa, é melhor você começar a parar de mentir para si mesma e aceitar a verdade.
- E é melhor você parar de ser pessimista e agir logo. - rebate ela, olhando-me furiosa. - É só isso que te digo. - e sendo assim, abre a porta do banheiro e vai para seu quarto, me deixando ali, sozinho com meus pensamentos.
Saio do banheiro e Luna está no corredor, indo a caminho de algum lugar sabe-se lá onde.
- Eu achei que seu negócio fossem só as japonesas. - dispara, ácida. Olhando-me de um jeito que eu nunca a vi me olhar antes.
- Você não sabe do que tá falando, Luna. - digo, irritado. Sabe-se lá o que fez ela ficar desse jeito, ela não tem o direito de descontar em mim. Não mesmo.
- É claro! - exclama, alto demais, louco demais, Luna de menos. - Porque a Di-lua aqui nunca pode saber de nada, certo? Ela nunca tem noção das coisas.
- Para de ter pena de si mesma. - rosno, antes de poder me controlar. Acho que realmente estou descontrolado essa noite. - O seu problema é que fica acreditando no que os outros falam. Os outros nem te conhecem, Luna. Só você conhece a si mesma verdadeiramente, então pra que perder tempo pensando no que os outros dizem, pra quê? - pergunto, num sussurro, sem perceber que me aproximei bastante dela.
O bastante para grudá-la na parede com o meu corpo.
Ela não me responde. Sei que ela não consegue.
- Eu também já fui assim, você sabe. O pobre garoto que perdeu os pais, o menino-que-sobreviveu e bla-bla-bla! Mas, quer saber? EU CANSEI! Não quero mais saber disso tudo. Que se dane o que falam de mim. Que se danem que pensam que eu sou um frouxo ou um herói. Eu apenas... eu não me importo mais.
- Não era... - começou ela, num fio de voz. - Não era isso que você achava.
- Era, sim. - digo, sussurando também. - Sempre foi, Luna. Há algum tempo já. - sorrio, sem jeito. - Mas, você estava muito cega pra perceber.
Encosto minha testa na dela e ela me olha com medo. Não entendo o porquê.
- Você é a pessoa que mais me conhece no mundo, Luna. - sussurro, dando-lhe um beijo no pescoço. - Como é que você não pode perceber que eu adoro todo esse teu jeito meio aluado?
- Di-lua. - murmura ela, com um pouco de mágoa na voz.
- Não. E também...e se for? Eu sou di-lua também. - digo, colocando minhas mãos em seus quadris, delicadamente. - Eu sou o mais lerdo pra perceber as coisas. Eu demorei pra perceber que eu sou apaixonado por você. - rio, baixinho. - Mas, agora que eu percebi...Que você acha de a gente ser di-lua juntos? - pergunto, num sussurro, quase encostando meus lábios nos dela.
- O que... o que você disse? - pergunta ela, atônita. E isso me faz sorrir.
- Que nós podemos ser di-lua juntos. - digo, sorrindo feliz.
- Não. - murmura ela, abanando a cabeça. - Antes disso.
- Eu sou apaixonado por você. - afirmo, olhando fundo nos seus olhos.
Luna fica em silêncio. Olhando-me. Seus dedos passam por todo o meu rosto, devagar. Demorando-se ainda mais nos meus lábios. Meu estômago volta a ter borboletas, aos montes. Minha cabeça não para de girar... girar... girar...
Abraço-a forte, trazendo seu corpo para perto do meu. Sinto suas pernas enlaçarem a minha cintura, num pulo. E eu prenso-a na parede de novo, beijando toda a extensão do seu pescoço.
Subo seu vestido calmamente e cinto suas mãos desafivelarem o cinto da minha calça jeans. E por mais que alguém possa aparecer a qualquer instante no corredor, ao invés de medo, a idéia apenas torna tudo mais excitante.
Sinto suas unhas cravarem nas minhas costas, arrancando minha camisa afobadamente. Ela ofega baixinho no meu ouvido e eu beijo seus lábios.
Não possoa agüentar mais.
O primeiro beijo de verdade. Sinto sua língua buscando a minha numa carícia mais ousada, e ambas começam a se acariciar num beijo molhado e cheio de paixão.
Seus braços me envolvem pelo pescoço e ela acaricia meus cabelos, minha nunca. Ela é perfeita. Perfeita pra mim.
Estou nas nuvens. E explodo. Sinto meu corpo partir em mil pedaços e tudo está bom demais pra mim.
Vamos escorrendo pela parede devagar e juntamos nossas roupas. Rindo, cúmplices.
- Aposto que nunca imaginaram o Menino-que-sobreviveu e Di-lua fazendo isso, certo? - sussurro, beijando-lhe as costas da mão.
Luna está sentando entre minhas pernas e ainda não saímos do corredor, embora nosso quarto esteja vazio e bem em frente a nós.
- Começo a gostar de rótulos, no final das costas. - ri ela, baixinho, estremecendo quando beijo um ponto exato na curva de seus pescoço.
- Eles podem ser divertidos. - digo, recostando minha cabeça no seu ombro.
- Foi lindo, Harry. - murmura ela, alguns momentos depois, virando a cabeça para me olhar nos olhos. - Você é lindo.
- E você é perfeita. - digo, sorrindo. - Eu te...
E antes que eu possa terminar minha frase algo estranho começa a acontecer. A expressão de puro deleite de Luna começa a se contorcer virando uma careta de dor.
- O que... o que tá acontecendo? - perguntando, atordoado, sentindo-a tremer em meus braços.
Luna começa a se contorcer com cada vez mais força e em intervelos de tempo cada vez menores. Eu enxergo minha mente branca, sem nenhuma idéia do que fazer.
- Eu... eu... me desculpe, Harry. - sussurra ela, em meio aos tremeliques e calafrios. - Eu fiz uma besteira.
E dizendo isso ela fecha os olhos, numa visão branca, sem vida, em meus braços. Sinto o meu mundo desabar.
- LUNAAAAA!
N/A: Bom, então este foi o cap. Terminou meio estranho, sem noção e talvez mtos não tenham entendido direito... Bom, tudo vai se explicar no próximo cap. Eu nem pretendia fazer uma pseudo-NC (palavras de Dani Sly) para este casal, mas acabou saindo por conta própria... Pq toda a relação deles ao longo da fic foi meio sem sal, né? E na realidade foi meio proposital, além do qe eu nunca tinha escrito uma H/L, mas ao mesmo tempo, eu queria qe o desfecho fosse bem intenso, pq era como se dps de toda coisa sem sal, toda a tensão entre os dois, finalmente dessa tudo certo, entende? E bom, espero qe esse cap tenha compensado tudo isso. Pq essa foi a minha intenção. E bom, no próximo cap vcs entenderão tudo.
A fic se encaminha para a reta final, com apenas mais 4 caps. beeeijos!
