Lily x Bonsai
Capítulo 2: preparem suas armas.
Slogan: quando armas são bananas, arranje macacos.
No capítulo anterior...
- Pikachu! Choque do trovão!
- Pikaaaaaa!
- Aaaaash!
...de Lily x Bonsai...
- Que comece a guerra! – murmurou Lily para ninguém, deitando-se e voltando a dormir.
...mas, antes, para você entender o capítulo, temos que te mostrar a noite que Lily teve:
- Vai, você narra. – diz o narrador, narrando a sua própria fala.
- Ah, por que eu? Por que você não narra? – responde a narradora, narrando a sua própria fala.
- Eu fui da última vez!
- Não teve última vez! A última vez seria o primeiro capítulo! E como não teve prólogo... não teve vez!
- Narrem! – disseram o Joow e a Bru, do BJ Lachapelle Potter.
- Tá, tá...
Narrativa:
- Meu suco de xuxu azedo! O bebê Cipestre vai dormir com a gente hoje, tá? – disse Tiago, usando apenas uma cueca boxer preta, depois de voltar como'bebê Cipestre' nos braços.
- COMO? – gritou Lily, levantando subitamente da cama, com o seu cabelo parecendo um black power.
- É, o bebê disse que sonhou com um monstro ruivo que gritava com ele dentro de uma cozinha, segurando uma varinha, com os olhos esbugalhados e ameaçando queimá-lo! – ele virou-se para o 'bebê' nos seus braços e perguntou, com uma voz mimada de criança – Não é, bebê?
- Ruivo, han? – ironizou a Sra. Potter.
- É! Boa noite, Ci! – disse Titz, deitando-se na cama, ao lado de Lily, com o bonsai nos braços.
Lily olhou-o com um olhar digno de Medley (leiam Tips for a Sugar Queen para saber mais, dos mesmos autores).
- As vezes eu não entendo você.
Durante a Noite.
- Ai, ai, tá me espetando! Titz, pára de me espetar! - Lily pareceu tomar conhecimento de que o bonsai estava ao seu lado, na cama, sozinho. – Aaaah, então é você, hun? – ela pegou-o e colocou na prateleira acima da cama – Me deixa dormir. Amanhã eu tenho um dia cheio. - Lílian virou-se para o outro lado, tentando pegar no sono.
Cinco minutos depois...
- Ai, ai, Titz, pára de me espe... Você de novo? Como você desceu dali? – perguntou Lily com medo. – Ah, quer saber? Eu vou dormir na sala. – dizendo isso, ela desceu as escadas, entrou na sala e se jogou no confortável sofá.
O Capítulo em Si.
Lily estava na cozinha, lavando a louça e pensando na noite turbulenta que teve.
- Aaaah, mas ele vai me pagar! Ah, e como vai! Eu vou falar muito quando ele chegar do trabalho... Ah, se vou! – ela falava olhando para o dito-cujo, vulgo Bonsai Cipestre 'Evans' Potter. Ele também tem outros apelidos como bebê, bebê Cipestre, xuxuzinho, baby, amorzinho, flor, árvore, praga (by Lily), Pindamonhangaba, pé de rabanetes, coisinha, bilu-bilu, xuxu, beleza, filhinho, filhote, fofinho, baby boy, little sunshine, raise in the sun e etcs.
- A culpa é toda sua por eu ter acordado assim! – disse Lily, referindo-se ao sanduíche das duas horas da manhã "Lily (pão) + Bonsai (queijo e presunto) + Tiago (pão)".
Sabe, ela tava num canto, ele tava no outro, e o Cipest...
Narradora? Só narra, por favor.
Tá...
Tipo... agora?
Ah, ah!
...e da dormida no sofá da sala com ácaros, piolhos, baba e cheiro de gato (tudo isso por causa do terrível, do maligno, do superior: Llumpus).
- A CULPA É TODA SUA! – exclamou, histérica. – Sabe o que eu vou fazer com você? – falou... digo, gritou Lily, aproximando-se da mesa de jantar (que se encontra ao lado da porta da cozinha, que fica em frente à entrada da casa), onde o 'pobrezinho' do bonsai estava.
Pobrezinho?
É, coitadinho! Ele só queria dormir e essa loira ficava espetando ele...
Primeiro lugar: ela é ruiva. Segundo lugar: ela não tava espetando ele, ele tava espetando ela!
Acho que temos opiniões divergentes, narradora!
É, eu também acho. Sabe o que isso significa?
GUERRA DE COMIDA!
/narrador e narradora começam a jogar pudins, muffins, bolinhos, brownies, coxinhas, queijos, chocolates, pães, pratos, garfos, faca, colheres, colheres de chá, taças, mousses de chocolate, maracujá, limão e tangerina, nhoques, lasanhas, espaguetes, canelones e etcs/
Joow Potter: por que contratamos dois idiotas que não sabem fazer nada além de brigar?
Bru Lachapelle: sinceramente? Eu não sei.
Joow Potter: uh, eu tive uma idéia.
Bru Lachapelle: hum! Pensamentos iguais, mano. Pensamentos iguais.
BJ Lachapelle Potter: CALEM A BOCA E VOLTEM AO TRABALHO!
Tá, tá... Desculpa, amor!
Desculpa, paixão!
Ei, só eu posso falar 'paixão'.
BJ Lachapelle Potter: TRABALHEM!
- Eu devia te pegar, cortar cada folhinha sua, depois juntar tudo, colocar dentro de um liqüidificador com água e fazer suco de clorofila! Depois, eu devia pegar o seu corpinho esguio e colocar dentro de uma turbina de avião! E se não funcionasse, eu explodia o avião! – enquanto ela falava, seus olhos se esbugalhavam mais, e mais, e mais. – Não, melhor! Eu vou pegar você, vou tocar fogo em todas as suas folhinhas... Uma por uma, e aí, quando tudo for queimado, eu vou transformar esse seu projeto de tronco em pimenta, e vou usar na salada do Potter... – explicou ela ao Cipestre, calmamente.
Calmamente uma ova! Irritadamente! Eu narro daqui pra frente!
- ...e vou usar na salada do Potter... – explicou ela ao Cipestre, com uma raiva descomunalmente descomunal (santa redundância, Batman!), chegando muito perto da mesa e levantando o seu braço esquerdo levemente, como uma assassina faz quando quer estrangular alguém.
"Na-nã-nã-não.. Não.. Não vou fazer isso com o meu.. lindinho. Vou fazer melhor! Vou colocar você dentro de uma caixa, a caixa dentro de OUTRA caixa, e essa caixa dentro de MAIS UMA caixa, e vou mandar para mim mesma pelo correio! E quando ela chegar, MWAHUAHUAHUAHUAHUA, eu esmago com um MARTELO!", falava, balançando seus braços, o esquerdo segurando uma esponja de lavar louça e o direito com sua varinha.
"É brilhante, brilhante! Isso é genial!" exclamou, com cara de gênia maléfica, deixando a esponja escapar de sua mão, batendo no lustre, fazendo ele cair e uma lâmpada estourar. Então, os cacos de vidro bateram no abajur, e este caiu rolando, bateu na perna de uma cadeira, fazendo ela balançar, caindo em cima de outra cadeira, que caiu em outra cadeira, que caiu em outra, fazendo com que esta cadeira batesse na mesinha de centro, onde os enfeites da mesa pularam, batendo no segundo lustre, que caiu, explodindo uma nova lâmpada, batendo num enfeite que fica em cima da lareira, que foi direto para o interruptor da lareira automática, obrigando-a a acender.
Vendo tudo o que aconteceu, ela teve uma nova idéia.
- Ou, para economizar: um incêndio pode resolver! – ela disse, aproximando seu rosto do bonsai e colocando a varinha na frente do tronco dele, deixando-o ver seus olhos em chama – Incendi...
- OOOOOOOOOOOOOOOOOOI AMOOOOOOOR (N/a: falando que nem a Xuh)! – gritou Titz, chegando do trabalho, e vendo aquela cena pseudo-assustadora, pseudo-correta. - NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃO! - gritando, ele começou a correr.
Peraí, peraí, peraí... Sei lá.. Isso tá tão... Tão... Clichê.
O que fazemos então?
Uuuuh, já sei! Nintendo, Nintendo, Nintendo, 64!
Nããõ! Hm... Já sei!
...ele começou a correr, em câmera lenta, deixando ondas de tempo no seu caminho (Matrix) - Ci-i-i-i-i-i-p-e-e-e-e-e-s-t-r-e-e-e-e! - gritou, levantando a mão para pegar o verdinho (anotar apelido) que estava quase sendo queimado pela chama que saía da varinha de Lily - Liiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii-lyyyyyyyyyyyyyyyyyyyy! Paaaaaaaaaaaaaaaaaaaa-raaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa! - ele abriu a mão e pegou o seu pseudo-filho (anotar apelido) das garras do monstro ruivo de olhos esbugalhados (Fim do Matrix).
Hm... gostei, narradora... Gostei...
Ha! Eu sei. Eu sou A Cara!
BJ: ¬¬
Continuando, né?
BJ: nossa! Como você adivinhou? Balinha pra você!
- Lily! O que você está fazendo com o Cipi (anotar apelido)? - gritou o Tiago igual ao Clodovil quando alguém diz "olha a Pitty!" (para os desinformados, ele faz um gesto bem gay e diz "nega!"). (Querido Clô, se estiver lendo isso, não sinta-se ofendido. Só queríamos usar você como personagem do nosso futuro Best Seller).
- Cipi? James Tiago Eyt Voyard Potter! Essa coisa...- nesse momento, Titz fez um "Ah!" de indignação - que você chama de filho e que conheceu há 24 horas, está acabando com o nosso relacionamento! Nós nem fizemos nosso Oba-Oba matinal hoje!
- Ah! - exclamou ela, digo, ele, idignada, ou melhor... indignado - Como pode dizer uma coisa dessas perto do Verdinho Escarlate (preciso dizer?)? Ele é só uma criança! - falou, protegendo o bonsai, como a Medley (Tips For A Sugar Queen. Leia para mais detalhes) protege um pacote de cookies. - O Cipi não tem nada haver com a sua obsessão por destruição!
- Obsessão por destruição? Agora você tá delirando, né? - concluiu ela.
- Você tá doente, Lily... E eu vou te ajudar - ele disse, como se quisesse acalmar uma onça em fúria, colocando o bonsai num carrinho de bebê que ele havia comprado no caminho para casa.
Ela está doente? Ela não nasceu doente, narrador?
Acho que sim. Mas não me culpe, eu só narro. Quem digita as falas são eles. /aponta Bru e Joow/
Hm, tem razão. Deveríamos demití-los. Há uma grande diferença entre nascer doente e estar doente, não acha?
Claro! Assim como existe uma diferença monumental entre fusca e chiclete.
Ah, nem tanto.
Como assim?
A placa do carro pode ser 'GUM'.
E daí?
E daí que 'GUM' é chiclete em inglês.
Faz sentido.
Claro que faz sentido. Eu que disse, baby.
BJ: vocês podem voltar ao trabalho?
Hm, não tô com vontade. E você, narradora?
Também não. Uah, que sono.
BJ: a gente vai chamar as quebra-galho/chuta narrador e narradora pra China/. Yuhul, Micilene, Juzicleide!
J: me teletransportaram de São Paulo só pra narrar isso aqui? AAAAAAAAAAAAH, que legal!
M: cala, Juh ¬¬
J: ah, não fiz nada, que coisa.
M: a gente deveria estar narrando, lembra?
J: ah, éé.
M: onde estava mesmo? Ah, sim, na infeliz declaração do Titz!
- Doente?
- Vou te levar pra um analista...
- DOENTE?
- Psicóloga...
- DOENTE, EU!
- Psiquiatra...
- COMO ASSIM?
- Terapeuta...
- ANH?
- Psicoterapeuta...
- REPITO - DOENTE?
- E um neuro-cirurgião também! E vamos contratar uma babá.
- Babá?
- É, babá! B-a-b-á! E agora mesmo!
- Pra quê uma babá, Titz?
- Pro Cipi.
- PRO CIPI?
- É! Quem vai cuidar dele enquanto estivermos fora?
- Repito - babá?
- Ai, Lily, você tá com problema no ouvido? BABÁ! Que coisa.
- Deus, Buda, Dalai Lama, Gandhi, Alá, Tupã, Yanee, Jonh Travolta (um Deus Grego!), Elvis Presley (ops, esse é rei), Yakult, e dono da fábrica da Coca-Cola light! Você que está doente, Tiago! Está obcecado por esse.. esse.. essa coisinha!
- Tá Li-lê. Agora vamos logo, se não a gente vai se atrasar. - Tiago finalizou, empurrando Lily para fora da casa.
O Sr. Potter, vulgo Tiago, mandou a Sra. Potter, vulgo Lílian, colocar o cinto da cadeirinha de bebê pra carro que o marido havia comprado para o bonsai. Contrariada, ela foi até o banco do fundo e, com um sorriso diabólico, fingiu que fez o 'click' no cinto. A qualquer momento o Cippestinha (anotar apelido) estaria voando pela janela. Voltou a fazer uma cara emburrada e entrou novamente no carro.
- Me recuso a dar a partida. - disse a ruiva, sentada no banco do motorista de braços cruzados.
- Evans, deixa de ser teimosa e liga logo a droga do carro.
- Ah, agora eu sou Evans? Cinco minutos atrás eu era a Lily-doente-obcecada-por-destruição!
- O que eu posso fazer se você é uma metamorfose ambulante, ruiva atacada?
- E agora eu sou a ruiva atacada. Ótimo, perfeito.
- Vamos logo. - ele resmungou.
Lily deu a partida no carro, meio contrariada, meio vitoriosa. Acelerou o automóvel e saiu para a rua. Quando o medidor chegou a 110km por hora, o sinal mudou rapidamente para vermelho, forçando ela parar bruscamente, automaticamente fazendo com que o rosto de Tiago fosse parar no pára-brisa, e o bonsai voasse. STRIKE! Peraí, isso não é de boliche? Quis dizer... HOMERUN! Num gesto metade ninja metade amo-demais-meu-bebêzinho-pra-deixar-ele-morrer, o 'pai' do Cippuxo (anotar apelido) levantou as mãos para pegar a árvorezinha e...
Suspense nessa parte, por favor!
Tá bom, tá bom!
Tcharaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaam!
Tcham tcham tcham tcham!
Que rufem os tambores!
Tututututututututututututututu!
...conseguiu! Isso aí! Tiago Potter é o novo melhor apanhador de bolas de baseball!
- Lily! Cuidado! - ele pediu, indignado. Ela sorriu malévola.
- Não se preocupe. O vidro não quebra assim tão fácil.
Tiago olhou-a, cortante e incrédulo.
- Quero dizer para tomar cuidado comigo e com o nosso bebê!
Lily, que já havia acelerado o carro novamente, freiou DE NOVO bruscamente, seus olhos faiscando em fúria, sua boca contorcida em ódio. Aproximou seu rosto do rosto do Titz, fitando-o fixamente nos olhos.
- Agora olha aqui, Potter. Essa criatura abissalmente inútil que nem mesmo tem vida não é minha. Nunca vai ser minha e eu nunca vou ter o mínimo de consideração por isso. Ela não é meu bebê. Não é, nunca foi e nunca vai ser. E se você realmente quer estar vivo nas próximas vinte e quatro horas, eu sugiro que cale a sua anormalmente estúpida boca e fique quieto.
Sua voz expressava um ódio tão descomunalmente grande que era até estranho estar vindo de Lily. Ela voltou a dar a partida, meio descontrolada. Como ele era abusado! "Nosso bebê"... Há! Não mesmo! Um minuto de silêncio, Tiago ainda a olhava confuso.
- Credo, parece que você tá de TPM...
É, você já deve saber o que aconteceu. Isso aí. É, isso mesmo. Só que dessa vez, o carro rodopiou, deixando marcas circulares de pneus ao longo de toda a rua. Parou de lado, bloqueando a passagem. O barulho de buzinas logo conseguia ser escutado.
Lílian pulou no pescoço do marido, apertando-o com tanta força que parecia querer matá-lo.
- CALA A BOCA, POTTER! CALA A DROGA DA SUA BOCA! QUE ÓDIO! EU ESTOU ME CONTROLANDO PRA NÃO TE MATAR AQUI, AGORA MESMO, E FICAR CONHECIDA COMO ASSASSINA DE POTTERZINHOS INOCENTES! - gritou, num fôlego só - Mas que bela droga! Será que você não se toca? Será que você NUNCA tomou Semancol? Será que você não entende que eu NÃO estou acostumada a estar em segundo plano? Eu preciso de atenção, Potter. A-TEN-ÇÃO! E você não está me dando isso! Aliás, você não está me dando nada! Nem mesmo o seu...
Tarde demais: ela não conseguiu terminar, pois Tiago havia tapado a boca dela com a mão.
- Lily! Sua pervertida! Não fale sobre essas coisas na frente do Reuri (nome) Cippuxetche (anotar apelido tosco)! Ele é só uma criança e não precisa ficar escutando seus desaforos sem motivo! Chiliquenta!
"Respira, Lily. Conta até 10. Você não precisa matar o Potter ainda... Não agora... Um... dois... dez!"
- HARRY? VOCÊ JÁ DEU NOME PRA ELE?
- Sim. E é Reuri. R-e-u-r-i. Analfabeta chiliquenta. - soletrou, como se ela fosse uma criança retardada que nasceu na África e não sabe nem o que é um lápis (N/a: não é discriminação).
- Eu NÃO estou dando chiliques, Potter. Não estou fazendo desaforos. Eu sou RUIVA, esqueceu? Unh? Rui-va! Você não entende que eu sou muito mais estressada que loiras, morenas e castanhas?
- Eu deveria ter casado com outra pessoa, então! Uma loira bem peituda de preferência!
- ENTÃO POR QUE VOCÊ NÃO VAI E FAZ ISSO?
- Quer saber? - ele abriu a porta - EU VOU MESMO!
- Então vá! Eu não ligo!
- Ótimo! - ele saiu do carro.
- Ótimo! - ela disse, assim que Tiago bateu a porta.
Acelerou o carro, olhando uma expressão de pânico tomar conta do rosto do (ex)marido pelo retrovisor com um certo contentamento sádico.
- MWAHAUHAUAHUAHUAH! - Lily havia adquirido uma face de loucura irrevogável agora, como quem acabara de fugir do hospício e estava procurando um presídio (?) pra comer pudim.
"Lily! Lily! Evans! Volta aqui! VOLTA JÁ AQUI!", ele corria, tentando alcançá-la. "Lily, estou no lugar mais fedido e perigoso de Londres! Estou com o nosso bebê! O Reuri! Você não vai nos deixar aqui, né? LILYYY!"
- Você largou o seu marido... na rua mais suja e escura de Londres... com um bonsai; cujo o nome é Har... Reuri? - perguntou a psicanalista da ruiva, sentada na confortável poltrona preta, observando por trás dos óculos de aros impecalvelmente retangulares a mulher deitada no divã.
- Uhum! - Lily pôs mais um pedaço de chocolate ao leite na boca, mastigando com certo orgulho de si mesma.
- Ta legal. - a outra pegou o telefone e falou com a sua assistente - Lindinha, me traz uma garrafa de Blue Label e faz um triplo pra mim? Danke (obrigado em Alemão) xuxu! - desligou - E como você se sente sobre isso?
Aarrrf, aaarf, aarf! Nós viemos da China NADANDO e isso significa que NÃO, a gente não vai deixar essas prostitutas matusquelas roubarem o nosso lugar! Certo, narrador?
Peraí... uff uff... Eu ainda tô na Alemanha (?)...
Juzi: prostitutas? Matusquelas? Nadando?
Mici: liga não, Juzi. Esses dois 'retrôzados' aí só estão com ciúme!
Primeiro lugar: 'retrôzados' não existe. Segundo: que nome é esse? MICILENE? Terceiro: JUZICLEIDE? Ora, por favor, se suicidem logo! Mas antes mudem seus nomes no cartório, ou o cemitério vai ser um lugar pra rir, e não pra chorar!
Quarto lugar: a narração de vocês parece mais novela mexicana dramática! Aquela coisa bem "Marco Antônio" e "Maria Luísa"! Quinto lugar: para que os leitores consigam ler isso, eles precisam de umas quinze garrafas de firewhisky! Isso não é NADA! Para ler o nosso eles precisam de umas quarenta!
Sexto lugar: vocês já deram uma olhada pro tamanho das suas melancias (peitos)? São maiores do que os da Queen Latifah com os da Dita Von Teese! Sétimo: olha pra roupa de vocês! De onde vocês saíram? De um cortiço? Oitavo: eu pergunto de novo: cortiço ou brechó?
BJ Lachapelle Potter: Juzi, Mici, não precisamos mais do seus serviços. Desculpem-nos. Aqui está o dinheiro. Acho que dá pra fazer uma plástica.
Pera, nós somos pagos pra isso? Como, até hoje, não recebemos um centavo?
BruL.: porque vocês não merecem.
Juzi e Mici: nós sempre quisemos botar silicone!
Talvez vocês ajudariam mais a humanidade fazendo uma redução, queridas.
Juzi e Mici: somos tão peitudas assim?
NÃO! 'MAGINA! Só o suficiente pra tapar o Sol!
Juzi e Mici: ah, então não tem problema. O Sol é bem pequenininho, olha lá. /aponta/.
/bate na própria testa/. Antas!
Tchau Juzi! Tchau Cleide! Tchau Mici! Tchau Lene!
BJ Lachapelle Potter: dá pra narrar agora? Estamos com sono.
Tá!
Pó'dexá chefin'!
JoowP.: como é?
Nada não, chefia. Fica tranquis' que eu vou fazer meu trabalho.
BruL.: no português agora, por favor.
Num 'squenta a cabecinha não, tia. 'Tamo aqui pruqui a sinhora quisé.
BruL.: PORRA! Deixa de dar uma de caipira e vai trabalhar, vagabundo!
Ai, estressou foi neguinha?
JoowP.: CA... LHAMBEQUE! Parem agora ou vocês estão demitidos e DESSA VEZ eu chamo a Dyaphedeszi e a Ribonucleica!
- E como você se sente sobre isso?
- Como eu me sinto sobre isso? Hm... feliz! Uma ninfomaníaca feliz.
- Tá, traz o seu marido, eu acho que o problema dele é bem mais simples que o seu - disse ela, pegando o telefone - Querida, manda o marido dela entrar. E sabe o triplo? CANCELA! Traz álcool elítico mesmo.
Entra, em toda a sua gayzagem, Tiago PLUS Reuri.
- Boa tarde, Xuxa. - ele dirigiu-se à psicanalista, cordial.
- Boa tarde, xuxu. Senta a bunda aí na cadeira.
Ele obedeceu.
- Posso te fazer uma pergunta?
- Claro que pode, amor.
- Já te contei que você anda rebolando que nem a Cláudia Leite do Babado Novo?
- Ai, é sério? Eu queria que fosse que nem a Negra Li! Um dia eu consigo.
Awwnh! Tadinho do Tiago!
Okay, narradora, essa não é a questão.
- Hm. Pode me contar o que aconteceu? Com detalhes?
- Hm, a Lily me deixou na rua mais podre de Londres com o nosso bebê - "ele não é meu bebê!" -, voltou pra me pegar depois de duas horas e nos trouxe pra cá.
- UAU! Isso que eu chamo de detalhes. E como você se sente sobre isso?
- Frustrado! Quero dizer, como ela deixa o nosso bebê - "ele NÃO É MEU BEBÊ!" - sem mamadeira durante QUINZE MINUTOS? Fala sério, eu saí de casa para trabalhar e deixei ele na mamadeira eletrônica. O que ela tinha que fazer era colocar o refil lá, QUE EU JÁ TINHA PREPARADO NA NOITE PASSADA! Mas nãão, ela preferiu ficar sentada pensando em meios malígnos de matar o nosso filhinho!
Lily fez um estalo com a boca, e sorriu.
- Sabe como dizem, os fins justificam os meios.
- Tá vendo? Tá vendo? Ela é violenta! Perigosa para um lar onde reside uma criança!
- Okay, o que nós estamos lidando aqui, agora, é que você tem problemas psicomentais, pensando que esse... essa... essa coisa aí é uma criança. Lily, seus problemas são nada mais nada menos que estresse. Você precisa de uma dose regular de... hm... copulação.
- AHÁ!
- E como Tiago não pode fazer isso, por causa do seu probleminha com a criança, você fica estressada!
- Isso aí, Xuxa! É exatamente isso! Você me entendeu!
- Vamos resolver isso agora - mais uma vez, ela tirou o telefone do gancho - Querida, em vez de um litro, me traz um galão de álcool elítico, tá? - ela virou-se para o casal - Vou dar um conselho a vocês: tomem suco de laranja! Sempre! Isso evita brigas. Suco de laranja com pouca água, muito açúcar e gotinhas de... mel? É, gotinhas de mel com limão! Ó, vocês vão ficar uns docinhos de coco!
- Tem certeza? - Tiago olhou para Lily, de relance - Suco de laranja?
- Tá duvidando é, beinhê? Tô falando, amiguinho! É pá-pum, vocês estão de bem.
- Ok, então. - ele levantou-se, com o bonsai nos braços. - Obrigado. Você nos ajudou muito.
Ela fez um gesto com a mão, como quem diz que não foi nada. Lily levantou-se também.
- Adeus! Até a próxima!
- Tchaau! - eles saíram do consultório, desceram pelo elevador e chegaram ao estacionamento.
- Suco de laranja! - reclamou Lily - Quem ela acha que é? A nutricionista da Polishop?
Titz deixou escapar uma risadinha. Lily ficou da cor do cabelo.
- Vamos tentar. Se for pra ficar bem com você, eu faço qualquer coisa.
Olhou-o, incrédula.
- Pensei que eu fosse só uma ruiva-atacada-obcecada-por-destruição-metamorfose-ambulante!
- Você é. Mas você é a MINHA ruiva-atacada-obcecada-por-destruição-metamorfose-ambulante!
- Unh. Isso quase me toca, Potter.
Chegando em casa...
Mas PORQUE chegando em casa? Isso é tão batido, narradora!
Porr...caria, você tá chato hoje!
Deeeixa que eu narro!
Chegando no departamento ultra secreto de Tortura e Canibalismo (?) de Vegetais, Plantas e Afins, vulgo Quartel General do Campo de Concentração de Aprendizagem ao Terrorismo e Trucidação (??????????), vulgo casa.
Uau.
É, eu sei.
Dá licença.
Chegando EM CASA...
JoowP.: realmente, Brú. A gente TEM que demitir esses caras.
Chegando em casa (É SÉRIO DESSA VEZ!)...
- Titz, faz uma massagem em mim? - pediu Lily, tirando os sapatos e jogando-se de qualquer jeito no sofá mais próximo.
- Claro, amor - ele respondeu com um sorrisinho bobo, deixando o bonsai na mesa-de-centro da Sala de Estar. Ele se posicionou atrás de Lily, ainda sorrindo, e começou a massagear os seus ombros, definitivamente com segundas intenções. Seus gestos eram leves e suaves, e seus movimentos eram circulares e cada vez mais suspeitos. Até que ele parou de apertou a pobre coitada da Lily com força. - Você ouviu isso?
- Não ouvi nada! - ela disse, puxando ele mais para perto, fazendo-o repousar a cabeça perfeitamente no espaço entre o pescoço e o ombro esquerdo dela - Vamos, James! ME POSSUAAAAAAAAAAA!
- Peraê, Li-lê! Deixa eu ouvir que grito é esse! - falou James, tentando se soltar do enlaçamento de pernas e braços que Lily tinha feito.
Uia. Em que ponto da história ela virou um Pokemon?
- Não, James! Sou só eu gritando por dentro! Grauuuuuurrr! - Lily tentou parecer uma pantera.
Ok, isso não foi nada sexy.
- Pera... não é o... - Jayzinho receou por um segundo - ... bebê chorando?
- JayJay (BruL.: o jatinho! Sou eu! XD), o que a gente conversou no carro?
No Carro
- EU NÃO QUERO MAIS OUVIR VOCÊ FALANDO DAQUELE BEBÊ IDIOTA, TÁ ME OUVINDO?
Em Casa
- Lembra?
- Lembro, mas... Lily! - James choramingou.
- James!
- Peraí bebê, eu já tô indo! - disse James saindo dos tentáculos mortais do Pokemon, quero dizer, da Lily. Ela ficou na posição que Tiago a deixara durante algum tempo. Até que ela levantou decidida e foi até a cozinha, repetindo: - Suco de laranja. Suco de laranja. Suco de laranja. Suco de laranja. Suco de laranja. Suco de laranja. Suco de laranja. Suco de laranja. Suco de laranja.
Ela abriu a geladeira, e pegou uma caixa de suco Ades.
- NÃO SERVE! É DE SOJA!
Jogou no chão. Abriu de novo e pegou duas laranjas. Foi no armário, pegou um copo e começou a esfregar uma laranja na outra, em cima do copo. Tamanha a força que ela fez, o suco começou a cair. Pegou o copo, bebeu o líquido alaranjado e cuspiu na mesma hora.
- AZEEEEEEEEEEEDO!
- Também, né? Você fez com a casca! - Titz emergiu da escuridão da área de serviço.
- ESCUTA AQUI! NÃO QUERO NEM SABER, VOCÊ VAI DORMIR NO SOFÁ!
- Tá... só deixa eu ir no quarto pegar meu travesseiro.
- NÃO! SEM TRAVESSEIRO DE PLUMAS NEM EDEDROM!
- Mas... mas.. o ededrom! Travesseiro de plumas!
- Na-na-na. Você vai dormir com o Llumpus. Boa noite! - ela disse, subindo as escadas, que a levariam para o seu quarto. Chegando lá, ela se jogou em sua cama e começou a gritar no travesseiro: - Meu Deus, como ele é idiota!
Se levantou bruscamente e falou:
- Bonsai... nã-nã-não. Reuri. Você já usou todas as suas armas. O choro; o grito; o seu medo psicológico de fogo. Agora é a minha vez... - ela pegou o telefone do seu criado mudo e digitou o seguinte número: 666-666.
A secretária eletrônica respondeu:
- Disque um se você quer falar com o Satanás. Disque dois se você quer falar com a Medley. Disque três se você tem certeza de que o um e o dois dão no mesmo. Disque quatro em caso de emergências. Por favor, não disque quatro. Disque cinco. Por favor, não disque quatro nem cinco. Pra falar a verdade, não disque. Apenas fale. Beep.
- Alô?
- Tô ocupada.
- Eu também.
- Ah, é? Tá fazendo o que?
- Sentada na minha cama falando com você.
- É? Eu acho que eu estou realmente ocupada. - podiam-se ouvir gritos vindos do fundo, enquanto Medley gritava com alguém, do outro lado da linha - TOMA ISSO! E MAIS ISSO, SETH!
- Medley, seu lado sadomasoquista me assusta as vezes.
- Nada disso, é que ele esqueceu de levar o Plush pra passear.
- Medley. O Plush é um ursinho de pelúcia.
- Lily. Estamos falando do PLUSH.
- Tá, tá... o fato é: temos problemas.
- Que tipo de problemas?
- Alerta vermelho.
Foi tudo que Lily disse antes de desligar o telefone.
Tututu. Teamobeijosmeliga!
EVANDEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEER! Finalmente terminamos/balança os braços/. Desculpem-nos o atraso. É que primeiro eu (Joow) fiquei doente, depois ela ficou doente, depois nós dois ficamos doente, depois nossa mãe caiu no metrô, depois nosso pai esqueceu de pagar a internet, depois os pcs quebraram e... só. UAHAUHAUHAUHA.
Agradecimentos: Mel Black Potter (bebê Cipestre! Mas agora tem um monte de apelidos novos... escolha o seu favorito!), Isabela Moreira, Hey(underline)Tena, Srta. Nunuh (te aaamo, xúxs!), jehssik (nossa, que coincidência! XD), Luh Caulfield (que bom que gostou, hermana ;D) e Yami no Tenshi. Além de Jú, Má, Pete, Leuh, etc, etc e tal.
Cruj cruj e até a próxima!
- BJLP;
