AVISO: Esse cap é Ron/Hermione, ok? x)
adliz: que bom qe vc gostou. xD E espero qe continue lendo. beeeijo!
Mila Malfoy Mayer: Sério? Ain qe pena! Eu sei qe a gente não é muito amiga nem nada, mas se quiser conversar, cara. To aqui hein? Sei como essas coisas são difíceis pra caramba... x/ Bom, mas fico feliz qe vc tenha reaparecido porque tava com saudades dos seus reviews por aqui. E com saudades da sua fic tb, viu? xD É o suspense continua, mas aguarde. Já tá vindo! HAUHAIAHIUAH Olha, eu terminei a fic e não sei se os caps ficaram lindos, eu não achei, mas foi o melhor qe eu conseguir fazer. Seilá. Talvez não tenha sido o melhor, mas.. enfim. Foi oq saiu. AHUAHUIAHIA Vc vai ver dps. xD E bom, eu adoro receber bíblias. Então...obrigada por acompanhar e beijos, fofa! xD
Thaii: Qe bom qe tu gostooou guria! xDDDD ÊÊÊÊÊ! Eu não tinha certeza se ia ficar bom o cap, e bom... fico feliz mesmo qe tu tenha gostado. xD beeeijo, guria!
Fenf Igo: Qe pena qe você não gostou do cap. Bom, eu tb não gostei mto, mas... fazer oq. Fico feliz qe vc tenha dado uma opinião sincera. E bom, qe apesar de tudo vc continue lendo mesmo qe a fic não seja oq vc esperava. E qe bom qe vc achou bem escrito, isso me deixa mto orgulhosa. Qe bom qe vc se identificou, isso é mto bom. E qe apesar de tudo vc continue lendo a fic. beeijos!
Musa Sama: Olha olha... usando o nome da fic e tudo! AHUAHIAHIHA Gostei, flor! Isso aí, tem qe entrar no espírito. Apesar de a fic tá acabando, fico feliz qe vc tenha gostado tanto assim dela e até ficar triste. HEHE XD Significa mto pra mim, sério mesmo. Até porque essa fic começou comigo sem muita fé nele. huheiheiuh xD E olha no qe deu, 12 caps e um epílogo. Eu espero qe vc goste deste e dos outros caps qe estão pra vir (qe já estão prontos) pq foi uma época de bloqueio e outras coisitas mais.. É isso. beeeijos, moça! xD
Jojok: Cara, qe bom qe vc gostou do cap, pq eu tava com mta dúvida mesmo. Eu fico mto feliz. E feliz por vc achar qe eu estou inovando e qe tenha ficado algo diferente. Isso me deixa mais feliz ainda. xD E qe bom qe vc apareceu por aqui de novo, isso é ótimo. Ah, e novamente qe ÓTIMO qe vc gostou do casal Oliver e Pansy porque eu não sei de onde ele surgiu, mas eu simplesmente TIVE qe fazê-lo. EHUEHIEHIUEH xD Ah, eu adorei seu review! beeeijos e continue por aqui, viu? xD
Dani Sly: Eu poderia aqui fazer um reply tão gigante qnto o seu review agradecendo e dizendo o qnto seus reviews significam pra mim por eles darem opinião concretas, me elogiaram MUITO MUCHO MUITO MEEEEESMO e me deixar com o ego inflado e mto contente e escrever ainda mais. Eu poderia ainda falar o qnto eu estou feliz por te ter como amiga e o qnto vc ficou disposta em me ajudar em certos assuntos mesmo nós nos conhecendo pouco, há pouco tempo e nunca nem sequer termos nos visto. Sua amizade significa muito pra mim, Dani. E eu fico muito feliz de vc não só gostar de mim como escritora, mas como pessoa tb. E ah, nunca deixe de ser essa pessoa maravilhosa qe vc é, viu? xD Ah, isso acabou não virando uma reply e sim uma declaração de amizade. HUEHIEHEUH te adoro, amiga linda! beeeijo! xD
Capítulo dez
Eu fico parado em frente a porta. Não importa o quanto as coisas que Gina tenha me dito façam sentido. Eu apenas não consigo. No final do dia eu ainda sou o mesmo covarde de sempre e não sei como fazer pra mudar isso. Bom, na verdade eu sei o que fazer, apenas tenho medo. O que continua me tornando um covarde.
Merlin, eu sei o que tenho que fazer. Só que não consigo.
E eu realmente gostaria de conseguir porque eu pisei feio na bola, só que não foi minha intenção. Eu só queria ter coragem de dizer tudo o que eu penso e sinto pra ela. Mas, como dizer pra Hermione que na realidade eu a vejo como muito mais do que uma amiga?
E só de pensar nas coisas que ela me disse o meu peito já começa a arder e eu sinto um leve mal-estar, além de sentir minha cabeça girar e minhas mãos suarem. Conclusão: eu pareço uma adolescente bobinha e apaixonada. Mas, começo a pensar que todo mundo já pensou isso de si mesmo pelo menos uma vez na vida, o que me deixa mais tranqüilo.
Mais tranqüilo? Não sei como, na realidade. Porque vou ter que entrar nesse quarto e dizer a Hermione que tenho quase certeza de que ela é a garota da minha vida (quase certeza? a quem eu estou enganando? Hermione é a garota da minha vida e provavelmente eu não vou tanta certeza de qualquer outra coisa por um bom tempo) e que eu preciso dela do meu lado.
E uma vozinha na minha cabeça repete repetidas vezes na minha cabeça o que Hermione me disse há algum tempo atrás nessa mesma noite e eu não consigo esquecer.
- Que eu te amo e você é muito estúpido para perceber isso, Ronald. - diz ela, entredentes, com um tom de fúria na voz.
- Que eu te amo e você é muito estúpido para perceber isso, Ronald. - diz ela, entredentes, com um tom de fúria na voz.
- Que eu te amo e você é muito estúpido para perceber isso, Ronald. - diz ela, entredentes, com um tom de fúria na voz.
E se não for verdade? E se ela só estivesse com raiva e sem noção das coisas que estava falando? E se...? E se...? E se eu parasse com essas incertezas e abrisse a porta de uma vez?
Eu to cansado de toda essa piração em cima do mesmo assunto quando a resposta é tão simples e está na minha frente. Girar a maçaneta.
É só isso que eu tenho que fazer, que droga!
Porque eu não consigo girar a porcaria de uma maçaneta, pelo amor de Merlin?
- E a próxima vez que você estiver a fim de brincar com meus sentimentos, ao menos faça isso sóbrio porque aí vou poder ficar com ódio de você. - rosna, girando a maçaneta e um pouco antes de ir embora, ela apenas acrescenta: - Quer saber? Vai pro inferno!
E foi isso que ela fez. Ela girou a maçaneta e me disse pra ir pro inferno. E por mais estranha que essa frase possa parecer, foi exatamente isso que aconteceu.
A cena fica se repetindo na minha cabeça como aqueles flashbacks que passam em fimes, aquelas telinhas de trouxas que meu pai faz eu assistir de vez em quando. É legal até, diga-se de passagem.
Merlin, isso não vem ao caso.
Eu só quero conseguir dizer o que eu tenho que dizer, sabe? Só isso.
Amor. Que raio de palavra é essa? Eu não sei aonde estava minha cabeça quando eu decidi me envolver nisso. Nisso que eu nem sei o que é direito.
Eu não faço a mínima idéia de onde Ron está agora. E eu realmente gostaria de saber, apesar de estar odiando-o profundamente nesse momento.
A quem eu quero enganar? Eu não o odeio, realmente. Na verdade, é exatamente o contrário. E tudo o que eu disse pra ele, mesmo com raiva, foi com a mais pura e singela sinceridade: eu o amor. E sim, ele é realmente estúpido demais pra perceber isso (bom, agora ele já sabe) só que isso não era motivo pra eu mandar ele pro inferno.
Mas, que coisa, quem mandou ele ficar bêbado e ficar brincando com os meus sentimentos?
Mas, ele não tem culpa de ser estúpido e não perceber que eu gosto dele. Ele me tratou exatamente como sempre me trata e eu apenas... eu apenas explodi. É, foi isso que aconteceu.
Mas, ele não tem culpa se eu não consigo conviver com ele sentindo que preciso tê-lo mais do que como um amigo.
Amor. Que raio de palavra é essa? Eu acho que Hermione Granger não foi feita para amar, o problema só pode ser esse, entende? Eu não deveria ter me envolvido nisso tudo, especialmente sabendo que eu nunca iria ser correspondida.
Mas, então, porque é que ele tava daquele jeito comigo, um jeito até me arrisco dizer, mais carinhoso que o normal? Merlin, eu apenas estou imaginando coisas, tentando ver o que eu quero ver. Só que isso é irreal, é fantasia e pura perda de tempo.
Será que eu fui muito dura com ele? Porque eu tive que mandá-lo pro inferno? Droga, agora eu fico aqui remoendo todas as coisas que eu disse e não consigo ter sequer um pensamento concreto, algo em que eu possa me agarrar, entende? Porque parece que eu estou afundando.
Eu só preciso de uma bóia. Acho que é isso.
E se ele realmente gostar de mim? E se eu realmente gostar dele?
É lógico que eu gosto dele. Como se houvesse alguma dúvida sobre isso ainda. E eu odeio soar patética, eu que sempre fui tão prática, tão racional, tão... ingênua. Ingênua ao pensar que o amor nunca aconteceria pra mim, que bastaria eu me proteger o suficiente (como se houvesse essa tal suficiência de proteção para o amor) nada me atingiria.
Mas, o caso é, que eu nunca quis realmente criar barreiras. E de fato, eu nunca as criei. Eu só queria me convencer disso, porque eu sabia que estava me apaixonando pelo meu melho amigo. E eu sempre fui deixando pra depois, eu realmente quis deixar acontecer e agora não tem como eu simplesmente chamá-lo de estúpido por não perceber que eu gosto dele ou simplesmente mandá-lo pro inferno porque ele não gosta de mim.
Ron é uma pessoa maravilhosa, que não consegue ver o quanto é inteligente e especial. E talvez ele mesmo tenha criado barreiras ao redor dele, barreiras para me manter longe, por não gostar de mim do mesmo modo que eu gosto dele.
E eu acho que eu só to pirando no assunto, porque eu não tenho nada concreto pra dizer, pela primeira vez na vida.
Amor. Que raio de sentimento é esse?
Só abra a porta, Ron. É só isso que você tem que fazer, cara.
E já é não sei qual vez da noite que eu digo isso a mim mesmo. Eu só tenho que abrir essa maldita porta e dizer o que eu tenho que dizer.
Eu só...
De repente as paredes são estreitas demais. O quarto é pequeno demais. Eu me sinto pequena demais.
Eu tenho que sair daqui antes que eu fique louca, que eu me sinta louca, antes que seilá... eu enlouqueça. Porque eu acho que eu estou a beira de um ataque de nervos só de pensar que a qualquer momento Ron pode voltar pra esse quarto e eu não quero vê-lo.
Eu não quero vê-lo.
Eu quero vê-lo, só que eu tenho medo.
Levanto, coloco os chinelos e abro a porta.
Não. Isso não está acontecendo. E meu coração dispara em uma velocidade que eu nunca achei que fosse possível para os batimentos cardíacos alcançarem.
- Ron... - começo, com a voz mais trêmula do que gostaria.
Ele me olha meio estranho, seu rosto está vermelho e os punhos cerrados.
- O que é que você tá fazendo aqui? - pergunto, empinando um pouco o nariz na tentativa de parecer confiante.
Mas, na realidade, minhas pernas estão pra virar gelatina a qualquer momento.
Justo quando eu estava tentando tomar coragem de abrir a porta ela abre?
Cara, isso é muita má sorte.
Ou não, porque talvez eu nunca conseguisse arrumar coragem o suficiente pra girar aquela maldita maçaneta.
- O que é que você tá fazendo aqui? - ela pergunta, me olhando.
Minha respiração está ofegante e eu estou muito, mas muito nervoso... E quando um Weasley está nervoso não tem como controlar seus atos, tem? De modo que eu só digo (praticamente grito):
- EU SÓ TAVA TENTANDO ABRIR ESSA MALDITA PORTA PRA DIZER O QUE EU TENHO QUE DIZER!
Hermione me olha de um jeito estranho e dá um passo pra trás, dando espaço para eu entrar no quarto.
- Você podia ter entrado, sabe? - ela informa baixinho, sentando-se na cama, enquanto eu fecho a porta atrás de mim.
Eu sorrio, meio amarelo.
- Eu sei. - murmuro, dando de ombros. - Eu só estava tentando tomar coragem.
Nos olhamos por um fração de segundos e então desviamos o olhar.
Ele se senta na cama em frente a minha com a cabeça baixa. As mãos estão apoiadas nos joelhos e eu consigo perceber (na realidade, não precisava ser um gênio pra saber disso) que ele está realmente tenso.
Não consigo encará-lo. Tenho medo do que ele tem a me dizer, mas eu sei que preciso saber.
- Então, o que você queria me dizer? - pergunto.
- Você não está mais brava comigo? - ele pergunta, visivelmente mais calmo e controlado.
Eu apenas abano a cabeça em um sinal negativo.
Ele assente, baixando os olhos para o chão novamente.
- Era só isso? - pergunto, soando mais agressiva do que eu gostaria.
Ela diz que não está brava. Mas, eu sei que ela está. Mesmo que não seja brava realmente, algo está errado. E eu sei que preciso consertar.
- Não, não era. - digo, baixinho, levantando e começando a andar de um lado para o outro.
- Ron. - ela chama, após alguns instantes. - Você está começando a me deixar nervosa.
- Desculpe. - murmuro, sentando-me ao seu lado na cama.
Ela fica tensa. Eu sei porque ela começa a estalar os dedos quando está nervosa.
- Eu queria me desculpar por antes, sabe...? - começo, meio sem jeito. Eu nunca fui muito bom com essas coisas, afinal.
- Não tem problema. - ela responde, sem me olhar. - Eu exagerei.
- É, um pouco. - sorrio, tentando amenizar o clima e ela ri baixinho. -Mas, eu sei que eu não deveria ter dito aquelas coisas bêbado, é só que eu sabia que não teria coragem de dizê-las sóbrio, entende? - pergunto, meio exasperado.
E eu quero acreditar. Eu realmente quero acreditar no que ele está dizendo. E eu acredito. Só, que não quero interpretar as coisas de um jeito diferente. Não quero deturpar suas palavras.
- Mas, você não disse nada realmente... - murmuro, sorrindo timidamente.
- É que você não me deu a chance. - ele ri, baixinho, e eu quase sinto que somos nós dois novamente, do jeito que sempre foi.
Só que eu não quero que seja assim. Eu não vou suportar que seja assim.
- O que foi? - pergunto, vendo uma sombra passar pelo olhar dela.
- Nada. - responde, abanando a cabeça.
- Não é nada. - retruco, olhando-a sério.
Seguro seu queixo com uma das minhas mãos, me virando de frente pra ela.
- Me diz.
- Por favor... - ela começa, e seus lábios tremem. - Apenas me diz o que você tem que me dizer.
E é a hora da verdade, e eu preciso de coragem. E eu acho que já tenho coragem suficiente. Mas, ainda há o medo da rejeição. Só que eu sei que se eu não falar agora vou me arrepender pra sempre, por mais que eu estrague minha amizade com ela. Eu não poderia suportar viver com a dúvida em mim pro resto da vida.
- Você é a garota pra mim, Mi. - digo, acariciando seu queixo com a ponta de meus dedos. - Eu realmente gosto de você, eu não disso aquilo só porque eu tava bêbado, e pra sua informação, eu nem estava tão bêbado assim. - sorrio, temeroso.
Eu não acredito.
Eu não acredito.
E eu não acredito.
Eu não acredito que ele realmente esteja dizendo isso.
E se for mentira?
- O que você tá querendo dizer com isso? - pergunto, meio receosa.
- Você ainda não entendeu? - ele pergunta, me olhando carinhosamente e isso enterce meu coração. - Eu vou ter que desenhar?
Olho-o com cara feia.
- Tá bom. Tá bom. - ele sorri. - Eu te amo. É isso que eu to querendo dizer, e eu sei que talvez eu não seja tão inteligente quanto o Oliver, tão carismático quando o Draco ou corajoso quanto o Harry, mas eu te amo, Mi e por enquanto isso é tudo que eu posso te oferecer.
Pronto. Eu disse. E por incrível que pareça, não foi tão como eu imaginei que seria. Foi pior.
E eu só quero que ela diga alguma coisa e pare de me olhar assim, porque por um momento eu achei que ela fosse dizer eu também, mas agora eu já não sei mais. E eu to em pânico. To mesmo.
Eu sorrio. Porque eu não tenho o que dizer. Não tenho mesmo.
Ron me surpreendeu quando eu mais achava que isso não fosse possível. Ele me surpreendeu de todas as formas possíveis. E ele me ama.
Como eu posso não me sentir a garota mais feliz do mundo? A pessoa mais feliz do universo? Não tem como eu não me sentir.
- Ron, você é bobo mesmo. - abano a cabeça, sorrindo. - Como você não consegue perceber que é uma pessoa extremamente brilhante? Você é engraçado, compreensivo, um amigo fiel, um irmão maravilhoso, apesar de ciumento, um filho exemplar...
- E um namorado em potencial? - ele pergunta, me olhando feliz. E eu sei que todas as dúvidas que ele tinha se dissiparam, assim como as minhas também.
- É, isso também. - digo, sorrindo feliz.
- Isso quer dizer que você me ama? - pergunta ele, me puxando pela cintura para cima dele, na cama.
- Você ainda tinha dúvidas quanto a isso? - pergunto, beijando-lhe a ponta do nariz.
- Bom, você me mandou pro... - disse ele, com uma falsa cara de pensativo.
- Não, não fala. - digo, colocando meus dedos sobre seus lábios. - Não fala e apenas me beija.
E tudo está perfeito.
Até mais do que perfeito. E eu sou o cara mais sortudo do mundo.
Só que eu e Mione escutamos um grito. Um grito vindo do corredor.
- É o Harry. - susssura Mione, com uma cara de assustada.
